Megatrax lança Identidades Sonoras em Multiformatos para Rádios

8 Fev

A Megatrax Production Music está lançando no Brasil uma linha completa de identidades sonoras para rádios. O lançamento é resultado de parcerias com a e com a IMGR produtora de primeira classe da Wise Buddah. E junto com as  as linhas já existentes  MegaOne  e Radium,  fontes de efeitos sonoros de vanguarda e trechos para design de som,  a Megatrax passa a disponibilizar  especificamente para emissoras de rádio uma robusta seleção de sons para produção em seis opções de formatos: CHR, Hot AC, Rock, Esportes, Noticiários e Country.

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Para produções Hot AC e CHR, a IMGR possibilita misturar trechos musicais de “arrebentar” com vozes dos locutores da emissora, gerando identidades completas prontas para irem ao ar.  Além disso, oferece chamadas, introduções de músicas e muito mais. Tudo com interface fácil de se navegar, editar e customizar.

Já a Tirade oferece Fast, identidade sonora de alta qualidade para estações de rádio com ênfase em rock e esportes.  Com novidades diárias, inclusive grandes sucessos do momento, a  Tirade oferece mais atualizações de conteúdo que qualquer outro serviço desse tipo no mercado hoje. Tirade rock é apresentada de forma envolvente, divertida e às vezes irreverente, o que a torna ainda mais inovadora.  O produtor da Tirade, Pete Gustin, diz: “Em 20 anos de criação de identidade sonora para rádios, nunca consegui achar uma coleção que soasse bem e fosse fácil de usar. Então, criei uma. Trabalhar com a Megatrax me permitiu elaborar um ótimo catálogo de identidades sonoras para a Tirade, que inclusive eu mesmo uso todos os dias em algumas das maiores plataformas do país e estou entusiasmado em compartilhá-lo com o mundo”..

Phil Macko, Senior VP de vendas da Megatrax e responsável pela parceria com IMGR e Tirade, declara: “As rádios têm grande importância para a Megatrax.  Vimos mudanças nas necessidades dos nossos clientes e há anos vínhamos buscando a parceria certa para identidades sonoras.  Não foi um desafio fácil, já que nossos padrões de serviço e qualidade são bem altosMas, agora, é com satisfação e orgulho que anuncio o fim dessa busca.  Nossa parceria com a IMGR e a Tirade permitirá oferecermos aos nossos clientes produtos de alto nível para as emissoras de rádio brasileiras.

Os recursos IMGR e Tirade estarão presentes nas Américas do Sul, Central e do Norte, com exceção do Canadá para os dos produtos Tirade.

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Para mais informações sobre os serviços de identidade sonora para rádios, por favor, contatar Phil Macko: pmacko@megatrax.com.

Megatrax Apresenta Pitch Hammer Trailer e Música para Marketing de Filmes de Cinema ao Mercado Latino Americano

5 Fev

Megatrax Production Music incluirá Pitch Hammer em seu acervo de catálogos disponíveis na América Latina e no Brasil, tendo início em fevereiro de 2016.

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Pitch Hammer Music proveem trilhas e músicas customizadas de alta qualidade à indústria de trailers e marketing de filmes de cinema. Contendo uma lista de compositores e artistas mais talentosos e diversificados dessa área, Pitch Hammer cria e produz músicas únicas, bem acima da média com um som distinto que se destaca.

Brian Brasher e Veigar Margeirsson, os donos da Pitch Hammer e forças criativas do catálogo, dizem: “Nós na Pitch Hammer estamos extremamente animados quanto a nossa parceria com a Megatrax, na América Latina. Ron Mendelsohn e a equipe da Megatrax têm um índice de sucesso comprovado como catálogo de música de produção de escolha, e a Pitch Hammer assegurou sua posição entre os maiores na indústria de marketing de filmes de cinema.

Nós adoramos o fato de nossas visões estarem alinhadas, já que a Megatrax é uma companhia fundada por compositores e administrada por compositores e um verdadeiro start-up empreendedor, assim como a Pitch Hammer”.

Desde o lançamento, a equipe da Pitch Hammer assegurou os licenciamentos de centenas de grandes campanhas de filmes. Os mais recentes são Ponte dos Espiões, Zoolander 2, Mad Max: Estrada da Fúria e Missão Impossível: Nação Secreta.

O CEO da Megatrax, Ron Mendelsohn diz, “Estamos contentes por lançar Pitch Hammer no mercado latino americano onde a demanda por música de trailer de alta qualidade tem sido robusta, e está em crescimento. A adição da Pitch Hammer à nossa linha de produtos, junto com outros catálogos de músicas para trailer de primeira classe, que inclui Q-Factory, Sound Adventures, Scorched Score Music e Tonal Injection faz com que a Megatrax seja a líder incontestável no território de músicas para trailer de primeira”.

Pitch Hammer está disponível aos clientes da Megatrax na América Latina e Brasil. Envie um email para comercial@megatrax.com ou para nossa Diretora Comercial no Brasil, Diana Corbin, no email dcorbin@megatrax.com para perguntar sobre acesso e licenciamento.

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Beeple Zero-Day | Making Of

1 Fev

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Mike Winkelmann mais conhecido como Beeple publicou recentemente seu clip musical totalmente feito em3D intitulado Zero-Day. Uma profecia visual de guerras futuras após a descoberta do vírus de computador Stuxnet que os Estados Unidos criou para destruir bases de enriquecimento de urânio Iranianas. Isso fez com que os EUA sofressem mais ataques hackers com intuito destrutivo. Segundo o vídeo, é apenas uma questão de tempo até as potências iniciarem uma nova guerra mundial.

O filme foi dirigido, criado e finalizado por Bepple que utilizou no projeto os programas: Cinema 4D para o 3d, After Effects para pós produção, Vegas Pro para edição, Photoshop para texturas, Illustrator para vetores e Octane para o render 3D. Mas o mais interessante é que ele disponibilizou os projetos para download gratuito sob as leis Creative Commons, logo, você pode baixar todo o projeto e se divertir com ele.

Assista o resultado final:

Texto: Daniel Meurer
Fonte: Tutorama

ALEXA XT e filme 65mm em SUNSET SONG

30 Jan

Baseado na novela escrita em 1932 por Lewis Grassic Gibbon, SUNSET SONG conta a história de uma jovem mulher crescendo na zona rural da Escócia durante os primeiros anos do século 20. Adaptada para a tela e dirigida por Terence Davies, foi fotografada pelo diretor de fotografia Michael McDonough, ASC. Os equipamentos e o suporte técnico foram fornecidos pela ARRI Rental, com McDonough usando uma ALEXA XT Studio com lentes Masters Anamórficas ARRI/ZEISS para filmar cenas de estúdio com ARRIRAW e uma ARRIFLEX 765 para filmar cenas externas em 65mm. O estudo da fotografia começou no início de 2014, antes do lançamento da ALEXA 65, embora McDonough tenha tido a chance de filmar com uma câmera digital 65mm da ARRI Rental em um outro projeto. Ele fala aqui sobre suas experiências com estes diferentes formatos de alta qualidade.01

Que espécie de fotografia você e Terence queriam para o filme?
Terence tem um estilo muito preciso. Seus enquadramentos são clássicos e ele ama que a câmera se mova elegantemente e sempre com um motivo. Eu percebi que não seriam usados Steadicam ou câmera na mão, seria filmado do modo clássico, com tripé, grua e dolly.
Nosso diretor de arte, Andy Harris, teve a ideia de usar as pinturas do artista dinamarquês Vilhelm Hammershøi como nossa principal inspiração para a fotografia de SUNSET SONG. As pinturas são iluminadas por uma luz suave, direcional, aurora boreal, havia uma frieza que fazia nossa Escócia funcionar perfeitamente. A única variação era nas cenas da colheita de verão que eram mais quentes e com tons mais românticos.

Qual foi o processo para que se decidisse filmar tanto digitalmente com ALEXA e em filme 65mm com ARRIFLEX 765?
O filme estava sendo desenvolvido já há um tempo e quando eu cheguei, os produtores e Terence já haviam decidido filmar digitalmente as cenas de estúdio e com filme 65mm as cenas externas. Claro que eu concordei totalmente com esta decisão e nós também concordamos com ARRI ALEXA como, de longe, a melhor câmara digital.

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A paisagem tem um papel forte no filme e no livro em que ele se baseia; os personagens são vistos como “parte da terra” e o filme em 65mm seria o meio perfeito para capturar a magnificência das paisagens, transformando-as com a claridade do olho humano. Por esta razão nós filmamos com diafragmas altos para segurar detalhes do horizonte distante. A sensação é quase tridimensional.

Onde vocês filmaram e como foi o cronograma?
Nós começamos com 4 dias de filmagem em 65mm na Nova Zelândia, pois precisávamos gravar cenas de colheita em uma paisagem rural que parecesse a Escócia, mas em uma locação no Hemisfério Sul onde as colheitas fossem em março. A Nova Zelândia nos forneceu isso. A produção não quis esperar para gravar estas cenas até o verão escocês.
Depois disto tivemos 20 dias de filmagens em estúdio com ALEXA em Luxemburgo, pois a Iris Productions locou as instalações da Filmland Studios, que foram disponibilizadas para nós. Então, terminamos com 13 dias, combinando 65mm e ALEXA no nordeste escocês, que sempre foi a real locação da história e a paisagem foi essencial para capturar o autêntico espírito do roteiro de Terence, adaptado da novela de mesmo nome de Lewis Grassic Gibbon (também conhecido como James Leslie Mitchell). O autor foi de fato enterrado no cemitério da igreja de Arbuthnott, que era realmente nossa locação final.

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Quais medidas você tomou para combinar as imagens do 65mm e da ALEXA?
Primeiramente, uma ALEXA gravando em ARRIRAW foi testada lado a lado com negativos de 35mm e de 65mm para uma série de tomadas abertas de paisagens, para chegar à perfeita mistura de mídias. Foi surpreendente ou talvez não, que a ALEXA e as lentes 65mm tenham combinado perfeitamente. Quando você pensa sobre isto, o 65mm é virtualmente livre de grãos,  com algumas filtragens de luz, tanto no filme quanto no digital, a combinação e a textura realmente parece possível.
Eu falei com Steven Poster (ASC) e Carey Duffy da Tiffen e, mais tarde com Dan Mindel (ASC, BSC) e através destes debates, estabelecemos o uso de uma difusão muito leve como o meio ideal de combinar os formatos. Eu usei Tiffen Pearlescent e Black Satin, dependendo se a cena seria com tons escuros ou românticos, tanto na 765 como na ALEXA, com a finalidade de combinar os dois sistemas. Aconselhado por Steven Porter e depois por Andrew Lesnie (ASC, ACS), nós quase sempre usávamos um polarizador, dado ao alto contraste da luz do sol na Nova Zelândia. Sempre usávamos um protetor solar, que foi outra sugestão de Andrew!

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Como vocês resolveram usar as Masters Anamórficas e o que você acha delas?
Meu primeiro assistente de câmera de Luxemburgo, Graham Johnston, é muito conhecido na ARRI de Munique e foi com ele que eu falei primeiro na ARRI Rental sobre as Masters Anamórficas, que eram novas à época. Eles nos mostraram o protótipo da 50mm e isto me impressionou, mas o que realmente me surpreendeu, cada vez mais, foi a qualidade das lentes de 35mm, 50mm e 75mm que nós usamos em SUNSET SONG. Estas eram as três únicas lentes focais então disponíveis (agora são sete), portanto tive que usar lentes anamórficas de outro fabricante para preencher as faltas. Porém, uma vez que já estávamos no set, eu pude usar só as Masters Anamórficas, pois elas eram muito definidas, perfeitamente retas e alinhadas, por toda a lente até as bordas, que era impossível combiná-las com outras marcas.
Minha lente mais aberta era uma 35mm, mas não havia nenhuma distorção dos lados da imagem. As Masters Anamórficas foram ótimas em qualquer abertura, embora nossa filmagem normal tenha sido em torno de T2.8/T4, a fim de ajudar com o diafragma mais alto nos exteriores em 65mm, e embora elas não tenham uma resposta de flare na horizontal, que o primeiro elemento da anamórfica poderia ter, elas lidaram com os flares em geral realmente muito bem. Elas também são muito leve e a correspondência dos diâmetros frontais são muito gratos pela equipe de câmera.

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Desde as filmagens de SUNSET SONG, você tem usado a ALEXA 65 em diferentes projetos. Quais foram seus pensamentos iniciais sobre este sistema digital de 65mm?
Quando vi a primeira vez os vídeos feitos pela ALEXA 65, me fez sentir como se nós estivéssemos em um belo momento de quando o cinema estava se definindo, como em 1916. Eu fiquei preocupado sobre algumas cortinas realmente brancas que filmamos, mas a ALEXA 65 lidou muito bem com as altas exposições, exatamente como eu havia imaginado. As cortinas brilhavam, mas estavam repletas de detalhe, e os detalhes da sombra da sala eram também soberbos, parecia um filme bem exposto para mim. Para o primeiro desafio do sensor, com contraste extremamente alto, eu não poderia estar mais feliz.
A ARRI está no caminho certo com a ALEXA 65, por favor, sigam em frente! É apenas desafiar a tecnologia que avançaremos a arte e a tecnologia de igual para igual. Não é chamado de “sangrar o limite” para nada e a verdade é que é um trabalho difícil, mas vale a pena. São as mesmas chances que eles tinham no início do Século 20. Se você não agarra estas chances, você não avança na forma da arte. Estou totalmente com vocês nesses esforços.

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(+) 10 Dicas | After Effects

28 Jan

Depois de publicarmos 10 dicas Essenciais de After Effects, queremos agora anunciar mais dez dicas que podem otimizar seu dia a dia com o Adobe After Effects.

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01 – Mask Path, você pode apertar <M> para revelar apenas o Mask Path de todas as máscaras de todos os layers selecionados.

02 – Todas as opções das Máscaras, apertando <MM> rapidamente no teclado, você exibe todas as opções das máscaras.

03 – Mask Feather, com <F> você exibe apenas a opção Mask Feather de todas as máscaras. Essa função serve para desfocar as máscaras.

04 – Expressões: Alt+Click, com o <Alt> pressionado você pode clicar em algum cronômetro para habilitar as expressões no parâmetro selecionado. Você pode desabilitar as expressões naquele simbolo de ” = “.

05 –  Exibir as expressões, presionando <EE> rapidamente no teclado você exibe apenas as expressões dos layers.

06 – Copiar apenas as expressões, em Edit você encontra a opção Copy Expresion Only que permite copiar apenas as expressões dos parâmetros para poder colar em outros layers.

07 – Revelando parâmetros animados, com a tecla <U> você exibe todos os parâmetros com Keyframes na aba timeline. Esse atalho também é útil para fechar vários parametros abertos. Você pode selecionar vários layers e ir pressionando <U> até fechar todos.

08 – Exibir todos os parâmetros modificados, pressionando <UU> rapidamente você exibe todos os parâmetros modificados do layer selecionado. Muito útil para ver quais parâmetros foram alterados e quais não foram.

09 – Salvar um frame específico, para salvar o frame que está vendo, vá em Composition > Save Frame As > File … isso irá enviar o frame para o renderizador (render queue) onde você pode configurar a saída como se fosse uma sequência de jpg ou png, mas quando render ele irá processar apenas aquele frame.

10 – Adicionando máscaras em Shape Layers, você pode adicionar máscaras em shape layers através do botão direito e ir na opção Mask > New Mask

Texto: Daniel Meurer

Fonte: Tutorama

Modelar Mesa de Escritório | Autodesk 3ds Max

26 Jan

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Neste novo artigo vamos aprender como modelar móveis a partir de leitura de medidas.

A medição de objetos é importante para qualquer modelo 3D pois é dela que conseguimos uma maior aproximação em relação as proporções dos objetos.

Quando se projeta em 3D, seja uma casa, peça, móvel ou qualquer outro objeto, deparamos com a necessidade de alcançar o máximo possível de realismo. Para isso, não basta somente uma boa texturização e renderização. Temos que criar o modelo em seu tamanho real.

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Uma das formas de conseguir este resultado é a modelagem através de uma planta técnica conforme estudaremos neste artigo. Veja a imagem abaixo:

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Através das medidas informadas no desenho, vamos criar uma mesa de escritório passo-a-passo e entender como configurar o sistema de medidas para alcançar 99% (em alguns casos até 100%) de proporção ao modelo real.

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Professor: Daniel Leles

Daniel Leles – Designer Gráfico e Web – Formado desde 2008, trabalha na área de computação gráfica como Freelancer. Desenvolvimento de Maquetes Virtuais, Visualização de produtos, Jogos Digitais, animações, Vinhetas, sites comerciais e empresariais e todo tipo de mídia relativa a CG

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As explicações mais detalhadas estão no vídeo abaixo:

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10 Dicas | After Effects

24 Jan

Com o uso diário dos programas gráficos você acaba necessitando de algumas funções e atalhos básicos para que seu dia a dia se torne mais produtivo, aqui selecionamos 10 dicas do Adobe After Effects que são essenciais para aumentar sua agilidade no uso do software.

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01 – Você pode usar os atalhos <B> e o <N> para configurar a entrada e saída do “workarea bar”, isso faz com que apenas esse período seja renderizado. Você também pode mover a barra arrastando ela para os lados.

02 – Clicando com o botão direito no “work area bar” você pode usar a função “Trim Comp to Work Area” para cortar o tempo da sua composição para o período selecionado. Também cortará os Layers.

03 – Usar o “Region of Interest” para renderizar partes do seu vídeo. Isso faz com que o software renderize apenas o que estiver dentro dessa área, acelerando previews de cenas pesadas. Clicando no mesmo lugar você desabilita a função.

04 – Quando estiver com uma região de interesse habilitada você pode usar a função “Crop Comp to Region of Interest”para cortar a composição usando as dimensões da área selecionada.

05 – Presionando <L> uma vez sobre um layer com áudio ele mostrará a função de volume do layer. Apertando rapidamente 2x <L> ele exibe as ondas do áudio.

06 – Mover o cursor do tempo segurando a tecla <Ctrl> fará com que o áudio saia junto com o vídeo. Semelhante ao que acontece no Premiere. Apertando apenas o <.> do teclado numérico fará com que apenas o áudio seja reproduzido, ignorando o vídeo.

07 – Usando o atalho < ALT + [ > você poderá cortar o layer do lado esquerdo e utilizando o < ALT + ] > ele cortará do lado direito.

08 – E apenas com a tecla <[> ele move o corte esquerdo do seu layer para a posição do seu cursor. A tecla <]> moverá o corte do lado direito.

09 – Você pode usar a função “Split Layer” para dividir um layer em dois na posição do cursor.

10 – Ligando a tecla “Caps Lock” no teclado fará com que seu vídeo pare de ser renderizado, isso é útil quando o render está muito pesado e você precisa fazer várias alterações. Geralmente você liga o Caps Lock, faz as mudanças necessárias e depois desabilita para ele voltar a renderizar.

Em breve mais dicas!

Texto: Daniel Meurer

Fonte: Tutorama

State Zero – Making Of | Autodesk

22 Jan

Num futuro próximo, a capital da Suécia se transformou em um deserto pós-apocalíptico. Quatro soldados foram reunidos para uma missão de rotina em ‘Zona 3’, com a atribuição de investigar uma torre de vigilância de idade que apenas ficou offline.
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O estúdio Black da Suécia é quem assina a produção desse curta pós-apocalíptico. O estúdio foi fundado em junho de 2014 por vários artistas experientes de outras produtoras que se uniram para montar o estúdio que já começa com o pé direito.

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O diretor Andrée Wallin, que também foi concept artist no filme Star Wars, criou um mundo pós-apocalíptico para misturar seus interesses em ficção-científica e vampiros criando esse excelente curta metragem.

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A produtora usou várias ferramentas para a criação do curta, incluindo Autodesk Maya e Autodesk 3ds Max e utilizou Arnold para o render.

Veja o resultado final:

Making Of:

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“O Farol” Ivete Sangalo | DaVinci Resolve 12 Studio

21 Jan

A Blackmagic Design anunciou hoje que a correção de cor do novo clipe 360º da cantora Ivete Sangalo foi feita no DaVinci Resolve 12 Studio. Lançado em dezembro de 2015, “O Farol” é o primeiro clipe de Ivete em mais de 10 anos.
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A O2 é considerada uma das maiores produtoras e finalizadoras do Brasil. Conhecida por diversos longas-metragens e series de TV, além de filmes publicitários veiculados ao redor do mundo. O DaVinci Resolve Studio é a solução de correção de cor escolhida pela O2 Pós para todos os projetos. Comandada por Paulo Barcellos, a equipe da O2 Pós foi capaz de entregar o clipe num prazo de menos de duas semanas.

“Para conseguir o efeito de 360º, desenvolvemos um “rig” com 4 câmeras. Isso acaba gerando uma enorme quantidade de material, o que torna o processo de finalização muito devagar.” O DaVinci Resolve Studio 12 possui um novo recurso que permite transferir o processo de renderização para máquinas ociosas na rede. Isso nos permitiu dividir as tarefas e assim acelerar dramaticamente o processo de correção de cor, colaborando para a entrega no curto prazo que tínhamos.”

O DaVinci Resolve Studio também ajudou a O2 Pós na hora de equalizar as imagens das quatro câmeras. A funcionalidade “Color Match”, permite que utilizemos uma cartela de cor na filmagem e o software automaticamente usa essa informação como referência para equilibrar as câmeras, permitindo que todos os ângulos do video pudessem ser emendados na hora da geração do video 360º sem que a diferença entre as cameras fosse notada.

“O recurso de equilibrar as câmeras automaticamente é incrível”, comenta Barcellos. “Isso foi realmente essencial pois qualquer diferença de cor entre as câmeras tornaria a emenda de uma camera para outra notável, pois diferente de um filme tradicional, não estamos cortando de uma camera para outra e sim usando todas as câmeras ao mesmo tempo para formar uma imagem única.”

Para criar o clipe de realidade virtual que dá ao público a sensação de estar no set com a Ivete Sangalo, a equipe da O2 Pós trabalhou com uma imagem plana aberta e que depois foi “projetada” numa esfera virtual 360º. Isso acabou resultando num video com aspecto e resolução bem diferentes de formatos para telas tradicionais, mas o DaVinci Resolve Studio é capaz de trabalhar com qualquer formato, mesmo atípico, sem problemas.

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Barcellos comenta: “Uma coisa boa do DaVinci Resolve Studio é que ele é capaz de abrir praticamente qualquer formato de video e em qualquer resolução. Nenhum projeto da O2 Filmes sai sem ter passado pelo Resolve. Não importa se é um curta metragem de um diretor iniciante ou uma mega produção. Funcionalidades como o Color Tracking e Chroma Key ajudaram muito no caso do clipe VR da Ivete.”

A O2 Pós também está trabalhando na versão plana do clipe “O Farol” que será exibida em telas tradicionais como televisão e outras plataformas que ainda não suportam o conteúdo imersivo em 360º.

A O2 Pós é a divisão de Pós Produção da O2 Filmes, e divide com a produtora o espaço de 8500 metros quadrados em São Paulo. A finalizadora possui mais de 70 licenças de DaVinci Resolve Studio, usados para edição, conform, correção de cor e masterização. Os renomados trabalhos da O2 Filmes atraem montadores e finalizadores freelancers de todo o Brasil.

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Para assistir ao clipe O Farol, de Ivete Sangalo, acesse o link: http://media.fb.com/2015/12/21/ivete-sangalo-launches-360-music-video-on-facebook/.

Sobre a Blackmagic Design

A Blackmagic Design cria os melhores produtos do mundo para edição de vídeo, câmeras para filmagem digital, corretores de cor, conversores de vídeo, monitoramento de vídeo, roteadores, comutadores de produção ao vivo, gravadores de disco, monitores de forma de onda e scanners de filme em tempo real para as indústrias de longas-metragens, pós-produção e transmissão televisiva. As placas de captura DeckLink da Blackmagic Design introduziram uma revolução de qualidade e acessibilidade na pós-produção, enquanto que seus produtos de correção de cor DaVinci, premiados com o Emmy™, dominam a indústria do cinema e da televisão desde 1984. A Blackmagic Design continua oferecendo inovações revolucionárias, incluindo os produtos 6G-SDI e 12G-SDI e os workflows estereoscópicos em 3D e Ultra HD. Fundada por líderes mundiais na engenharia e edição de pós-produção, a Blackmagic Design possui escritórios nos Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Singapura e Austrália. Para mais informações, por favor, visite www.blackmagicdesign.com.

Masters Anamórficas na corrida | ARRI

20 Jan

Determinado a criar um look distinto para um filme de 3 minutos sobre a presença da Toyota na famosa corrida deLe Mans, o diretor de fotografia, Maher Maleh, optou pelas lentes ARRI/ZEISS Masters Anamórficas, ao invés das zooms tradicionalmente usadas nas corridas automobilísticas, combinando-as com a câmera ALEXA e as luzes da Série-M. Ele fala aqui sobre seu trabalho nesta produção em ritmo acelerado.
01 Você usou as Masters Anamórficas em muitas cenas?
Sim, sempre que possível. A filmagem foi feita na corrida real, capturando tudo que podíamos e também em um único dia, uma semana antes da corrida, onde reconstruímos em uma garagem um tipo de estúdio. O início e o final do filme foram filmados na garagem com as lentes Masters Anamórficas e uma ALEXA.
Durante a corrida em si, muitas cenas foram feitas com as Masters Anamórficas e a ALEXA na pista, mas obviamente tudo se movia muito rápido e vários locais de filmagem eram distantes e portanto tivemos que usar um equipamento mais leve também. Em algumas cenas usamos as Masters Anamórficas numa câmera menor, como na Blackmagic.02Portanto, a ALEXA Mini teria sido a ideal para estas cenas?
Com certeza, adoraria que ela estivesse conosco. Geralmente filmo carros em meus trabalhos e normalmente uso uma ALEXA na grua com uma zoom, mas, para cenas curtas, preciso de uma câmera mais compacta e portanto uso algo a mais. A ALEXA Mini seria a escolha perfeita para usar o mesmo sistema em todas as situações de filmagem, estou pensando em comprar uma para mim.

Para quais tipos de cenas as Masters Anamórficas eram boas?
Fizemos algumas cenas em que colocamos um carro de corrida sobre um guincho e uma câmera montada ao lado ao seu lado e pilotamos ao redor da pista.
Normalmente usaríamos uma carreta, mas nesta situação não foi permitido. Foram enquadramentos pela lateral, olhando o piloto de perfil com a pista atrás dele. Precisávamos de pouca profundidade de campo para desfocar o fundo e parecer real, deixando despercebido a falta de outros carros e espectadores, portanto, as Masters Anamórficas foram a escolha perfeita para isso. Filmamos tudo a 3fps, 6fps ou 10fps para criar a ilusão de velocidade, porque, na verdade, estávamos dirigindo em baixa velocidade.
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Algumas das cenas abertas do piloto na garagem tem pouca profundidade de campo. Foram feitas com a íris totalmente aberta?
O tempo todo. Inicialmente, esta cena foi planejada para ser em 16:9, mas convencemos o diretor para ir de 2.40:1 e então poderíamos filmar em anamórfico e teríamos pouca profundidade de campo, a qual cria uma sensação muito especial de um look cinematográfico.
Tudo mais que foi filmado pelas outras empresas durante a corrida, tinha o mesmo look, pois, seguramente, eles usam zooms; portanto, eu sabia que usar as lentes anamórficas com pouca profundidade de campo, nos daria algo totalmente diferente. Por esta razão, filmei tudo que podia com a íris totalmente aberta
. Com outras anamórficas pode ser frustrante, pois você quer filmar com a íris aberta, mas a qualidade ótica é muito melhor em T4, entretanto, o desempenho das Masters Anamórficas vão bem em toda abertura até T1.9.

A corrida de Le Mans continua durante a noite, como as Masters Anamórficas lidaram com o trabalho em baixa luz?
Foi uma experiência incrível. Durante a corrida filmamos por 36 horas continuamente. Havia um trailer de apoio, mas foi animador ver toda a equipe trabalhando direto por 36 horas.

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A noite filmamos continuamente com a íris toda aberta, a qual não seria possível com outras anamórficas, pois a imagem ficaria borrada. As Masters Anamórficas se mantém com definição e nítidas em todas as condições de luz. Às vezes, elas ainda pareciam ser nítidas demais, que foi a ótima razão pela qual surgiu o conjunto de Flares Master Anamórfico. Isto significa que podemos ter um pouco mais de emoção na imagem, caso você queira, pretendo usá-los em breve. Acho importante criar looks no set durante a filmagem, ao invés de criá-los na pós-produção, pois as produções digitais se movem rapidamente e o DP não consegue acompanhar a correção de cor na pós.

03Você ficou satisfeito com o desempenho ótico nesta filmagem?
Sim, não há do que reclamar da qualidade ótica das Masters Anamórficas, a imagem é perfeita de borda a borda, sob qualquer condição de luz e ainda é homogênea em todas suas distâncias focais. Também não há distorções mesmo nas lentes mais abertas.

Você usou a luz M18 da ARRI em um rig no caminhão guincho. Você normalmente gosta de trabalhar com refletores da Série-M?
Sempre que tenho uma chance, tento usar a Série-M, pois elas são compactas e muito potentes, as quais me ajudam muito em cenas de carro, onde você está limitado pelo fornecimento de energia no veículo, tanto na grua como no guincho. No comercial que estou fazendo no momento, temos dois M18 e um M40 numa carreta, precisamos apenas de um gerador de 10KW, o qual, nos velhos tempos, seria quase impossível. A quantidade de luz que você consegue de um M18, é incrível.

Autodesk Flame agora para Mac OS X ou Linux

19 Jan

“A FERA FOI SOLTA!” Autodesk Flame agora para Mac OS X. Antes, a solução estava disponível apenas para Linux.
02Pela primeira vez o Autodesk Flame está disponível como um produto “só software”, independente da plataforma de hardware. Segundo a Autodesk, essa é uma estratégia para chegar aos profissionais independentes e pós-produtoras menores, que não podem gastar muito em seus projetos. Sua chance de domar as melhores ferramentas de efeitos especiais e criar coisas incríveis. Aproveite!

O software Autodesk Flame de efeitos visuais em 3D tem ferramentas para rápidos efeitos visuais interativos, composição, gráficos avançados, gradação de cores, conformidade, recursos editoriais e desenvolvimento da aparência.

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Autodesk Flame que é comercializado por uma assinatura mensal ou anual teve a restrição dos usuários do Flare e Flame Assist retiradas, já que ambas soluções estarão agora disponíveis para todos os usuários potenciais ao invés de se limitarem aos clientes existentes do Flame.

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Ao comprar uma licença permanente para os produtos Flame com o Maintenance Subscription, você obtém as versões mais recentes, além de licenciamento flexível, acesso a atualizações e extensões de software e suporte técnico.

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O software de efeitos visuais 3D Autodesk® Flame® Premium é o conjunto de ferramentas de finalização mais abrangente da Autodesk, que combina efeitos visuais, editorial e gradação de cor em tempo real, em uma única oferta. Com o Flame Premium, artistas sêniores podem supervisionar e executar tarefas de efeitos visuais e finalização para superar os mais difíceis desafios criativos da atualidade.

No Brasil o Autodesk Flame  é comercializado pela Exec Technology,  aproveite e entre em contato com eles para mais informações.

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ExecTec, soluções do começo ao fim
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Criar xícara com café em 3D | Autodesk 3ds Max

18 Jan

Captura de Tela 2015-07-23 às 15.24.44

Neste artigo vamos aprender a criar uma xícara de café. Basicamente consiste em criar um objeto de superfície cerâmica, líquido escuro semi-transparente e espuma superficial.

A modelagem da xícara com café trás algumas novidades importantes já que este artigo tratará das principais etapas como: Modelagem, mapeamento, simulação de partículas, texturização, aplicação de materiais específicos, iluminação e renderização.

Captura de Tela 2016-01-04 às 11.40.26

Embora não pareça, todas estas etapas são bem tranquilas de se acompanhar.

1 – Modelagem:

Nesta etapa vamos modelar a xícara usando os recursos de shapes e modificador lathe conforme vimos em tutorias anteriores a este.

2 – Mapeamento

Para adicionarmos o sistema de partículas (espuma) teremos que, obrigatoriamente, realizar o mapeamento do líquido deste objeto.

3 – Simulação de partículas

O próximo passo é a simulação de partículas. Para este vamos empenhar o PF source (sistema de partículas) para gerar a espuma sobre a superfície do líquido criando um nível de realidade superior para o modelo.

4 – Texturização/Materiais

Neste instante, faremos as configurações necessárias para que os materiais seja, condizentes com os materiais reais. Isso significa o tratamento das cores, brilho, reflexos, refrações (transparência) entre outros.

5 – Iluminação e renderização

O bom modelo é precedido de uma boa iluminação. Por isso vamos criar luzes photométricas portais em volta do modelo evidenciando os principais pontos de reflexo e refração. Por fim, vamos configurar o render para obter o melhor resultado com antialising (serrilhado), brilho e reflexo.

Captura de Tela 2015-06-22 às 08.54.06

VEJA O RESULTADO FINAL:

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As explicações mais detalhadas estão no vídeo abaixo. Uma boa aula a todos…

Segue o link sugerido para renderizar em Vray http://zip.net/bksvfk

Faça o download aqui

Professor: Daniel Leles

Daniel Leles – Designer Gráfico e Web – Formado desde 2008, trabalha na área de computação gráfica como Freelancer. Desenvolvimento de Maquetes Virtuais, Visualização de produtos, Jogos Digitais, animações, Vinhetas, sites comerciais e empresariais e todo tipo de mídia relativa a CG

 



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