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A Mulher Invisível [ Abertura ]

9 jul

Assim como aconteceu com “Divã”, que após o sucesso nos cinemas ganhou uma versão em série para a TV, “A Mulher Invisível” teve sua versão estendida na Rede Globo.

Com algumas mudanças no roteiro central, a série continua a contar as dificuldades na vida de um homem que vê uma mulher perfeita ao seu lado, mas que ninguém mais pode ver. Selton Mello e Luana Piovani se mantêm nesses personagens, assim como no filme. Porém ganham agora a companhia de Debora Falabella, como a esposa de Pedro, uma personagem nova em relação ao cinema.
A abertura da série mostra uma imagem espelhada de um cenário de uma boate. Do meio dessa imagem, as personagens principais surgem dançando. Os nomes dos atores também aparecem do centro. Por fim, a tela deixa de ser dividida, mostrando-os 3 personagens juntos e, em seguida, encerrando com o logotipo do programa.

A vinheta não esclarece o enredo da história que vem a seguir e não faz referência também ao próprio nome da série. Talvez a intenção era falar sobre a dualidade na vida do homem que vê uma mulher que niguém vê e suas dificuldade por conta disso. Mas o que vemos é um espelhamento das cenas e não duas cenas semelhantes com leves discrepâncias, que nos poderiam remeter à tal dualidade entre a realidade e a fantasia.

O cenário também não nos diz nada sobre a história. Seria a vida de Pedro uma festa, uma bagunça, uma loucura?

Por fim o logotipo da série, o mesmo utilizado nos cartazes promocionais do filme, não faz sequer uma brincadeira sobre uma mulher que ninguém vê. A palavra “invisível” aparece escrita em preto com o fundo branco, ironicamente dando grande destaque a ela. Quando na verdade seria mais interessante que a palavra aparecesse em transparência ou em contorno, a fim de explicitar o conceito da invisibilidade. A forma como o logotipo entra, como se fosse uma cortina de fumaça, talvez seja a única peça da abertura que faz ligação com a trama.

Não precisaria ser óbvio o conceito de mulher invisível mas a equipe que produziu a abertura poderia ter brincado mais com o tema abordado na atração.

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Macho Man [ Abertura ]

23 mai

Depois de anos trabalhando atrás das câmeras, o diretor Jorge Fernando volta a atuar como protagonista, agora na série “Macho Man”, escrita pelo casal Fernanda Young e Alexandre Machado, responsáveis por um dos programas mais lembrados da TV, “Os Normais”.

A trama central de “Macho Man” é a história de Zuzu, um cabeleireiro gay que passa a se sentir atraído por mulheres depois de um acidente numa boate. A cada episódio podemos acompanhar suas descobertas sobre as mulheres e o sexo heterossexual em situações sempre carregadas de humor.

A abertura é carregada de elementos que se misturam para formar uma peça que traduz muito bem a trama da série. Utilizar de um boneco que lembra a famosa figura da Barbie, ou do Ken, sugere a ideia de que gays costumam brincar de boneca quando crianças, numa primeira manisfestção de sua sexualidade e também faz referência ao modo como os gays costumam tratar aquele homem que frequenta academia e tem um corpo malhado, as “Barbies”. A música tema, além de ter o mesmo título da série, virou um hino da cultura gay no final da década de 1970. Cantada pelo grupo Village People, a música tem ritmo dançante que lembra as discotecas.

O logotipo também consegue passar essa dualidade vivida pelo personagem. Com letras em preto e ângulos bem retos, a tipografia é sóbria e sem rebuscamentos, porém atado a ela está o lenço cor-de-rosa que o boneco usa, balançando como se estivesse na frente de um ventilador, sendo notado. Outro elemento do logotipo que brinca com a situação vivida por Zuzu é a letra O, substituída pelos símbolos astronômicos do planeta Marte e Vênus e que passaram a representar os sexos masculino e feminino na cultura geral. No logotipo a mescla dos símbolos aparece inclinada para baixo, como se representasse um homem não muito viril, com características de mulher.

A produção da abertura é bem acabada e traz elementos que vão se revelando aos poucos, não estão totalmente entregues, e isso se torna mais um elo de ligação entre a trama e a vinheta.

>>> Ficha Técnica
Ano: 2011
Canal: Rede Globo
Visual
Produção: Rede Globo e Animaking
Som
Trilha: “ Macho Man” (de Village People por Village People)

Fonte: Blog Televisual

The Walking Dead [ Abertura ]

13 abr

Confira a versão final, criada pela Prologue.

A apresentação oficial optou por uma solução mais realista, mostrando cenas da cidade onde revelam-se vestígios de destruição provocados pelas ações dos zumbis, sem explicitar, no entanto, qualquer uma delas. Bastante diferente da versão ilustrada, mais contundente e violenta, baseada nas ilustrações dos quadrinhos.

Até mesmo a seleção cromática se mantém distinta. Enquanto que a versão alternativa privilegiou cores fortes e vibrantes, ressaltando a brutalidade da imagens, a vinheta final preferiu manter o lado obscuro e sombrio da atração, a partir de uma fotografia escura, em tons de sépia.
Embora a versão criada por Daniel M. Kanemoto tenha causado um impacto visual e emocional maior, o clima proporcionado pela abertura final tenta manter um clima de tensão, suspense e maior neutralidade em prol de uma valorização maior da trama densa e feroz, além de não tentar criar tantos vínculos com a obra que a inspirou.
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THE WALKING DEAD

8 nov

QUANDO CORTAR DEMAIS NÃO DÁ MUITO CERTO!

Tudo ok, adaptação feita, um belo cenário, maquiagens perfeitas e a grande estreia do aguardado “The Walking Dead” finalmente aconteceu na Fox com apenas 2 dias de intervalos!

Que lindo, depois de tanto tempo de sofrimento, baixando, convertendo e queimando DVDs dos episódios de Lost, 24 horas etc, finalmente conseguiremos ver uma temporada inteira sem os tradicionais e injustificáveis mêses de espera entre a estreia gringa e a nacional !?

Ahãm! … a piada estava por vir … a Fox simplesmente cortou cerca de 14 minutos do episódio para “caber” em sua grade da programação. E pra piorar não avisou ninguém.

Dê uma olhada nesse vídeo que uns portuguêses colocaram no youtube comparando os episódios inteiros e cortados.

Na minha opinião um erro fatal num mundo globalizado e democratizado pela internet.

Pra quem tá querendo lutar contra a pirataria e o compartilhamento de arquivos audiovisuais na internet, um tiro no pé!

Eu mesmo só assistirei aos episódios que eu baixar da internet e que eu tenha certeza de que estão inteiros.

Considerações à parte, gostei muito do episódio e fiquei empolgado com a série.

Acho que enfim algo conseguirá preencher o buraco que o fim de Lost deixou na minha vida “seriadomaníaca”. Rs

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