Blackmagic Design Impulsiona Streaming de Orbital Redux, Seriado de Sci-Fi do Project Alpha

13 dez

Orbital Redux foi criada pelo roteirista/diretor Steven Calcote do Butcher Bird Studios. Sua paixão pela ficção e fatos científicos o motivou a idealizar uma história que combinasse ambos. “Meu trabalho como diretor muitas vezes se concentrou na interseção entre a tecnologia de ponta e a humanidade”, disse Calcote. “No entanto, depois de uma década de telas planas interativas e sistemas pervasivos autônomos, comecei a questionar o que aconteceria se hackers e vírus de computador com inteligência artificial começassem a criar sistemas computadorizados nos quais não pudéssemos confiar.” “Orbital Redux” representa um retorno ao conceito das missões espaciais da época da Apollo: milhares de botões, controles e dials, tudo devido à falha da tecnologia de ponta. A história, contada em oito episódios interpretados e transmitidos ao vivo, gira em torno de dois pilotos encarregados de transportar um recurso crítico imprescindível da Lua até a Terra: Hélio-3. Apesar da falha da tecnologia, a Terra ainda necessita desse recurso que só pode ser obtido através de missões espaciais. “Orbital Redux” segue Zachery “Max” Levodolinksy, um ex-astronauta seguindo sua vida depois que a verba da NASA se esgota, colocando um ponto final em todos os projetos empolgantes e heróicos da agência. A história se desenvolve quando Max é encarregado de treinar um novo piloto do programa espacial. Depois de se estranharem em um primeiro momento, uma vez que o novato é contratado para substituir Max, os dois precisam unir forças para sobreviver mais tarde quando uma viagem de retorno à Terra dá errado.

No entanto, Calcote e seus colaboradores da Butcher Bird não queriam fazer um seriado de sci-fi comum. Eles se perguntaram: “de que maneira podemos diferenciar essa história de todas as outras séries de ficção científica por aí?” A resposta? Fazer ao vivo. Calcote, com apoio do produtor associado Griffin Davis, recorreu à Blackmagic Design para ajudar a solucionar praticamente todos os desafios técnicos envolvidos em um projeto como esse.

“Os equipamentos Blackmagic tiveram um papel fundamental na nossa produção. Sem eles, não conseguiríamos realizar o nosso programa”, disse Davis. “Usamos as câmeras Blackmagic URSA Mini, URSA Mini Pro e Micro Studio Camera, além de vários switchers ATEM. Com tantos equipamentos tecnológicos diferentes sendo roteados através da nossa central de controle, queríamos ter certeza de que a comunicação entre eles ocorreria de maneira fluida. Como vínhamos usando equipamentos Blackmagic Design no nosso programa ao vivo ‘Butcher Bird Presents’ desde o ano passado, a decisão de realizar ‘Orbital Redux’ somente com produtos Blackmagic Design veio naturalmente.”A produção usou dez câmeras, incluindo os modelos URSA Mini Pro, URSA Mini 4.6K e Micro Studio Camera, todas alimentando HyperDecks para gravar as alimentações isoladas, que depois eram roteadas via um ATEM 2 M/E Production Studio 4K para a edição ao vivo. Todas as câmeras eram controladas através do ATEM 1 M/E Advanced Panel. Um Blackmagic ATEM Television Studio Pro 4K adicional transmitia as alimentações aos monitores internos, para que os atores pudessem reagir no set e serem captados pelas câmeras ao vivo.

“Organizamos nosso controle de missão em termos de vídeo interno e vídeo externo”, disse Davis. “Quando dizemos vídeo interno, nos referimos às imagens do interior da nave, gerenciado pelo Adam Fair. O vídeo externo é aquele transmitido ao vivo para o público, pelo qual eu sou responsável. Adam também gerenciou dois HyperDeck Studio Mini carregados com centenas de gráficos que podiam ser utilizados para customizar as sobreposições exibidas nos monitores do set.”Para o cinegrafista Steven Moreno, o planejamento das posições de câmera foi um dos maiores desafios. O set foi desenvolvido de maneira criativa para acomodar ângulos de câmera opostos pelo cenário com ajuda de painéis, monitores e paredes que giravam silenciosamente, permitindo que os operadores posicionassem as câmeras para determinados ângulos no set e depois saíssem discretamente do campo de visão para outra câmera.

“Houve uma longa discussão sobre o posicionamento de câmera, pois tivemos que ensaiar as marcações de cada episódio no casco vazio da Tsiolkovsky (o cenário da nave) assim que ele começou a ser construído”, disse Moreno. “Conforme nos movimentávamos pelo cenário, determinamos de onde seria feita a cobertura de câmera e onde precisaríamos de portas e janelas para as câmeras. Os responsáveis pela construção da nave e o departamento de arte tiveram que encontrar uma maneira de esconder os painéis e projetar como eles abririam, fechariam e desapareceriam no cenário.”

Para Moreno, a URSA Mini Pro foi a solução perfeita para o projeto: “Além da capacidade 4K e a integração fluida com o switcher ATEM, são câmeras leves, com ergonomia ideal para filmagens portáteis, possuem um visor eletrônico genial, ferramentas de assistência de foco incríveis e múltiplas saídas SDI que permitem enviar para o switcher ATEM e um AC simultaneamente.” Moreno também gostou do tamanho e da versatilidade das unidades Micro Studio Camera. “Elas são muito compactas, cabem em praticamente qualquer lugar e podem ser controladas através do ATEM. Instalamos duas ou três no interior da nave, em vários lugares que variam em cada episódio dependendo da ação. Elas realmente preenchem as lacunas e alcançam lugares onde não conseguimos chegar.”

A aventura da produção ao vivo obriga toda a equipe a ficar atenta, mas contar com tecnologia de confiança ajuda a minimizar os riscos. “Um momento que me vem à mente ocorreu durante a abertura do episódio 104”, disse Moreno. “Nossa mesa DMX levou uma esbarrão acidental e alterou o endereço DMX da luz principal de um personagem…quando estávamos ao vivo. Assim que percebemos que a luz não estava funcionando, Adam Fair, nosso engenheiro de vídeo, aumentou a exposição no ATEM, e colocou os níveis do ator quase no mesmo patamar que a luz primária atingiria. Foi uma reação rápida que acabou evitando um desastre.”

Nenhum desses desafios parece ter afetado Calcote e sua equipe, muito menos limitou sua paixão por assumir riscos. “Estamos ainda mais animados para exibir o final da temporada (episódio 108) no dia 15 de novembro, pois aparentemente é primeira vez que será feita uma acrobacia em gravidade zero ao vivo”, disse Calcote. “Na verdade, o episódio inteiro dependerá da nossa capacidade de criar a ilusão de que um dos nossos protagonistas está flutuando no espaço, fora da nave.”

Apesar de correr riscos semanalmente, Calcote tem uma certeza: “Um dos maiores desafios para um programa como esse, com cortes e filmagem ao vivo, é integrar sistemas diferentes de maneira fluida. Sinceramente, só havia uma maneira confiável de fazer isso: optando por usar 100% Blackmagic Design para câmeras, cortes e conversões de vídeo. Essa foi a decisão técnica mais importante que tomamos para garantir o sucesso do projeto.”

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