Arquivo | julho, 2011

Sexta Curta: “Notes”

29 jul

Sexta Curta: “Notes”, um curta de James Sharpe. O filme é riquíssimo em texturas de sons e tem um trabalho de fotografia e cenário definitivamente cuidadoso:

Written and Directed by
JAMES SHARPE

Director of Photography:
ADAM ETHERINGTON

Editor:
OWEN DAVIES

D.Miori

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Final Cut Pro X [ Apple promete mudanças ]

28 jul

A Apple deu mais um passo em sua campanha para combater a maré de reviews negativos e críticas ao seu programa Final Cut Pro X, que já foi até motivo de piada na TV americana. Na última semana, muitos usuários do recém-lançado software de edição para vídeos publicaram reviews negativos na loja online Mac App Store.

Muitos dos comentários ligavam o programa a uma mera atualização do iMovie (software de edição de vídeos para “leigos” da Apple) e lamentavam a retirada de recursos e configurações presentes em versões anteriores do Final Cut Pro.

A lista de reclamações é longa: não há mais suporte para multi-câmera, recurso export-to-tape, suporte para arquivos EDL, XML e OMF e a plugins de terceiros. Além disso, os usuários do novo Final Cut atualmente não podem importar seus projetos do Final Cut Pro 7. Por isso, a Apple publicou na semana passada vários artigos em sua base de conhecimento detalhando as várias mudanças do Final Cut Pro X.

Novo FAQ
Agora, a empresa liberou uma nova página de FAQ (perguntas frequentes) e uma página e Features (Recursos) desenvolvidas para fornecer mais informações sobre os novos recursos do Final Cut Pro e responder a algumas das críticas.

“O Final Cut Pro X é um editor de vídeos não-linear inovador. O programa já impressionou muitos editores profissionais e também gerou muita discussão na comunidade de editores profissionais de vídeo. Nós sabemos que as pessoas têm perguntas sobre os novos recursos no Final Cut Pro X e como ele se compara com suas versões anteriores. Aqui estão as respostas para as perguntas mais frequentes que nos foram feitas”, afirma a página de FAQ.

Usuários do Final Cut Pro 7 que querem importar seus projetos para a nova versão ficarão desapontados. “Não há como ‘traduzir’ ou trazer projetos antigos sem alterações ou perda de dados. Mas se já estiver trabalhando com o Final Cut Pro 7, é possível continuar fazendo isso após instalar o Final Cut Pro X, e o Final Cut Pro 7 vai funcionar com o Mac OS X Lion. Você também pode importar seus arquivos de versões anteriores para o Final Cut Pro X”, explica o FAQ.

A página do FAQ também promete que o suporte para multicâmeras virá no futuro e que plugins de terceiros estarão disponíveis assim que forem atualizados. “Como o Final Cut Pro X possui uma moderna arquitetura de 64 bits, os plugins de terceiros também precisam ser 64 bits. O Final Cut Pro X já suporta plugins Audio Units 64. Para gráficos, os desenvolvedores podem construir efeitos, títulos, transições e geradores como templates em Motion 5 para usar diretamente no Final Cut Pro X. Os desenvolvedores também podem construir plugins FxPlug 2 64-bit para Motion 5, e integrar esses plugins em templates que podem ser usados no Final Cut Pro X. Esses templates, juntos com meus plugins FxPlug 2 associados, funcionarão no Final Cut Pro X mesmo que o Motin não esteja instalado no computador.”

Será que isso será o suficiente para conter as queixas?

[ DICA DO MACACO ]

28 jul

Seguimos com as dicas e continuamos divulgando os trabalhos enviados para: contato@oeditor.com

Enviado por: ALEXANDRE MONTERO [ editor ]

Mensagem: Estou enviando um link do ultimo trabalho que eu finalizei e gostaria de saber se ele é digno de estar no nosso site OEDITOR.COM
Eu usei o Twixtor para fazer os slows, o magic bullet looks para tratar as imagens e o track motion do after effects para os gcs.
A agencia é a CASA ROSADA e o cliente é ECOPADS.
Um abraço!
Obrigado

Faça como o Alexandre, envie seus trabalhos para: contato@oeditor.com

A Petrobrás e o cinema nacional

26 jul

Quando você assiste algum filme nacional, aposto que nunca deixa de notar a enorme quantidade de logos que aparece antes da exibição. Marcas de todo tipo reunidas para ajudar a produzir cinema no Brasil.

A Petrobras é uma das que quase sempre está lá, e em 2011 a estatal completa 500 filmes patrocinados. Para comemorar o marco, convidaram o Maurício de Sousa para fazer um crossover entre os personagens da Turma da Mônica e alguns dos maiores sucessos do cinema brasileiro.

Tem Chico Bento, Cebolinha, Mônica, Cascão e cia em “Cidade de Deus”, “Tropa de Elite”, “Se Eu Fosse Você”, “Saneamento Básico” e “O Homem Que Copiava”.

A campanha será lançada hoje a noite, no Anima Mundi em São Paulo.

Fonte: B9

Big Audio MTV [ Abertura ]

24 jul

O programa Big Audio MTV, exibido pelo canal MTV Brasil e apresentado pelo produtor e músico Chuck, destina-se a trazer o melhor do cenário da música pop e rock internacional, com entrevistas, comentários e apresentação de clipes clássicos e hits atuais.

Fernando Bittar e Pedro Burneiko, responsáveis pela criação da abertura e todo o pacote videográfico da atração, apresentaram uma solução bastante criativa que ressalta de maneira conceitual o impacto emocional que a música pode trazer para o homem. A partir de toy arts especialmente desenvolvidos pela Monstro Coisa, simulando de maneira estilizada algumas estruturas como olhos, ossos, tripas e coração, desenvolveu-se uma animação em stop motion, evidenciando os potenciais efeitos da música sobre o corpo humano. A vinheta começa mostrando todo o percurso da música desde quando sai do rádio até chegar aos orgãos mais internos do corpo e se encerra com uma explosão do coração que revela a marca do programa.

A escolha dos toy arts e da técnica de stop motion foram propositais, no intuito de reforçar à peça uma linguagem mais artesanal, humana e emocional, em contrapartida ao uso “frio” do uso computacional. O resultado é uma composição literalmente vívida e pulsante.

Fotos do Making of:

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O Astro – 2011 [ Abertura ]

21 jul

Estreou na Rede Globo nessa terça-feira o remake da novela “O Astro”, transmitida pela primeira vez em 1977.
Abertura – O Astro de 1977

Para a composição da abertura desse remake, foram aproveitados alguns elementos da primeira vinheta, como o esoterismo, o mistério e a presença do protagonista entre as cenas. Mas diferente da vinheta anterior, houve um trabalho bem mais acabado e conceitualmente mais interessante.

Abertura – O Astro de 2011

No início da abertura vemos apenas as mãos fechadas de Herculano. Quando ele as abre, vários pontos luminosos explodem e formam todo o cenário virtual composto de nuvens e estrelas que ficarão no vídeo até o fim da abertura. Para efeitos narrativos ligados à história, essa cena mostra que ele carrega toda a magia e é dono do destino de toda a trama. Para efeitos especulativos, podemos supôr que Herculano seria um Deus, criador do universo, iniciador do Big Bang.

Um elemento curioso na vinheta é a sincronia entre as imagens e a música-tema “Bijuterias” (a mesma da primeira versão). Durante o trecho da letra da música “Minha pedra é ametista”, por exemplo, são mostradas dezenas de pedras roxas lapidadas. No verso “Minha cor é o amarelo”, aros dourados zodiacais aparecem em cena. Na parte ”Se Vênus me ajudar”, uma ilustração do signo de Virgem aparece formada por pontos luminosos.

Apesar de tratar majoritariamente da astrologia, outros ciências místicas são também mencionadas, como o hipnotismo, através do relógios de bolso, a quiromancia, a partir da mão em riste de Herculano e a cartomancia, como o vôo de cartas.

Ao final, os elementos se fundem à imagem do olho de Herculano, como se tudo fosse uma ilusão criada ou controlada por ele. Logo após, a pedra que compõe seu famoso turbante recebe efeitos brilhantes para evidenciar a origem dos poderes.

O logotipo da novela se mantém inalterado em sua construção formal, mas ganha novos acabamentos e efeitos, graças prinicipalmente aos avanços da computação gráfica.

Em geral, a abertura modernizou-se e resumiu bem a trama central, tudo de maneira bastante agradável, integrada e consistente.

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A vinheta e sua evolução através da história

20 jul

Texto: André Luiz Sens
Em sua dissertação de Mestrado “A Vinheta e sua Evolução Através da História: da Origem do Termo até a Adaptação Para os Meios de Comunicação” desenvolvido para a PUC-RS, Leonardo Fialho Freitas aborda detalhadamente o conceito de vinheta e sua aplicação em diversas áreas ao longo do tempo. O termo, originado da palavra vignette (“pequena vinha”, em francês) que designava os adornos das Iluminuras na Idade Média, recebeu aplicação em outras mídias, como o rádio, a fotografia e os quadrinhos, todas com funções relacionadas a ornamentação estética. Na televisão, essa denominação ficou ainda mais popular, virando sinônimo das peças audiovisuais que compõem a identidade dos canais e programas.
Para ilustrar veja uma compilação de todas as vinhetas significativas que Rede Globo exibiu entre 1965 até 2008.

SEXTA CURTA || Tune for Two

15 jul

Um curta bem curta, mas muito bem montado e com um final surpreendente…

Se vc tiver mais dicas de curtas, deixe sua sugestão nos comentários ou nos mande um e-mail!

Valeu Macaco!!!

Preset para After Effects

14 jul

Quem é editor, e trabalha com o After Effects, deve conhecer o Nick Campbell, criador do site Greyscalegorilla.
Um excelente Designer, que usualmente posta tutoriais e dicas no mundo do Motion Design!!

Recentemente ele divulgou um Preset gratuito para o plug-in da Red Giant, Trapcode Particular, que é muito útil, e com um efeito muito bacana!

Veja o video do preset e baixe-o pelo LINK!


D.Miori

[ DICA DO MACACO ] – Eduardo e Mônica VIVO

14 jul

Faça igual o Paulo Roberto, envie sua dica de Post.
Nome: Paulo Roberto
Email: paulinhoaudio@gmail.com
Mensagem: Olá
Sempre estou olhando na net e no site o Editor que por sinal é muito bom e traz dicas legais.
Não sou um editor de criação dos melhores, mas procuro fontes para aprender.

Gosto muito de assistir Making Of e estive olhando hoje um bem interessante do Eduardo e Mônica da agência Africa com a Vivo e achei legal.
Dica de postagem para vocês:

Making:

Final:

Abraços
espero ter ajudado ai

/// ENVIE VOCÊ TAMBÉM SUA [ DICA DO MACACO ]
dicadomacaco@oeditor.com

A Mulher Invisível [ Abertura ]

9 jul

Assim como aconteceu com “Divã”, que após o sucesso nos cinemas ganhou uma versão em série para a TV, “A Mulher Invisível” teve sua versão estendida na Rede Globo.

Com algumas mudanças no roteiro central, a série continua a contar as dificuldades na vida de um homem que vê uma mulher perfeita ao seu lado, mas que ninguém mais pode ver. Selton Mello e Luana Piovani se mantêm nesses personagens, assim como no filme. Porém ganham agora a companhia de Debora Falabella, como a esposa de Pedro, uma personagem nova em relação ao cinema.
A abertura da série mostra uma imagem espelhada de um cenário de uma boate. Do meio dessa imagem, as personagens principais surgem dançando. Os nomes dos atores também aparecem do centro. Por fim, a tela deixa de ser dividida, mostrando-os 3 personagens juntos e, em seguida, encerrando com o logotipo do programa.

A vinheta não esclarece o enredo da história que vem a seguir e não faz referência também ao próprio nome da série. Talvez a intenção era falar sobre a dualidade na vida do homem que vê uma mulher que niguém vê e suas dificuldade por conta disso. Mas o que vemos é um espelhamento das cenas e não duas cenas semelhantes com leves discrepâncias, que nos poderiam remeter à tal dualidade entre a realidade e a fantasia.

O cenário também não nos diz nada sobre a história. Seria a vida de Pedro uma festa, uma bagunça, uma loucura?

Por fim o logotipo da série, o mesmo utilizado nos cartazes promocionais do filme, não faz sequer uma brincadeira sobre uma mulher que ninguém vê. A palavra “invisível” aparece escrita em preto com o fundo branco, ironicamente dando grande destaque a ela. Quando na verdade seria mais interessante que a palavra aparecesse em transparência ou em contorno, a fim de explicitar o conceito da invisibilidade. A forma como o logotipo entra, como se fosse uma cortina de fumaça, talvez seja a única peça da abertura que faz ligação com a trama.

Não precisaria ser óbvio o conceito de mulher invisível mas a equipe que produziu a abertura poderia ter brincado mais com o tema abordado na atração.

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Adnet Ao Vivo [ Abertura ]

7 jul

Esse ano, o humorista Marcelo Adnet ganhou um novo programa na MTV Brasil, o “Adnet Ao Vivo”, que aproveita ainda mais sua capacidade de improviso. Dentro da atração, que acontece evidentemente ao vivo, ele traz assuntos e vídeos que se destacaram nos últimos dias de forma bem-humorada e com um tom pseudo-jornalístico. Para isso, ele utiliza vídeos famosos da internet e da televisão e notícias atuais como elementos para construção de novas situações ou histórias engraçadas. Tudo isso em um ritmo bastante dinâmico, rápido e espontânea.

A dupla Vellas & Laga traduziram muito bem essa loucura caótica do programa através de uma abertura que abusa da estética da colagem. No vinheta da atração, que se chamaria inicialmente MTV Ad.net, imagens de figuras representativas do cenário e da cultura mundial são alterados de maneira grotesca, em linguagem semelhante aos fanzines punks da década de 70. Através das interferências a partir de recortes, rabiscos e anotações, o vídeo ressalta inclusive essas constantes manipulações e transgressões do apresentador nos conteúdos em busca da melhor piada.
>>> Ficha Técnica
Ano: 2011
Canal: MTV Brasil
Visual
Produção: Vellas & Laga
Ilustração: Laga
Direção de Arte: Laga
Animação: Vellas e Leandro Beltran
Som
Produção: Somzer
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O uso não convencional da Globoface

5 jul

Texto: André Luiz Sens
Adotada por Hans Donner desde a sua chegada na Rede Globo, essa tipografia é usada majoritarimente nos letreiros dos programas e chamadas, como forma de padronização e identificação. Em atrações mais antigas do canal, principalmente anteriores à década de 90, os caracteres têm enorme destaque nas aberturas, mas de forma mais equivocada.
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Como a definição das imagens era inferior, não havia meio de colocar textos muito pequenos, senão as palavras se embaralhariam na tela. A forma encontrada de permitir a leitura dos créditos era de colocar os letreiros, muitas vezes, por cima de figuras principais, transformando as vinhetas em peças caóticas em que textos e imagens brigam pela atenção do espectador. Com o aumento da resolução das telas, os créditos ficaram menores, tornando a sua presença mais delicada e menos invasiva.
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O grande problema é que uso recorrente da Globoface, apesar do valor de identidade, tornou banal a funcionalidade dos créditos nas aberturas das novelas. Destinaram-se apenas a apresentar os atores, escritores e diretores da atração. Em alguns casos, vemos até uma tentativa de tornar sua presença cada vez mais em segundo plano, a partir de diagramações simples e cores neutras.
No entanto, esse tratamento pouco diferenciado aos créditos podem estar ligado a questões puramente técnicas. Em uma novela onde são apresentados pelo menos 30 atores e que, ás vezes, nomes são acrescidos ou retirados da abertura no decorrer da trama, reservar os cantos dos quadros talvez se mostre o melhor caminho para apresentá-los sem lotar a tela de informações.
No entanto, a função dos créditos não deve se limitar somente a função informativa. Juntamente com os efeitos gráficos e as imagens, a tipografia deve oferecer elementos estéticos, conceituais e ornamentais que ajudem na composição da vinheta e no apelo ao consumo do programa que segue.
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Nesse sentido, houveram alguns casos em que, mesmo sem abandonar a Globoface, se estabeleceu uma diversidade no uso e no modo de apresentação dos letreiros, tornando-se mais integrados e harmônicos às peças. Em “A Viagem” (1994), os créditos são revelados com efeitos brilhantes que viajam pelo cenário e se misturam a ele. Na vinheta da novela “Fera Ferida” (1993), as palavras aparecem em 3D, flutuando sobre e entre as paisagens naturais, inclusive com simulações de reflexos. Em Vila Madalena (1999), os letreiros são exibidos em várias cores e percorrendo a tela como carros num trânsito caótico. Em “Caras & Bocas” (2009), mesmo apresentando os textos de forma mais tradicional, quase sempre na horizontal, em determinados momentos, eles aparecem inclinados e em outros espaços, além dos cantos da tela.
Acompanham abaixo esses e outros exemplos do uso não convencional da Globoface:



Alguém lembra de mais algum?
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Mais uma “prova” que o macaco é o nosso mascote!

5 jul

Notícia do G1
Macaco pega câmera de fotógrafo e faz um autorretrato ‘sorridente’

Um fotógrafo se surpreendeu com as imagens feitas por um macaco da espécie Macaca nigra, que pegou sua câmera e acabou fazendo um “sorridente” autorretrato em um pequeno parque nacional na ilha de Sulawesi, na Indonésia.

David Slater contou que o primata começou a investigar o equipamento e se fascinou com seu reflexo na lente antes de começar a disparar cliques sem perceber, inclusive o curioso retrato acima.

A imagem está perfeitamente centralizada, apesar de fora do eixo – como é comum ocorrer inclusive entre humanos que tentam posar para a própria câmera. Alguns sites divulgaram a foto com o eixo corrigido, o que dá um ar ainda mais profissional ao primata.
Fonte: G1
http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/07/macaco-rouba-camera-de-fotografo-e-faz-um-autorretrato-sorridente.html

Só faltou ele “editar” no photoshop.

GoFly HD

4 jul

A GoFly HD apresenta a você o Octocoptero, a melhor opção de captação aérea do mercado.
Com oito hélices que garantem perfeita estabilidade de voo, o Octocoptero possui câmera de vídeo full HD integrada que possibilita a captação aérea de imagens de áreas internas e externas.
Os mais diversos ângulos poderão ser registrados, proporcionando forte impacto visual e trazendo resultados incríveis.
O Octocoptero atua com energia limpa, não emite CO2 é o único capaz de voar com rota pré-definida por GPS.
Confira as produções realizadas por nós no site http://www.goflyhd.com.br e surpreenda-se!
GoFly HD, a mais alta tecnologia em captação de imagens aéreas agora ao seu alcance.

Nokia N8

3 jul

Acredito não ser novidade para as pessoas que me conhecem, que sou Fã da marca Nokia, sempre dou um jeito de postar alguns vídeos que normalmente são gravados ou editados por um celular da marca.

Nesse caso o vídeo não foi captado nem editado pelo telefone em questão, pelo contrário foi muito bem produzido e finalizado, consequentemente o resultado é muito bom, e trago a vocês mais um vídeo com a “tag” NOKIA.

Enjoy

Making of

DeSouza