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Black Friday na Adobe já começou!! Vai perder tempo?

14 nov

Black Friday na Adobe chegou mais cedo este ano! E por que você demonstrou interesse, estamos chegando com algumas informações exclusivas.

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A Black Friday é um ótimo negócio.

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O que é Adobe Creative Cloud? Entenda o conceito e conheça as vantagens!

2 out

Já imaginou ter todos os benefícios dos aplicativos Adobe no seu escritório/casa e na palma de sua mão, em conjunto com funções exclusivas que vão melhorar o desempenho da equipe e reduzir os gastos da empresa e trabalhos? Por um preço justo!!

Desenvolvido pela Adobe, este serviço em nuvem oferece acesso a todas as ferramentas de criação da empresa como: Premiere, After Effects, Photoshop, Illustrator e o InDesign. Com a Adobe Creative Cloud, é possível iniciar um trabalho no computador, por exemplo, e continuar com o mesmo projeto em seu tablet ou celular para aproveitar os comandos da tela sensível ao toque ou simplesmente para ganhar tempo quando não estiver perto do seu computador.

No modelo em cloud, oferecido pela Adobe, é possível distribuir licenças entre os usuários facilmente através de convites por email e até mesmo instalar os softwares antecipadamente e realizar o pagamento somente no próximo ciclo de cobrança. Há um plano com os softwares de fotografia, outro que permite a escolha individual de um determinado software e um grande pacote com todos os aplicativos de criação, cujo preço é drasticamente mais barato do que se as licenças unitárias fossem compradas separadamente. Vale muito a pena!

O melhor de tudo é que o Adobe Creative Cloud não é exclusivo para empresas, podendo ser comprado por pessoas físicas, com descontos para alunos e professores ou instituições de ensino. Conheça os planos!

Por ser uma ferramenta de serviços ligados à nuvem, era de se esperar que seus programas e arquivos ficassem presos à internet, mas esse não é o caso. Todos os programas são instalados diretamente em sua máquina e não precisam que você esteja online para que eles funcionem.

Outra vantagem é que você recebe todas as atualizações dos softwares assim que elas são lançadas, mas tudo de acordo com a sua vontade. Se não quiser instalar a versão mais nova do Photoshop, por exemplo, você não será obrigado a isso. Caso instale, ainda assim é possível fazer o download de várias versões antigas dos softwares, algo que a Adobe Creative Cloud garante que sempre manterá disponível, evitando assim os temidos problemas de compatibilidade com plug-ins e arquivos. Vale ressaltar que a ferramenta também não deixa seus antigos usuários desamparados. Ao cancelar a sua assinatura, você passará para o modelo gratuito do Adobe Creative Cloud, que ainda oferece 2GB de espaço na nuvem e a sincronização de arquivos. A partir do cancelamento, você terá 90 dias para fazer o download de todo o conteúdo armazenado.

Esse poderoso serviço é sem dúvida um case de sucesso na aplicação de vendas de licença e notamos que os benefícios oferecidos são imensos. Seus diferenciais acrescentem velocidade, criatividade, segurança, compartilhamento e muitos outros benefícios ao seu ciclo criativo.

Vale a pena?? Sim! vale muito a pena!

Otimize o Processo Criativo da sua Equipe | Adobe Creative Cloud

20 set

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Mercado de Trabalho | 📷 VOCÊ ESTÁ PREPARADO?⬇⬇

16 nov

As mudanças no mercado não param, obrigando empresas e profissionais a se adaptarem a um novo cenário para que seja possível continuar competindo.

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Making Of Comercial de TV | Oeditor.com

17 out

“Da criação à exibição”. No meio desse caminho, a construção da mensagem pelo minucioso mundo da produção audiovisual.
Conheça as técnicas, equipamentos, softwares e tudo que envolve o planejamento e a produção de um comercial de TV. Assista!

Produção
Melina Frazão

Gravando Bandas | Dia do Amigo

20 jul

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R$ 2.520,00 reais? Quem paga?

28 jun

Com tantos problemas apresentados nas últimas atualizações da Adobe Brasil, vale a pena investir R$ 2.520,00 reais?016544Não está na hora de experimentar outras opções como DaVinci Resolve da Blackmagic Design e sua versão gratuita?
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Como fazer um VFX Breakdown | Adobe Premiere

14 abr

01

Aprenda a criar um estiloso VFX Breakdown para seus efeitos especiais no Adobe Premiere.

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Tim Miller revela por que usou Adobe Premiere para editar “Deadpool”

11 abr

Nos últimos anos, a Adobe tem reforçado o papel de seus softwares em Hollywood, que até pouco tempo eram preteridos em troca de ferramentas, digamos, mais tradicionais – como Avid e Final Cut. Além de grande presença no último Festival de Sundance, em que foi patrocinadora, a empresa coloca os próprios diretores para explicarem suas experiências durante a pós-produção.

01 O Premiere e o After Effects, por exemplo, já foram utilizados em inúmeros grandes filmes recentes. Usos começaram apenas para organização de diárias e edição básica, como no caso de “Avatar” de James Cameron, ou apenas para efeitos, como foi em “Hugo” do Scorsese, chegando ao fluxo criativo completo, como em “Garota Exemplar” de David Fincher, e o último dos Irmãos Coen, “Hail, Caesar!”.

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VFX CENTRAL | Oeditor.com

5 abr

Com a dose certa de talento, equipamentos e disposição para aprender novos programas e ferramentas, seu computador pode fazer de você um profissional de primeira.01

Um dos principais requisitos para uma produção de qualidade é utilizar as ferramentas e recursos apropriados. A tecnologia VFC CENTRAL permite que você utilize Lens Flares, Storm Effects, Lighting Effects, Fire Explosions e outros efeitos profissionais de grandes produções com preços bastante competitivos. Mas existem alguns segredos que você precisa aprender antes para sua futura carreira de sucesso decolar.

Confira um pouco do processo criativo do fundador da empresa Aaron Sorensen.

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Blackmagic DaVinci enfrenta o Final Cut e o Premiere | Comparativo

2 mar

A Revista FilmMaker na sua edição nº26, fez um comparativo entre os principais softwares de edição e mostra como o editor de vídeo gratuito da Blackmagic Design ameaça a hegemonia do Final Cut Pro X e do Adobe Premiere.  A matéria foi escrita por Diego Meneghetti, e teve Daniel Lobo como consultor.

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Blackmagic DaVinci enfrenta o Final Cut e o Premiere | Comparativo

O predomínio dos dois softwares de edição não linear (NLE, na sigla em inglês), Final Cut Pro XAdobe Premiere, passou a ser ameaçado quando, em junho de 2015, um dos mais poderosos e respeitados softwares de correção de cor, o DaVinci Resolve, também passou a editar vídeos por meio de uma timeline integrada e repleta de recursos. Por isso, Revista FilmMaker decidiu avaliar as principais diferenças entre os três e mostrar as vantagens e desvantagens de cada um.

A Blackmagic Design, responsável pela novidade, deu um xeque-mate na Apple e na Adobe com um custo-benefício insuperável: o DaVinci Resolve 12 é gratuito e traz ferramentas completas para edição e finalização de vídeos em full HD, seja em Mac ou PC – outra vantagem do programa. Para usuários mais exigentes (geralmente grandes produtoras), a Blackmagic oferece uma versão ainda mais sofisticada, a DaVinci Resolve 12 Studio, que custa US$ 995 e habilita recursos como saída em 4K, suporte para múltiplas placas de vídeo (GPU), ferramentas 3D e redução de ruído avançado – algo dispensável para grande parte dos filmmakers que atuam sozinhos e pequenas e médias produtoras.

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Blackmagic DaVinci Resolve 12

O lançamento do DaVinci Resolve 12 jogou muita lenha na discussão entre qual seria o melhor NLE da atualidade, pois acabou com anos de dominação de Final Cut Pro XAdobe Premiere. O primeiro, que há décadas seguia como líder de mercado, perdeu espaço depois da versão X, que desagradou a muitos profissionais, mesmo que o preço tenha estabilizado em US$ 300. Enquanto isso, a Adobe seguiu aprimorando o Adobe Premiere, que durante muito tempo foi visto como pouco profissional, mas hoje, com a integração na suíte Creative Cloud, oferece ótimas ferramentas integradas, como a parceria com outros softwares da família, como Photoshop, After Effects, Media Encoder e SpeedGrade (para correção de cores). Mas essa opção exige uma assinatura mensal da Creative Cloud, que custa R$ 44/mês para um aplicativo ou R$ 109/mês para a suíte completa.

Para ajudar você a entender melhor os recursos dos três softwares NLE, Revista FilmMaker contou com a consultoria do diretor de fotografia Daniel Lobo. Acompanhe, a seguir, o desempenho do DaVinci Resolve 12 em sete aspectos importantes para a definição de um programa de edição não linear e avalie se o novo software pode resolver (sem trocadilho) a sua necessidade.

REQUISITOS

O DaVinci Resolve tem duas características muito importantes para quem deseja migrar de outro software. Adobe Premiere, como o Premiere CC, roda em PC ou Mac, o que possibilita uma adesão ampla (a versão Studio roda até em Linux). Além disso, como ele é originalmente um software de correção de cor (que por princípio importa timelines de outros programas), é fácil migrar projetos criados em outros aplicativos sem problemas.

Uma das principais vantagens do DaVinci Resolve 12 diante dos concorrentes é, claro, o custo zero. Na versão gratuita, o software da Blackmagic faz praticamente tudo o que o Final Cut Pro X faz por US$300 e o Adobe Premiere por R$ 44/mês. Os preços aumentam ainda mais ao contabilizar os softwares agregados.

Por outro lado, o DaVinci exige um computador bem avançado. A Blackmagic recomenda um computador Quad core com pelo menos 16 GB de memória RAM para usar todos os recursos do software, além de uma placa de vídeo dedicada (GPU) poderosa, com pelo menos 2 GB de memória. Em geral, o Final Cut Pro X e o Adobe Premiere rodam melhor em máquinas menos potentes do que o DaVinci Resolve.

Contudo, é importante lembrar que edição de vídeo é uma atividade que utiliza tudo o que a máquina tiver para oferecer. Uma configuração de hardware mais robusta fará diferença no desempenho. Usar uma GPU do tipo CUDA (Compute Unified Device Architecture) é bem recomendável. O Adobe Premiere e o Final Cut Pro X têm requisitos em hardware parecidos: no Windows, o software da Adobe exige, no mínimo, um computador Core2Duo ou AMD Phenon II com suporte a 64 bits, com 8 GB de RAM. No Mac, roda apenas em máquinas com processador Intel. Já o Final Cut Pro X, exclusivo para Mac, recomenda ter 8 GB de RAM e uma placa de vídeo com suporte a OpenCL.

WORKFLOWdavinci-destaque modos de edicao
Uma das grandes novidades do DaVinci Resolve 12 é o sistema de gerenciamento de mídia, que habilita recursos como copiar, mover, transcodificar, consolidar e excluir todos os ativos do projeto, com a opção de arquivar ou exportar para outro sistema – o que deve agradar aos usuários acostumados com a interface do Final Cut Pro X e mesmo do Avid Media Composer.

davinci- importacao de midia

Acima, tela de importação de mídia do DaVinci; na pág. ao lado, a de gerenciamento de mídias (maior) e a de modos de edição (menor)

Além de organizar os arquivos, o software da Blackmagic não restringe o acesso a eles e tudo pode ser feito por meio do próprio aplicativo de maneira bem amigável.

Esse foi um dos pontos cruciais do Final Cut Pro X: os arquivos não ficam mais diretamente acessíveis ao usuário, como era no Final Cut 7 (embora o gerenciamento de mídia nessa versão fosse muito fraco). No Final Cut Pro X, após a importação, o software cria uma cópia da mídia do cartão, com versões de alta qualidade e proxy, de acordo com a necessidade. Todas essas mídias, porém, ficam armazenadas dentro das bibliotecas do Final Cut Pro X – o que geralmente é conhecido como “projeto” nos outros programas e não ficam visíveis ao usuário. Ainda é possível acessá-las, mas a ideia é deixar que o software se ocupe disso.

Final Cut - importaçao de mídia

Acima, a tela de importação de mídia do Apple Final Cut X (com mudanças que geraram críticas dos usuários) e, abaixo, a do Adobe Premiere, que permite acesso direto à mídia

Já o Adobe Premiere segue a filosofia do antigo Final Cut 7 (e do DaVinci Resolve) e possibilita ao filmmaker acesso direto aos arquivos de mídia. Além disso, uma vantagem do Premiere CC é que ele aceita diferentes codecs na- tivamente, sem necessitar da criação de uma versão otimizada.

DESEMPENHO

Isso vale para todos os editores de vídeo: as mídias otimizadas (convertidas para o formato nativo do editor) ocupam mais espaço em disco, mas possibilitam uma visualização sem engasgos. Assim, em vez da velocidade do processador, o gargalo de desempenho fica a cargo do disco de armazenamento – peça que é bem mais acessível que uma GPU.

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Acima, a interface geral de edição do DaVinci Resolve 12, programa de edição que exige um maior poder de processamento e que funciona muito bem com arquivos ProRes

Entre os três softwares, o DaVinci Resolve 12 é o que exige maior poder de processamento para um playback sem problemas. Uma opção para otimizar o desempenho é mudar “Proxy Mode” para “Quarter Resolution” na visualização e trabalhar com mídias otimizadas sempre que possível.

Mesmo assim, o DaVinci Resolve 12, como o Final Cut Pro X, funciona muito bem com arquivos em ProRes. Ambos conseguem lidar com formatos nativos, mas não espere o mesmo desempenho: os tempos de renderização serão intermináveis. Se você sabe que o seu projeto terá muitos efeitos e precisará de render, vale a pena converter as mídias no início.

Adobe Premiere talvez seja a exceção por lidar com os arquivos diretamente no formato nativo, como RED, H.264, MXF, inclusive misturando-os na timeline. Nesse aspecto ele ainda é imbatível, mas é importante usar um codec com a menor compressão possível. Embora exija mais dos discos, isso não gera gargalo no processador, que, em geral, já está sobrecarregado com efeitos e outras funções.

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INTERFACE

A maneira como o usuário interage com o programa é um parâmetro importante para avaliar se a edição será amigável ou se o tempo de aprendizado do software será algo irritante e impeditivo. Nesse aspecto, o DaVinci Resolve 12 tem muito a oferecer, principalmente se comparado ao que os usuários estão acostumados.

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O DaVinci Resolve 12 com o cursor no modo de edição Razor: uso intuitivo, fácil de aprender

Final Cut Pro X trouxe uma nova interface “estranha” para quem editava vídeos na versão 7. A janela de visualização ainda está presente, mas com novos botões, nomes diferentes daqueles que os usuários já conheciam e novas formas de fazer as coisas. O que era “Project” na versão 7, na X é algo incorporado na “Library”. O “Project“ da versão X é a antiga timeline. Ainda surgiu o “Event” como um elemento novo de organização dentro da “Library”.

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Acima, o DaVinci em ação com o cursor no modo de edição Trim, o programa permite a edição de vários clipes sem “engasgos”

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Acima, interface geral de edição do Final Cut Pro X (que lida com arquivos nativos, mas sem agilidade).

Segundo a Apple, essa mudança foi para melhorar a organização dos elementos e seu acesso. A maior alteração, no entanto, foi a própria timeline. O Final Cut Pro X adota a chamada Magnetic Timeline, em que não existem “tracks” e todas as cenas e clipes estão ancoradas na pista central. Algo a se acostumar.

Já o Adobe Premiere pouco mudou nas versões recentes – o que é algo positivo para os usuários fiéis. As novas funcionalidades vão sendo agregadas organicamente ao “Workspace”. Além disso, na suíte CC, outros programas seguem um jeitão semelhante, o que traz agilidade na edição.

Premiere - modo de ediçao - interface geral

Interface do Premiere, o melhor no trabalho com arquivos nativos.

A interface do DaVinci Resolve 12 para edição é algo novo mesmo para os usuários que já conheciam o software – pois, claro, antes nem existia o módulo de edição. O formato e a organização das ferramentas, no entanto, foram pensados para agradar. Tudo é bem intuitivo e, ao contrário do Final Cut Pro X, em que o usuário pode se sentir perdido à primeira vista, no DaVinci Resolve 12 é possível editar sem grandes conhecimentos do software. O estilo adotado com as tradicionais tracks também ajuda o usuário a se familiarizar facilmente.

Esse design aparentemente simples esconde alguns recursos interessantes. Existem apenas três modos de edição: Normal, Trim e Razor. A novidade é que dependendo do modo selecionado e da posição sobre o clipe, a representação do cursor muda e também seu efeito no clipe. O cursor pode adquirir funções de Ripple, Trim, Slide, entre outras. Uma das melhores adições é que torna possível movimentar clipes e não deixar espaços (gaps) entre eles. Embora pareça ter muitos detalhes com os quais lidar, o Trim sensível ao contexto deixa o worflow muito ágil em pouco tempo. É possível até editar múltiplos clipes de uma só vez.

Um destaque da interface do DaVinci Resolve 12 é o modo de correção de cor, que, embora seja semelhante às ferramentas de outros programas, difere do que o filmmaker está acostumado, principalmente pela organização em nodes.

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O modo de Correção de Cor (telas acima e abaixo) é o maior destaque do DaVinci Resolve 12 diante dos concorrentes, pois é a função originária do programa e tem alta eficiência

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Os nodes são uma forma simples e poderosa de criar uma hierarquia de correções, um tipo de tratamento de imagem encadeado. Com isso, é possível afinar qualquer uma das etapas da correção sem afetar as outras. Por exemplo: em um node inicial, a correção pode ser no equilíbrio de branco de um take. Já o node seguinte pode reforçar a cor de algum elemento ou equilibrar a exposição. Se for preciso alterar qualquer um desses elementos, as demais alterações não são perdidas. Em um projeto com muitas sequências diferentes, ainda é possível endereçar nodes de correção para toda a sequên- cia, tornando simples criar e alterar um look daquele trecho do vídeo.

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Acima, modo de Correção de Cor no Final Cut Pro X, que tem efeitos simplificados e rápidos, e, abaixo, o modo de Correção de Cor do Premiere, que distribui recursos em outros softwares.

Premiere - modo de correcao de cor

RECURSOS

Se, por um lado, o Final Cut Pro X pode ser confuso e limitado em projetos mais complexos, para projetos mais simples ele é difícil de ser superado em dois recursos automáticos: as capacidades de igualar cor de diferentes câmeras e de solucionar pequenos problemas de captação. Ele também trabalha bem com chromakey (algo com que a versão 7 sempre teve problemas) e oferece recursos como tarjas e ele- mentos animados e customizáveis.

Ao seguir na direção oposta do Final Cut Pro X, que integra comandos de cor e efeitos simplificados e rápidos, o Adobe Premiere distribui os recursos entre os softwares do pacote Creative Cloud. Por exemplo: para uma cartela elaborada, o Photoshop é perfeito; para uma correção de cor com mais nuances que o corretor interno, é preciso usar o Speedgrade; para dar saída para web e para uma exibição em alta definição, entra em cena o Media Encoder; para recursos de chromakey ou composição, o After Effects é quase imbatível. O importante é que todos esses recursos ficam interligados: ao realizar modificações no vídeo em outros programas, o Adobe Premiere atualiza a timeline com as alterações. O lado ruim é o preço: para ter todas as funções, é necessário pagar pela assinatura de mais de um programa ou pelo pacote completo da CC.

Um dos pontos negativos do DaVinci Resolve 12 é justamente em relação as cartelas, GCs, tarjas e recursos afins. Embora existam algumas opções, elas são muito básicas no DaVinci – que também oferece suporte a efeitos OpenFX, mas não traz nenhum como padrão. Na avaliação dos recursos, o ponto alto do DaVinci Resolve é o modo de correção de cor. Outros desta- ques são a função de chromakey, muito boa, e o tracker (que pode ser usado em janelas de correção, efeitos e até texto), muito mais preciso que o de outros softwares.

O editor da Blackmagic também tem o recurso de Multicam, mas nesse aspecto ainda está atrás do Adobe Premiere e bem longe do Final Cut Pro X, embora cumpra o seu papel. Na versão 12 também foi incluído o easyDCP: o DaVinci Resolve 12 pode gerar um DCP (for mato-padrão para exibição em salas de cinema) diretamente da timeline. Boa parte dos usuários não usará essa função, mas ela pode ser útil, por exemplo, para filmmakers que realizam curtas-metragens e precisam enviar o filme para festivais sem precisar gastar com finalizadoras.

INTEGRAÇÃO

Não é raro que usuários queiram exportar o projeto para ser trabalhado em outro programa. Em um trabalho em equipe, edita-se no Final Cut Pro X e depois envia-se o projeto para outra pessoa realizar as composições no After Effects. Ou edição no Adobe Premiere e depois correção de cor no DaVinci Resolve 12. Este, que sempre foi o workflow de grandes projetos de cinema e publicidade, está chegando às produtoras menores e aos filmmakers freelancers.

Para os usuários de outros produtos da Adobe há um incentivo para ter o Adobe Premiere pela compatibilidade com os outros softwares da empresa. Editar com os softwares da Creative Cloud não é apenas simples, mas também bastante otimizado. O Adobe Premiere ainda consegue exportar facilmente um projeto em XML para ser usado em um software de correção de cor. O Final Cut Pro X também foi pensado para exportar o projeto sem maiores problemas. Nos dois casos sempre haverá limitações em takes com efeitos, remapeamento de tempo e tran- sições mais complexas.

Nesse contexto, o DaVinci Resolve 12 se beneficia por ser, na essência, um software de correção de cor e, portanto, possibilita importar arquivos de diferentes programas de edição com pouquíssimos problemas de compatibilidade. A questão é que a saída do DaVinci tradicionalmente eram as mídias corrigidas, e não os projetos. A Blackmagic tem trabalhado nisso e a versão 12 inclui a exportação de arquivos EDL, XML e no formato do Final Cut Pro X.

SAÍDA

A maioria dos usuários trabalha com elementos e mídias diretamente na timeline e usa o próprio programa de edição para dar a saída final no projeto. Essa é uma maneira de simplificar o processo, principalmente se a montagem e a finalização for feita por uma só pessoa.

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Acima, tela do modo Deliver na renderização e, abaixo, tela do modo Quarter Resolution, do programa Blackmagic DaVinci Resolve 12, que tem a enorme vantagem de ser gratuito.

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Nesse aspecto, o DaVinci Resolve 12 funciona muito bem: o módulo de exportação integrado do software conta com os principais formatos e é altamente configurável. A disputa com Adobe Media Encoder é acirrada, pois a ferramenta da Creative Cloud oferece mais formatos, mas o DaVinci Resolve 12 é consideravelmente mais rápido. Nos dois casos, uma GPU com CUDA me- lhora bastante o desempenho.

Por outro lado, muitos usuários reclamam (com razão) que o modo de saída é um dos grandes problemas do Final Cut Pro X. Mesmo com a ajuda do Compressor (que custa mais US$ 100), a solução da Apple é limitada em formatos e configurações. Nesse caso, é comum que os filmmakers exportem o chamado “Master File” e depois usem outro software para gerar as ver- sões solicitadas pelo cliente.

O DAVINCI RESOLVE?

Infelizmente, ainda não existe um software NLE que atenda a qualquer necessidade de edição. Cada um dos programas tem aspectos positivos e negativos – muitas vezes a escolha recai sobre qual deles realiza melhor o tipo de trabalho necessário. Na versão 12, o DaVinci Resolve 12 avançou muito, mas ainda peca por não oferecer recursos comuns a outros NLEs. Por outro lado, vale lembrar que o software da Blackmagic é um dos mais usados em Hollywood para a correção de cor. E isso você pode ter em casa, de graça (se o computador tiver uma boa placa de vídeo, melhor ainda).

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O site Oeditor.com agradece a Revista FilmMaker que gentilmente disponibilizou todo o conteúdo desta matéria. A Revista FilmMaker é voltada para o público interessado em filmagens com câmeras fotográficas DSLRs e filmadoras digitais modernas, em HD e Full HD. A publicação apresenta novidades do segmento, teste de equipamentos, informações sobre acessórios, dicas sobre técnicas de filmagem, reportagens sobre o trabalho de profissionais de destaque na área e muito mais. Uma publicação feita para profissionais do segmento de filmagens que atuam em cinema, publicidade, institucional, documental, cobertura social e educacional.

As edições avulsas podem ser compradas diretamente pela Windows Store ou pelo site da Editora Europa.

Logo FilmMaker

Adobe Premiere | Chroma Key

18 set

Texto: Mateus Ferreira – Brainstorm

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Aprenda a utilizar as ferramentas de Keying do Adobe Premiere para remover fundos monocromáticos de seus vídeos, através da técnica chamada Chroma Key!

Baixe os arquivos do tutorial através deste link.

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O fim da era CS – Adobe Creative Cloud é a nova aposta da empresa

7 maio

Quase todo ano, a Adobe realiza um grande evento chamado Adobe MAX, para mostrar as novidades de seus produtos, como o Photoshop, Illustrator, Premiere, After Effects e muito mais.

Além da troca de informações e palestras de profissionais, eles permitem que o público tome conhecimento das mudanças nas Creative Suites. Nesta semana está ocorrendo em Los Angeles, nos Estados Unidos, o Adobe MAX 2013. O Tecmundo foi convidado com exclusividade pela Adobe para conhecer os detalhes da maior novidade da empresa: a Creative Cloud.

Quem abriu o evento foi o CEO: Shantanu Narayen, que deu detalhes específicos do que pode ser considerado uma revolução nos produtos da empresa.

Conteúdo nas nuvens

Iniciado em 2012, o Creative Cloud consiste no conceito de compartilhamento de conteúdo na nuvem. Entretanto, isso não significa que agora todos os softwares estarão acessíveis como aplicações online. A partir de agora, os produtos da Adobe não serão mais comercializados de forma individual ou em pacotes que atendam a necessidades específicas.

Com isso, para ter acesso aos novos aplicativos, você deve realizar uma assinatura online. Mediante um pagamento mensal (com contratos de um período curto ou anual), é possível utilizar qualquer software da Adobe. Ao invés de adquirir um produto, você passa a contratar um serviço. Para muitos isso pode parecer ruim, já que não é mais possível ser “proprietário” dos programas. Porém, a vantagem é que o valor mensal é muito mais baixo, tornando mais acessível.

Adobe MAX 2013: o fim da era CS - Creative Cloud é a nova aposta da empresa (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Sendo assim, todos os programas deixam de ter uma nomenclatura por versões “anuais” (Adobe Photoshop CS6, por exemplo), e passam a contar apenas com a sigla CC, decorrente do nome do serviço. Dessa forma, todos os assinantes têm aplicativos sempre atualizados, sem precisar adquirir um novo pacote. Isso também significa que novidades devem ser mais frequentes.

Apesar de não ser a meta primária da Adobe, isso pode ajudar a combater a pirataria, já que os softwares devem realizar verificações online constantes para funcionar. Além disso, as maiores vantagens das novas versões são justamente as funções realizadas por meio do serviço na nuvem.

Tudo é colaborativo

Se os programas continuam instalados no PC, porque o conceito de nuvens? A real diferença está na maneira como se trabalha com conteúdos. Levando em consideração o fato de que os softwares da Adobe funcionam sempre aliados tanto à criatividade, como a trabalhos cooperativos, a empresa tem em mente estreitar especialmente de forma social.

No final de 2012, a Adobe adquiriu a Behance, uma espécie de rede social que foca no compartilhamento de trabalhos profissionais, como um portfólio online. A ferramenta online acabou sendo integrada ao Creative Cloud de forma bastante inteligente.

Adobe MAX 2013: o fim da era CS - Creative Cloud é a nova aposta da empresa

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

O novo serviço deve integrar todos os processos de criação de conteúdo, desde o lado conceitual até o portfólio do profissional, com todos os projetos que foram realizados, da forma mais detalhada possível.

Ou seja, é possível adicionar pessoas aos seus projetos para uma participação muito mais colaborativa e automática. E, da mesma forma, existem maneiras de compartilhar seu trabalho em busca de opiniões e até ajuda profissional.

Adobe MAX 2013: o fim da era CS - Creative Cloud é a nova aposta da empresa (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Creative Cloud na prática

Além da assinatura, para ter acesso aos programas da Adobe, você deve agora baixar um aplicativo próprio do Creative Cloud. Ele integra absolutamente tudo que você cria e configura em cada um dos softwares, realizando sincronizações com os servidores da empresa – sejam workspaces ou simples teclas de atalho.

No evento de abertura, Scott Belsky, junto ao CEO, explicou passo a passo cada uma das funções da aplicação que centraliza tudo. Ao abri-lo, ele mostra um feed social, com atualizações de pessoas que você segue no Behance e convites para participar de projetos.

Adobe MAX 2013: o fim da era CS - Creative Cloud é a nova aposta da empresa (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

A facilidade para realizar download e instalação dos programas é um dos pontos fortes, já que agora basta clicar em um botão e aguardar o processo concluir, acabando com a antiga burocracia. Caso queira, é possível também instalar versões da suíte CS6, por alguma questão de compatibilidade.

Outra grande novidade é a seção “Fonts”. Como gerenciar fontes é algo muito estressante, a Adobe implementou uma forma de acessar uma enorme biblioteca online. Assim, basta encontrar alguma de seu gosto e o Creative Cloud se encarrega de instalar automaticamente.

Visualizar arquivos online com compatibilidade agora também é possível. Por exemplo: se você enviar um arquivo do Adobe Illustrator para a nuvem, não é necessário ter o programa instalado para conseguir vê-lo. E você pode até ver detalhes específicos, como fontes usadas e cada camada separadamente.

Adobe MAX 2013: o fim da era CS - Creative Cloud é a nova aposta da empresa (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Em resumo, o que realmente muda?

A Adobe sempre trabalhou forte na integração de seus programas. A ideia agora é focar na colaboratividade de forma mais simples e direta. Fica muito mais fácil realizar trabalhos em conjunto com outras pessoas e em vários dispositivos diferentes. Além disso, o compartilhamento de conteúdos da comunidade serve como ótima fonte de inspiração e ponto de partida para projetos.

Segundo divulgado no evento, os novos serviços da Creative Cloud passarão a funcionar em 17 de junho deste ano. Quem já tinha as suítes antigas pagará mais barato no primeiro ano, sendo U$ 19,99 para quem tiver a CS6 e U$ 29,99 para CS3, 4 e 5. A mensalidade normal é de U$ 49,99 nos Estados Unidos, mas deve vir a U$ 100 no Brasil devido aos impostos. (Preços com comprometimento de um ano de assinatura.)

| TUTORIAL | Adobe Premiere / Renderizar em Alta Definição

2 maio

Tutorial Adobe Premiere: Como renderizar um vídeo em Alta Definição?

| TUTORIAL | Multi-Camera no Premiere CS6

28 abr

Aprenda a editar com várias câmeras com o modo multi-Camera do Premiere CS6

by Felipe Castanhari

| TUTORIAIS | Adobe Premiere

25 abr

Adobe Premiere é um programa que é empregado para a edição de vídeos profissionais.
Está disponível nas edições para as plataformas Windows e Macintosh.


Com inúmeros recursos avançados, este programa garante resultados profissionais e qualidade altíssima para manipulação e conversão de filmes. Apesar de trazer uma gama considerável de ferramentas complexas, a nova versão do software traz facilidade para pessoas inexperientes.

A Adobe adicionou o suporte completo para sistemas de 64 bits. Além disso, o Premiere oferece aceleração gráfica por hardware, ou seja, a placa de vídeo é uma grande aliada para garantir resultados imediatos.


Assim como outros programas da família Creative Suite, o Premiere também conta com camadas de ajuste, as quais servem para aplicar efeitos entre os clipes. Também é possível adicionar máscaras para configurar determinadas áreas do vídeo.

Um dos grandes diferenciais do Adobe Premiereo é a edição dos filmes durante a reprodução. Graças ao Mercury Playback Engine (motor gráfico que usa a GPU para acelerar o processamento), o programa consegue aplicar efeitos em tempo real. Vale ficar atento, no entanto, ao modelo de placa de vídeo que você possui, pois somente componentes mais avançados oferecem suporte para a utilização do recurso.

Continue lendo sobre Adobe Premiere, divulgamos outros vídeos de tutoriais, todos os vídeos são do site TECNODIA.
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EFEITOS SONOROS E TRILHAS [ FREE ]

22 abr

Efeitos sonoros ou efeitos de áudio são sons criados ou editados artificialmente, utilizados para enfatizar obras artísticas como filmes, programas de televisão, animações, jogos de vídeo, músicas, ou outros meios de comunicação.

Na indústria de gravação é freqüentemente abreviado como “FX”.

Na produção cinematográfica e televisiva, um efeito sonoro é um som gravado e apresentado para fazer uma determinada narração da história sem o uso do diálogo ou de música. O termo geralmente se refere a um processo aplicado para uma gravação, sem necessariamente referir-se à gravação em si.

Na produção cinematográfica e televisiva profissional, a gravação de diálogo, música e efeitos sonoros são tratados como elementos separados. Diálogo e gravações musicais nunca são referidos como efeitos sonoros, embora os processos aplicados a eles, como a reverberação ou flanging, muitas vezes são chamados de “efeitos sonoros”.

Indico alguns sites de efeitos sonoros e trilhas para download:

http://www.robertetoll.com/
http://www.megatrax.com/
http://www.freesound.org/
http://soundfxnow.com/
http://www.audiomicro.com/

“Criamos e divulgamos conteúdos para entusiastas, estudantes e profissionais do audiovisual”. Gustavo Lopes, Fundador do Oeditor.com

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São matérias, vídeos, novidades sobre equipamentos, making of’s, tutoriais de softwares e demais conteúdos compartilhados por profissionais da área.

Criado em 2009, a comunidade tem como público-alvo profissionais que até então não encontravam em um único site ou blog assuntos direcionados especificamente a eles, além de networking direto entre público e marcas. No decorrer dos anos, a comunidade conquistou um número expressivo de seguidores diante de um público bastante segmentado.

Essa conquista foi possível devido aos profissionais que atuam no site Oeditor.com.

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É uma equipe especializada em várias áreas do audiovisual e comprometida em buscar, diariamente, conteúdos inéditos e de qualidade para todos os leitores.

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Canon 7D no Adobe Premiere CS5

4 jan

Olá amigos! Neste breve vídeo, mostraremos a você o incrível poder e facilidade de edição de imagens em DSLR no Premiere Pro CS5.

A chave para tudo isso: EDIÇÃO DSLR NATIVA. Isso mesmo. Direto da câmera para a timeline. Sem transcodificação, sem proxies. Full frame size, frame rates mista, todos vivendo juntos, harmoniosamente, na timeline do Premiere Pro CS5. E o que torna tudo isso possível? O incrível novo de 64 bits Mercury Playback Engine.