Archive | agosto, 2015

Physical Camera | Autodesk 3ds Max 2016

31 ago

Autodesk 3ds Max 2016 está mais completo e muito melhor, com novas ferramentas, novos fluxos de trabalho e melhorias de recursos.

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Uma ótima novidade no Autodesk 3ds Max 2016 é a Physical Camera, que facilita o ajuste da exposição e de efeitos como Depth of Field, pois reproduz exatamente o mesmo funcionamento e procedimentos realizados com uma câmera convencional em fotos reais.

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A Physical Camera permite que você use parâmetros reais de uma câmera fotográfica, com todas as configurações e opções proporcionando resultados mais próximos a realidade.

Confira algumas demonstrações de Physical Camera:


Autodesk 3ds Max 2016  oferece o conjunto de ferramentas mais qualificado e variado já lançado. Personalize, colabore e crie conteúdo 3D rapidamente com o software de modelagem 3D, animação e renderização.

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Desktop Subscription lhe dá acesso às versões e atualizações mais recentes, ao suporte individual na Web, ao suporte prioritário em fóruns, ao licenciamento flexível e muito mais.

Desktop Subscription do 3ds Max

Os benefícios incluem:

  • Custo inicial reduzido
  • Acesso às mais recentes ferramentas
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GNT | Making Of

28 ago

Texto e Entrevista: André Luiz Sens

Com seu novo slogan “Para todos os gostos, um único GNT”,  o canal da sistema Globosat destinado ao público feminino passou por uma repaginada, com novas vinhetas e algumas modificações em seu pacote videográfico.

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Um dos destaques desse refresh foi a tipografia manuscrita, que passou a protagonizar os interprogramas durante a programação. O trabalho foi de responsabilidade do argentino Andres Rossi e seu estúdio.

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O Blog Televisual entrevistou o designer para saber mais detalhes sobre excelente esse projeto:

Conte-nos como foi o contato do estúdio com o canal.
Andres Rossi – O canal entrou em contato conosco diretamente. Eles pensaram que seria uma boa escolha para trabalhar no projeto GNT depois de ver alguns de nossos trabalhos.

Quais foram as diretrizes conceituais que deveríam ser reforçadas nessa atualização?
Andres Rossi – Algumas das diretrizes eram tornar o canal um pouco mais vibrante, descontraído e amigável, enfatizar o empoderamento das mulheres e encontrar uma voz.

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O destaque dessa atualização é a tipografia. De onde surgiu a ideia de usar essas fontes manuscritas?
Andres Rossi – Este é um bom ponto. A imagem final do canal surgiu a partir da união da nossa proposta com outra interna do próprio canal. Nós fizemos vários testes com diferentes tipos de letra, mas não conseguimos com nenhum deles o tom que queríamos transmitir.

Na tentativa de descobrir a forma como o canal deveria falar, tendo em conta as diretrizes conceituais, partimos para uma opção manuscrita. Quero aproveitar para felicitar e agradecer o departamento de criação de GNT por tomar essa decisão. Acredito que foi muito bem sucedida e nos deu uma grande liberdade criativa.

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Como foi o processo de desenvolvimento destas fontes, criadas especificamente para o canal?
Andres Rossi – Foi um processo difícil, mas muito gratificante. Adicionamos à nossa equipe excelentes profissionais de lettering como Panco Sassano, Yanina Arabena e Guillermo Vizzari, com quem desenvolvemos quatro famílias de letras, cada uma transmitindo um tom diferente, para que nos ajudassem a segmentar um pouco a programação do canal. Buscamos desde variantes mais elegantes a outras bem dinâmicas, ampliando o espectro de possibilidades.

Todos os títulos e frases dos programas do canal que nos ajudavam na comunicação foram desenvolvidas a mão, com pinceis e nanquim. Assim, cada frase e palavra mostrada foi projetada especificamente levando em consideração pesos, kerning, ascendentes, descendentes, ligaduras, miscelâneas, etc.

Nós também desenvolvemos um manual para cada família, com 2 variantes por letra, de modo que quando o canal continue a comunicação, não se repitam as mesmas variantes em uma palavra.

Como as fontes eram tão protagonistas, apoiamo-nas em um projeto colorido, mais simples, para que o foco se mantivesse sobre os títulos. Mantendo também o recurso do “acetato” transparente da identidade anterior, mas usado de uma maneira nova.

Da mesma forma que o sistema gráfico foi desenvolvido com ênfase no desenvolvimento das letras manuais, buscamos também um sistema que reforçasse isso na animação. Para isso, imprimimos, filmamos e trackeamos os acetatos e papeis que realizamos as composições. Para que tudo ficasse consistente e desse uma sensação de movimento mais analógico e menos digital.

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No final das quatro fontes criadas, apenas uma foi usada no pacote gráfico final. A que deveu essa escolha?
Andres Rossi – Finalmente, por questões práticas, no intuito de manter uma comunicação coerente e duradoura, e para evitar que a diversidade dentro das variantes não causasse confusão ao longo dos anos, reduziu-se para duas famílias tipográficas, aos quais foram convertidas mais tarde pelo canal em fontes totalmente editáveis.

Making Of:

Ficha Técnica

Ano: 2015
Canal: GNT
Gerência de Criação: Marcio Pimenta
Direção de Criação: Leon Vilhena
Direção de Arte: Celina Arslanian, Monica Puga e Andres Rossi
Coordenação: Eugenia Laplace
Coordenação de Produção: Ricardo Leo
Atendimento Comunicação e Branding: Tatiana Fernandes e Gabriela Bonn
Produção: Patrícia Hermes da Fonseca, Elisa Levy, Cristiano Elias, Sandro Machado, Daniela Ferreira e Eduardo Quintanilha
Administração: Vanessa Rocha e Stefanie Kemmy
Estúdio de Design e Animação: Andres Rossi Studio
Design: Romina Giarri, Celina Arslanian, Monica Puga, Carla Dasso e Andres Rossi
Lettering: Panco Sassano, Yanina Arabena e Guillermo Vizzari.
Direção de Animação: Martin Muerza
Animação: Martin Muerza, Ezequiel Odone, Bruno Persico e Thiago Macedo
Sound Branding: Jonas Sá
Redação: Fernando Gamarano
Edição: Miguel Kruschewsky, Isadora Chamis e João Ribeiro
Atendimento: Alessandro Rios
Coordenação de Edição: Leandro Rial
Gerencia de Produção Audiovisual: Ronald Sidi
Diretor de Captação: Gustavo Tissot
Assistente de Direção: Guilherme Pierri

Texto e Entrevista: André Luiz Sens

Fonte: Blog Televisual

Blackmagic Design anuncia Fusion 8 para sistemas operacionais Mac OS X, Linux e Windows.

27 ago

Blackmagic Design anunciou hoje (27/08) que a nova versão do Fusion 8, o programa mais avançado do mercado em termos de visual effects e motion graphics está disponível agora para os sistemas operacionais Mac OS X e Linux. Anteriormente o programa só poderia ser executado em Windows, mas a versão 8 é compatível com todos os sistemas operacionais mais populares.

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Em novembro do ano passado, a Blackmagic Design revolucionou a indústria de efeitos especiais com o lançamento do novo Fusion Studio por $ 995 e disponibilizando aos usuários uma versão gratuita para Windows. Anteriormente, o preço da ferramentas era extremamente alto, e com isso poucos usuários tinham acesso a ferramenta.

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A disponibilidade do Fusion 8 para sistemas operacionais Mac e Linux abrirá uma porta para um número sem precedentes de designers gráficos, editores de vídeo e compositores de animações gráficas. O programa tem sido a ferramenta mais escolhida em Hollywood há mais de 25 anos e tem sido usado em milhares de filmes e projetos de televisão.02

Fusion 8 permite a criação de efeitos especiais mais sofisticados e detalhados com grande velocidade através da interface nodal inovador. Os nós são pequenos ícones que representam diferentes máscaras, filtros e outras funções relacionadas ao processamento da imagem. Estes podem ser ligados em qualquer ordem para criar um número ilimitado de efeitos e estão organizadas como um fluxograma para poupar aos utilizadores a necessidade de encontrar diferentes elementos de uma multiplicidade de camadas sobrepostas. Ao contrário de outras aplicações baseadas em linhas de tempo, o Fusion 8 permite ajustes fáceis a qualquer parte de um projeto, simplesmente clicando em um nó.

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Graças à ampla variedade de ferramentas integradas, os usuários têm a capacidade de aplicar máscaras de rastrear objetos, usar técnicas rotoscópicas, animar títulos e criar efeitos surpreendentes com partículas em uma área de trabalho tridimensional. Fusion 8 também permite importar modelos 3D e diferentes planos ou cenas ainda totalmente tridimensionais a partir de outros programas como o Maya, o 3ds Max ou Lightwave.

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Grant Petty – CEO da Blackmagic Design

“Temos trabalhado duro para desenvolver uma versão compatível com o Mac e estamos animados para demonstrar o seu desempenho”, disse Grant Petty, CEO, Blackmagic Design. “Estamos felizes com a quantidade de artistas que poderam usar as ferramentas do Fusion pela primeira vez e gostaria de ver o que eles serão capazes de alcançar. Como DaVinci Resolve, Fusion não irá exigir o pagamento de uma taxa anual ou de assinatura mensal, e nem deverá estar conectado à Internet para ampliar o seu potencial.”

Mais informações www.blackmagicdesign.com

Tradução: Melina R. Frazão – Oeditor.com

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Programa de Alfabetização Audiovisual aproxima comunidade escolar gaúcha e cinema

27 ago

Democratização e a qualificação da relação entre a escola básica e o audiovisual.  Foi com esse objetivo que, em 2008, foi criado o Programa de Alfabetização Visual (PAA) na Rede Pública de Ensino de Porto Alegre (RS).  O Programa é formado por ações realizadas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em parceria com as Secretarias Municipais da Cultura e da Educação de Porto Alegre, financiadas pelo Ministério da Educação – Programa Mais Educação. A ideia é que ele seja trabalhado sobre a alfabetização em mídias, possibilitando o acesso, a reflexão e a produção sobre os conteúdos ao afirmar a importância da democratização do audiovisual e da sua inserção nos ambientes educacionais enquanto linguagem.

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No primeiro ano, o PAA teve o nome de I Festival Escolar de Cinema Brasileiro, que contou com a participação do cineasta Giba Assis Brasil em uma programação destinada aos professores interessados no tema. No ano seguinte, o evento recebeu o nome de Festival Escolar de Cinema. Posteriormente, chegou aos moldes do que é atualmente e promove oficinas de Introdução à Realização Audiovisual e de Fotografia que proporcionam a experiência da produção de peças audiovisuais. Desde 2011, a programação conta com a  Mostra Olhares da Escola, quando professores e estudantes assistem, em sala de aula, os trabalhos realizados ao longo do ano letivo.

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De acordo com Maria Angélica Santos, coordenadora do PAA, as sete edições contabilizam um total de 30 mil pessoas, entre alunos e professores das redes de ensino públicas. Atualmente, participam cerca de 150 escolas, entre as municipais, estaduais e federais (Colégio de Aplicação, creche da Universidade). Questionada sobre os filmes que são exibidos no ambiente escolar, a escolha é por filmes que não sejam de fácil acesso. “O PAA, na programação do Festival Escolar de Cinema, busca apresentar filmes que, muito embora constitutivos da história do cinema mundial e nacional, não estão acessíveis nas janelas mais populares. O que vemos habitualmente é que os alunos da escola básica, notadamente os das classes populares, consomem muito audiovisual de qualidade discutível. O acesso ao patrimônio audiovisual da humanidade é um princípio norteador da programação, possibilitando aos alunos conhecer os clássicos, assistir às novas e importantes produções nacionais, conhecer curtas, médias e longas de diferentes países, assegurando o acesso à diversidade cinematográfica”, conta.

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O Programa de Alfabetização Visual tem um calendário bem diversificado. Uma das maneiras de proporcionar a aproximação da educação e cinema é por meio do Vagalume – Laboratório de Estudos em Audiovisual e Educação. Segundo Maria Angélica, é o espaço educativo da Cinemateca Capitólio, que através do desenvolvimento de um conjunto de cursos, oficinas, workshops para professores da educação básica e, posteriormente, alunos das redes públicas cria um lócus de reflexão sobre o audiovisual, sua diversidade, possibilidades de produção, e através da capilaridade das escolas, sua reinvenção. Quando o assunto é sobre desafio nessa área, a coordenadora é enfática. “O audiovisual, na sua dimensão de tecnologia, é um campo de domínio de jovens e adolescentes, muitas vezes, de forma mais intensa que os professores. Entretanto, a discussão sobre os recursos da linguagem colocam inúmeras questões sobre a leitura de mundo e sua relação com a identidade de quem relata. Além disso, o caráter coletivo da realização audiovisual insere as potencialidades dos alunos. Os que têm desejo de atuar, de filmar, de pensar os figurinos, de cuidar da produção, enfim, o desafio de trabalhar em grupo, exercer a tolerância, o respeito mútuo são ganhos que vão muito além do resultado. Garantem um processo pedagógico rico e inclusivo, revela.

Curso Oficial Avid Media Composer | ProClass

26 ago

Duas vezes ao ano, a ProClass oferece em São Paulo os treinamentos oficiais em Avid Media Composer em período integral, onde o aluno pode concluir a certificação e ser reconhecido pela Avid e homologado como um Avid Certified User.
É uma excelente oportunidade para quem tem agenda cheia, quem vem de cidades vizinhas ou quem precisa pedir dispensa do trabalho.

Um curso de imersão de 5 dias divididos em dois módulos: MC101 são 3 dias aplicados ao processo de edição e montagem de vídeo e áudio e o MC110 são 2 dias reservados ao recursos de efeitos.

Últimas vagas!
(21) 3942-3952 – (11) 3280-8321

Próxima turma em São Paulo:

21/9 a 25/9 – 10 às 18h

Próximas turmas no Rio de Janeiro:

14/9 a 25/9 – 19 às 22h (seg, ter, qui e sexta)

21/9 a 2/10 – 10 às 13h (seg, ter, qua e sexta)

26/9 a 3/10 – 10 às 18h (sábados)

Condições de pagamento:

Parcelamentos em até 12X vezes, 10% de desconto para pagamento com até 14 dias antes do início do curso.

Quer estudar a partir de já e conhecer a metodologia da ProClass?

Clique na figura para assistir o seminário online gratuito da Avid realizado em parceria com a ProClass!

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Mirror’s Edge na Vida Real

26 ago

Após o anúncio da EA na E3 de 2015 sobre o novo Mirror’s Edge Catalyst, o designer, diretor e praticante de freerunning Claudiu Voicu resolveu fazer uma versão real do jogo.

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Para quem não conhece o jogo, Mirror’s Edge(2009) é um jogo de ação e aventura com com foco em perseguição. O jogo ganhou muito destaque na época pelo fato da protagonista do jogo ser uma praticante de Parkour e Freerunning, então grande parte das cenas de perseguições do jogo são feitas em cima de prédios ou em lugares com bastante obstáculos para saltos e escaladas.

Caudiu Voicu explica que ele busca sempre algum desafio em seus projetos pessoais, já que o trabalho comercial não possibilita isso. Ele então resolveu juntar suas duas paixões (Filme e Freerunning) e fazer uma versão real do Mirror’s Edge Catalyst, e desafio nesse filme não faltou. Foram 5 freerunners escolhidos para escalar e pular os prédios da cinzenta Inglaterra, conseguir um clima bom e lugares secos foi outro desafio.

O diretor tenta ser o mais fiel possível ao jogo, trazendo quase todos os elementos da linguagem visual para o filme. Os figurino, correção de cor, elementos na tela e locações são todos bem parecidos com o que você vê no jogo, ele até construiu uma interface antes do filme começar.

Confira:

Making of:

Tudo foi captado com uma GoPro Hero 3 e 4 e usaram também um drone DJI Phanton 2. O filme foi totalmente feito no After Effects.

Texto:  Danilo Silveira
Fonte: Dope

Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo traz a capital paulista curtas sobre mobilidade urbana

25 ago

Em 2015, o Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo completa o seu 26º aniversário, trazendo uma edição recheada de produções internacionais e promovendo um grande e rico intercambio entre curta-metragistas brasileiros e estrangeiros. Esse ano o tema escolhido para a mostra é “mobilidade urbana” e as atividades e sessões serão realizadas até o dia 30 de agosto.

Foi na década de noventa que o curta-metragem brasileiro começou a conquistar seu espaço no universo cinematográfico. Na época, o cinema brasileiro estava saindo de um momento de crise e os cineastas quase não produziam longa-metragens.

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Com o objetivo de estimular o intercâmbio do Brasil com outros países e abrir canais para a apresentação e distribuição de curtas, no ano de 1990. Dirigido por Zita Carvalhosa e organizado pela Associação Cultural Kinoforum, mostra nunca teve caráter competitivo e começou exibindo 80 filmes de 13 países. “Na época, eu sentia que a força do curta-metragem brasileiro era evidente. Quando houve o desmonte do cinema brasileiro, o Festival se tornou um espaço de resistência”, explicou Zita Carvalhosa em perfil realizado para o Portal sobre o evento.

Já neste ano, o Festival recebeu inscrição de 2700 títulos internacionais, 270 latinos e 604 brasileiros, dos quais foram selecionados 77 curtas internacionais, 29 latinos e 125 brasileiros.

Além dos filmes inscritos, o Festival conta também com a participação de filmes convidados, que nesta edição totalizam mais de 350 curtas-metragens.

A programação é totalmente gratuita e será realizada em salas de cinema do MIS, Espaço Itaú de Cinema – Augusta, CineSesc, Cinemateca, Cinusp, Centro Cultural São Paulo, Cine Olido, além de outras cinco salas do Circuito Municipal de Cultura, em Jaguaré, Jardim São Pedro,  Vila Nova Cachoeirinha, Itaim Paulista e Conj. Hab. Sítio Conceição.

Além das mostras tradicionais – Internacional, Latino-americana, Mostra Brasil, Panorama Paulista, Cinema em Curso e Oficinas Kinoforum -, o Festival conta com os Programas Especiais, que traz, entre outras mostras, a Contos de Mulheres, uma série de curtas dirigidos por algumas das diretoras mais singulares do cenário atual, como Massy Tadjedin, Hiam Abbass, Lucreia Martel, entre outras; e com diversas Atividades Paralelas, que trazem atividades infantojuvenis, debates sobre curta-metragem de animação, workshop de animação e ações em parceria com escolas.

Outro destaque das atividades realizadas paralelamente são as itinerâncias: todos os anos, o Festival leva programações especiais para outras cidades do Estado de São Paulo e para capitais de outros Estados. Em 2015 a programação continua em São José dos Campos (SP), Fortaleza (CE), Santo André (SP) e Ribeirão Preto (SP) e conta com o apoio de instituições locais.

Uma curiosidade especial para o cinéfilos é um recurso para salvar os filmes que a pessoa pretende assistir. Na descrição de cada filme, é possível escolher a opção “Incluir em meu programa” e, assim, criar uma lista personalizada para que a pessoa seja lembrada um dia antes, por e-mail, das sessões escolhidas. Clique aqui para saber como fazer parte.

Para acessar a programação completa do evento, acesse o site oficial do 26º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo.

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26º Festival Internacional De Curtas-Metragens De São Paulo

 (19 a 30 de agosto de 2015)

Locais: Museu da Imagem e do Som (MIS), CineSesc,  Espaço Itaú de Cinema – Augusta, Centro Cultural São Paulo (CCSP), Cinemateca Brasileira, Cine Olido, Cinusp e Circuito Municipal de Cultura

ExecTec na SET Expo 2015

24 ago

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SET | EXPO 2015 Congresso: 23 a 27/08 Feira: 25 a 27/08
Expo Center Norte | Pavilhão Vermelho – São Paulo – SP – Brasil

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O SET EXPO, uma realização da SET, é o principal evento de negócios e de tecnologia para broadcast e novas mídias da América Latina. Em 2015, sua 27ª edição acontecerá entre os dias 23 e 27 de agosto, em São Paulo, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte.

Dividido em uma grande Feira de negócios, equipamentos, produtos e serviços e um Congresso técnico-científico, o SET EXPO congrega tanto os principais fabricantes do mercado mundial, quanto os mais importantes especialistas do setor.

Mais de 200 expositores, representando mais de 400 marcas nacionais e internacionais, exibem as soluções mais inteligentes e sofisticadas em produção, distribuição e exibição de conteúdo multiplataforma.

O SET EXPO é uma experiência única que oferece aos seus visitantes não só uma visão sobre as novas tecnologias como também uma imersão nos debates sobre as principais tendências e perspectivas do broadcast em âmbito mundial.

“A importância do SET EXPO se dá pela capacidade do evento de agregar os principais interesses de toda a cadeia do broadcast. A Feira e o Congresso apresentam oportunidades de intercâmbio entre os profissionais que fazem parte do setor e criam possibilidades de realização de negócios no Brasil, na América Latina e no mundo”, explica Olímpio J. Franco, presidente e sócio fundador da SET.

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Duplic Vídeo | Workshop

21 ago

No dia 09 de setembro será realizado um Workshop em Campinas/SP, com organização da Duplic Vídeo, no distrito de Souzas. O evento é gratuito, então não perca tempo e faça agora sua inscrição.Captura de Tela 2015-07-03 às 11.27.49
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“Não perca essa oportunidade de conhecer e trocar informações com os palestrantes e profissionais da área.” salienta Mauro Pereira diretor da Duplic Vídeo.

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VAGAS LIMITADAS
Inscrições: (19) 3238-6010 – vendas@duplicvideo.com.br

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Duplic Vídeo Campinas Ltda
Telefones: 19 3238-6010 / 3241-3319
Endereço: Rua Quatá, 52 – Jardim do Trevo, Campinas – SP
Site: www.duplicvideo.com.br
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Film4 | Making Of

21 ago

Texto: Natasha Batsi Leonello
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Fundado em 1982 no Reino Unido, a marca Film4 é o canal de filmes do grupo Channel 4. É também responsável pela produção de títulos como Trainspotting, Paris, Texas, Fome e This Is England.stairwell_chaseNo final do ano passado o Film4 passou por um rebranding sob criação do estúdio londrino ManVsMachine e supervisão da 4Creative. A ideia, segundos os responsáveis, era deixar o canal com uma cara realmente cinematográfica, deixando pra trás as características de um canal televisivo “comum”. Além das cenas serem referências claras a grandes filmes, os diretores criativos utilizaram nas vinhetas e chamadas uma técnica de edição em live-action para conferir um aspecto de “quadro-a-quadro em movimento”, assim como uma película sendo projetada.grid_film4

Um projeto que deixa qualquer um de queixo caído!

Conheça todo o projeto:

Confira o Making Of:

Ficha Técnica

Ano: 2014
Canal: Film4
Design: ManvsMachine
Direção de criação: Dan Chase (4creative)
Produção: Liz Arnott (4creative)
DoP: Alex Barber
Direção de arte e design de set: Simon Davies (UK) e Max Orgell (US)
Pós-produção e efeitos visuais: Analog
Cor: Aubrey Woodwiss (ETC)
Off-line: Alex lea (Envy) e Nick Armstrong (Envy)
Música: Resonate

Texto: Natasha Batsi Leonello
Fonte: Blog Televisual

Interpretar o Texto | Má Âmbar

20 ago

O projeto Interpretar o Texto é uma realização do fotógrafo Má Âmbar, o objetivo é convidar um ator a interpretar um texto, a experiência é fotografada e gravada em vídeo.

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Foto: Má Âmbar

O resultado você confere abaixo:


XX – Vinte poemas de amor e uma canção desesperada
por Pablo Neruda
(Texto adaptado por Paulo Guilarducci)

Posso escrever os versos mais tristes esta noite
Escrever por exemplo: A noite está fria
E tiritam, azuis, os astros à distância, à distância
O vento da noite gira no céu e canta
Posso escrever os versos mais tristes esta noite
Eu a quis e as vezes ela também me quis
Em noites como esta, a tive em meus braços
A beijei tantas vezes sob o céu infinito
Ela me quis e às vezes eu também a quis
Como não ter amado seus grandes olhos fixos?
Posso escrever os versos mais lindos esta noite
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi
Ouvir a noite imensa mais imensa sem ela
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho
Que importa se o meu amor não pode guardá-la?
A noite está estrelada e ela não está comigo
Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe
Minha alma não se contenta em havê-la perdido
Para tê-la mais perto meu olhar a procura
Meu coração a procura, ela não está comigo
A mesma noite faz branquear as mesmas árvores
Nós, os de antes já não somos os mesmos
Já não a quero, é certo Porém quanto a quis!
A minha voz buscava o vento pra tocar seu ouvido
De outro. Será de outro. Como antes de meus beijos
Sua voz, seu corpo claro, seus olhos infinitos
Já não a quero, é certo, Porém talvez a queira
É tão curto o amor, tão demorado o esquecimento
Porque em noites como esta Eu a tive em meus braços,
Minha alma não se contenta em havê-la perdido
Mesmo que esta seja a última dor que ela me causa
E estes sejam os últimos versos que eu lhe escrevo.

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Ficha Técnica

Ator: Paulo Guilarducci
Direção e Fotografia: Má Âmbar
Captação de som direto: Fabio Merki
Produção: Elaine Âmbar
Revisão: Renata Moretto

Envie seus projetos e trabalhos para serem divulgados no Oeditor.com, nosso e-mail: contato@oeditor.com

A era dos CGI no cinema

20 ago

Freddie Wong, criador do canal Rocket Jump Film School, criou esse video sobre como o CGI é onipresente nos filmes hoje em dia. Mais importante, a maioria do público não percebe seus usos cada vez mais freqüentes, como quando ele é usado para preencher multidões ou construir paisagens.

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Autodesk Maya ®

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Autodesk 3d Max ®

Há coisas que precisam ser melhoradas, especificamente o olhar em movimento de pessoas em close-up, criadas em CGI e algumas questões de física, mas com uma renderização bem feita um cineasta hábil pode trabalhar em torno destas áreas para entregar efeitos impressionantes que muitas pessoas confundem com qualquer solução prática ou real. No final, talvez tenha menos a ver com a qualidade do CGI usado e mais a ver com a qualidade do cineasta, habilidoso em saber usá-lo na medida certa durante o filme.

Veja o video, vale a pena 😀

Texto: Idevã Batista
Fonte: Dope

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Avid e CIS Group na SET EXPO 2015

19 ago

Visite a Avid Technology na SET EXPO e no Congresso SET e conheça as mais recentes soluções para criação, produção, gerenciamento e distribuição de mídia:

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connect.avid.com

– Fluxo de trabalho para Produção e Jornalismo

– Novo servidor para armazenamento compartilhado ISIS | 1000

– Sistema de Edição 4K com Media Composer| Software e a interface de vídeo Artist | DNxIO

– Mixagem e Pós-Produção de Áudio com a superfície de controle Pro Tools | S6, com o sistema Pro Tools | HDX e Pro Tools HD

– Mixagem de Som ao Vivo com o sistema modular VENUE | S6L

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connect.avid.com

As demonstrações serão realizadas pelos Especialistas de Soluções da Avid Technology, Inc. no estande da CIS Group.

As apresentações no Congresso serão ministradas por Shailendra Mathur, Diretor Sênior de Engenharia da Avid, e Martin Hernandez, Sound Designer indicado ao Oscar por Birdman.

Para mais informações e credenciamento, visite o site da SET EXPO 2015.

Data:
Feira: 25 a 27 de agosto
Congresso: 23 a 27 de agosto
Horários:
25 e 26/08 das 12h às 20h
27/08 das 12h às 19h

Local:
Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho
Rua José Bernardo Pinto, 333 – São Paulo/SP

Sobre a Avid
Através da visão Avid Everywhere, a Avid oferece a plataforma de mídia mais aberta, abrangente e inovadora da indústria que une a criação de conteúdo à colaboração, proteção de recursos, distribuição e consumo das mídias mais ouvidas, mais assistidas e mais cultuadas do mundo – dos mais prestigiosos e premiados filmes e gravações musicais, à programas televisivos, shows de música ao vivo e noticiários. As soluções líderes da indústria são Pro Tools®, Media Composer®, ISIS®, Interplay® e Sibelius®.

Produtos Autodesk com dólar CONGELADO | ExecTec

18 ago

A Exec Technology congelou o dólar de todos os produtos Autodesk em R$2,99 até 31/08!!!

Compre toda a linha de softwares sem se preocupar com a variação do dólar.

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As ALEXAs resistem a MAD MAX

18 ago

MAD MAX: ESTRADA DA FÚRIA é o quarto episódio deste filme de ficção do diretor George Miller, em um mundo desértico, violento e veículos de ficção. Pela robustez e confiabilidade, o diretor de fotografia John Seale ACS, ASC escolheu as câmeras ARRI ALEXA para a árdua filmagem na Namíbia, locadas da Panavision e as combinando com lentes Primo. A última geração dos modelos ALEXA XT com gravação em ARRIRAW na câmera, não estavam disponíveis no momento da produção, portanto seis ALEXAs Plus e quatro ALEXAs M foram utilizadas com o gravador externo da CODEX CDX 3010. O diretor de fotografia da segunda unidade, David Burr ACS e a coordenadora dos assistentes de câmera Michelle Pizanis fala aqui sobre os desafios que eles enfrentaram e como a frota de 10 ALEXAs lidaram com as condições intensas do deserto.
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Quantas ALEXAs eram utilizadas em um dia típico de filmagem?
Michelle Pizanis –
 Tínhamos uma ALEXA Plus dedicada para cada dois rigs Steadicam, que trabalharam simultaneamente e uma para cada duas câmera-car, os quais ora eram a unidade de câmera principal, ora eram a unidade de ação. As outras duas câmeras Plus, estavam tanto em modo estúdio com lentes zoom na unidade principal ou de ação, como sendo usadas nos veículos de câmera-car. Todas as quatro ALEXAs M estavam na configuração de câmera na mão, três delas dedicadas para a unidade principal e usadas principalmente no War Rig (um enorme caminhão de guerra onde muita das ações se desenrola) com lentes grande-angulares e a outra na unidade de ação. Na maioria dos dias tínhamos entre três a cinco câmeras para cada configuração.

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Quais tipos de diferentes rigs as câmeras foram usadas?
David Burr – 
Tínhamos vários rigs, desde um simples tripé e Steadicam à rigs de todos os tamanhos além de câmeras montadas em Flight Heads nas gruas. Tínhamos dois buggies dedicados, os quais montamos braços suspensos em cabeças Libra. Tínhamos também montado as ALEXAs nos carros de cena e um rig em particular nos permitia deslizar sob o War Rig em um trilho preso no chassis do caminhão, que viajou pelo deserto totalmente operado por controle remoto. Havia um rig chamado The Ledge, usado para filmagens em ângulos do alto e um outro  que envolvia baixar uma grua GF-6 dentro de um buraco cavado no deserto; portanto, poderíamos iniciar a cena bem do alto e num último segundo, a ALEXA na grua, iria para dentro de um buraco abaixo da superfície, enquadrando os veículos pesados que eles dirigiam sobrecarregados, uma cena muito emocionante.

Você pode descrever as condições que você enfrentou no deserto e quais foram as dificuldades que isto apresentou para os kits de câmera?
David Burr –  Filmar no deserto do Namibe foram apresentados alguns desafios, principalmente a respeito do vento e areia, onde tivemos que lidar diariamente. Protegemos nossas câmeras da melhor forma possível, mas, como qualquer um que filma em deserto, estávamos prevenidos, mas a poeira e a areia fina sempre acham o seu caminho por dentro da melhor proteção de equipamento. Admito que tínhamos um excelente técnico em câmeras, Neville Reid, atento para manter nosso equipamento, mas mesmo assim achamos que a exposição constante ao vento e areia causaria problemas, mas não foi o caso. A exceção, por exemplo, foi quando uma de nossas ALEXAs M teve que receber uma nova placa. Nossa frota de 10 ALEXAs foram impecáveis por 5 meses, um grande triunfo do time de projetistas da ARRI.

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Michelle Pizanis – Ao invés de carrinhos de câmeras, cada câmara tinha um carro de apoio 4×4 com um conjunto completo de câmeras, lentes, filtros, acessórios e equipamento de maquinária, portanto, onde quer que íamos, cada equipe tinha tudo que seria necessário, sem ter que roubar de Peter para pagar o Paul. Isso seria considerado um luxo na maioria dos filmes, mas nesse caso, era uma exigência do trabalho, que fosse de forma eficiente e rápido. Às vezes, a fila de veículos de apoio era tão longa quanto a frota de veículos de cena que estávamos filmando, mas isso quis dizer que a equipe da próxima cena sempre estava pronta, mesmo antes do necessário.

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Quais processos foram tomados para manter as câmeras limpas?
David Burr –  Basicamente, com exceção do cuidado da manutenção diária realizada por nossos assistentes de câmera, Neville Reid chegava no set no final da tarde e trabalhava pela noite. Sua tarefa era lidar com problemas específicos descobertos durante o dia, assim como a limpeza geral e manutenção preventiva de todo o equipamento do departamento de câmera. Neville trabalhou em um caminhão bem equipado, dedicado ao seu trabalho, era uma versão portátil da área de limpeza de qualquer locadora.

Michelle Pizanis – A maioria das câmeras estavam protegidas por capas de plástico que foram feitos sob encomenda, antes de sairmos de Sydney, por uma empresa chamada Bigfoot. Elas tinham zippers para acessar as conexões necessárias e foram feitas para se ajustar em cada ALEXA, com inúmeras opções de tamanho de lente. Tínhamos também um tipo de sistema de compressor em cada unidade, era um tanque de nitrogênio, um sistema soprador e um deflector giratório de vidro contra chuva para o Steadicam, protegendo as lentes.
Filmamos principalmente durante a luz do dia e também fizemos o dia virar noite (day for night); enquanto embalávamos o equipamento, indo para casa, a equipe de limpeza chegava e limpava o equipamento e o caminhão, embora cada assistente de câmera era o responsável pelo seu equipamento. Queríamos ter certeza que Neville checava e limpava cada câmera, pois avaliávamos cada dano causado no final do dia. Houve algumas noites, onde pessoas faziam fila do lado de fora do caminhão de Neville, para levar equipamentos com problemas a serem reparados por ele; portanto, ele ficava no set por horas após nós termos guardados os equipamentos, lutando para ter tudo consertado durante a noite.
Quando a tempestade de areia vinha, a maioria da equipe corria para os abrigos, mas a equipe de filmagem a enfrentava, desejando saber o porquê estávamos sendo surrados; mas agora, vendo as cenas no filme, faz tudo valer a pena.

X-Ref | Autodesk 3ds Max 2016

17 ago

3ds Max 2016 que está sendo chamado de “O Maior Max de todos!”, segundo a Autodesk, está repleto de novos recursos solicitados pelos usuários e aprimoramentos para profissionais de entretenimento e grandes projetos.

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Uma das grandes novidades são as melhorias no sistema de X-Ref.

O recurso colaborativo ganhou nova funcionalidade que a partir de agora permite modificar propriedades e trabalhar com animação de forma não destrutiva, assim o usuário pode elaborar/referenciar um objeto em várias cenas contendo um item diferente em cada uma, ou elaborar/referenciar um objeto animado e modificar a animação em cada referência sem afetar o original, da forma que as modificações no original se refletem nas referências.

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Além disso, ele permite expor parâmetros no painel Modify para acessar facilmente e ajustar conforme a necessidade do usuário.
Os avanços do X-Ref possibilitam uma nova abordagem no trabalho de uma equipe e até mesmo no trabalho individual, centralizando toda a produção em referências.

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Veja os novos recursos do X-Ref:

Personalize, colabore e crie conteúdo 3D rapidamente com o software de modelagem 3D, animação e renderização 3ds Max®

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Desktop Subscription lhe dá acesso às versões e atualizações mais recentes, ao suporte individual na Web, ao suporte prioritário em fóruns, ao licenciamento flexível e muito mais.

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Os benefícios incluem:

  • Custo inicial reduzido
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  • Suporte individual na Web
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Oeditor.com | Entrevista Michel Frey

14 ago

O nosso entrevistado é o renomado designer e diretor de criação Michel Frey, que já atuou em diversos veículos de comunicação, como TV Manchete, SBT e Rede Record.

Em 1995 no SBT, Michel foi o responsável por estruturar o departamento de Criação Visual e repaginar toda a linguagem visual da emissora, ganhando com isso diversos prêmios, o sucesso e qualidade de seu trabalho o levaram a Rede Record em 2007, no qual comandava uma equipe de mais de 100 profissionais. Na entrevista Michel conta detalhes de sua trajetória profissional, fala sobre suas motivações e conta com detalhes quais os projetos que ele teve mais satisfação de participar.

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Oeditor.com – Michel, dentro da sua trajetória profissional, como é desenvolvido o seu método de trabalho?  
Michel Frey – Iniciei minha vida profissional aos 14 anos de idade como Desenhista Projetista. Adorava Arquitetura e enquanto cursava a faculdade fui convencido pelos meus professores de projeto que meu talento não poderia ficar limitado a réguas e esquadros e que deveria assistir as aulas do curso de Belas Artes e de Comunicação para que pudesse conhecer as possibilidades dessas profissões. Resultado? Após sete anos na área de projetos pedi demissão do emprego, tranquei a matrícula na faculdade de Arquitetura, fiz um novo vestibular e iniciei uma nova faculdade e carreira. Comunicação Visual. Comecei trabalhando em editoras e pequenas agências de publicidade como arte finalista e fazendo alguns trabalhos de ilustração até começar a perceber que o legal era criar, e quem criava era o cliente. Era ele quem passava o briefing com a meta a ser atingida. Então pedi demissão novamente e fui trabalhar em uma multinacional, com isso também passei a “comandar” uma grande agência de publicidade. Estava tudo indo muito bem até que precisei desenvolver um comercial e descobri o mundo do vídeo e das produtoras. Percebi que não existiam limites para a criação e que existia vida num still após o outro. Resultado? Decidi recomeçar tudo novamente e parti para a televisão.

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Comecei a trabalhar em televisão como free lancer na TV Manchete desenvolvendo artes para uma novela titulada “Kananga do Japão” e logo fui convidado para formar uma equipe e montar um departamento de Programação Visual utilizando os conhecimentos de desenhista projetista, arquitetura e ilustração para dar apoio às áreas de direção de arte, cenografia e figurino. Criava projetos para os programas de entretenimento e para as novelas da emissora. Nessa época tudo era muito artesanal e quem tivesse algum talento despontava com facilidade. Era muito air-brush, letraset e pantone.

Com a chegada dos primeiros computadores de Computação Gráfica, fiquei fascinado com todas as possibilidades que eles traziam. Eu lembro que na época um frame de uma arte para o jornalismo demorava quatorze horas para “renderizar”, e nós achávamos o máximo. O computador era um 286. Passei a almejar trabalhar no departamento de Criação Visual, responsável pelas vinhetas de abertura e institucionais dos programas da emissora e, felizmente, pude trabalhar e aprender com os mais talentosos profissionais da área e realmente aprendi muito com todos eles. A partir de então, o meu contato com o mundo do vídeo, das captações, das criações dos efeitos, das animações em Computação Gráfica e das edições não parou nunca mais

Oeditor.com – Durante esse período, você e sua equipe usaram quais ferramentas e softwares?
Michel Frey – Trabalhei com diversos softwares de Computação Gráfica e de Edição Não-Linear. Lembro que no início da Computação Gráfica tínhamos a dupla Tips e Topas, este último não tinha lógica alguma para a modelagem e animação, mas logo na sequência chegou o 3Ds4, muito mais amigável e “inteligente”. Nossa! Isso tem tempo. Na parte de edição aprendi a trabalhar com um dos primeiros editores não-lineares, o Vídeo Cube e o Turbo Cube. Na realidade o conceito de edição não-linear não mudou desde os anos 90, o que mudou foi a confiabilidade dos softwares e hardwares e as ferramentas de trabalho que cada um disponibiliza para os usuários. Em relação aos Composers, conheci uma ferramenta fantástica que permitia desenvolver animações em tempo real, sem a “renderização”. O sistema era avançado para os dias de hoje, imagina para a época dos anos 90. Este equipamento era o Hurricane, de tecnologia francesa, muito instável e com uma lógica de trabalho muito difícil. Foi com o Hurricane que consegui criar um novo workflow para o departamento de chamadas do SBT.

Com o crescimento da responsabilidade na finalização das chamadas do SBT era necessário ter uma plataforma que fosse mais confiável e menos propensa a problemas de travamento e de perda de mídia. Com este objetivo e após diversos testes, optamos pela linha Autodesk Flame e Autodesk Smoke e inserimos estes equipamentos na linha de produção de todas as chamadas e vinhetas de abertura da emissora com qualidade e velocidade. Apesar de reconhecer que atualmente os equipamentos de edição e de composição estão muito similares, ainda julgo como um grande diferencial a favor do Autodesk Smoke as suas ferramentas de composição. Para quem trabalha com efeitos gráficos juntamente com a edição, a possibilidade de “ingestar” sequências em high resolution, sem compressão alguma, sem perdas consideráveis de vídeo e de cor, é fundamental. Além do mais, para um profissional com noção artística é possível editar, produzir artes e animá-las, tudo em um mesmo software, utilizando quase que 100% da capacidade que o equipamento permite.

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Autodesk Smoke ®

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Autodesk Smoke ® – Imagem ilustrativa

Oeditor.com – Como funciona seu workflow nas emissoras e quais os requisitos para um bom funcionamento do departamento de Criação Visual?
Michel Frey – Como passei por quase todas as áreas de criação de uma emissora de televisão, acabei me especializando nas chamadas de programação, e para fazer uma boa chamada é necessário três requisitos básicos que servem como alicerces para a construção de um bom departamento:

1. Um bom texto;

2. Uma boa edição;

3. Uma boa arte/finalização.

Para conseguir desenvolver um bom texto, o produtor de chamadas precisa conhecer o produto a fundo, encontrar o foco de “venda” e fazer uma boa “decupagem”, ou seja, selecionar as melhores cenas para ilustrar a sua ideia. O perfil profissional deste produtor tem que estar mais alinhado com a linguagem publicitária do que com a do jornalismo. Com um bom texto em mãos e o roteiro das cenas indicadas pelo produtor entra em cena o editor, que usará a sua expertise, feeling e talento para montar uma base (prévia da edição). Essa base servirá para analisar se o timing da edição está correto e se a mensagem está sendo transmitida de acordo com a criação do produtor. Cada produto ou programa tem a sua personalidade ou a “sua cara”. Por isso a arte é importante. É essa “embalagem” que identificará cada produto com o seu telespectador. A chamada é a vitrine de uma emissora. Outra preocupação da arte é remeter ao assunto e ao foco do produto, por exemplo: se a ideia for transmitir um romance, usar cores leves e formas arredondadas na arte alcançará melhor o seu objetivo. É óbvio que não existem regras pré-definidas, mas a embalagem tem que seduzir o telespectador. A finalização ainda compreende a sonorização que tem um papel importantíssimo no processo todo. Além de passar o clima pretendido, a sonorização pontua e destaca as cenas mostrando a sua importância, envolvendo o telespectador. Eu costumo dizer que a sonorização representa 50% de uma chamada ou trailer. Na Record, nossa estrutura de departamento, entre Chamadas e a Computação Gráfica, chegou a ter 105 profissionais.

Oeditor.com – Entre os projetos que você desenvolveu no SBT e Record, quais você destaca quanto à qualidade e realização profissional?
Michel Frey – Entre todos os projetos que desenvolvi e mesmo aqueles que ganharam prêmios Promax, nenhum me deu tanto prazer como as chamadas da sessão de filmes Oito e Meia no Cinema do SBT. O objetivo e a característica da chamada dessa sessão era selecionar uma cena do filme e inserir o logotipo da sessão ou o dia e a hora de exibição. Primeiramente após escolher a cena era necessário fazer com que o filme voltasse a ter 24 quadros por segundo, já que a fita estava com o filme em 30 quadros por segundo. O Autodesk Flame e o Autodesk Smoke faz essa transformação. Feito isso, utilizava um software (boujou) para encontrar a câmera real que a cena foi gravada, e desta forma transmitia essa informação para o Flame ou para o Smoke inserir logotipos ou o que quisesse na perspectiva correta, sem flutuações, sem nada. O Flame e o Smoke possibilita ainda ajustar a qualidade da inserção, da cor e do vídeo para parecer que aquele objeto estava realmente ali. O resultado era muito bom e toda a técnica foi desenvolvida internamente.

A principal característica dessa chamada é que ela causou uma mudança no workflow do departamento, antes do produtor de chamadas “decupar”, o filme passou a ser decupado pelo artista gráfico que separava as principais cenas que possibilitavam a produção do efeito e informava ao produtor, que era impedido de utilizá-las.

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Autodesk Flame ®

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Autodesk Flame ® – Imagem ilustrativa

Outro trabalho de destaque foi a criação do logotipo da Record. O desenho da marca surgiu em 2007 e o objetivo principal era “limpar” as formas, pois a marca antiga possuía três aletas que pareciam foices que “espetavam” e “cortavam” a marca. A ideia era juntar essas três aletas em um mesmo plano paralelo a esfera central e que o espaço entre elas evoluíssem para formar uma seta apontando para a direita, como se fosse uma tecla de play, apontando sempre na direção do crescimento e para frente. Desta forma também estava sendo criado mais um elemento para trabalhar e identificar à emissora. No exercício da limpeza, foi proposta também a retirada do mapa da América do Sul. Porém, foi pedido que o mapa fosse recolocado e o desenho foi ajustado conforme podem analisar na evolução da marca Record abaixo:Screen Shot 2015-08-12 at 6.34.51 PM

A primeira marca (desenho 1) tem excesso de informação e textura que interferem na sua visualização e identificação. A segunda marca (desenho 2) já está mais “limpa” com todas as formas definidas e com as cores do RGB ressaltadas. Na versão atual (desenho 4) foram eliminadas todas as arestas e pontas, as aletas estão “abraçando” o mundo e deixando a forma final esférica. Reparem que a diferença no desenho entre a proposta (desenho 3) e versão atual é pequena.

Todas as marcas têm um porque de existir, elas são criadas e planejadas para identificar não somente um negócio, mas para diferenciá-las de sua concorrência e qualificar o produto ou serviço. Vocês lembram a marca CCE? Já foi uma das principais marcas de eletro eletrônica, porém hoje é sinônimo de produto de baixa qualidade. Por muitas vezes a marca vale mais do que o próprio negócio, pois o consumidor aceita até pagar mais caro se aquela marca só tem produtos de qualidade. É a confiabilidade. Para entender melhor o que estou querendo dizer, veja alguns logotipos abaixo e suas análises:

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No logotipo da Amazon a primeira sensação que você tem é de uma seta que mais parece um sorriso, mas na realidade essa seta está ligando as letras de “A” a “Z,” mostrando que a empresa tem todos os tipos de produtos para atender aos seus clientes.

No logotipo da Federal Express as pessoas quase não percebem a informação subliminar, mas se você olhar para o espaço entre as letras “E” e “X” perceberá que existe um elemento que nunca mais esquecerá. Esse elemento também faz parte do seu negócio, sempre pra frente e avante. Isso é Gestalt, são formas e figuras que são colocados diante de seus olhos, mas precisam de percepção para lê-las.

O mesmo tipo de informação acontece com a marca Carrefour, a princípio parecem ser duas setas de cores distintas apontando para sentidos opostos, mas se você perceber o espaço em branco deixado pelas “setas” descobrirá a letra “C”. Outras informações pertinentes para analisar seriam as cores utilizadas, são as cores da bandeira francesa, país de origem da corporação, mas percebam também que a seta que aponta para a esquerda é da cor vermelha, como se fosse contramão, sentido negativo, proibido, e a seta apontando para a direita é azul, positiva, pra frente, crescente.

Como eu disse anteriormente, não existem regras pré-determinadas, mas são elementos que estão a nossa frente e por muitas vezes passam batido. Esse é o grande fascínio que a nossa área proporciona, os elementos, as formas e as cores combinadas dizem muito mais do que suas características próprias e isoladas.

Oeditor.com – Quais as dificuldades que você encontra na profissão? 
Michel Frey – Não vejo dificuldade, acho que a palavra certa não é essa. O que percebo é como todas as emissoras e produtoras tem acesso aos mesmos equipamentos, todas elas estão muito equiparadas, tecnicamente falando. O transmissor, o vídeo, as cores e o áudio estão muito semelhantes, se retirarmos as marcas d’água que identificam as emissoras será difícil apontar o canal sintonizado. O que fará a diferença será sempre a qualidade artística, ou seja, a importância e o esforço que cada emissora emprega nesta área. Em outras palavras, essa diferença é a qualidade do cenário, da iluminação, das vinhetas, das edições e das trilhas. Ou mais, essa diferença é o apresentador, o figurino, a maquiagem e o penteado. Todas essas características são elementos que vão chegar à telinha para o telespectador, e ele pode nem entender de tudo isso, mas ele vai perceber se a informação e a imagem estão agradáveis ou não, e isso independe do seu nível social ou cultural. Perceberam que essas características são relativas aos profissionais? Por mais que os “computadores” invadam todas as áreas, não basta você fazer um curso, aprender ou decorar a interface de um equipamento e sair dizendo que é um editor. Porque você será. Mas não é só isso. Existe o know-how, o feeling, o timing que diferenciam e qualificam os profissionais e precisamos estar atentos a essa questão. Lembra que quem faz a diferença é a qualidade artística e não a técnica? Infelizmente, assim como as máquinas fotográficas não precisam mais de rolos de filmes e a máquina de escrever sucumbiu frente ao computador, diversos outros exemplos nos mostram que empresas gigantes em seus ramos de atuação foram “varridas” do mercado. O mesmo deve acontecer com esse modelo de televisão que conhecemos, tanto o modelo de televisão aberta como a fechada. A internet veio para mudar a forma de consumo de programas e informação. O usuário quer assistir e ter acesso na hora que lhe for mais conveniente e não ter que seguir a obrigatoriedade e a imposição de uma grade de programação. Porém, a qualidade artística, o profissional qualificado, não perderá mercado e trabalho nunca, independente da plataforma de exibição.

Oeditor.com – Deixe algum recado para os leitores do site e que esperam uma oportunidade na área.
Michel Frey – Quando eu comecei a trabalhar em televisão me disseram que era uma cachaça e que não conseguiria mais sair. E era real. Pelo fato de ter diferentes desafios a cada dia torna essa afirmação uma realidade. O fascínio pelo novo, pela oportunidade de poder criar e contribuir com novas soluções seja o motivo. Em contraponto, a relação entre cliente e criador continua a mesma, mas pela velocidade da formação e da informação, muitos profissionais deixam de entender essa importância e por um motivo muito simples, não a vivenciaram e acreditam saber tudo e que a sua solução proposta é perfeita. O bom profissional tem que saber se posicionar sim, defender sua ideia sim, mas também precisa aprender a escutar. Ter o feeling para perceber o gosto de cada cliente e entender que todos fazem parte de uma mesma engrenagem. A edição de chamadas em especial é desafiadora, pois qualifica o profissional a um desenvolvimento profissional e artístico enorme. Imagine sintetizar um filme de duas horas e contar a história em trinta segundos. É um grande desafio não é? E é este desafio que me move, que me cativa e faz com que essa sedução se repita todo dia, toda semana, a vida toda.

Oeditor.com – O site está completando 6 anos. Na sua opinião, qual a importância que o Oeditor.com tem para o mercado e seus seguidores?
Michel Frey – Eu acho fundamental ter um canal de comunicação direta com a comunidade “audiovisual” e o Oeditor.com cumpre muito bem esse papel em um mercado tão variado como o nosso.

Nesses seis anos de vida que completa o site, percebi o amadurecimento do mercado e as grandes mudanças tecnológicas, e encontrar neste site, um instrumento que se possa divulgar conteúdos exclusivos, novidades em equipamentos e softwares e todos os demais assuntos pertinentes aos profissionais do mercado, e aos que almejam ser, é super bem vindo, ainda mais sendo feito com a responsabilidade e o talento da equipe do Oeditor.com.

Parabéns a todos que contribuem com este trabalho.

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Michel Frey – Designer e Diretor de Criação

Oeditor.com – Quais são seus  projetos futuros?
Michel Frey – No momento estou em um ano sabático, aproveitando este período para reciclar, e principalmente, fazer alguns cursos que antes não tinha tempo. Estou trabalhando também em um projeto para dar assessoria, consultoria e palestras para emissoras de televisão com o foco principal na importância da qualidade das chamadas e da embalagem das emissoras e de seus produtos. Estou me divertindo muito na criação de uma palestra motivacional para executivos perceberem a importância da comunicação nas Chamadas. Imaginem diferentes profissionais participando da criação, execução e finalização de uma chamada? Será divertido e possível. Outro projeto que julgo ser muito interessante seria voltar a lecionar. Apesar de já ter lecionado no passado, estou avaliando a possibilidade.

Michel Frey
E-mail: michel.frey.1@gmail.com

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Merlin Cursos | Mais de 10 cursos em Setembro. Inscreva-se!

13 ago

Investir em conhecimento é essencial para se destacar no mercado profissional, a Merlin Cursos é especializada em treinamentos, cursos e workshop aos profissionais que buscam agregar valor, conhecimento e criatividade ou apenas atualizar-se em seu conteúdo profissional.

Com professores experientes e cursos certificados pelos maiores fabricantes mundiais, a Merlin Cursos oferece diversos cursos especializados nas áreas de fotografia, vídeo e produção audiovisual.

O interesse em cursos profissionais vem aumentando expressivamente a cada ano, o que comprova o sucesso e a importância dos cursos para o mercado de foto e vídeo. Estudar na Merlin Cursos é garantia de alta qualidade nas produções e oportunidade de novos negócios!

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PROMOÇÃO | KIT Oeditor.com

13 ago

O site Oeditor.com​ vai sortear um KIT de produtos entre os seus seguidores, o ganhador receberá o KIT Oeditor​ GRATUITAMENTE.
O sorteio será realizado dia 01/09/2015 às 12h00.
PARTICIPE!

Produtos do KIT Oeditor.com:
– 01 Caneca
– 01 Caneta
– 02 Mouse Pads
– 02 Bloquinhos de Anotações
– 01 Chaveiro
– 01 Adesivo
– 01 Bottom
– 01 Livro – Design na TV da Editora Schoba

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Leia o regulamento e participe!
Para Comprar o Livro – Design na TV: Pensando Vinheta by Rogerio Abreu​ da Editora Schoba​, clique aqui.

Livro

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REGULAMENTO
Para participar do sorteio:
1 – Curta a página do Oeditor.com no Facebook: https://www.facebook.com/oeditorsite
2 – Curta e Compartilhe a publicação do Facebook do Oeditor.com.
3 – Marque um amigo nos comentários na publicação do Facebook do Oeditor.com.
4 – Acesse o link: https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/474681 e clique no banner QUERO PARTICIPAR e faça sua inscrição.

Somente participantes que realizarem os 4 itens poderão participar sorteio.

Novidades ProClass | Mix para TV e Cinema

12 ago

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O módulo 210P se propõe a trazer uma ampla experiência de imersão no processo de mixagem para TV e Cinema. É uma  oportunidade para todos aprimorarem a técnica, compreender conceitos estéticos, otimizar tempo da melhor maneira para fazer um produto de qualidade, entregando no prazo correto.

Data: 31/8 a 11/9 de 19 às 22h.
Clique aqui para saber mais

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O curso de edição de som para vídeo é uma oportunidade, tanto para quem já atua no mercado como para iniciantes, de aprender técnicas essenciais para se trabalhar como editor de som em projetos cinematográficos e televisivos.O treinamento é voltado à prática, onde vários projetos reais foram cuidadosamente preparados para abordar os principais desafios e soluções em pós-produção para TV e Cinema.
Data: 17/8 a 28/8 de 19 às 22h.
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ProClass Cursos e Treinamentos

Pixar oferece software para criar filmes de animação

12 ago

Os estúdios de animação Pixar anunciaram que vão oferecer a ferramenta Universal Scene Description (USD) como código aberto. A opção pelo open source permite que mais utilizadores possam ter acesso a uma solução informática a custo zero. A ferramenta faz com que diversas apps de animação tenham como base um “cenário único”, o que facilita o processo, nomeadamente quando existem várias empresas a colaborar num único filme, explica o Engadget.

Pixar-Studios O comunicado da Pixar explica que o USD responde à necessidade cada vez maior nos filmes gerados por computador e na indústria do gaming para ter uma forma efetiva de descrever, montar, trocar e modificar cenários virtuais com elevada complexidade entre as diferentes ferramentas de criação de conteúdos. Nesta fase, a Pixar está a trabalhar com diferentes parceiros no sentido de recolher avaliações, feedback e comentários sobre a integração do USD noutras ferramentas.

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Recorde-se que a Pixar anunciou neste ano a oferta do software Renderman, outra ferramenta também usada para criar filmes de animação. No entanto, o anúncio da oferta foi feito em junho do ano passado e só em março deste ano é que o software ficou disponível. Agora, para o Universal Scene Description, a Pixar promete o lançamento para o verão de 2016. Toda a documentação, plugins e tutoriais devem ser lançados mais tarde.

A Pixar oferece mais informações e vídeos no site do USD.

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Fonte: Exame Informática

Identidade | Megapix 2015

11 ago

Texto: André Luiz Sens

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Nova identidade do canal de filmes Megapix, com uma linguagem mais popular, aproximando-se da internet e dos serviços on demand. Caixas de diálogo, simulações de escolha e emoticons acompanham o já conhecido prisma verde. A palavra “Megapix” volta aparecer com destaque e de modo integral na marca gráfica, diferente da solução anterior.

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Caminhos que visam uma comunicação mais direta, divertida e próxima do espectador cada vez mais conectado.

Ficha Técnica
Ano: 2015
Canal: Megapix
Design: Globobat

Fonte: Blog Televisual
Texto: André Luiz Sens

EditShare | SET 2015

10 ago

Em parceria com a Seal Broadcast, EditShare apresenta nesse SET 2015 as mais novas soluções para gerenciar mídia desde o ingest ao armazenamento e arquivo. Entre os destaques está o EditShare XStream, a linha topo de gama de produtos de armazenamento compartilhado que oferece integração perfeita entre o gerenciador de mídia EditShare Flow e o sistema de arquivo, EditShare Ark. Além de apresentar demonstrações ao vivo em seu stand, a EditShare também estará presente para falar sobre seu mais novo produto, XStream EFS, o sistema inovador de armazenamento de escalabilidade horizontal, que une o armazenamento de classe empresarial com o sistema de arquivos distribuídos e o gerenciamento de mídia avançado.
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Os participantes da SET Expo 2015 podem visitar a EditShare no stand da Seal Broadcast, espaço 65B, para saber mais sobre os produtos e soluções de workflow oferecidos pela EditShare.

Por mais de uma década, a EditShare tem criado sistemas de armazenamento compartilhado escalável que permite profissionais ao redor do mundo a colaborar e criar conteúdo excepcional. Graças aos gerenciadores de mídia e sistemas de arquivo, as ferramentas da EditShare tem aumentado a produtividade de empresas de transmissão e de mídia ao redor do mundo, entre elas a TV Rio Sul, TV Gazeta, Conteúdo, Y Filmes, e TV Diário.

“A EditShare é o único fabricante com solução que abrange desde o gerenciamento de arquivos de mída e outros assets, como ingest em banda base e arquivo, agendamento de ingest, inserção de metadados, “edit in place”, até capacidade de gerenciamento de arquivo includindo a própria plataforma de armazenamento. Eles continuamente atualizam sua arquitetura de gerenciamento de mídias e novas funções do XStream, Flow e Ark, certificando-se que estas soluções estarão atualizadas com o passar do tempo e se manterá como um investimento atrativo para seus e nossos clientes, tais como a TV Rio Sul, que já está utilizando os mais novos releases”

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A Linha de Produtos Com O Mais Alto Desempenho da Indústria 
A linha XStream Shared Storage capacita as instalações criativas mais conhecidas do mundo a colaborar e criar conteúdo dentro do prazo e do orçamento. Existe um sistema de armazenamento XStream para cada necessidade, desde a captura de mídia em lugares remotos ao gerenciamento de petabytes de dados para grandes organizações. O XStream se diferencia de outros sistemas, pois a plataforma de gerenciamento de mídia Flow já vem pre-instalado em cada modelo e é perfeitamente integrado com o XStream.

XStream EFS é a mais recente adição à linha de produtos de armazenamento compartilhado da EditShare, oferecendo alto desempenho e resiliência para fluxos de trabalho em tempo real. Sendo um sistema de armazenamento compartilhado escalável, XStream EFS dá aos grupos essenciais de trabalho uma plataforma de armazenamento aberta com recursos inteligentes de colaboração, como o compartilhamento de projetos; em conjunto com desempenho rápido, e vários níveis de escalabilidade e redundância. O sistema de armazenamento em camadas se completa com as soluções de arquivo nearline e offline EditShare Ark Disk e EditShare Ark Tape.

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Gerenciamento de Mídia para Acionar Sua Instalação
O gerenciamento de mídia da EditShare proporciona um conjunto potente de ferramentas para o controle total criativo de todos os arquivos durante o processo de produção. Em cada passo do processo, o Flow marca, organiza e gerencia o conteúdo; providenciando ferramentas para automatizar funções como a migração de mídia de um espaço para outro, e transcodificação. A chegada do AirFlow facilitou  acesso remoto de mídia armazenada em um sistema EditShare para edição e revisão, aumentando as oportunidades de desenvolvimento criativo fora dos limites da instalação.

Demonstrado na SET EXPO, a última versão traz suporte ao novo formato, colaboração remota e capacidades de automação, uma opção de “alta disponibilidade” para o banco de dados, e outras melhorias para ajudar construir um processo mais eficiente de produção. No topo da lista de funções está o suporte expandido para o uso de codecs 4K e formatos como DPX e CinemaDNG, capacidades de download que aumentam o poder colaborativo remoto do AirFlow, o portal Flow baseado na web, e automatização completa de fluxos de trabalho de transcodificação e de entrega digital.

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Sobre a pareceria da EditShare e Seal Broadcast
Especializada no atendimento a área de Broadcast e produtores de conteúdo, a Seal Broadcast & Content é uma integradora de sistemas e provedora de soluções para mídia e entretenimento, auxiliando seus clientes a alcançarem seus objetivos em negócios estratégicos com maior qualidade e agilidade. Atende segmentos específicos no mercado de produção e distribuição de conteúdos de mídia digital.

A Seal Broadcast aplica uma nova abordagem em relação à arquitetura de sistemas, seus consumidores estão mudando, pois estão cada vez mais exigentes tanto na disponibilidade do conteúdo, bem como na maneira de acessá-lo (qualidade da experiência).

Sobre EditShare
EditShare é o líder tecnológico em armazenagem compartilhada em rede e fluxos de trabalho sem fita para as indústrias de pós-produção, TV e filmes. Nossos produtos inovadores aumentam a eficiência colaborativa em todos os passos do processo. Entre eles estão servidores de playout e de captura de video, armazenamento compartilhado central de alto desempenho, software de arquivamento e backup, gerenciamento de mídia, e Lightworks – o primeiro aplicativo multi-plataforma (Windows, OS X, Linux) de edição de video não-linear.

Folha de S. Paulo oferece treinamento gratuito sobre fotografia e vídeo

7 ago

A Folha de S. Paulo acaba de anunciar um módulo novo em seu programa de treinamento. A partir de agora, o diário começa a oferecer um treinamento gratuito sobre fotografia e vídeo.

Ministrado pelos profissionais da empresa, o curso integral e de oito semanas contará com 15 vagas para aulas teóricas e práticas sobre fotografia e audiovisual.

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Dentre os profissionais confirmados para comandar os encontros estão o cineasta João Wainer, o crítico em fotografia Éder Chiodetto e o editor de fotografia da Folha, Diego Padgurschi.

Para concorrer a uma das vagas é preciso ter formação universitária em qualquer área, ter experiência em fotografia e vídeo, além de possuir uma câmera reflex. Os interessados devem preencher o formulário até o dia 24 de agosto.

O processo seletivo será divido em duas fases, a primeira contará com uma prova online com questões em português, inglês e conhecimentos gerais. Os cem melhores colocados irão para a segunda fase, na qual deverá ser feito um ensaio fotográfico ou um vídeo curto com um tema específico que será definido pelo jornal. Após o teste prático os selecionados serão entrevistados na sede da Folha.

O curso é gratuito e não oferece nenhum tipo de remuneração, entretanto, os que não residem na cidade de São Paulo receberão um auxílio para ajudar nos custos com as despesas de hotel.

Redação Adnews
Fonte: Folha de S. Paulo

ProClass | Oeditor.com

7 ago
ProClass é a nova patrocinadora do Oeditor.com.
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É com muito orgulho e satisfação que o site Oeditor.com anuncia seu novo patrocinador, a ProClass Cursos e Treinamentos,  a empresa faz parte da história das certificações internacionais Avid no Brasil. Referenciada nacionalmente e internacionalmente pelo pioneirismo nas certificações internacionais oficiais em Pro Tools e Avid Media Composer no Brasil, os sistemas de produção de áudio e vídeo, padrão no mercado de música, TV e cinema.
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É a única empresa do território nacional a ser licenciada a oferecer treinamentos e certificações oficiais em produtos Apple, Avid e Waves e hoje, é reconhecida pela qualificação de sua equipe, atividades multidisciplinares e integração com empresas, instituições acadêmicas e desenvolvedores através de sólidas parcerias. Screen Shot 2015-08-03 at 6.53.19 PM
“O site Oeditor se destaca na qualidade dos posts, público-alvo bem definido, frequência na interação com o público e profissionais muito acessíveis, que oferecem diversas opções e muita agilidade na troca de e-mails”. salienta Cristiano Moura da ProClass.
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Hoje, a marca ProClass é referência internacional de qualidade de serviço em treinamentos e educação de tecnologia não apenas nas ferramentas Avid, mas em outros aplicativos do universo audiovisual como o Final Cut Pro, Adobe Premiere Pro e DaVinci Resolve. E além de cursos voltados a oferecer ao aluno a proficiência nas ferramentas, a ProClass oferece também uma linha de cursos voltada aos conceitos da experiência audiovisual, como o curso de edição e linguagem audiovisual, edição de som e mixagem de som para vídeo.
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E as novidades para 2015 estão chegando, como explica Cristiano de Abreu. “No segundo semestre, as principais novidades são os cursos oficiais Avid em SP que acontecem em outubro e os novos cursos de especialização em Adobe Premiere Pro e DaVinci Resolve.”
Sobre as certificações Avid, a ProClass é um Avid Learning Partner e seus instrutores são internacionalmente credenciados como Avid Certified Instructors (ACI) em áudio e vídeo, sendo a maior parte deles possuidores da certificação máxima em Pro Tools, nível Expert Post e/ou Expert Music, Media Composer Professional além das certificações VENUE.
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ProClass Cursos e Treinamentos