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Tributo Ray Harryhausen

9 mai

Morreu aos 92 anos, o pioneiro dos efeitos visuais no cinema Ray Harryhausen, que trabalhou em filmes como “Fúria de titãs” (1981), “As viagens de Gulliver” (1960) e “Jasão e o velo de ouro” (1963).

Harryhausen, que nasceu em 29 de junho de 1920 em Los Angeles, começou a carreira no início da década de 1940. Em 1992, ele recebeu um Oscar honorário. O site da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood explica que o prêmio é destinado a “indivíduos cujas contribuições tecnológicas trouxeram crédito à indústria”.

O comunicado oficial da morte de Ray Harryhausen cita frases ditas por personalidades do cinema em tributo ao técnico de efeitos especiais, que usava a técnica stop-motion

“Sem Ray Harryhausen, possivelmente não teria havido ‘Star wars’”, comentou George Lucas, sobre a influência do pioneiro em “Guerra nas estrelas”. O neozelandês Peter Jackson afirmou, segundo a nota: “‘O senhor dos anéis’ é meu ‘filme Ray Harryhausen’. Sem seu amor eterno por imagens e narrativas maravilhosas, ‘O senhor dos anéis’ nunca teria sido feito – não por mim, ao menos”.

Steven Spielberg acrescentou: “Ray, sua inspiração permanecerá conosco para sempre”. James Cameron também elogiou o pioneirismo de Harryhausen: “Eu acho que todos nós que fazemos filmes de ficção científica e fantasia agora sentimos que estamos apoiados nos ombros de um gigante. Se não fosse a contribuição de Ray, não seríamos o que somos”.

Fonte: G1 e Site Omelete

O fim da era CS – Adobe Creative Cloud é a nova aposta da empresa

7 mai

Quase todo ano, a Adobe realiza um grande evento chamado Adobe MAX, para mostrar as novidades de seus produtos, como o Photoshop, Illustrator, Premiere, After Effects e muito mais.

Além da troca de informações e palestras de profissionais, eles permitem que o público tome conhecimento das mudanças nas Creative Suites. Nesta semana está ocorrendo em Los Angeles, nos Estados Unidos, o Adobe MAX 2013. O Tecmundo foi convidado com exclusividade pela Adobe para conhecer os detalhes da maior novidade da empresa: a Creative Cloud.

Quem abriu o evento foi o CEO: Shantanu Narayen, que deu detalhes específicos do que pode ser considerado uma revolução nos produtos da empresa.

Conteúdo nas nuvens

Iniciado em 2012, o Creative Cloud consiste no conceito de compartilhamento de conteúdo na nuvem. Entretanto, isso não significa que agora todos os softwares estarão acessíveis como aplicações online. A partir de agora, os produtos da Adobe não serão mais comercializados de forma individual ou em pacotes que atendam a necessidades específicas.

Com isso, para ter acesso aos novos aplicativos, você deve realizar uma assinatura online. Mediante um pagamento mensal (com contratos de um período curto ou anual), é possível utilizar qualquer software da Adobe. Ao invés de adquirir um produto, você passa a contratar um serviço. Para muitos isso pode parecer ruim, já que não é mais possível ser “proprietário” dos programas. Porém, a vantagem é que o valor mensal é muito mais baixo, tornando mais acessível.

Adobe MAX 2013: o fim da era CS - Creative Cloud é a nova aposta da empresa (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Sendo assim, todos os programas deixam de ter uma nomenclatura por versões “anuais” (Adobe Photoshop CS6, por exemplo), e passam a contar apenas com a sigla CC, decorrente do nome do serviço. Dessa forma, todos os assinantes têm aplicativos sempre atualizados, sem precisar adquirir um novo pacote. Isso também significa que novidades devem ser mais frequentes.

Apesar de não ser a meta primária da Adobe, isso pode ajudar a combater a pirataria, já que os softwares devem realizar verificações online constantes para funcionar. Além disso, as maiores vantagens das novas versões são justamente as funções realizadas por meio do serviço na nuvem.

Tudo é colaborativo

Se os programas continuam instalados no PC, porque o conceito de nuvens? A real diferença está na maneira como se trabalha com conteúdos. Levando em consideração o fato de que os softwares da Adobe funcionam sempre aliados tanto à criatividade, como a trabalhos cooperativos, a empresa tem em mente estreitar especialmente de forma social.

No final de 2012, a Adobe adquiriu a Behance, uma espécie de rede social que foca no compartilhamento de trabalhos profissionais, como um portfólio online. A ferramenta online acabou sendo integrada ao Creative Cloud de forma bastante inteligente.

Adobe MAX 2013: o fim da era CS - Creative Cloud é a nova aposta da empresa

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

O novo serviço deve integrar todos os processos de criação de conteúdo, desde o lado conceitual até o portfólio do profissional, com todos os projetos que foram realizados, da forma mais detalhada possível.

Ou seja, é possível adicionar pessoas aos seus projetos para uma participação muito mais colaborativa e automática. E, da mesma forma, existem maneiras de compartilhar seu trabalho em busca de opiniões e até ajuda profissional.

Adobe MAX 2013: o fim da era CS - Creative Cloud é a nova aposta da empresa (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Creative Cloud na prática

Além da assinatura, para ter acesso aos programas da Adobe, você deve agora baixar um aplicativo próprio do Creative Cloud. Ele integra absolutamente tudo que você cria e configura em cada um dos softwares, realizando sincronizações com os servidores da empresa – sejam workspaces ou simples teclas de atalho.

No evento de abertura, Scott Belsky, junto ao CEO, explicou passo a passo cada uma das funções da aplicação que centraliza tudo. Ao abri-lo, ele mostra um feed social, com atualizações de pessoas que você segue no Behance e convites para participar de projetos.

Adobe MAX 2013: o fim da era CS - Creative Cloud é a nova aposta da empresa (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

A facilidade para realizar download e instalação dos programas é um dos pontos fortes, já que agora basta clicar em um botão e aguardar o processo concluir, acabando com a antiga burocracia. Caso queira, é possível também instalar versões da suíte CS6, por alguma questão de compatibilidade.

Outra grande novidade é a seção “Fonts”. Como gerenciar fontes é algo muito estressante, a Adobe implementou uma forma de acessar uma enorme biblioteca online. Assim, basta encontrar alguma de seu gosto e o Creative Cloud se encarrega de instalar automaticamente.

Visualizar arquivos online com compatibilidade agora também é possível. Por exemplo: se você enviar um arquivo do Adobe Illustrator para a nuvem, não é necessário ter o programa instalado para conseguir vê-lo. E você pode até ver detalhes específicos, como fontes usadas e cada camada separadamente.

Adobe MAX 2013: o fim da era CS - Creative Cloud é a nova aposta da empresa (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Em resumo, o que realmente muda?

A Adobe sempre trabalhou forte na integração de seus programas. A ideia agora é focar na colaboratividade de forma mais simples e direta. Fica muito mais fácil realizar trabalhos em conjunto com outras pessoas e em vários dispositivos diferentes. Além disso, o compartilhamento de conteúdos da comunidade serve como ótima fonte de inspiração e ponto de partida para projetos.

Segundo divulgado no evento, os novos serviços da Creative Cloud passarão a funcionar em 17 de junho deste ano. Quem já tinha as suítes antigas pagará mais barato no primeiro ano, sendo U$ 19,99 para quem tiver a CS6 e U$ 29,99 para CS3, 4 e 5. A mensalidade normal é de U$ 49,99 nos Estados Unidos, mas deve vir a U$ 100 no Brasil devido aos impostos. (Preços com comprometimento de um ano de assinatura.)

| TUTORIAL | Adobe Premiere / Renderizar em Alta Definição

2 mai

Tutorial Adobe Premiere: Como renderizar um vídeo em Alta Definição?

| TUTORIAIS | Final Cut

30 abr

Final Cut Pro é um software profissional de edição de vídeo não linear desenvolvido pela Apple Computer para seu sistema operacional Mac OS. Com a popularização do Mac OS e dos formatos de vídeo digital, o Final Cut construiu uma grande base de usuários e se tornou o primeiro produto de massa a desafiar o monopólio dos produtos de edição da Avid – até então os mais populares. Dessa forma, se tornou responsável pela redução de custos na edição profissional de vídeo e criou uma nova classe de produtos – o editor desktop.

Cuidados Básicos para a Edição [ Iniciantes ]:

Captura de video:

O programa pode ser utilizado para editar material obtido de câmeras de vídeo domésticas MiniDV conectados via porta FireWire até material em alta definição (HD, do termo em inglês high definition) e superiores( 2 e 4 K) de um estúdio profissional. O material é capturado para o Macintosh, onde é editado e processado.

Arrumando as janelas:

Como movimentar elementos gráficos:

História
Parte dos responsáveis pelo programa criaram o Adobe Premiere e foram contradados pela Macromedia para criar o KeyGrip, construído do zero como um programa de edição de vídeo mais profissional baseado no formato QuickTime. Logo depois a empresa se concentrou no mercado de edição para a web ao invés de competir com a Adobe em todos os mercados e decidiu vender os programas sem relação com a web, incluindo o KeyGrip, já renomeado para Final Cut.
Versões de testes para Mac OS e Windows foram demonstradas na exposição da NAB (National Association of Broadcasters, associação nacional de transmissores) em 1998.

A Apple acabou comprando o programa e sua equipe de desenvolvimento como uma medida defensiva e, não encontrando um outro comprador, continuou seu desenvolvimento, acrescentando suporte aos padrões FireWire e DV e apresentando na mesma exposição no ano seguinte o Final Cut Pro.
Com a introdução do FCP, as ações de mercado do Adobe Premiere peraneceram fortes no Windows mas começaram a declinar no Mac, já que sua base de códigos, mais antiga, era mais difícil de manter e melhorar. Em 2003, a Apple anunciou um programa para usuários do Premiere trocarem seus discos por uma cópia gratuita do Final Cut Express ou por $500 de desconto no Final Cut Pro . Mais tarde naquele ano, a Adobe introduziu o sucessor do Premiere, Premiere Pro, um produto apenas para Windows, com uma base de códigos moderan e muitas propriedades competitivas.

Em janeiro de 2006, a Apple encerrou as vendas do Final Cut Pro como um produto independente e passou a oferecê-lo apenas como parte do pacote Final Cut Studio. Em março de 2006, foi lançada a versão 5.1 do Final Cut Studio para Mac OS X com processadores Intel (Universal Binary).

Reconectando mídias:

Resolvendo problemas com a inicialização:

Filmes editados com o FCP
O Final Cut Pro foi usado para editar diversos longas-metragens, incluindo Cold Mountain, Corpse Bride, Napoleon Dynamite e Sky Captain and the World of Tomorrow. Também foi utilizado para editar o show Death On The Road do Iron Maiden e a série “Todo Mundo Odeia o Chris”.

Mixando volumes no Final Cut Pro:

Recursos
O Final Cut Pro oferece edição não linear e não destrutiva de qualquer formato de vídeo compatível com QuickTime. Suporta uma quantidade ilimitada de faixas (trilhas) de vídeo; até 99 pistas de áudio; edição multi-câmera para cortes de vídeo de múltiplas fontes; assim como efeitos como ondulação, rotação e alteração de tempo. Possui uma gama de efeitos de transição em três dimensões além de filtros de áudio e vídeo, como correção de cores e remoção de chiados e estouros.

O Final Cut Pro 5 é parte da suíte Final Cut Studio, e se integra aos outros aplicativos “Pro” da Apple. Pode editar nativamente vídeos nos formatos Standart (SD), Digital Video (DV), High Definition (HD) e High Definition Video (HDV).

Em 2001, a Apple lançou o Final Cut Express, uma versão mais acessível do Final Cut. Utiliza a mesma interface da versão completa, mas não possui as ferramentas de edição específicas para filmes e outras opções avançadas, sendo direcionada para produtores de vídeo digital amadores ou profissionais que querem ter um custo de adquirir maquinas e software mais em conta do que o Final Cut Pro, voltado para profissionais.

A interface do Final Cut (nas versões Pro e Express) possui quatro janelas principais: o “Browser” (navegador), onde os arquivos fonte de mídia são listados; o “Viewer” (visualizador), onde os arquivos de mídia podem ser pré-visualizados e pré-recortados; o “Timeline” (linha do tempo), onde as mídias são colocadas em seqüência; e o “Canvas” (tela), onde o material editado na linha do tempo pode ser visto. As posições e medidas destas janelas podem ser alteradas mas, por padrão, o “Browser” fica no topo esquerdo, com o “Viewer” e “Canvas” respectivamente à sua direita e o “Timeline” abaixo. O programa disponibiliza também uma janela de ferramentas (“Toolbox”) e dois indicadores de áudio para os canais da direita e esquerda.

| TUTORIAL | Multi-Camera no Premiere CS6

28 abr

Aprenda a editar com várias câmeras com o modo multi-Camera do Premiere CS6

by Felipe Castanhari

| TUTORIAIS | Adobe Premiere

25 abr

Adobe Premiere é um programa que é empregado para a edição de vídeos profissionais.
Está disponível nas edições para as plataformas Windows e Macintosh.

Com inúmeros recursos avançados, este programa garante resultados profissionais e qualidade altíssima para manipulação e conversão de filmes. Apesar de trazer uma gama considerável de ferramentas complexas, a nova versão do software traz facilidade para pessoas inexperientes.

A Adobe adicionou o suporte completo para sistemas de 64 bits. Além disso, o Premiere oferece aceleração gráfica por hardware, ou seja, a placa de vídeo é uma grande aliada para garantir resultados imediatos.

Assim como outros programas da família Creative Suite, o Premiere também conta com camadas de ajuste, as quais servem para aplicar efeitos entre os clipes. Também é possível adicionar máscaras para configurar determinadas áreas do vídeo.

Um dos grandes diferenciais do Adobe Premiereo é a edição dos filmes durante a reprodução. Graças ao Mercury Playback Engine (motor gráfico que usa a GPU para acelerar o processamento), o programa consegue aplicar efeitos em tempo real. Vale ficar atento, no entanto, ao modelo de placa de vídeo que você possui, pois somente componentes mais avançados oferecem suporte para a utilização do recurso.

Continue lendo sobre Adobe Premiere, divulgamos outros vídeos de tutoriais, todos os vídeos são do site TECNODIA.
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| TUTORIAIS | Adobe After Effects

23 abr

Adobe After Effects é um programa de criação de gráficos com movimento e efeitos visuais da empresa Adobe Systems. É extensamente usado em pós-produção de vídeo, filmes, DVDs e produções da plataforma Flash.

Descrição

After Effects usa um sistema de camadas dispostas em uma linha do tempo (timeline) para criar composição de vídeo e animações como arquivos de vídeo. Propriedades tais como posição e opacidade podem ser controladas independentemente para cada camada, e cada camada pode ter vários efeitos aplicados. Frequentemente chamado de “Photoshop do vídeo”, por sua flexibilidade e por permitir aos compositores alterem o vídeo vendo os ajustes, como o Photoshop faz com imagens, só pode ser usado em 64 bits.
Embora o After Effects possa criar imagens próprias, ele é geralmente utilizado com materiais compostos a partir de outras fontes para fazer animações gráficas. Por exemplo, com a foto de uma nave espacial e a imagem de estrelas no fundo, o After Effects poderia ser utilizado para colocar a nave na frente do fundo e animá-la para através das estrelas.

Cada imagem ou vídeo é uma camada na linha do tempo, de forma semelhante a um sistema de edição não-linear ou NLE. O After Effects, diferente dos NLE’s, trabalha com orientação por camadas (layer-oriented) e os sistemas de edição não-linear utilizam orientação por faixa (track-oriented). Isto significa que, no After Effects, cada objeto de mídia (vídeo, clipe de áudio, imagem, etc) ocupa a sua própria pista; em contrapartida, NLE’s usam um sistema em que cada objeto de mídia podem ocupar a mesma pista, já que elas não se sobrepõem no tempo. Esse sistema de orientação por faixas é mais adequado para edição e pode manter projetos de arquivos muito mais conciso. O sistema de orientação por camadas que o After Effects adota é adequado para o extensivo trabalho de efeitos e quadros chaves (keyframes). Embora outros programas de composição – especialmente aqueles que empregam árvores (tree) ou nós gráficos (node workflows), tais como o Apple Shake – sejam mais adequadas para gerenciar grandes volumes de objetos dentro de um composição, o After Effects é capaz de contornar um pouco essa desorganização escondendo camadas seletivamente (usando o Shy switch) ou pelo agrupamento em pré-composições.

O After Effects tem um característico painel de Fluxograma, que é semelhante a árvore ou nó gráfico, mas esta perspectiva de uma composição é principalmente para a fins de exibição e não é totalmente funcional. A interface principal consiste em vários painéis (janelas em versões anteriores ao After Effects 7.0). Três dos mais comumente usados são os painéis Projeto (Project), Composição (Composition) e Linha de tempo (Timeline). O painel Projeto funciona como uma pasta para importar itens de vídeos, clipes de áudio, imagens e outros arquivos. Os itens no painel Projeto são utilizados no painel Linha do tempo, onde o início e fim de cada camada pode ser ajustado. Os itens visível no atual momento do marcador na Linha do tempo são exibidas no painel Composição.
O After Effects integra-se a outros softwares da Adobe Systems com o Illustrator, Photoshop, Premiere Pro, Encore e Flash.

Plug-ins

After Effects tem um extensivo suporte a plug-ins; e uma ampla gama de plug-ins de terceiros estão disponíveis. Há uma vasta variedade de estilos de plug-in existentes, tais como sistemas de partículas realistas para efeitos de chuva, neve, chamas, etc.
Usando plug-ins de terceiros, o After Effects pode criar efeitos 3D. Esses tipos de plug-ins 3D usam básicamente camadas 2D do After Effects. Gráficos do Adobe Illustrator também podem ser carregados e rendenizados em 3D usando plug-ins, tais como Zaxwerks 3D Invigorator Pro. Alguns fabricantes bem conhecidos de plug-in são Automatic Duck, Boris FX, Conoa, Cycore FX, Digieffects, Digital Anarchy, Digital Film Tools, The Foundry, FXhome, GenArts, GridIron Software, Noise Industries, RE:Vision Effects, Red Giant Software, Synthetic Aperture, Trapcode, Video CoPilot, e Zaxwerks.
Além de efeitos 3D, existem plug-ins para fazer filme ou vídeo parecido com desenhos animados; simular fogo, fumaça, ou água; sistemas de partículas; movimentos lentos; calcular o movimento de 3D de uma câmera de vídeo 2D em um trecho; eliminar cintilação, ruído, ou aparelhamento de linhas; interpretando timelines do Final Cut Pro ou Avid; acrescentando correção de cor high-end e outras melhorias e efeitos visuais.

Produtos Similares

Os concorrente do After Effects mais conhecidos são: Combustion, Flame e Sony Vegas da Autodesk; Shake e Motion da Apple Inc.; Digital Fusion da eyeon Software; Nuke da The Foundry; Boris RED, Boris BLUE, Boris FX e Boris Graffiti da Boris Fx. Como alternativa em código aberto existe o CineFX, embora suas funcionalidades sejam limitadas se comparadas ao Adobe After Effects e similares.

Continue lendo sobre Adobe After Effects, divulgamos outros vídeos de tutoriais, todos os vídeos são do site TECNODIA.

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EFEITOS SONOROS E TRILHAS [ FREE ]

22 abr

Efeitos sonoros ou efeitos de áudio são sons criados ou editados artificialmente, utilizados para enfatizar obras artísticas como filmes, programas de televisão, animações, jogos de vídeo, músicas, ou outros meios de comunicação.

Na indústria de gravação é freqüentemente abreviado como “FX”.

Na produção cinematográfica e televisiva, um efeito sonoro é um som gravado e apresentado para fazer uma determinada narração da história sem o uso do diálogo ou de música. O termo geralmente se refere a um processo aplicado para uma gravação, sem necessariamente referir-se à gravação em si.

Na produção cinematográfica e televisiva profissional, a gravação de diálogo, música e efeitos sonoros são tratados como elementos separados. Diálogo e gravações musicais nunca são referidos como efeitos sonoros, embora os processos aplicados a eles, como a reverberação ou flanging, muitas vezes são chamados de “efeitos sonoros”.

Indico alguns sites de efeitos sonoros e trilhas para download gratuito:
http://www.freesound.org/
http://soundfxnow.com/
http://www.audiomicro.com/

[ SÉRIE ] Processos Cinematográficos – 7º Pós-Produção

15 abr

Pós-produção faz parte do processo de filmagem. Ocorre na fabricação de filmes, programas de televisão, programas de rádio, publicidade, vídeos, gravações de áudio, fotografia e arte digital.
A pós-produção é, de fato, muitos processos diferentes agrupadas sob um nome. Estes tipicamente incluem:
A edição do filme/ programa de televisão
Escrita, (re)gravação, e editar a trilha sonora.

Efeitos visuais (VFX) principalmente geradas por computador (CGI) e cópias digitais a partir da qual liberações de cópias serão feitas (embora isto tenha se tornado obsoleto pelas tecnologias de cinema digital).
Design Sonoro, Sonoros, ADR(Automatic Dialogue Replacement), Foley e Música, culminando em um processo conhecido como som de re-gravação ou mixagem.
Transferência de filme para vídeo ou dados com um telecine e gradação de cores.

Efeitos especiais são quase sempre confundido com efeitos visuais por quem não entende. Os efeitos especiais são artifícios e acontecimentos que são manipulados no set de filmagem , como uma parte da fotografia principal. Explosões, uma alavanca para que o carro capote. Estes são os efeitos especiais, ou, como eles são por vezes conhecidos. Os efeitos visuais são adicionados em pos-produção ou filmado em separado da filmagem principal. Atirar no avião em miniatura explodindo-o e posiciona-lo em plena explosão do edifício é um efeito visual.

Normalmente, a fase pós-produção da criação de um filme demora mais do que o tempo de gravação do filme, e pode levar vários meses para ser concluído

Z-Flex ‘Skatelapse’ behind-the-scenes

11 abr

Para quem gosta de Making-Of e Behind The Scenes… Aqui vai video bem curto mas bacana!!
É sobre a produção de um vídeo que mistura footages em Slow Motion com footages de Timelapse.
O interessante é a técnica utilizada, pois as imagens são capturadas com a câmera em movimento! Afinal, com a câmera parada seria muito fácil né!! heheh..

Confiram também o vídeo original no final do post..

Para quem quiser assistir, este é o vídeo original.

TV CULTURA – Editor de Pós Produção I – Prazo Determinado – 01 vaga

10 abr

Editor de Pós Produção I – Prazo Determinado – 01 vaga

Principais atribuições

Editar imagens gravadas em áudio e vídeo;
Operar softwares específicos;
Processar os diversos efeitos digitais, inserindo caracteres, ilustrações e outros na montagem das imagens;
Executar os procedimentos de finalização, seguindo roteiros e orientações do Diretor do Programa ou quem o represente;
Capturar as imagens de vídeo a serem utilizadas, através de técnicas e ferramentas específicas, bem como proceder a tratamentos indicados da cor, áudio, textura e outras transformações necessárias à qualidade dos trabalhos;
Requisitos

Comprovação das atividades descritas acima;
Vivência na utilização do software Final Cut;
Características pessoais: Agilidade, atenção concentrada, criatividade, trabalho em equipe, iniciativa e comprometimento.
Formação

A partir do Ensino Médio completo.
Carga Horária

36 horas semanais
Salário Mensal

R$ 3.416,62
Regime de Trabalho

CLT – contrato por prazo determinado (6 meses) – para atendimento ao contrato firmado entre a Fundação Padre Anchieta e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.
Local de Trabalho

São Paulo – SP
Inscrições

Cadastre seu Curriculum Vitae até o dia 14/04/2013. No campo Departamento opte por PROJETOS EDUCACIONAIS e no campo Cargo opte por EDITOR DE PÓS PRODUÇÃO I.
Caso o cadastro não seja efetuado conforme indicado acima, seu Curriculum não será considerado para o processo seletivo.
Processo Seletivo

A seleção será feita de acordo com as seguintes etapas, em datas a serem agendadas e comunicadas previamente aos candidatos pela área de RH:
Triagem dos currículos cadastrados;
Realização de provas de conteúdo geral e específico, testes Psicológicos;
Realização de entrevistas técnicas e/ou comportamentais.

A realização das provas e entrevistas ocorrerá na sede da Fundação Padre Anchieta, Rua Cenno Sbrighi, 378 – Água Branca.
Fica eleito o foro da Comarca da Capital para dirimir toda e qualquer questão inerente ao presente Processo Seletivo. Confira na íntegra o Regulamento Interno de Processo Seletivo da Fundação Padre Anchieta, no site www.tvcultura.com.br/trabalheconosco

Fundação Padre Anchieta

 

Outras Vagas

Curso Autodesk Smoke 2013 em São Paulo/SP

9 abr

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Carga horária: 30 horas*

Incluído certificado AUTODESK, reconhecido mundialmente.

Poderosa ferramenta all-in-one! Muito utilizada para cinema e TV, trabalha edição, composição, VFX, correção da cor, integração 3D, cromakey, workflow das diferentes câmeras do mercado, dentre outras soluções integradas que permitem um processo criativo com sucesso em qualquer produto audiovisual.

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Venha fazer parte do time de alunos Azimut – uma das primeiras escolas da América Latina na linha de Media & Entertainment da Autodesk – há 15 anos ensinando com qualidade.
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[ SÉRIE ] Processos Cinematográficos – 6º Dublagem

8 abr

A dublagem (português brasileiro) ou dobragem (português europeu) é a substituição da voz original de produções audiovisuais (filmes, séries, desenhos animados, telenovelas, documentários, reality shows, etc) pela voz e interpretação de um ator de voz quase sempre noutro idioma. Há também dublagem no mesmo idioma, usada para melhorar a entonação do som original, algo utilizado principalmente em comerciais e musicais, ou quando há alguma falha na captação de som direto, nas produções audiovisuais.
A dublagem é feita em estúdios de dublagem, com profissionais diversos, dentre os quais os dubladores que são aqueles que com sua voz e interpretação, substituem as vozes de obras estrangeiras por uma versão nacional.

Os primeiros filmes sonoros apareceram em 1925, mas o cinema começou a “dublar” somente em 1927 com o filme “The Jazz Singer – O Cantor de Jazz” que incluía algumas falas, porém o primeiro filme totalmente dublado foi “Luzes de Nova York” lançado em 1929.
O advento do som causou uma revolução no cinema da Europa e Estados Unidos. As falas dos personagens, que até então eram representadas por cartelas e podiam ser traduzidas a todos os idiomas, enfrentaram o primeiro desafio. Como a legendagem, em princípio, não obteve bons resultados, pensaram até em filmar as cenas em vários idiomas com os mesmos atores ou com outros atores de diferentes partes do mundo. Esta solução, é claro, não era economicamente viável.

Mas em 1930 Jacob Karol inventou um sistema de gravação que permitia sincronizar áudio e imagem. Era o nascimento da técnica que seria chamada de dublagem.
O recurso da dublagem permitiu o aprimoramento da qualidade sonora dos filmes, visto que os equipamentos de filmagens eram extremamente barulhentos, o que nem sempre permitia uma boa captação do som. Foi também uma boa solução para as tomadas externas em condições adversas.
As vantagens da dublagem não se resumiram a questões técnicas. Os diretores encontraram um meio de poder elaborar melhor a interpretação vocal dos atores, sem aumentar os custos de produção com refilmagens.
A dublagem permitia regravar as cenas tantas vezes quanto fosse necessário até se chegar ao nível de interpretação imaginado pelo diretor do filme.
A maior vantagem do advento da dublagem talvez tenha sido a possibilidade que ela proporcionou aos artistas falarem em muitos idiomas, o que abriu um grande campo de trabalho para outros tantos artistas em muitas partes do mundo.

Primeiramente os desenhos animados começaram a ser dublados para o cinema, o que permitiu ao público infantil entender e se deliciar com as grandes obras do cinema de animação. No Rio de Janeiro, em 10 de janeiro de 1938 começaram as gravações, nos estúdios da CineLab, em São Cristóvão, da dublagem do filme Branca de Neve e os Sete Anões, com intervenção direta na organização dos trabalhos dos profissionais de Walt Disney. Essa produção marcou o início das atividades da dublagem brasileira, seguido por outras criações do mesmo estúdio como Pinóquio, Dumbo e Bambi. Carlos de la Riva, proprietário da Delart Estúdios Cinematográficos, foi o primeiro técnico de áudio a trabalhar com dublagem no Brasil. Outra dublagem original marcante foi a do clássico …E o vento levou que aparece disponível no lançamento em blu-ray.
Os filmes brasileiros já contavam com a dublagem para corrigir a precariedade do equipamento de som disponível nas produções da década de 1940 e 1950 e tornou-se natural fazer o mesmo trabalho para os filmes estrangeiros. Com o sucesso da televisão, a necessidade de dublagem para a tela pequena se tornou imperativa e aos poucos os brasileiros se acostumaram à idéia, quase inconcebível na época, de grandes astros de Hollywood falarem português.
Em São Paulo foi fundada em 1958/1959 a Gravasom, uma associação da Screen Gems subsidiária da Columbia Pictures, representada por Hélios Alvarez, com Mário Audrá Jr. (sócio da Cinematográfica Maristela). Ford na TV que apresentava pequenos dramas de 30 minutos foi a primeira série dublada apresentada na TV Brasileira. Depois vieram Rin-Tin-Tin, Lanceiros de Bengala, Papai Sabe Tudo e outras. Até há pouco tempo, todo o elenco de dublagem de um filme trabalhava junto pois só havia um canal disponível para as gravações das vozes. Atualmente os dubladores atuam separadamente, conforme mostrado no Especial Dublagem HBO exibida em 2011.
O dublador brasileiro Orlando Drummond Cardoso que interpreta a voz de Scooby Doo permanece ligado ao personagem por mais de 30 anos e por isso entrou para o livro de recordes. Outros casos marcantes são o elenco principal da série Harry Potter, que permaneceu o mesmo desde o primeiro filme, com as vozes evoluindo ao mesmo tempo em que dubladores e atores foram crescendo. Conforme o citado especial da HBO, no início, adultos faziam as dublagens de crianças e dubladoras interpretavam os meninos. Atualmente, como no caso dos primeiros Harry Potter, Ben 10 ou o recente Karate Kid, dubladores-mirins são contratados.
Os primeiros elencos de dublagem foram integrados por rádio-atores. Eram vozes consagradas na época pelo sucesso das rádio-novelas. Alguns profissionais que não encontravam espaço para atuarem realizaram trabalhos marcantes na dublagem brasileira: Ida Gomes dublava Bette Davis enquanto Lima Duarte fez sucesso trabalhando com os desenhos da Hanna Barbera. Essas animações obtiveram grande sucesso na TV brasileira dos anos 60, tornando conhecidas vozes como a de Older Cazarré (Dom Pixote) e Roberto Barreiros (Jambo & Ruivão). Olney Cazarré que depois faria parte da Escolinha do Professor Raimundo dublava o Pica-Pau e os filmes de Jerry Lewis. Nas séries havia a voz de Borges de Barros (Moe em Três Patetas e Prof. Smith em Perdidos no Espaço). Dennis Carvalho trabalhou em Túnel do Tempo. Nos anos 1980, Garcia Júnior ficou conhecido pela dublagem de MacGyver e He-Man. A dublagem de Chaves feita pelo SBT que no início fora muito criticada, tornou-se cultuada pelos fãs e um dos pontos chaves do duradouro sucesso do programa na TV brasileira. Wendell Bezerra (voz de Bob Esponja) e Guilherme Briggs (Buzz Lightyear) estão entre os dubladores que ficaram conhecidos mais recentemente.
Atualmente existe muito interesse pelos dubladores brasileiros de animes, havendo eventos específicos em que os profissionais mais conhecidos são convidados a participar e se apresentarem aos fãs.

Legislação
Na legislação brasileira, dubladores necessitam do registro profissional de ator para trabalharem com dublagem, porém:
Dos 16 aos 18 anos de idade, o registro profissional para dubladores fica condicionado à autorização dos pais ou responsáveis legais.
Até os 16 anos, a autorização do registro profissional para dubladores só é concedida mediante autorização do Juizado da Infância e da Juventude.
O registro profissional é expedido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Mas pode ser requerido pelo SATED regional (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos e Diversões), que emite um documento de capacitação profissional, o qual é acatado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Para o registro no MTE, são necessários diploma ou certificados de conclusão de curso profissionalizante (técnico ou superior) reconhecido pelo MEC, ou o atestado de capacitação do sindicato.

[ SÉRIE ] Processos Cinematográficos – 5º Legenda

1 abr

No cinema e televisão, as legendas são o texto que acompanha uma imagem, conferindo-lhe um significado ou esclarecimento. Seu maior uso é na tradução de textos e diálogos de filmes, acompanhando o mesmo em sobreposição, normalmente na zona inferior da película.

Possíveis sinônimos para o termo são letreiro, inscrição, rótulo e dístico.
Já no jornalismo, legendas são os textos que aparecem imediatamente abaixo ou ao lado (ou ainda, mais raramente, acima) de uma fotografia, identificando-a, contextualizando-a e acrescentando alguma informação a partir da matéria que a acompanha. Ver, também, para este fim, o verbete Diagramação.
Na Geografia, é usada para identificar nos mapas áreas ou lugares que possuem uma determinada característica.

Como criar uma legenda

Hoje legendadores profissionais costumam trabalhar com um software de computador especializado onde o vídeo é armazenado digitalmente em um disco rígido, fazendo cada quadro individual imediatamente acessível. Além da criação da legenda, o legendador geralmente também informa ao software de computador as posições exatas onde cada legenda deve aparecer e desaparecer. Para o filme de cinema, esta tarefa é tradicionalmente feita por técnicos diferentes. O resultado final é um arquivo de legendas com as legendas existentes, bem como marcadores de posição que indicam onde cada legenda deve aparecer e desaparecer. Estes marcadores são geralmente baseados em código de tempo (timecode), se for um trabalho para mídia eletrônica (por exemplo, TV, vídeo, DVD), ou na duração do filme (medida em centímetros e quadros) se as legendas forem utilizadas para filmes de cinema tradicional.
O arquivo de legenda final é usado para adicionar as legendas à imagem, ou: diretamente na imagem (legendas em aberto); Embutidas no intervalo vertical e, posteriormente, em sobreposição à imagem pelo usuário final com a ajuda de um decodificador externo ou um decodificador embutido na TV (legendas fechadas na TV ou vídeo); Ou convertidas (fundidas) para TIFF ou BMP gráficos que são posteriormente sobrepostas sobre a imagem pelo equipamento do usuário final (legendas fechadas em DVD ou como parte de uma transmissão DVB).
Legendas também podem ser criadas por indivíduos utilizando software livre disponível para criação de legendas, como o Subtitle Workshop para Windows, MovCaptioner para o Mac e Compositor da legenda para o Linux e, em seguida codificá-las em um arquivo de vídeo com programas como o VirtualDub em conjunto com VSFilter que podem também ser utilizados para mostrar legendas como legendas em diversos players de vídeo do software.
Legendas também podem ser criadas usando ferramentas com base no navegador que permitem a legendagem de vídeos.
Uma das ferramentas disponíveis no navegador para a criação de legendas é dotSUB.
Como uma ferramenta baseada em navegador, não há nada para comprar ou fazer o download quando usando dotSUB.

[ SÉRIE ] Processos Cinematográficos – 4º Sonorização

25 mar

Anteriormente este texto estava com sua pré-definição em cinema, porém, a sonorização por si é um tema a se compor com maiores informações. Ela é parte fundamental em diversas áreas da acústica.
Sonorização é o reforço de som para que um dado evento dependente da produção de som (como uma palestra ou uma apresentação musical) possa ser assistido por uma massa de espectadores que, pelo tamanho ou quantidade de pessoas, não conseguiria ouvir o evento.
A palavra aplica-se também a ambientes, ao cinema, à televisão e ao rádio.

A sonorização é parte fundamental de um filme mesmo antes do cinema falado. Até 1926, as sessões de cinema eram acompanhadas por música ao vivo, geralmente executadas por piano, órgão ou até mesmo por orquestras.
O Cantor de Jazz, de 1927, foi o primeiro filme sonoro a ser lançado, mas na época o som ainda era gravado em disco. Após, a técnica foi sendo aperfeiçoada, passando a existir gravação simultânea entre imagem e som sincronizado, gravado numa faixa lateral que acompanhava os fotogramas. A seguir, foi desenvolvido um sistema que permitia gravar o som sincronizado com as imagens, em uma película separada daquela que registrava essas imagens.
Atualmente, com a criação dos sistemas de som digitais, os estúdios de som fazem mixagem de até seis bandas de som para acompanhamento das imagens, possibilitando uma qualidade sonora extremamente realista.

Som ao vivo

A sonorização de shows, apresentações artísticas ou mesmo eventos sociais ou corporativos que necessitem um reforço sonoro contam com o apoio de sistema de sonorização, onde amplificasse o som de instrumentos, acústicos ou elétricos.
Existem diversos tipos de sistemas de sonorização, que normalmente são dimensionados de acordo com o orçamento disponível, solicitação do artista ou contratante, ou, que seria a forma mais correta, pela definição de um profissional da área, neste caso, o Engenheiro de Som.

A dupla Nilton Nunes e Hans Donner

21 mar

A partir da década de 1980, as aberturas do Fantástico viraram superproduções, com cenários futuristas e figurinos arrojados, unindo as possibilidades da computação gráfica às habilidades humanas, representadas pela dança.

Foi o início de um período de dez anos de grande avanço tecnológico e artístico da TV Globo. A emissora começara a desenvolver, junto com a empresa Pacific Data Image (PDI), dos Estados Unidos, um sistema de computação gráfica tridimensional que permitia a criação de imagens geradas por computador através de descrição procedural. Essas novas técnicas de computação gráfica deram à identidade da emissora uma plasticidade visual sem paralelo com nenhuma outra no mundo.

Boa parte dessas inovações estéticas eram obra de uma dupla de designers: o brasileiro Nilton Nunes, um dos responsáveis pelas aberturas e vinhetas da TV Globo nos seus primeiros anos, e o austríaco Hans Donner. Em 1983, a dupla realizou uma abertura para o Fantástico que ficaria na história da televisão brasileira.

Hans Donner se inspirou nos filmes de ficção científica, na geometria e nos desenhos tridimensionais do artista holandês M.C. Escher para criar uma vinheta na qual a computação gráfica interferia em formas geométricas. Para realizá-la, o austríaco requisitou a ajuda de Richard Chuang, Glenn Entis e Carl Rosenthal, três jovens designers norte-americanos especialistas em alterar textura, luz, coloração e volume de desenhos e imagens inseridos em computador.

Na abertura, feixes de luz com as cores do arco-íris trespassavam várias vezes uma imensa pirâmide dourada, formando cinco plataformas que flutuavam no espaço. Sobre elas, bailarinos usando fantasias estilizadas, repletas de referências geométricas, executavam uma coreografia ao som do tema do programa, com um arranjo instrumental composto por Guto Graça Mello. O mesmo processo se repetia nas cenas seguintes com uma pirâmide invertida e um cone.

O grupo de 24 bailarinos era formado por 16 mulheres e oito homens, egressos do corpo de baile da TV Globo e do grupo de dança Vacilou, Dançou – da coreógrafa Carlota Portela, que criou a coreografia executada na abertura. Os trajes dos bailarinos, feitos de couro e com decotes ousados, foram criados por Silvia Trenker, idealizadora de todos os figurinos das aberturas do Fantástico a partir de então.

Uma pirâmide de quase oito metros de altura, feita de madeira e ferro, que reproduzia o cenário de animação computadorizada da abertura, chegou a ser construída no Estádio do Maracanãzinho para que fossem gravadas as imagens do balé. Um erro no ajuste da altura das câmeras, entretanto, inutilizou o plano, e a coreografia teve de ser realizada no chão, com os bailarinos divididos em vários grupos no mesmo nível, enquanto as câmeras eram posicionadas de forma a dar a impressão de que eles estavam dançando em plataformas de alturas diferentes. A abertura do Fantástico ganhou repercussão mundial e chegou a ser capa da conceituada revista Eletronics Theater, da Siggraph.

Alexandre Pit Ribeiro [ Rede Globo ]

20 mar

Alexandre Pit Ribeiro nasceu no Rio de Janeiro, em 16 de fevereiro de 1967. Filho de um bancário pioneiro no uso de computadores no setor e de uma estilista de moda, Alexandre conviveu desde a infância com a informática e com a criação artística, vindo mais tarde a desenvolver esses dois interesses.

No final do ano de 1989, foi admitido por José Dias na Globograph, onde permaneceu como estágiário até o início de 1990, quando foi contratado. Lá, aprendeu a operar as primeiras grandes estações gráficas feitas pela Silicon Graphics.

Precursora no uso da computação gráfica na televisão brasileira, a Globograph realizava trabalhos nessa tecnologia encomendados pela Videographics e por outros departamentos da Rede Globo, bem como, durante certo período, atendendo à demanda do mercado publicitário. Para isso, contava com um software especialmente desenvolvido para a Globo pela Pacific Data Images (PDI).

Durante o período em que trabalhou no departamento de produção da Globograph, de 1990 a 1997, Alexandre Pit Ribeiro realizou seu primeiro trabalho para a Rede Globo: a vinheta de abertura do programa Campeões de Bilheteria.

Em 1995, Alexandre foi alçado à posição de gerente da Globograph, que manteve até se transferir, em 1997, para a Videographics, o departamento de criação da TV Globo dirigido por Hans Donner. Lá, conviveu com profissionais como Roberto Stein, Nilton Nunes, Rodrigo Gomes e César Rocha.

Na Videographics, Alexandre Pit Ribeiro assumiu a posição de assistente de direção de arte, na mesma época em que o departamento passou a se responsabilizar pela parte de produção em computação gráfica, antes realizada pela Globograph.

Sob a direção de Hans Donner, coube à Videographics a criação das aberturas e logotipos da Rede Globo, incluindo as novelas e programas de entretenimento, e a área gráfica institucional da emissora, isto é, seu logotipo e suas vinhetas. Em 2004, Alexandre Pit Ribeiro foi responsável, na Videographics, pela gerência das áreas de criação e produção.

Ao longo de sua carreira, Alexandre Pit Ribeiro participou da criação ou da produção de diversas aberturas de programas da Rede Globo. Entre elas, destacam-se as aberturas de novelas como Por Amor, de 1997; Terra Nostra, de 1999; Porto dos Milagres, de 2001; O Clone, de 2001, onde Alexandre introduziu a estética do widescreen na abertura; Mulheres Apaixonadas, de 2003, que teve mais de 15 versões diferentes, com fotos de telespectadores; Bang-Bang, de 2005, feita em animação; América, de 2005; Pé na Jaca, de 2006, também em animação; Páginas da Vida, de 2006; Paraído Tropical, de 2007; e de minisséries como Hoje é Dia de Maria e Hoje é Dia de Maria – Segunda Jornada, de 2005, e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, de 2007.

Além desses trabalhos, Alexandre Pit Ribeiro também participou da criação ou da produção de aberturas de diversos programas de entretenimento, como Sítio do Pica-Pau Amarelo, Minha Nada Mole Vida, Caldeirão do Huck, A Grande Família, Os Normais, Sob Nova Direção, Força Tarefa e da produção das vinhetas do Carnaval Globeleza, desde 2001.

Em 2010, participou da criação da abertura da minissérie Dalva e Herivelto: uma Canção de Amor, e das novelas Tempos Modernos, Passione, Ti-Ti-Ti e Escrito nas Estrelas. Em 2011, fez as aberturas da nova versão da novela O Astro, da novela Insensato Coração, da nova temporada de Malhação e da série Tapas & Beijos.

Em 2012, criou com sua equipe a abertura das novelas Amor Eterno Amor, Cheias de Charme e Avenida Brasil, além da microssérie Dercy de Verdade.

[ Abertura ] Flor do Caribe

19 mar

O novela Flor do Caribe, da Rede Globo, apresenta uma trama clássica e açucarada de amor: o vilão Alberto (Igor Rickli) tentando roubar a mocinha Ester (Grazi Massafera) do melhor amigo Cassiano (Henri Castelli). Na verdade, o destaque está mais na beleza do elenco, quase sempre em trajes de praia, e dos cenários paradisíacos do litoral nordestino. Resgate de uma fórmula utilizada pelo mesmo autor Walther Negrão em Tropicaliente, há 18 anos atrás.

Se a história não parece ser o seu principal chamariz, mas sim o seu visual, esperava-se que a abertura da novela fosse digna a essa lógica. Em parte é. As belas paisagens compostas das praias das cidades de Prado e Cumuruxatiba, no litoral Sul da Bahia, sob a fotografia impecável de Jayme Monjardim, são os principais elementos da vinheta.

Entretanto, algumas intervenções ofuscam a beleza das imagens. Projeções de outras cenas sobre alguns elementos, como no barco, na janela ou no casebre, foram uma tentativa ruidosa, artificial e pouco criativa de apresentar as demais facetas do enredo.

A máxima “menos é mais” também não é seguida na assinatura. Duas tipografias pouco delicadas e harmônicas são infestadas de efeitos, degradês e texturas. Nesse caso, mais uma vez apelou-se para excessiva obviedade. As letras orgânicas de “flor” aludem a natureza, enquanto as formas onduladas “de Caribe”, sugerem de forma simplista a água. Não bastasse, são aplicados efeitos e cores que fazem referência ao Sol e ao mar, que já aparecem inclusive no fundo da imagem. Certamente a solução branca, inserida em outras mídias (como no site) seria uma proposta menos complicada.

Ainda falando em tipografia, parece que a Globo está felizmente deixando a Globoface de lado e investindo em créditos com letras mais interessantes e integradas ao visual da abertura. Mas é a hora de pensar também em transições mais suaves e disposições menos arbitrárias nas composições.

A trilha sonora cantada por Maria Gadú, apesar de romântica, como pede a trama, confere certa morosidade a vinheta. O que pode desanimar os espectadores que buscam uma novela mais ágil ou o clima de aventura também prometido nas suas chamadas.

Abertura

Ficha Técnica

Ano: 2013
Canal: Rede Globo
Produção: Hans Donner, Alexandre Pit Ribeiro, Roberto Stein e Orlando Martins
Trilha: “Em Paz”, por Maria Gadú

Fonte: Televisual

[ SÉRIE ] Processos Cinematográficos – 3º Montagem

18 mar

Montagem ou edição é um processo que consiste em selecionar, ordenar e ajustar os planos de um filme ou outro produto audiovisual a fim de alcançar o resultado desejado – seja em termos narrativos, informativos, dramáticos, visuais, experimentais, etc. Em geral, a montagem é realizada pelo montador, em um equipamento compatível com a tecnologia empregada na realização do produto, sob a supervisão do diretor ou, em alguns casos, do produtor.

Como é realizada após a filmagem, a montagem é um processo de pós-produção e durante muito tempo foi considerada como o único processo original do cinema, aquilo que tornaria o cinema uma arte ou uma linguagem diferenciada das demais. Hoje, no entanto, vários autores consideram que há muitas semelhanças entre a montagem e os processos de composição em outras formas artísticas, tais como a poesia ou o romance.

Montagem em cinema (e, por extensão, em qualquer meio audiovisual) pode ser entendida de três maneiras diferentes: como uma habilidade, como uma técnica e como uma arte.

Montagem-habilidade
Enquanto habilidade, a montagem pode ser descrita como uma série de procedimentos utilizados para arranjar as imagens e os sons de um filme, até que este tome a sua forma definitiva. O conjunto das habilidades necessárias para o processo de montagem varia muito quer se monte em filme, em vídeo ou em sistema digital.
Em filme, monta-se (ou montava-se) num aparelho chamado mesa de montagem (ou moviola), com o auxílio de uma coladeira, tesoura e fita adesiva. O ato de montar um filme (do ponto de vista da habilidade) consiste em cortar pedaços do filme, selecioná-los, rearranjá-los e colá-los. O filme montado é um rearranjo de partes selecionadas do filme original (não-montado). A própria bitola do filme determina procedimentos mecânicos diferentes (e portanto uma habilidade diferente) na sua montagem: montar em 35 mm é diferente de montar em 16 mm ou super-8.
Em vídeo, monta-se (ou montava-se) num sistema chamado ilha de edição, que consiste em dois ou mais aparelhos de vídeo ligados a um controlador de edição. O ato de montar (ou editar) um vídeo consiste em copiar trechos selecionados de uma fita para outra, dando-lhes um novo arranjo. O vídeo montado é uma cópia eletrônica de trechos selecionados e rearranjados do vídeo original (não montado). O próprio sistema de vídeo utilizado determina procedimentos mecânicos diferentes (e portanto uma habilidade diferente) na sua montagem: montar em VHS é diferente de montar em U-matic ou Betacam.
Em sistema digital, monta-se na memória de um computador, através de um programa de montagem.
O ato de montar (ou compor) um filme ou vídeo em sistema digital consiste apenas em selecionar e rearranjar trechos dentro da memória do computador. O filme montado é uma projeção virtual (que não existe fisicamente em parte alguma) de trechos selecionados e rearranjados do filme original (não montado). O próprio programa utilizado determina procedimentos mecânicos diferentes (e portanto uma habilidade diferente) na montagem: montar em Final Cut Pro é diferente de montar em Avid ou em Premiere.

O responsável pela montagem-habilidade de um produto audiovisual é o operador do equipamento (mesa de montagem, ilha de edição, programa de computador).

Montagem-técnica
Enquanto técnica, a montagem é um conjunto de regras, caminhos e atalhos (e até mesmo a possibilidade sempre aberta de modificar, atualizar e subverter essas regras) para obter o melhor resultado possível a partir de um material previamente filmado.
A técnica da montagem é a mesma quer se trate de filme, vídeo ou sistema digital, e independe da bitola do filme, do sistema de vídeo ou do programa de montagem utilizado. Se os botões a apertar são outros, se a maneira concreta de cortar não é a mesma, se o resultado físico final é diferente (um filme cortado e colado, uma cópia eletrônica, uma projeção virtual), tudo isto se refere à montagem-habilidade e não à montagem-técnica.
O responsável pela montagem-técnica de um produto audiovisual é o montador ou editor, que muitas vezes pode ser o próprio operador do equipamento, e portanto acumular as duas funções.

Montagem-arte
Enquanto arte, a montagem diz respeito a uma concepção geral do filme, que começa no planejamento anterior à filmagem (decupagem), inclui a própria forma de filmar (a execução da decupagem) e a montagem propriamente dita.
A arte da montagem, evidentemente, é a mesma quer se trate de filme, vídeo ou sistema digital, e independe da bitola do filme, do sistema de vídeo ou do programa de montagem utilizado. No entanto, muitas vezes usam-se palavras diferentes: montagem para filme, edição para vídeo, composição para alguns programas digitais -ou, às vezes, montagem para a imagem, edição para o som. Na verdade, a única diferença real entre montagem e edição é que uma palavra vem do francês (montage) e a outra do inglês (edition), significando rigorosamente a mesma coisa: a habilidade, a técnica e a arte de colocar um produto audiovisual em sua forma definitiva, selecionando e rearranjando as imagens e os sons originalmente captados.
O responsável pela montagem-arte de um produto audiovisual é, em princípio, o diretor – embora, em algumas situações absolutamente industriais, o produtor assuma essa responsabilidade, em parte ou no todo.

Trabalho de montagem
Lembrando que a maioria dos filmes, principalmente de longa-metragem, são captados fora de ordem cronológica, o trabalho do montador será então o de compreender todo o roteiro do filme, ler as planilhas de produção (geralmente feitas pelo assistente de direção) e então, em um primeiro corte, colocar todos os planos em ordem da maneira como prevista pelo roteiro e eliminar planos errados ou que não devem ir para a versão final do filme. Em um segundo corte, ou seja após o filme estar em ordem cronológica da trama do roteiro, o montador, o assistente ou assistentes de montagem e o diretor, trabalham no afinamento do produto audiovisual, dando ritmo e outras características que o diretor vê necessárias.
Montadores experientes trabalham em parceria com os diretores, ou seja, não cumprem apenas ordem e não têm apenas conhecimentos técnicos: devem ter embasamento artístico para ajudar o diretor na escolha de melhores enquadramentos e seleção de sequências que devem ser cortadas ou adicionadas, assim como na duração de planos e cenas. Existem muitos livros sobre montagem cinematográfica. Um dos autores mais famosos nesta área é o cineasta russo Sergei Eisenstein que dirigiu filmes entre 1923 e 1945.
O trabalho de montagem de um filme é demorado, exige muita paciência, pois muitas vezes é na pós-produção que o assistente de montagem e o montador notam a falta de material ou erros de continuidade que devem ser resolvidos de alguma forma na hora da montagem. A equipe de produção geralmente está desmontada nessa fase e torna-se, por isso, inviável iniciar novamente a captação de material durante a pós-produção. O montador, para resolver possíveis problemas, deve usar os recursos de edição mais o material captado que lhe é disponibilizado. O montador e seu assistente podem também trabalhar em parceria com o continuista (anotador (pt)) para solucionar dúvidas de continuidade.

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