A AlmapBBDO diz que esse comercial – de 1 minuto – envolveu seis meses de pesquisa em mais de 5 mil fotos do arquivo da Getty Images.
A história é contada em 873 imagens – 15 por segundo – com adaptações de roteiro para manter a velocidade e a compreensão de acordo com o material de origem. Quando a ideia parecia boa no papel mas a foto não era ideal, a pesquisa começava novamente.
Baseado na obra de Philip K. Dick, O Vingador do Futuro (Total Recall) virou filme em 1990 por Paul Verhoeven.
Agora, Len Wiseman (Anjos da Noite) cuida de uma refilmagem.
Na trama, o operário de fábrica Douglas Quaid (Colin Farrell) recebe uma proposta para sair de sua rotina maçante: nas suas férias, ele terá memórias implantadas em seu cérebro e imaginará que é um super-espião. A operação dá errado, porém, e Quaid logo se vê perseguido pela polícia e lutando ao lado de rebeldes contra um Estado opressor – ou seria tudo uma armação?
A estreia acontece em 10 de agosto.
Confira o Trailer do Original de 1990 e seu Making Of:
Coincidindo com o lançamento de suas transmissões em alta definição, o canal Animal Planet, da família Discovery Channel, executou mudanças em linguagem videográfica, no intuito de tornar sua marca ainda mais distinta e ao mesmo tempo mais próxima de seu público.
As vinhetas foram criadas e desenvolvidas pelo estúdio britânico Double G Studios em parceria com o estúdio de animação Blue Zoo, que participou principalmente da modelagem e animação dos personagens. As animações são formadas basicamente por 4 cenários estilizados contextualizando grupos diferentes de animais, desde os domésticos aos selvagens. Apesar de ser formada por produções em computação gráfica 3D, toda a linguagem é inspirada na estética dos origamis e das artes manuais em papel craft.
Entretanto, os demais componentes do pacote foram desenvolvidos internamente pela equipe de videografia da própria Discovery, que partiu por uma solução bastante simplista e que comprometeu um pouco a unidade do projeto.
Ficha Técnica
Ano: 2012
Canal: Animal Planet
Direção de Criação: Discovery Networks Western Europe
Design e Produção: Double G Studios
Modelagem e Animação: Blue Zoo
Áudio: Rich Martin (ENVY)
O que é uma ilha de edição ? o que o editor faz ? Nesse filme vamos entrar um pouco no universo desse profissional que influencia tanto em nossas vidas. Com um contexto divertido iremos descobri porquê o mundo é uma ilha de edição.
O canal heterogêneo de filmes dublados Megapix realizou mudanças em sua identidade videográfica. O novo projeto foi realizado pelo estúdio Beeld, também responsável pelo impecável reposicionamento dos canais Telecine.
Segundo o Beeld, não trata de um reposicionamento por completo, já que algumas diretrizes de comunicação, incluindo o público-alvo, se mantiveram. Entretanto, essa atualização promoveu mudanças significantes, permitindo um maior refinamento da linguagem do canal e otimização de aplicação da marca.
O projeto durou cerca de 3 meses desde a etapa de pesquisa até seu lançamento. Foram 11 profissionais na produção direta das peças do on air, além claro, de todo o pessoal do canal que contribuiu muito para o desenvolvimento do projeto.
Ficha Técnica
Ano: 2011
Canal: Mega Pix
Direção, Design e Animação: BEELD
Produção: BEELD e Telecine
Áudio: Bandeira 8 e Flavio Biniou (Telecine)
BEELD: Eduardo Tosto, Greco Bernardi, Luiz Maggessi, Marcelo Mourão, Papito, Filippo Johansson, Victor Seabra, Daniel Tumati, Fabrício Duque, Gustavo Duval, Renan de Moraes
Telecine: Bernardo Bravo, Carmen Fernandes, Erica Malugani, Erico Pereira, Jeanine Brandão, Jean Gonçalves, Leonardo de Sá, Marcela Silveira, Ney Lage, Raquel Cerqueira, Renato Camilo e Thatiana Carvalho
Miguel é um menino que sente as coisas. E passa toda a vida tentando aprender com a dureza da vida, como se constrói uma identidade. Criado num ambiente pobre de afeto, ele aprender a enxergar nos detalhes, o segredo das coisas. E é nas nuvens que ele se vê espelhado, com todas as dificuldades e arestas da relação pais e filhos.
Direção: Lázaro Ramos
Roteiro: Elisio Lopes
Produção Tânia Rocha
Watch é um canal de entretenimento da rede britânica UKTV, lançado em 2008. Em 2012, o canal passou por uma reformulação videográfica total, sob o comando do competente estúdio Dixon Baxi.
Inicialmente o canal apresentava uma identidade que trazia como símbolo um genérico globo ocular estilizado e futurista. Em 2011, o elemento circular se manteve, mas sem a referência ao tal olho. Ao invés disso, foi agregado com pouca eficiência a referência das reticências que eram completadas com frases que traziam uma maior dinâmica e reforçavam a variedade e a irreverência da programação.
Sem muito foco que ajudasse a construir uma marca sólida e memorável, o canal passou este ano por um novo reposicionamento audiovisual. O círculo foi substituído por uma esfera pela metade. O restante dela é completada por diversos efeitos randômicos tridimensionais, coloridos e impactantes. Adjetivados pelo estúdio responsável de “wonderbursts“, algo como “explosões extraordinárias”, estes elementos tentam completar o canal de maneira efusiva, inesperada e impactante.
O logotipo relativamente grande e espesso, disposto vazado sobre o símbolo mutante e formado inteiramente por letras modernas aserifadas em caixa alta reforça ainda mais a força e o impacto. As reticências deram lugar a um ponto, simples e direto.
O processo inteiro durou aproximadamente 3 meses e meio para criar, desenvolver e produzir o canal.
O estúdio Double G Studios foi procurado pela produtora Box TV para criar uma nova identidade para seu programa de música semanal “Everyone’s Talking About”, que pode ser visto nos canais britânicos: 4Music e Channel4.
A talentosa designer londrina Silvia Casali foi convocada pelo estúdio para participar da criação e animação do projeto. Altamente tipográfica e contemporânea, a abertura e as vinhetas de contagem exibem animações com letras e números na forma de construções tubulares pelos quais perpassam elementos coloridos de maneira bastante dinâmica, divertida e original.
Ficha Técnica
Ano: 2012
Canal: 4Music e Channel4
Produção: Double G Studios
Direção de Criação: Grant Gilbert
Design e Animação: Silvia Casali
Grande novidade em Las Vegas.
O Autodesk Smoke 2013 agora estará muito mais amigavel!!!
E com o preco vertiginosamente mais barato. Sugerido por U$3495.
A Escola Azimut estará oferencendo os treinamentos de Autodesk Smoke 2013 muito em breve.
Nesta semana o diretor/proprietário Ranz estará enviando matérias exclusivas sobre este evento em Las Vegas.
Finalmente os votos foram contados e vamos conhecer agora os selecionados para melhor e para pior abertura de 2011, segundo o Televisual.
A disputa pelo lugar de melhor abertura teve um líder disparado. A vinheta da sessão de filmes do canal Megapix, Movie Box, produzida pelo competentíssimo estúdio Beeld foi o ganhador. A refinada apresentação do programa da TV Cultura, Reis da Rua, desenvolvida pelos estúdios GotaCX e Mosquito Project ficou em segundo lugar, com uma quantidade expressiva de votos. O terceiro lugar ficou para a abertura da novela da Rede Globo: o Astro. Apesar da qualidade dos efeitos gráficos produzidos por Alexandre Romano que conferiram ao trabalho um expressivo número de votos a favor, ela foi bastante rejeitada, sendo eleita por mais que o dobro de votos como a pior abertura.
Melhor Abertura: Movie Box
Entre as piores abertura, a votação foi mais acirrada. As três mais votadas foram todas produzidas pela Rede Globo. Em terceiro ficou para a bizarra apresentação de Lara com Z, com imagens de Suzana Vieira em estilo pin-up. Em segundo ficou para o entendiante rodopio da estátua africana de Insentato Coração. Mas em primeiríssimo lugar ficou para o o desfile da moça em um jogo de espelhos, da abertura de Fina Estampa.
A competente equipe argentina Lumbre, sob a direção de Sérgio Saleh, foi responsável pela elaboração das novas vinhetas do canal NatGeo. E dessa vez voltaram a trabalhar com cenas em live-action, sem truques de computação gráfica.
O processo criativo de elaboração da construção do símbolo do canal é ressaltado durante o vídeo, sugerindo os conceitos de curiosidade e exploração. Os agentes responsáveis pela peças também são seu atores. O símbolo é construído de diferentes formas, em um trabalho praticamente artesanal. Em cada vídeo foram expostas técnicas e experimentações completamente diferentes, chegando a resultados realmente inusitados e super interessantes.
Aliás, não foi a primeira vez que a NatGeo realiza um experimento com esse conceito. Essas vinhetas lembram outra ação realizada em 2008 para a programação especial Space Week, na qual foram realizadas interações entre pessoas e objetos com a famosa moldura amarela em gravidade zero. Storyboard
Salto é um pequeno canal local de Amsterdã com uma programação diversificada e uma modesta audiência. O estúdio conterrâneo Calango foi responsável por sua nova identidade, simples, mas com uma configuração geométrica interessante.
Segundo o estúdio, a identidade antiga era sólida, mas não era compatível aos padrões televisivos atuais. Portanto, foram preservados alguns elementos da antiga identidade e construído um novo design. E pode se dizer que foi usado de cálculos bastante precisos para isso. Foram elaborados padrões geométricos em cima de cenas cotidianas em live-action com base em pentágonos distribuídos de acordo com a famosa proporção áurea, causando interessantes efeitos calendoscópicos dinâmicos. Todo o processo de construção da composição dos pentágonos e suas animações também foram disponibilizados pelo Calango.
Entretanto, esse balé geométrico se torna a única coisa que realmente dinamiza as peças. O restante se revela um tanto monótono pelo acabamento demasiadamente simples e a repetição cromática e compositiva dos demais elementos. O apelo estético nesse caso se restringiu ao rigor matemático, tornando-a um pouco fria e racional.
A Rede Globo anunciou um mascote que vai perpassar pela programação esportiva da emissora, nos eventos e atrações como Corujão do Esporte, Esporte Espetacular e Globo Esporte. O mascote criado pelo diretor de ilustração e arte da emissora, Alexandre Arrabal. Apresentação:
O mascote é composto por um robô tridimensional, prateado e esférico, que denotam basicamente elementos formais e conceituais da própria marca do canal. Ele apresenta um aspecto cartunesco e infantil, além de uma personalidade bastante popular, simpática e divertida, cumprindo o papel de um bom mascote. O personagem tem ainda um apelo bastante dinâmico, através do seu caráter mutacional. Ele se modifica, recebendo elementos relacionados a modalidade esportiva (skate, futebol, basquete, vôlei e outros) ao qual ele está interagindo ou representando.
Apesar da qualidade gráfica e de movimento serem apurados e bem acabados, as qualidades estéticas relacionadas a marca são um tanto quanto genéricas, já que elas são replicadas em seus concorrentes diretos (SBT e Record), como o efeito metalizado, o conceito futurista e a forma circular.
Nesse sentido, o mascote se enfraquece em termos de reforço de marca, mas se torna uma figura ornamental que deve agradar principalmente o público infantil. Função similar a adquirida pelo famoso mascote Amarelinho (semelhante ao novo mascote da Globo, diga-se de passagem) que compunha as transmissões esportivas na década de 90 no SBT.
Eleito o nome internacional do curta em francês, conta a história — sem diálogos — de um senhor com idade já avançada que mora em uma cidade ao nível do mar. Com o passar do tempo, o nível da água vai subindo, e, desta maneira, o idoso tem que erguer ainda mais sua casa, que é levantada tijolo por tijolo. Kunio Kato consegue apresentar em singelos 12 minutos o que diretores populares nunca conseguiram em todas suas carreiras. O pouco tempo é marcante e de quebra dá um ponorama lúcido e atual do aquecimento global — que com o derretimento das calotas polares vem engolindo aos poucos algumas ilhas do sudeste asiático e do resto do mundo.
Direção e roteiro: Kunio Katô
Ao invés de exibir uma grande minissérie, a Rede Globo volta a estratégia de exibir novamente no verão uma nova série semanal. A escolhida foi “As Brasileiras”, uma continuação de “As Cariocas”, sucesso de 2010 e adaptação do livro homônimo de contos escrito por Sérgio Porto. No entanto, a nova série deixar de privilegiar apenas uma cidade e traz histórias fictícias de várias mulheres em diversas regiões do país.
A abertura da série também é uma extensão de “As Cariocas”, apresentando a mesma construção conceitual e imagética. Não se pode julgar, portanto, que essa embalagem é apenas um plágio ou simples falta de criatividade, já que se tratam de projetos paralelos e semelhantes. Por essa razão, se faz completamente pertinente usar da mesma ideia de apresentação.
As atrizes que interpretam as protagonistas de cada história desfilam em um estúdio branco com roupas esvoaçantes. Aos poucos, cada atriz recebe um close e seu primeiro nome aparece delicadamente ao seu lado, conferindo ao espectador certa sensação de intimidade com elas. Após o desfile, as atrizes fazem poses sensuais, algumas apoiadas em objetos de cena, como se participassem de um ensaio fotográfico. Uma alusão às famosas capas de revistas que mostram as personalidades femininas de destaque no ano.
A vinheta termina com a protagonista do dia se aproximando da câmera, fazendo caras e bocas. Ao mesmo tempo é apresentado seu nome completo e o título da sua história. Um verdadeiro e declarado convite ao espectador.
Há uma curiosa diferença na música-tema. Em “As Cariocas” o verso final cantava “a bela é carioca, ela é da cor do Brasil” agora, sem o intuito de privilegiar apenas uma localidade, a música diz “a bela é linda, é nossa, ela é da cor do Brasil”.
Outra mudança, esta mais radical, está na marca gráfica. Ao invés do Cristo Redentor, mostra-se um violão verde junto de uma forma arredondada amarela. A palavra “Brasil” recebe destaque em relação ao restante do logotipo no centro violão.
Além das óbvias cores pátrias, é realmente difícil encontrar um símbolo que pudesse representar todas as nossas características, pensando em um país multicultural com dimensões geográficas continentais. Entretanto, o violão consegue juntar algumas delas: é símbolo da bossa nova, do sertanejo e da MPB, ritmos musicais tipicamente brasileiros.
E, é claro, faz alusão também ao termo “corpo-violão”, em uma analogia entre a forma curvilínia do instrumento e o exuberante corpo das mulheres brasileiras. Relação que é inclusive ressaltada no começo da abertura, através da construção de delicadas silhuetas.
“Rei Davi”, a terceira parte da trilogia de minisséries de adaptações bíblicas, seguida da “A História de Ester”, exibida em 2010 e “Sansão e Dalila”, em 2011. Dessa vez, a história tenta reproduz com detalhes a vida do importante personagem bíblico Davi, influenciador na formação de várias religiões e autor de alguns salmos do livro sagrado cristão.
A abertura formada por uma soturna, mas grandiosa animação tridimensional, exalta um dos principais símbolos ligados ao protagonista: a Estrela de Davi.
Em uma paisagem inóspita, pesada e rochosa, onde o céu anuncia uma grande tempestade, um raio abre no solo os caminhos para lavas flamejantes e forma o famoso símbolo bíblico. No segundo momento, a estrela é apresentada forjada em um escudo e uma espada medievais, feitos de metal e bem ornamentados. Entre os ornamentos, destaca-se uma representação da Menorá, um castiçal com 7 velas que representa a união entre Deus, o Espírito Santo e os seres humanos e é também um dos símbolos de Israel.
Apesar de não explicitar, a abertura apresenta algumas particularidades importantes da vida de Davi, através da rica relação semântica com o famoso símbolo.
Um dos significados está relacionado ao antecessor de Davi, o Rei Saul, um homem que, segundo a Bíblia, se tornou arrogante e se afastou dos preceitos de Deus. O próprio Deus escolheu Davi como sucessor do Reinado de Israel para que ele tirasse o povo das trevas. A estrela de Davi formada no solo rochoso através da lava simboliza, portanto, a renovação proposta por Deus quando escolheu Davi como Rei de Israel, de forma abrupta e definitiva.
A presença do símbolo no escudo refere-se a semelhança do desenho à escrita do nome do Rei no alfabeto fenício. A Estrela de Davi era, portanto, gravada nos escudos no exército do Davi, como forma de identificação.
A espada representa a força de Davi e remete a duas passagens da vida dele retratadas na Bíblia. A primeira diz respeito à sua paixão por Bate-Seba, mulher de Urias, um de seus guerreiros. Davi manda matar Urias para ficar com Bate-Seba e em um certo dia, enviado por Deus, o profeta Natã aparece em sua casa e o alerta de que, por conta de seu pecado, a espada jamais se afastará de sua casa. Sendo usada exclusivamente para a guerra, a espada simboliza que a morte estará sempre rodeando Davi.
A segunda referência está relacionada a curiosa história da morte do gigante Golias. Usando apenas uma funda, uma espécie de bolsa, cheia de pedras, Davi atirou na testa de Golias fazendo como que ele desmaiasse. Caído no chão, Golias teve sua cabeça decepada pela espada de Davi que, a partir daí, ganhou respeito do povo de Israel.
A marca gráfica que encerra o vídeo é tridimensional, com uma renderização que acompanha o material dos demais elementos metalizados da vinheta. A tipografia é clássica e serifada, com características mais romanas que hebraicas. Estética pesada e imponente que lembra os grandes produções cinematográficas de época, tais como Gladiador e Tróia e a série Games of Thrones.
A trilha é sombria, porém austera, com coro de vozes pesadas e forte presença de instrumentos de percussão que lembram um pouco cantos gregorianos tão típicos de rituais religiosos.
Além de todos esses simbolismos, a abertura bem acabada trata a atração com ares de grande produção, grandiosa e inesquecível.
Pra quem ainda não viu esse comercial, vale a pena conferir… e para os fanáticos em saber como foi feito o comercial, assitam o making-of!!
Agência: Africa
Produtora: Hungry Man
Direção: Carlão Busato
Afim de evidenciar suas qualidades como produtora de programas originais e exibidora não só de programas retrôs, o canal de comédia TV Land passou esse ano por um reposicionamento de marca sob responsabilidade do estúdio Trollbäck + Company.
Em 2009, o canal recebeu uma nova marca, com formas e tipografia mais modernas, e um novo slogan “Laugh More”. Três anos depois, o canal resolveu apresentar um nova programação visual que entrasse em sintonia com essa nova fase menos retrô e mais contemporânea. As vinhetas e chamadas tornaram-se mais alegres e dinâmicas, através de variados movimentos tridimensionais e um festival de cores vibrantes.
No entanto, talvez o entusiasmo na possibilidade da variabilidade e customização de cores, efeitos e formas acabou levando a uma falta de critérios de combinações compositivas que culminaram em certo enfraquecimento na uniformidade e consistência estética.
Fonte: Televisual
Depois de muitas especulações que duraram quase um ano, a partir de um vazamento de um registro do INPI feito pela própria emissora, a Rede Record finalmente estreou sua nova marca gráfica. Mantendo os mesmos conceitos, mas com um tratamento videográfico um pouco mais contemporâneo, a nova marca promete trazer um visual mais moderno ao canal.
O globo terrestre estilizado com aspecto brilhante circundado por três placas recurvadas que representam o sistema cromático da televisão (RGB) foi substituído por uma versão mais compacta. O aspecto compositivo mais triangular formado pelos quatro elementos foi resumido a uma única esfera com um refinamento de cores ainda mais brilhante e um efeito de renderização um pouco mais espelhado.
Em teoria, a marca ganhou mais pregnância, por reduzir o número de detalhes formais. Porém não houveram mudanças conceituais que justificassem tal alteração. Apenas uma atualização estilística que acompanha a renovação da computação gráfica. O que se pode notar, no entanto, foi uma aproximação estética ainda maior com suas concorrentes diretas, o SBT e, principalmente a Rede Globo.
A AlmapBBDO diz que esse comercial – de 1 minuto – envolveu seis meses de pesquisa em mais de 5 mil fotos do arquivo da Getty Images. A história é contada em 873 imagens – 15 por segundo – com adaptações de roteiro para manter a velocidade e a compreensão de acordo com o material [...]
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