Capturando #GIRLSINTECH com a AMIRA | ARRI

16 set

Meninas inspiradoras que abraçam a ciência e a tecnologia, é uma tendência que se reflete na mídia e a diretora Lesley Chilcott teve a sorte de dirigir dois desses projetos recentemente. Ela dirigiu um spot de Cover Girl, “Girls Who Code,” e ela está atualmente em um documentário, #GIRLSINTECH, que acompanha meninas do ensino médio ao redor do mundo na competição anual Technovation Challenge.

Ambos os projetos foram filmados com AMIRA. “É um privilégio filmar em ALEXA um documentário,” diz Chilcott, que observa que a AMIRA tem o mesmo sensor 35mm da ALEXA. “Com a AMIRA, temos tudo que a ALEXA faz, com a vantagem que ela é mais rápida e mais leve.”

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No trabalho de Cover Girl,  a diretora de fotografia Maryse Alberti, filmou as meninas em estúdio e então facilmente mudou para modo documentário, para acompanhá-las dentro das salas de aula. “A AMIRA é útil, porque ela foi a combinação de um trabalho de estúdio e um documentário no estilo cinema vérité,” Chilcott diz. “Ter os filtros ND internos é ótimo quando você está acompanhando pessoas de dentro da locação para fora. Não incomoda e economiza não apenas tempo que você gastaria para trocar os filtros, mas também tempo de pós, pois o fotógrafo pode corrigir coisas enquanto filma.”

O documentário #GIRLSINTECH surgiu há dois anos, quando Chilcott estava fazendo um documentário sobre meninas para o Code.org e soube da Technovation, um grupo que pretende “inspirar e educar meninas e mulheres em como resolver problemas do mundo real através da tecnologia.” Technovation começou como um pequeno programa piloto para ensinar meninas de como criar um aplicativo móvel “startup” que resolve um problema em sua comunidade. Até o momento, Chilcott vem o acompanhando. A Technovation evoluiu para uma competição global.

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Inspirada, Chilcott pediu aos fundadores da Technovation se ela poderia fazer um documentário desta competição. “Eles ficaram emocionados porque viram o filme anterior Code.org e sabiam que tem 20 milhões de visualizações online,” ela diz. “Assim que eu ouvi que haveriam 5.500 meninas, trabalhando em pequenos times, participando, sabia que eu tinha que fazer este ano.”

O vencedor da competição do ano passado, foi um grupo da Moldávia que desenvolveu um aplicativo para relatar e testar água contaminada de poço, um grande problema na sua comunidade. Várias características da AMIRA foram perfeitas durante as filmagens. “Nós estávamos dirigindo de um lugar para o outro e eu avistei algo maravilhoso pela janela”, diz Chilcott. “Eu gosto de filmar em movimento a 40fps e com a AMIRA, meu diretor de fotografia Logan Schneider, pôde mudar imediatamente o frame rate, o que poupa muito tempo e a AMIRA vai até 200fps, o que é muito legal também.”

Em outra cena, uma menina deixa cair um balde em um poço e começou o hastear. “Logan foi capaz de pular em cima do poço, pois a câmera é leve”, diz ela. A AMIRA, acrescenta Schneider, também oferece controles de fácil acesso, incluindo filtros ND internos. Consegui uma cena geral das meninas entrando com o balde no poço, em seguida, corri sobre o poço para ver o balde com água contaminada chegando”, diz ele. “No momento em que o balde surge com água do poço, eu estava no lugar com um ajuste de ND diferente, com a exposição correta e pronto para filmar em menos de 5 segundos.”

Schneider observa outras vantagens do peso mais leve da AMIRA. “Eu posso segurá-la por mais tempo, especialmente ângulos diferentes, e ela me deixa mais a vontade”, diz ele. Ele comenta que filmaram com lentes Prime a maior parte do tempo, porque “tem uma sensação mais cinematográfica.” “Estamos tentando filmar o mais aberto possível, mas isolando as cenas mais artísticas”, diz ele. “Tendo os ajustes nas pontas dos dedos, é uma enorme vantagem em poder continuar filmando sem comprometer o que estou fazendo. Todas estas características na AMIRA, me mantem focado no que estou fazendo, ao invés dos brinquedos.”Captura de Tela 2015-08-13 às 10.44.39

Depois da Moldávia, Chilcott e Schneider estão se preparando para ir à duas cidades nos EUA, além do México ou Marrocos. Ela espera que as filmagens terminem no final de junho e planeja editar durante o verão. O objetivo é finalizá-lo no final do ano, com distribuição para estudantes do ensino médio em toda a América, com um amplo lançamento em digital. Para Chilcott, documentando o processo pelo qual as meninas se transformam de “consumidoras apaixonadas por tecnologia, para apaixonadas produtoras de tecnologia” tem sido divertido e inspirador e ela concorda com a avaliação do Schneider de que o possível foi feito. “A AMIRA é uma câmera impressionante boa”, diz ele.

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