6º Paulínia Film Festival

22 jul

Idealizado para ser a “Hollywood brasileira”, o Polo Cinematográfico de Paulínia, depois de dois anos desativado, retoma suas atividades com a sexta edição do Paulínia Film Festival, de amanhã (22/07) até domingo (27/07). O evento exibirá nove longas e oito curtas-metragens brasileiros e, pela primeira vai promover uma mostra especial com filmes estrangeiros, além do Festivalzinho, com filmes infantis. A premiação para 20 categorias deve chegar a R$ 800 mil, dos quais R$ 300 mil vão para o Melhor Filme de Longa-metragem.

Entre os longas, estão os documentários Neblina, de Fernanda Machado e Daniel Pátaro, e Aprendi a Jogar com Você, de Murilo Salles; e as ficções Infância, de Domingos Oliveira, Boa Sorte, de Carolina Jabor, Casa Grande, de Fellipe Barbosa, Sangue Azul, de Lírio Ferreira, A História da Eternidade, de Camilo Cavalcante, Castanha, de David Pretto, e Sinfonia da Necrópole, de Juliana Rojas.

Na categoria de curtas-metragens, estão De Bom Tamanho, de Alex Vidigal, Edifício Tatuapé Mahal, de Carolina Markowicz e Fernanda Salloum, Jessy, de Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge, 190, de Germano Pereira, O Clube, de Allan Ribeiro, Bom Comportamento, de Eva Randolph, O Menino que Sabia Voar, de Douglas Alves Ferreira, e Recordação, de Marcelo Galvão.

Ao todo, o VI Paulínia Film Festival recebeu inscrições de 70 longas e de 193 curtas, cujos finalistas foram selecionados pelo crítico e curador Rubens Ewald Filho.

O Festivalzinho reúne seis filmes infantis: Amazônia, de Thierry Ragobert, Meu Pé de Laranja Lima, de Marcos Bernstein, O Pequeno Nicolau, de Laurent Tirard, Zarafa, de Rémi Bezançon e Jean-Christophe Lie, A Guerra dos Botões, de Yann Samuell, e Minhocas – O Filme, dirigido por Paolo Conti e Arthur Nunes.

O festival e as duas mostras paralelas serão realizados no Theatro Municipal Paulo Gracindo e no Polo Cinematográfico de Paulínia. A pré-estreia mundial da cinebiografia Não Pare na Pista – A Melhor História de Paulo Coelho, dirigida por Daniel Augusto, abre o evento amanhã. Com os irmãos Julio Andrade e Ravel Andrade se revezando no papel do escritor, a ficção é baseada em depoimentos dele próprio e conta sua trajetória pessoal e profissional.

No último dia do festival, serão exibidos o filme americano A Imigrante, de James Grey, e Bem-vindo à Nova York, de Abel Ferrara, baseado no escândalo envolvendo o economista e político francês Dominique Strauss-Kahn, acusado de abuso sexual por uma camareira em um Hotel em Nova York. O filme conta com Gérard Depardieu em um dos papéis mais repulsivos (e bem executados) do cinema nos últimos anos. O diretor e parte do elenco também confirmaram presença no encerramento do evento.

Bem-vindo à Nova York

Em evento fechado para convidados, o cineasta Cacá Diegues será homenageado pelo conjunto da obra. Na ocasião, ele lança sua autobiografia Vida de Cinema – Antes, Durante e Depois do Cinema Novo (Editora Objetiva, 680 pág.).

Todas as sessões de filmes do festival serão abertas ao público e terão entrada gratuita (sujeita à lotação do teatro).

6º Paulínia Film Festival
Quando: de 22 a 27 de julho
Onde: Theatro Municipal Paulo Gracindo
Avenida Prefeito José Losano Araújo, 1551, Paulínia (SP)
Quanto: grátis
Mais informações: http://pauliniafilmfestival.com.br

Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/

Abertura | O Rebu

22 jul

Como seria o amanhecer de um crime?
Inspirado nessa ideia, o diretor de arte Flávio Mac usou cores frias e ambiente de sonho para abrir a novela.

A abertura de O Rebu retrata o dia seguinte de uma noite misteriosa, em que um crime acontece sem que ninguém saiba ao certo o motivo ou o culpado.

Para recriar essa atmosfera sombria e, ao mesmo tempo, instigante, o diretor de arte, Flávio Mac, misturou flashes da festa com retratos da casa vazia e bagunçada, como se tivesse acabado de acordar de um grande evento. “O mote principal da abertura é que representasse uma visão mais lúdica da casa no dia seguinte da festa. Usando cores bem frias que sugerem um ambiente de sonho, como se tudo estivesse submerso. No final, o corpo boiando”.

Para levar ainda mais o espectador para dentro deste universo de mistério, entra em cena uma trilha sonora para lá de dramática. Assista o vídeo abaixo e reveja a abertura completa!

Fonte: globo.com

“The Idea Catchers” | Ser criativo não é tão fácil quanto parece

19 jul

O vídeo “The Idea Catchers”, criado pela agência DDB Group Asia Pacific, foi produzido para mostrar aos clientes que a criatividade é um bem muito mais valioso do que muita gente imagina, um vídeo dedicado às melhores ideias como a força vital da indústria da publicidade e do marketing.

Também é uma homenagem aos criativos do mundo todo, pessoas que constantemente observam, pensam e meticulosamente entregam ideias instigantes, que têm impacto na cultura popular.

Em outras palavras, se você está precisando de uma palavra de incentivo, ASSISTA!

Segundo a DDB, a ideia surgiu da necessidade de falar sobre quanto custa criar um grande trabalho, e também porque alguns clientes acreditam que podem comprar ideias como compram materiais de escritório.
No vídeo, os criativos são elogiosamente chamados de “Apanhadores de Ideias”.
Aos criativos e à criatividade todo o respeito que eles merecem, assista ao vídeo abaixo.

Fonte: Bluebus

SEXTA CURTA | Passo A Passo

18 jul

Até aonde vai o limite de um Homem? Passo a Passo podemos ir além!

ROTEIRO E DIREÇÃO
Vitor Coldibelli

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
Tomas May

DIREÇÃO DE ARTE
Douglas Tobias

EDIÇÃO
Matheus Fernandes

Festival de Inverno Dell’Arte | Petrópolis/RJ

18 jul

A programação infantil do Festival de Inverno Dell’Arte, que acontece em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, entre os dias 18 e 27 de julho, será aberta neste sábado (19) com a oficina de stop motion. A criançada vai aprender a fazer vídeos com a técnica de animação que será transmitida aos participantes no Palácio de Cristal, no Centro. A atração começa às 10h e vai até às 13h, tendo ainda uma oficina de som “reciclado” incluída. A oficina é gratuita mediante a doação de um quilo de alimento não-perecível.

A técnica de stop motion captura, quadro a quadro, com fotos, os movimentos de um objeto qualquer que vai sendo modificado. Desta forma, são criados os efeitos de animação conhecidos pelo público infantil. O método é utilizado em trabalhos que ganharam grande visibilidade, como o filme da Disney, “A Fuga das Galinhas”. Neste caso, foi utilizada massinha de modelar para dar vida as personagens.

A expressão em inglês tem um signifcado paradoxal: “stop motion” é, numa livre tradução, “movimento–parado”. Ela se refere, genericamente, a toda animação que utiliza objetos que são imóveis, como bonecos de madeira ou de massinha, móveis, latas, lápis, caixas, cadeiras. Veja um exemplo da técnica no vídeo abaixo:

Na oficina do festival, atores serão os “objetos” a serem capturados, criando a sequência da animação. As crianças participarão de todo o processo, sendo, por vezes, elas próprias os “atores”, e aprendendo a criar movimento. Já na oficina de som, as crianças serão estimuladas a produzir instrumentos e sonoridades se valendo de objetos que normalmente são descartados, como garrafas pet e latões de tinta.


Serviço: Oficina de Stop Motion e Oficina de Som Reciclado
Horário: neste sábado (19) de 10h às 13h
Local: Palácio de Cristal, na Rua Alfredo Pachá, s/nº, no Centro
Entrada: franca mediante 1 kg de alimento não-perecível
Classificação livre

Imagens ilustrativas | Fonte: g1.globo.com

Transformers: A Era da Extinção | Crítica

17 jul

Michael Bay se diverte mais do que consegue divertir a maioria das pessoas

Quando Transformers: A Era da Extinção (Transformers: Age of Extinction, 2014) estreou, o diretor Michael Bay respondeu àqueles que o odeiam e criticam seus filmes: “Eu não ligo. Deixe-os odiar. Eles vão continuar vendo meu filme. Acho que é bom ter esta tensão. Muito bom! Eu costumava ficar chateado, mas acho que é bom ter este diálogo. Ele me faz pensar e mantém meus pés no chão, então, tudo bem”, disse à MTV. E é difícil pensar que Bay está errado em pensar assim. Ele continua fazendo os filmes que gosta de fazer e as pessoas realmente continuam indo ao cinema para vê-los. Nos seus primeiros 30 dias em cartaz ao redor do mundo, o quarto filme da franquia dos robôs gigantes ultrapassou a marca dos 200 milhões de dólares nas bilheterias dos Estados Unidos e já é o filme mais visto da história da China, onde arrecadou 225 milhões de dólares em apenas 12 dias.

Não é à toa que o cineasta anunciou A Era da Extinção como o primeiro filme de uma nova trilogia. Ele realmente só não volta para mais dois filmes da série se não quiser, pois a Paramount e a Hasbro certamente estão é rindo à toa com o tanto de dinheiro que entra bienalmente em seus cofres. Nesta nova fase, o chorão do Sam Witwicky interpretado por Shia LaBeouf sumiu do mapa. Seu nome sequer é lembrado. O que não é esquecida, porém, é toda a destruição causada na batalha de Chicago do terceiro filme, desculpa ideal para fazer o governo dos Estados Unidos agora caçar os Autobots e destruí-los. Poucos robôs continuam vivos, um deles é o líder Optimus Prime, que estava em uma espécie de coma/curto-circuito e é encontrado disfarçado no interior do Texas por um cientista incompreendido vivido por Mark Walhberg.

Com o governo – e uma nova ordem de robôs alienígenas caçadores de recompensa – na sua cola, só resta a Cade Yeager (Wahlberg), sua filha adolescente (Nicola Peltz) e o namorado dela (Jack Reynor) se juntarem aos Autobots em uma batalha pela sobrevivência que os fará voltar a Chicago e depois partir até a Ásia, onde passam por Pequim e Hong Kong novamente causando muita destruição.

Esta é a linha do enredo e, tirando algumas conspirações que não precisam ser mencionadas aqui, tudo o que você precisa saber sobre a trama. Afinal, é um filme onde a lógica e o realismo passam longe. Para Michael Bay, o que vale é o espetáculo visual. Quanto maiores as explosões e menores os shortinhos das atrizes, melhor. E Bay ainda pesa a mão em outras coisas. Ele, que gosta de ficar pessoalmente pilotando as câmeras, abusa do contra-luz no pôr-do-sol, busca enquadramentos diferentes e filma Mark Wahlberg na “hora mágica”, buscando uma poesia cinematográfica que se perde nos infindáveis 165 minutos de filme.

O grande problema de Michael Bay é que ele se diverte muito e parece não saber a hora de parar. Se o filme tivesse uns 40 minutos a menos as reclamações seriam muito menores. A busca constante por uma batalha maior que a anterior é cansativa demais. Por tudo isso, a única forma de sair do cinema tranquilamente após tanta coisa voando na sua direção é reclinar o banco e tentar não pensar muito. Na verdade, isso deveria ser pré-requisito, afinal, se você sai de casa para ver um filme de robôs gigantes que viram carro (e agora dinossauros também) e que Mark Wahlberg é um cientista de talento ímpar, a última coisa que se deveria cobrar é coerência.
Por: Marcelo Forlani

O filme estreia hoje no Brasil, 17 de julho de 2014.

Assista ao trailer abaixo:

Fonte: omelete.uol.com.br

Programa Brasil de Todas as Telas vai investir R$ 1,2 bilhão

16 jul

A presidenta da República, Dilma Rousseff anunciou em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, o lançamento do Programa Brasil de Todas as Telas, o maior e mais importante programa de fomento ao setor audiovisual já desenvolvido no país. Participaram da solenidade a ministra da Cultura, Marta Suplicy; o diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema – ANCINE, Manoel Rangel; e o secretário do Audiovisual, Mario Borgneth.

Representantes e personalidades do setor também estiveram presentes no lançamento do programa, cujo objetivo é transformar o Brasil em um relevante centro produtor e programador de conteúdo. O setor audiovisual do país vem caminhando para concretizar essa meta e comemora o seu bom momento, principalmente depois que a Lei 12485/11, conhecida como Lei da TV Paga, entrou em vigor. O marco regulatório dinamizou o mercado, gerou demanda por novos conteúdos brasileiros e ampliou o financiamento da produção independente. A produção de conteúdo brasileiro saltou de 1.007 horas em 2011 para 3.884 horas em 2013.
Logo ANCINE
A fim de estimular ainda mais esse avanço, recursos da ordem de R$ 1,2 bilhão, oriundos do Fundo Setorial do Audiovisual, serão investidos ao longo dos próximos 12 meses, em uma série de ações articuladas em torno de quatro eixos: desenvolvimento de projetos e formatos de obras brasileiras; produção e difusão de conteúdos brasileiros no cinema e na televisão; capacitação e formação profissional; e implantação e modernização de salas de cinema.

Em seu discurso, a presidenta Dilma Rousseff reafirmou a importância do setor audiovisual para o país e exaltou o talento e a criatividade dos produtores brasileiros: “O Brasil de Todas as Telas é parte do nosso esforço para fazer justiça a esta imensa criatividade do nosso País e transformá-la ainda mais na base de uma pujante indústria cultural nacional. Vamos fortalecer nossa indústria, criando recursos e condições para a produção audiovisual. Esse fundo de R$ 1,2 bilhão é o maior programa de apoio audiovisual já implementado, pelo volume de recursos e pelo conjunto de iniciativas. Fico muito feliz de estar aqui podendo viabilizar esse projeto para a área do audiovisual. Hoje é um dia histórico para toda a indústria do audiovisual.”

A ministra Marta Suplicy explicou que o objetivo do programa é posicionar o Brasil entre os cinco maiores centros produtores e programadores de conteúdo audiovisual do mundo. “Para isso, é preciso expandir o mercado interno, universalizar o acesso da população aos serviços audiovisuais e investir em produção, distribuição e programação de conteúdos. Vamos botar o país definitivamente no mapa do cinema mundial”, afirmou a ministra, que ainda ressaltou o bom momento da indústria nacional: “Estamos vivendo um dos períodos mais férteis da indústria audiovisual brasileira. Estamos fazendo cerca de 150 filmes por ano, o que nunca aconteceu antes.”

O diretor-presidente da ANCINE, Manoel Rangel, lembrou que o programa é fruto de uma política pública construída em diálogo permanente com a sociedade e os agentes econômicos do setor, por meio de seus representantes no Conselho Superior do Cinema e do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual. “O diálogo com o setor nos últimos anos possibilitou a construção de uma política pública consistente, que tem apresentado resultados expressivos. Nos últimos anos, a ocupação do mercado interno de cinema por filmes brasileiros aumentou de forma sustentada; na TV paga temos cada vez mais conteúdos e canais nacionais; o parque de salas de cinema cresce e se descentraliza, principalmente no interior e nas cidades do Norte e Nordeste. O Programa Brasil de Todas as Telas conjuga ações que irão promover um ambiente de inovação, concorrência e parceria que irá fortalecer ainda mais os agentes do setor e a produção independente feita no Brasil.”

Presidenta assina Decreto para simplificar o fomento ao audiovisual

Durante a solenidade, a presidenta Dilma Rousseff assinou decreto que concede à ANCINE poderes para adotar medidas que visam a simplificação de procedimentos no acompanhamento de projetos realizados com recursos públicos.

Fonte: http://ancine.gov.br/

Broadcast & Cable 2014 | Agenda

16 jul

A feira de tecnologia Broadcast & Cable 2014 acontece mais cedo neste ano. Ela será realizada entre 30 de Julho e 1° de Agosto, no Centro de Exposições Imigrantes.

Ao mesmo tempo acontecerá o Congresso Panorama Audiovisual, um evento dedicado à indústria de produção e distribuição audiovisual, que irá debater em mais de 40 sessões aspectos essenciais como captação em 4K e distribuição de mídia por redes IP.

Acesse a agenda da Broadcast&Cable – Clique Aqui

Broadcast & Cable: Ingresso para congresso com 50% de desconto até 18 de julho.

CINEST | Festival Nacional de Cinema Estudantil

16 jul

O CINEST é um festival de cinema focado em produção de curtas por jovens estudantes do ensino fundamental e médio, e está com as inscrições abertas até o dia 30 de setembro.

O Festival surgiu em 2012 como uma mostra de curtas-metragens produzidos por alunos de escolas públicas e particulares do Rio Grande do Sul. A intenção é, desde o início, incentivar a produção artística audiovisual na escola, criando assim um canal para divulgação dos trabalhos e para troca de experiência entre os envolvidos. Nesta segunda edição, a mostra já possui curtas internacionais e fez contato com países como Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile.

O CINEST foi criado pela PIAZITO ARTE E CULTURA, uma instituição sem fins lucrativos de Santa Maria (RS). A ideia é, por meio da sétima arte, promover um intercâmbio cultural, além de incentivar a criatividade e o interesse pelo âmbito cinematográfico. Dessa forma, é possível descobrir novos talentos e criar uma verdadeira integração entre escola, aluno e família.

Segundo Mariângela Cardoso, produtora executiva do Festival e uma das idealizadoras, ao lado de Rudmar Marques e Daniel Paim, o surgimento do Festival foi muito natural. “Eu participo de um grupo da Piazito que ministra oficinas de audiovisual para alunos em escolas públicas de Santa Maria. A gente vinha dando essas aulas e eu comecei a perceber todo mundo que participava, eu via o potencial dos alunos e dos professores”, lembra. As oficinas também são muito importantes para dar o respaldo necessário aos alunos que querem participar do Festival. Segundo Mariângela, alunos do quinto ao nono ano e do ensino médio recebem essas oficinas. “Eles têm pouquíssima noção de produção audiovisual e são poucas escolas que têm condições de oferecer alguma base nesse sentido”, afirma.

Os equipamentos para as oficinas e para a produção de vídeos para o Festival em geral são de voluntários, também. Neste ano a equipe vai se inscrever em editais públicos para tentar conseguir o equipamento. Porém, uma alternativa para a falta de equipamentos profissionais é a utilização de dispositivos móveis. Com tanta gente usando smartphones, a realização de vídeos se torna mais acessível em lugares com menos condições.

Para Mariângela, a iniciativa é de extrema importância para o desenvolvimento dos alunos. “O cinema é uma das maiores ferramentas dentro de uma sala de aula, tanto sendo produzido em conjunto com os alunos, como também na exibição de filmes em sala de aula”. Segundo ela, além do Festival, ela e outros professores também utilizam curtas e longas em sala de aula, para discutir assuntos atuais.

A programação do Festival é gratuita, aberta ao público nacional e conta com debates, exposições e mostras de cinema. Para aqueles que quiserem conhecer o evento e não puderem estar presentes fisicamente, o site do CINEST vai disponibilizar transmissões da programação, por meio de um canal de Web TV onde serão realizadas transmissões de vídeo e Web Rádio para transmissões de áudio.

O 2º Festival Nacional de Cinema Estudantil e 2ª Mostra Internacional de Cinema Estudantil serão realizados de 8 a 10 de outubro de 2014 e as inscrições são gratuitas.

Podem ser inscritos curtas-metragens de até 20 minutos, realizados por alunos e apenas sob orientação dos professores. Para participar, é preciso enviar a Ficha de Inscrição e a folha de Outras Funções da Equipe, preenchidas, impressas, assinadas e carimbadas para enviar juntamente com o vídeo e com uma foto ou cartaz da Obra. Também é possível se inscrever pela internet, enviando os documentos digitalizados.

Para saber mais detalhes, confira o regulamento no site do Festival.

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