Vinte e dois filmes brasileiros concorrem a uma vaga no Oscar 2019

27 ago

Vinte e dois longas-metragens nacionais inscreveram-se para concorrer a uma vaga entre os cinco indicados ao prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar 2019. O representante brasileiro será escolhido pela Comissão Especial de Seleção, formada por membros indicados pela Academia Brasileira de Cinema. A cerimônia de premiação será realizada dia 24 de fevereiro, em Los Angeles (EUA).
As produções que participam da seleção são Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi; Dedo na Ferida, de Silvio Tendler; Ferrugem, de Aly Muritiba; Antes Que Eu Me Esqueça, de Tiago Arakilian; Yonlu, de Hique Montanari; O Caso do Homem Errado, de Camila Lopes de Moraes; Encantados, de Tizuka Yamasaki; Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor; Paraíso Perdido, de Monique Gardenberg; Como é Cruel Viver Assim, de Julia Rezende; Não Devore Meu Coração, de Felipe Bragança; Talvez Uma História de Amor, de Rodrigo Spada Bernardo; Canastra Suja, de Caio Sóh; Entre Irmãs, de Breno Silveira; O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues; Benzinho, de Gustavo Pizzi; Além do Homem, de Willy Biondani; Unicórnio, de Eduardo Nunes; O Desmonte do Monte, de Sinai Mello e Silva Sganzerla; O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida;Alguma Coisa Assim, de Mariana Bastos e Esmir Filho; e As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra.

Jorge Peregrino, presidente da Academia Brasileira de Cinema, destaca a importância de ter entre os inscritos, nove longas-metragens dirigidos por mulheres e explica como a instituição trabalha em parceria com o Ministério da Cultura para eleger o representante brasileiro na mais importante premiação do cinema mundial:

“Este é o segundo ano em que a Academia Brasileira de Cinema trabalha em cooperação com o Ministério da Cultura para a escolha do filme brasileiro que concorrerá ao Oscar na categoria  Melhor Filme em Língua Estrangeira. Eleita entre os sócios da instituição, a comissão de seleção tem, entre titulares e suplentes, uma composição eclética que contempla a diversidade de gênero e raça entre seus membros. Assim, a Academia Brasileira de Cinema tem como fundamento básico dar voz a diferentes pontos de vista. Ficamos contentes em constatar que, no painel dos 22 filmes inscritos, nove foram dirigidos por mulheres. Um espelho do que buscamos como uma sociedade mais igualitária em todas as áreas. Agora entramos na segunda etapa, para escolher nessa safra recente e diversa, o representante do Brasil na 91ª edição do Oscar.”

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