Documentários Premiados utilizando Workflow Blackmagic Design

23 jun

Conhecida pelo seu trabalho com documentários e especificamente pelas suas excepcionais habilidades na restauração de filmes, a produtora brasileira Afinal Filmes foi responsável pela pós-produção de uma série de documentários premiados, trabalhando com diretores renomados, como Walter Salles, Nelson Pereira dos Santos, Eduardo Coutinho, João Salles, Eduardo Escorel, Miguel Faria Jr. e Silvio Da-rin, entre outros. Com uma média de 15 documentários em pós-produção ao longo do ano, um workflow de restauração otimizado é uma necessidade para se conseguir lidar com a variedade de materiais de arquivo que invariavelmente acompanham esse tipo de projeto.01 Para gerenciar o processo, a Afinal Filmes criou um workflow de restauração dedicado dentro de sua unidade de pós-produção, empregando o DaVinci Resolve Studio, o DeckLink 4K Extreme, o Teranex 2D e o SmartView, todos da Blackmagic Design.

Uma Solução Adaptada para Filmagens Arquivos Complicados
Marcelo Pedrazzi, um dos sócios da Afinal Filmes, criou salas dedicadas para cada etapa do workflow de restauração. A sala “Master Central” o centro das operações, inclui um Mac Pro de alta performance equipado com o DaVinci Resolve Studio 12 e um DeckLink 4K Extreme, ambos da Blackmagic Design. Os materiais de arquivos são digitalizados via tape deck, nos mais diversos formatos, e enviada para o sistema Blackmagic Design Teranex 2D para conversão para 2K e gravada em um Mac Pro através do Blackmagic DeckLink 4K Extreme.

O workflow foi projetado especificamente para documentários e a vasta gama de material de arquivo que geralmente acompanha esse tipo de gênero. “Decidimos usar o Teranex e o DeckLink da Blackmagic Design para projeções DCP 2K porque foram, de longe, os melhores produtos de todos os que testamos”, comenta Marcelo. “Também acrescentamos um SmartView 4K da Blackmagic Design, para monitoramento e testes, e que está funcionando perfeitamente, quando digitalizamos e visualizamos nosso material de arquivo”.03Os Muitos Formatos do Estado Novo
No ano passado, a Afinal Filmes fez dois filmes utilizando material de arquivo e que apresentaram uma série de desafios. O primeiro, chamado “Estado Novo”, teve por tema o presidente brasileiro Getúlio Vargas em um filme de quatro horas, dividido em duas partes, e feito inteiramente com material de arquivo dos anos 50 e 60. Como o material era parte brasileiro,e parte estrangeiro, veio chegou em muitos formatos e em diversos estados de deterioração, representando um grande desafio para a pós-produção.

Para enfrentar essas incompatibilidades, a Afinal usou seu Blackmagic Teranex para converter o material de arquivo para 2K. Eles não apenas converteram o material para uma resolução maior, como também corrigiram a velocidade dos quadros por segundo, uma tarefa muito complicada, mas que o Blackmagic Teranex realizou perfeitamente.04Após converter o material para 2K e corrigir a velocidade, a equipe o levou para a sala de correção de cor para a próxima etapa. Lá trabalharam no Blackmagic DaVinci Resolve Studio para reconstruir e acertar a cor de cada cena. “Para ‘Estado Novo’ contamos com o Blackmagic DaVinci Resolve para revelar as cores reais do material e reduzir o ruído de grão”, explica Marcelo. “Após o colorista trabalhar no material, tivemos uma sessão apenas com o diretor, o colorista e o supervisor de pós-produção. Eles ficaram tão impressionados com o produto final sabendo quão desafiador foi o processo para restaurar o material a sua antiga glória”.

Documentando os Filmes Perdidos  de Carlos Imperial
O segundo desafio da Afinal foi a restauração dos filmes de Carlos Imperial para o documentário “Eu sou Carlos Imperial” (I Am Carlos Imperial, em inglês), uma produção retratando Carlos Imperial, cineasta dos anos 70. O filme mostra a vida ímpar do diretor como pioneiro da música pop e do cinema brasileiro, além de suas marcas pessoais, como a casa em que viveu com 40 mulheres e seu vício em Coca Cola. O filme foi particularmente especial para a Afinal, já que foi uma de suas próprias produções.02“Eu sou Carlos Imperial” seguiu o clássico estilo de documentários “talking heads”, com entrevistas intercaladas com o material de arquivo. Com o fechamento de várias emissoras, a maior parte das gravações dos shows de Imperial foram perdidas e o pouco que a equipe pode encontrar veio da família de Carlos Imperial, em formato VHS e DVD.

A equipe utilizou a sala Master Central tal como no “Estado Novo”, sabendo que os produtos Blackmagic ajudaria a aproveitar o melhor daquela pequena filmagem em que teriam que trabalhar. Após convertê-la para 2K usando o Blackmagic Teranex e gravá-la no Mac Pro através do Blackmagic DeckLink 4k para gradação no Blackmagic DaVinci Resolve Studio, a equipe descobriu que havia muito o que melhorar. Marcelo explica: “Parte daquele material de arquivo não possuía as cores apropriadas para a qualidade de imagem ideal, então usamos o Blackmagic DaVinci Resolve para corrigir os desequilíbrios. No final, aplicamos um amplo visual amarelo ao projeto”, comenta Marcelo. “Funcionou maravilhosamente e o resultado foi incrível ao, finalmente, exibir o filme nos cinemas. Você nunca imaginaria”. Eu Sou Carlos Imperial está sendo exibido nos cinemas por todo o Brasil.05Para mais informações sobre a Afinal Filmes, visite http://www.afinalfilmes.com/.

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