Archive | Cinema RSS feed for this section

Alexandre Ache Star Wars | Super Cinema

13 dez

Ansioso para a estreia de ROGUE ONE? 😰
Star Wars revolucionou o cinema, a forma de se fazer filmes e mudou a vida do nosso amigo Alexandre Ache do Super Cinema!!! Assista!

Rogue One: A Star Wars Story (Rogue One), foi dirigido por Gareth Edwards e escrito por Chris Weitz. O filme, que faz parte de uma nova série de spin-offs produzidos pela Disney com base na série Star Wars, teve seus efeitos especiais produzidos pela Industrial Light & Magic e será distribuída mundialmente pela Walt Disney Studios Motion Pictures.

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No elenco do filme estão os atores Felicity Jones, Diego Luna, Forest Whitaker, Ben Mendelsohn, Alan Tudyk e Mads Mikkelsen. A história do filme se baseia em um grupo de combatentes da Aliança Rebelde se unindo para uma missão de roubar os planos da Estrela da Morte e trazer uma nova esperança para a galáxia. A história vai se passar antes dos acontecimentos de Uma Nova Esperança e depois da A Vingança dos Sith.

Rogue One estreia no Brasil dia 15 de Dezembro de 2016.

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Academia Internacional de Cinema (AIC) | 23 Cursos de Cinema com Desconto até 18/12

12 dez
A Academia Internacional de Cinema (AIC) é uma escola de cinema com unidades em São Paulo e Rio de Janeiro. Reconhecida por sua excelência demonstrada em mais de 2300 filmes produzidos pelos alunos em seus mais de dez anos de atividades, possui programas exclusivos e inovadores que combinam teoria sólida com prática intensiva. A AIC ensina aos alunos as habilidades necessárias para que atuem como profissionais criativos nas diversas áreas do cinema.
post_02O corpo docente é composto por professores experientes e cineastas de renome, com muitos trabalhos no mercado nacional e internacional. Com um programa de mais de 30 cursos que abrangem toda a cadeia produtiva do audiovisual – da ideia à distribuição, entre eles: cursos de formação livre, intensivos de férias, oficinas especializadas e o curso de 2 anos de Formação Profissional em Cinema – o Filmworks.
Confira abaixo todos os nossos cursos semestrais e anuais com desconto de dez por cento à vista e parcelamento facilitado até 18/12.

Produtora utiliza Cintel Film Scanner da Blackmagic Design na restauração de clássicos do cinema brasileiro

19 out

A produtora Afinal Filmes deu um passo adiante nas suas iniciativas de restauração de documentários em acervos ao integrar o Cintel Film Scanner da Blackmagic ao seu fluxo de trabalho.
00 A Afinal Filmes é conhecida por suas pós-produções em diversos documentários premiados e, principalmente, por sua competência na restauração de filmes. Além de Nelson Pereira dos Santos, seu portfólio inclui colaborações com diretores renomados, como Walter Salles, Eduardo Coutinho, João Salles, Eduardo Escorel, Miguel Faria Jr. e Silvio Da-rin. A produtora conta com um fluxo de trabalho de restauração otimizado para gerenciar enormes acervos de materiais, portanto a adição do Cintel foi vital para o seu crescimento e sucesso no futuro.03 Continue lendo

A tecnologia revolucionando a cinematografia

29 jul

A tecnologia vem revolucionando o mundo. Se pararmos para pensar, em poucos anos, talvez estaremos com workflow de trabalho completamente diferente, com etapas de produção otimizadas por novos equipamentos ou softwares “que conseguem fazer a magia acontecer”.0101Há tanta coisa boa vindo por aí que não cabem mais apegos. Amanhã ou depois sua ferramenta de trabalho pode ser mudada e a tecnologia que você usa vai estar ultrapassada. Conheça algumas das mais recentes descobertas tecnológicas e alguns produtos já disponíveis no mercado que podem estar no seu dia-a-dia em pouco tempo:

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Que vídeo incrível! | AMDSFILMS

28 jul
Sensacional! Várias cenas de diversos filmes reunidas em um vídeo épico.
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Trabalho perfeito, desde a seleção das cenas, edição, coloração e efeitos sonoros. É de arrepiar!!! Vale muito o play!

Indicação: Victor Haar

Edição Suicida? | Esquadrão Suicida

21 jul

O diretor David Ayer do filme Esquadrão Suicida divulgou algumas fotos dos bastidores do filme. Ayer brincou que o filme se chamaria Arkham Asylum que é a casa de vários membros do Esquadrão Suicida. As filmagens começaram em abril de 2015 em Toronto, Ontario no Canadá.post 0Essa é a timeline do filme que está sendo editado desde fevereiro. Totalmente suicida a tarefa desse editor!post 2O filme está programado para ser lançado em 04 de agosto de 2016 em 2D, 3D e IMAX 3D.

Independence Day Original x Atual | Tutorama

20 jul

4 de Julho de 1996 foi a data de estreia de Independence Day, exatos 20 anos atrás. Desde o primeiro filme até a sua continuação lançada este ano com o título de Independence Day: Resurgence muita coisa mudou na Computação Gráfica. Enquanto o primeiro foi considerado um marco na arte da época,produzido no limiar da revolução digital e ganhou um Oscar, o segundo foi considerado bom pela crítica, mas na visão geral, é apenas mais um dos muitos filmes recheado de efeitos visuais.02O primeiro, criado quase todo em cima de maquetes físicas (em miniatura) e efeitos práticos, não tem mais que 430 cenas de efeitos especiais. O segundo, usando a mais recente tecnologia digital ultrapassa 1.750 cenas de efeitos visuais.

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Fernando Meirelles Recomenda | Itunes

29 abr
O iTunes convidou Fernando Meirelles, um dos maiores cineastas do Brasil e do mundo, para recomendar dez filmes com personagens incríveis e explicar por que cada um é tão especial.
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Curta Birdman, Latitudes, A Onda, e outros grandes títulos da sétima arte pelo olhar de quem sabe do que está falando.
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Acesse o link: apple.co/FMRecomenda

São Paulo inaugura rede pública de cinema

14 abr

A cidade de São Paulo inaugurou as primeiras salas de exibição do Circuito Spcine de Cinema.02Até junho deste ano, o circuito inaugurará 20 salas de cinema com equipamentos de projeção digital, sistema de som Dolby 5.1 e um pacote variado de filmes, com produções históricas e recentes da cinematografia brasileira além de estreias internacionais. Com a instalação completa das salas, a programação contará com 200 sessões semanais e expectativa de 960 mil espectadores por ano.

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CINEFANTASY | Inscrições Abertas até 30 de Abril

13 abr

As inscrições para a 7ª edição do Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico estão abertas até o dia 30 de abril. Após uma pausa de cinco anos, o evento acontece entre os dias 6 e 11 de setembro no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo

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A programação incluirá mostras competitivas internacionais para curtas e longas-metragens de fantasia, ficção científica e horror, além de exibições paralelas com sessões temáticas, lançamentos de filmes e livros, homenagens, bate-papos com convidados brasileiros e estrangeiros, palestras, workshops e oficinas.

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Batman vs Superman: A Origem da Justiça | Making Of

29 mar

Confira cenas ineditas dos bastidores da produção que custou US$ 250 milhões aos cofres da Warner Bros. Pictures.
01bvs Zack Snyder afirmou que o longa é visualmente inspirado na história em quadrinhos The Dark Knight Returns por Frank Miller, mas a história é totalmente original e não baseada na HQ. A pré-produção começou no East Los Angeles College, em outubro de 2013, e as filmagens iniciaram em maio 2014 na cidade de Detroit, Michigan, com as filmagens adicionais em Chicago, Illinois, o filme foi editado por David Brenner.

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Ex Machina | Autodesk Maya

29 fev

Ex Machina foi o grande vencedor do Oscar de Melhores Efeitos Visuais, o filme utilizou as ferramentas Autodesk na sua produção.
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Escrito e dirigido pelo autor e roteirista Alex Garland, tendo sido a sua estreia como diretor. O filme foi protagonizado por Domhnall Gleeson, Alicia Vikander e Oscar Isaac.

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As filmagens tiveram início em 15 de julho e fim em setembro de 2013. Foram realizadas na Noruega, entre Valldal e o fiorde Sognefjord e no Pinewood Studios, em Londres. O orçamento total do filme ficou próximo de 15 milhões de dólares.

Os Efeitos Visuais foram amplamente elogiados pela critica mundial, e o Oscar veio coroar o trabalho maravilhoso realizado pela produção do filme, que utilizou Autodesk Maya.

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No Brasil, a empresa que representa a Autodesk é a Exec Technology.

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Entre em contato com a equipe Exec Technology e saiba mais:
Exec Technology, soluções do começo ao fim.
Telefone: (11) 5041-6966
Site: www.exectec.com.br
Facebook: www.facebook.com/ExecTechnology

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Presságios de um Crime | Avid Media Composer

29 fev

Está em cartaz em todo Brasil o filme Presságios de um Crime (Solace), editado com Avid Media Composer pelo amigo Lucas Gonzaga nos Estados Unidos com direção de Afonso Poyart.01 O filme conta a história de John Clancy (Anthony Hopkins), um médico que tem visões do futuro. Numa das visões ele prevê a morte da própria filha, algo que ocorre logo depois. Afastado do convívio social desde então, ele agora é a única chance do FBI para encontrar um serial killer, mas pra isso ele terá que se reencontrar com o seu passado.02

Além de Anthony Hopkins, o elenco conta com Colin Farrell em grande atuação, Jeffrey Dean Morgan, Abbie Cornish, Autumn Dial e Luisa Moraes.

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Confira o Trailer:

O mercado de edição de vídeo profissional está diariamente necessitando de editores que trabalhem em plataformas cada vez mais poderosas. E quando se fala em poder de edição e resultados da mais alta qualidade, estamos falando do editor mais utilizado nas maiores produtoras e emissoras de TV do mundo. Avid Media Composer é o nome do software de edição mais utilizado por editores que atuam no mercado de TV e Cinema a mais de 20 anos.

E você também pode usar este maravilhoso software, participe do sorteio.
Acesse o post:https://www.facebook.com/oeditorsite/photos/a.111779082238042.19690.100867896662494/959575734125035/?type=3&theater e leia o regulamento.

 

‪#‎solace‬ ‪#‎pressagiosdeumcrime‬ ‪#‎avid‬ ‪#‎mediacomposer‬

O2 Pós finaliza filme “Meu Passado Me Condena 2”

24 jun

A O2 Pós assina a finalização do longa Meu Passado Me Condena 2, que conta com Fabio Porchat e Miá Melo no elenco. A O2 Pós realizou os trabalhos de correção de cor e composição.

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Com estreia marcada para 2 de julho nos cinemas, Meu Passado Me Condena 2 tem direção de Julia Rezende e conta a história de Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello) quando enfrentam a primeira crise conjugal. Ela pede o divórcio, mas acaba sendo convencida a embarcar com ele para Portugal para consolar o avô (Antônio Pedro), que acabou de ficar viúvo. Lá, Fabio reencontra sua namorada de infância, Ritinha (Mafalda Rodiles), que agora é noiva de Alvaro (Ricardo Pereira), seu rival desde menino.

Tentando esconder de todos que estão à beira da separação, Fábio e Miá vivem situações hilárias e inesperadas que acirram ainda mais a crise no casamento. Além de Fábio e Miá, o filme conta no elenco com Inez Viana, Marcelo Valle, Antônio Pedro, Rafael Queiroga, Ricardo Pereira, Mafalda Rodiles e participação de Ernani Morais.

O que é real e o que é “de mentira” no novo “Mad Max”

19 jun

O filme do ano até o momento tem sido vendido como uma produção de truques práticos e coreografias insanas de dublês. Mas a verdade é que “Mad Max: Estrada da Fúria” contou também com um extenso trabalho de efeitos digitais e computação gráfica.

Em esclarecedora entrevista com o supervisor de efeitos visuais Andrew Jackson, o fxguide destrincha diversas cenas e o que foi modificado das filmagens originais. Muitos efeitos são manipulação da coloração, modificações na geografia, aumento da quantidade de figurantes, inserção de explosões e fogo, mas também tem tomadas inteiras feitas em animação, como as gerais da Cidadela e a perseguição na tempestade de areia.

O principal estúdio responsável pelo vfx do filme é o australiano Iloura, que trabalhou durante 30 meses com uma equipe de 60 pessoas nas quase 480 horas de cenas capturadas pelo diretor George Miller.

Confira abaixo os antes-e-depois:

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Veja todas as imagens, clique no link abaixo e leia mais.

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“O Homem de Aço” | Sandro Di Segni

18 abr

O Superman é criação com DNA norte-americano, mas a última versão do herói no cinema teve pelo menos alguns genes brasileiros: Sandro Di Segni, que liderou uma equipe de cerca de 60 pessoas na produtora inglesa Double Negative para criar os efeitos visuais das cenas de destruição de “O Homem de Aço”.

O paulista de 36 anos, que sempre gostou de computação e videogames, se apaixonou por efeitos especiais ao assistir no cinema “Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros” (1993). “Não era mais a Cuca, era um dinossauro, eu fiquei imaginando as pessoas dentro daquele parque mesmo”, conta.

Para ingressar na carreira de efeitos especiais, Sandro tentou as faculdades de Ciências da Computação e Publicidade e concluiu que nenhuma delas estava ajudando a alcançar seu objetivo. Então, vendeu tudo para ir estudar computação gráfica no Canadá. O plano deu certo e ele acabou trabalhando nas equipes que fizeram os efeitos de “John Carter- Entre Dois Mundos” (2012), “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), “Aprendiz de Feiticeiro” (2010) e “Príncipe da Persia: As Areias do Tempo” (2010).

Depois de finalizar o trabalho em “O Homem de Aço”, ele trabalhou em “Thor 2 – O Mundo Sombrio”, também nas cenas de destruição. Na sequência, Sandro tem planos de retornar ao Brasil e trazer a experiência que adquiriu nas grandes produções internacionais para o cinema nacional.

“Eu vejo que enquanto o resto do mundo está falando em crise, o Brasil está falando em oportunidade. O Brasil tem leis que estão promovendo um tipo de cinema muito interessante. Eu olho a quantidade de dinheiro que um filme faz, comparando um filme brasileiro com um blockbuster, e percebo que os maiores orçamentos, as maiores bilheterias, são mesmo nos filmes que têm efeitos visuais. Acho que seria muito interessante para o diretor brasileiro ter isso nas suas mãos”, acredita.

“O Homem de Aço”
Com um trabalho que tem como objetivo ser tão realista a ponto do público nem perceber que está lá, Sandro conta como funciona a rotina de quem desenvolve os efeitos especiais de um filme como “O Homem de Aço”.

“Para explodir uma cidade, por exemplo, tenho que decidir tecnicamente como vai ser feita a explosão. Eu ajudo a criar ferramentas para que a explosão seja possível. Como quebrar um pedaço de concreto? Na hora que explode alguma coisa, o concreto tem uma armação por dentro que tem que aparecer, tem uma fumaça que ele vai soltar e tem uma poeira que vai cair. Todos esses elementos têm que ser pensados tecnicamente”, explica.

Em “O Homem de Aço”, a equipe de Sandro se dedicou especialmente nas cenas de destruição de Metropolis, a cidade fictícia onde os personagens transitam, causada por uma espaçonave alienígena que altera o campo gravitacional da Terra.

“Fiz parte do time de destruição de Metropolis. Fiquei responsável por essa sequência em que as coisas são puxadas por essa nave gigante, ficam flutuando e tinham que cair de novo e causar mais destruição. Participei bastante do pós-destruição na cidade também”, conta.

“Foi muito tempo desenvolvendo esse efeito para descobrir como podíamos fazer isso de uma forma convincente. Porque um grande problema é a velocidade desses objetos andando no espaço. Apesar de na tela parecer pouquinho, eles estavam andando quilômetros por vez. Outra coisa foi tentar fazer ao máximo que as coisas reagissem de uma forma natural, apesar de estarmos lidando com um efeito completamente sobrenatural. Numa etapa bem preliminar do projeto, eu percebi que se eu aplicasse gravidade e a resistência do ar –meu trabalho envolve bastante física também– os objetos grandes começavam a se mover de uma forma bem diferente dos pequenos, o que é bom, de uma certa forma, mas que não deixava que eles chegassem onde tinham que estar no fim da tomada. Então, eu percebi que era uma coisa que tinha que ser surreal apesar de parecer normal. Foi muito trabalho de manipulação de partículas”, explica.

Sandro conta que, quando o diretor vai filmar as cenas com os atores em frente a uma tela verde, os efeitos que vão entrar ali já foram planejados e são colocados objetos para o elenco se orientar. “Quando Metropolis é destruída, tem o colapso da nave mãe que começa a puxar tudo para dentro, todos aqueles objetos passando pelo Superman, eu fiz muitas daquelas cenas, daqueles carros passando voando. O diretor fala ‘Olha, vai ter um monte de coisas passando por aqui, olha para lá’, ou até ‘Não olha para lá’, porque para o Superman é uma coisa muito natural. Ele está tentando sair daquela zona, as coisas vão passando, mas ele está lá”.

Algumas das coisas que parecem efeito também podem ser construídas no set, como é o caso de partes de Metropolis destruída em “O Homem de Aço”. “Sempre tem um mix das duas coisas. A parte em que uma menina é puxada dos escombros foi feita no set mesmo. Mas hoje em dia os efeitos têm uma qualidade tão grande que até para gente que é do ramo não dá para saber o que é efeito e o que não é”, afirma Sandro.

Para ele, o maior desafio de trabalhar em uma produção multimilionária como “O Homem de Aço” –que custou cerca de US$ 225 milhões,  é a escala. “A escala é cada vez maior. Eu fui ver ‘Os Vingadores’ antes e achei incrível como eles tinham feito tudo aquilo. E agora fui ver ‘O Homem de Aço’ e achei mais impressionante ainda. Estão cada vez maiores essas produções, esses custos, e a complexidade para fazer isso tudo”, conclui.

Fonte: Uol

Dicas valiosas para quem quer fazer cinema | 2015

29 dez

Algumas dúvidas são naturais quando se quer trabalhar com cinema. Muita gente se pergunta se é preciso fazer faculdade de cinema para ser cineasta, ou qual o melhor caminho para se inserir no mercado de trabalho. O Portal falou de tudo isso ao longo do ano e fizemos uma seleção com as dicas mais bacanas, para começar 2015 com o pé de direito!

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Aprendendo a fazer filmes de baixo orçamento: Entenda melhor o que é um filme de Baixo Orçamento ou Independente, e veja que é possível realizar bons filmes com orçamentos reduzidos.

–  Confira dicas para produzir um filme de qualidade com celular: Hoje em dia, com o avança das tecnologias, é possível produzir um filme com uma ideia na cabeça e um smarthphone na mão. Veja as dicas do fotógrafo Fabrício Cavalcanti.

Publicidade pode ser alternativa para quem quer trabalhar com audiovisual: um degrau importante para ingressar no mercado de audiovisual é a publicidade, foi assim que o diretor Fernando Meirelles começou sua carreira.

Fazer ou não fazer faculdade de cinema?: Se você pensou em ser profissional de audiovisual e já se deparou com essa dúvida, essa matéria é pra você.

Agência de Conteúdo e Formação Audiovisual ajuda na capacitação e promoção de novos autores e roteiristas: A iniciativa é importantíssima para os novos autores de todo Brasil, com formação em roteiro e produção para cinema e TV, e na exposição de seus conteúdos em um banco de projetos direcionados ao mercado.

O curador do Festival de Cinema de Gramado, Marcos Santuário, dá dicas para quem quer se tornar um curador de cinema: O interesse por cinema também pode se dar pelo trabalho fora do estúdio . Os curadores também são apaixonados por cinema.

 

Fonte:
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IKEA instala camas em sala de cinema na Rússia

17 dez

Ir ao cinema é uma experiência incrível, especialmente para quem curte. Hoje em dia, diversas redes têm investido não só em tecnologia, mas também em formas de tornar as horas do público um pouco mais confortáveis.

É claro que nada poderá se comparar à ótima ideia da agência Instinct para aIKEA na Rússia, que trocou os assentos de uma sala de cinema na cidade de Khimki por camas fofas e aconchegantes.

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O mais legal no vídeo acima é ver as expressões surpresas do público, e como cada um reage ao descobrir que em vez de passar as próximas horas sentado, poderá relaxar e curtir o filme da forma mais confortável possível.

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Fonte: www.brainstorm9.com.br

por Amanda de Almeida

“Divertida Mente”, da Pixar, mostra o que se passa na cabeça dos personagens

16 dez

O que será que se passa na cabeça do outro enquanto falamos com ele? Tentando responder essa pergunta e, de preferência, rir com ela e com alguns dos clichês que imaginamos sobre esse assunto, a nova animação da Disney Pixar promete divertir o público dos cinemas.

O primeiro trailer completo de “Divertida Mente” (“Inside Out”, no original em inglês), que acaba de ser liberado na web, mostra um tradicional jantar em família na casa da adolescente Riley. No entanto, a cena não é tão simples como pode parecer – o foco da produção não vai ser apenas nos diálogos entre os personagens, mas também nas batalhas internas entre as várias personas presentes na mente de cada um deles.

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O trechinho do trailer mostra um momento complicado em que os pais tentam estabelecer um diálogo que parece simples com a filha, mas que se torna complexo por conta da adolescência de Riley e da completa desatenção do pai da garota.

Com direção de Pete Docter, o mesmo responsável pelo sucesso de “Up”, em 2009, Divertida Mente promete ser bem emotivo, e se destaca por ser a segunda produção do estúdio, depois de “Valente”, que tem uma protagonista feminina (e, nesse caso, a primeira que não é uma princesa).

“Divertida Mente” chega aos cinemas brasileiros em julho de 2015.

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Fonte: www.brainstorm9.com.br

por Jacqueline Lafloufa

Interstellar | Making Of

13 nov

Interstellar é um filme de ficção científica dirigido por Christopher Nolan e estrelado por Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Jessica Chastain, Bill Irwin, Ellen Burstyn e Michael Caine.

Ele conta a história de um grupo de exploradores espaciais que viajam através de um buraco de minhoca. Nolan combina suas próprias ideias com um roteiro já existente desenvolvido em 2007 por seu irmão Jonathan Nolan para a Paramount Pictures e a produtora Lynda Obst.
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A Warner Bros., que distribuiu os filmes anteriores de Nolan, negociou com sua tradicional rival Paramount para ter uma parcela financeira em Interstellar. A Legendary Pictures, que antigamente era parceira da Warner, também procurou uma porção. Os três estúdios financiaram o filme que está sendo produzido pela Syncopy Films e a Lynda Obst Productions.

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Nolan contratou o diretor de fotografia Hoyte van Hoytema já que seu tradicional colaborador Wally Pfister estava ocupando trabalhando em Transcendence, seu primeiro filme como diretor. Interstellar foi filmado combinando os formatos anamórfico 35mm e IMAX. As filmagens começaram em agosto de 2013 em Alberta, Canadá, indo depois para a Islândia e por fim Los Angeles, Califórnia.

Assista o Making Of:

A Culpa é das Estrelas | ALEXA XT

30 set

Ben Richardson foi diretor de fotografia do filme A Culpa é das Estrelas, dirigido por Josh Boone.

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O filme foi produzido com 12 milhões de dólares se tornando o número 1 nas bilheterias dos Estados Unidos e é o mais rentável em 2014 até a presente data. Ben Richardson filmou o drama com ALEXA XT em ARRIRAW e lentes ARRI / ZEISS Master Primes da ARRI CSC.


Aqui, ele fala sobre suas escolhas para capturar o humor e a comoção desta história íntima.

Foi filmado em ARRIRAW. Por que vocês foram nessa direção?
BR: Foi a minha primeira vez que trabalhei com a ALEXA XT e felizmente com o modelo XT, que tinha acabado de ser lançado com o CODEX interno. Isso significa que ficou compacta e não necessitava de um gravador ARRIRAW separado. A ALEXA é extremamente limpa com ISO 800 e o ARRIRAW permite após a filmagem, ajustes finos de balanceamento de branco que garantem a melhor cor e latitude.
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O que você acha da qualidade de imagem da ALEXA?
BR: Eu acho uma câmera excelente. Fizemos um único LUT no set que usamos em todas as cenas e a testei extensivamente. Uma vez que aprendi o comportamento da câmera (muito parecido com um negativo novo), pude fazer meu trabalho em frente das lentes e expor como se eu tivesse com película. Eventualmente, em cenas escuras, eu super-expunha um stop e fazia a conversão sub-expondo, garantindo os detalhes nas sombras do “negativo”, mas para a maior parte eu pude acreditar que a câmera entregaria as imagens assim como eu as iluminei.

Você filmou com Master Primes.
BR: Eu amo a natureza descomplicada das Master Primes. Elas são incrivelmente definidas na maior abertura, com uma curta distância de foco dentro de uma bonita área de desfoque. Elas forneceram exatamente o aumento da emoção que nós queríamos do mundo de Hazel. Mesmo com as lentes mais abertas, nós pudemos manter a separação nos quadros sem sacrificar os detalhes do objeto principal. Conversávamos frequentemente sobre o desejo de sentir a vida de Hazel e Gus, o que significava ver a textura de sua pele, o brilho em seus olhos, e com as Master Primes conseguimos isso.

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Na última cena em Amsterdã, Gus e Hazel sentaram em um banco do lado de fora e ele revela estar doente. Esta atuação é sentida muito real.
BR: Foi uma das últimas cenas para filmar e foi extremamente gratificante. Tentamos trabalhar o mais simples possível permitindo aos atores se aprofundar na cena. Achamos uma bela locação e selecionamos um banco com uma cobertura suave de uma árvore a qual fez uma luz suave e consistente mesmo quando as nuvens se moviam acima. Colocamos poucos quadros para preencher o canal, revelando suavemente seus olhos. Escolhemos coberturas cruzadas simples garantindo que seguraríamos Hazel e Gus no mesmo quadro para tomadas mais fechadas, porque queríamos sentir como eles lidariam juntos esse difícil momento.

O posicionamento das câmeras foi interessante, porque o banco que eles sentaram estava muito perto do canal. Tentamos movê-lo para trás para ângulos mais fechados, mas sentimos que o enquadramento estava errado e algo foi perdido. Não tínhamos orçado uma grua, então finalizamos precariamente com o nosso dolly, posicionado na borda do canal, quase saindo sobre a água. Nossa equipe de câmera e maquinária foram fantásticas, portanto nunca era inseguro, apesar de eu estar sentado na borda operando a câmera, tal como acontece em todas as filmagens de A CULPA; porém, era mais importante permitir Ansel e Shailene viver aquele momento, então nós fizemos o possível para permitir.
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Existem várias cenas de muita emoção. Como DF, que trabalha ali com os atores durante essas cenas desafiadoras, como você ajudou os atores nesse ambiente tão vulnerável? Você já havia filmado com câmeras simultâneas?
BR: Definitivamente ajudei meus diretores a criar o ambiente certo para seus atores. Pedi ao meu eletricista chefe, chefe de maquinária e equipe de câmera, para tentar se manterem conscientes da energia no set. Nosso trabalho exige o movimento de equipamentos pesados e complexos, passando instruções via rádio, etc., mas há sempre uma maneira silenciosa e com respeito de fazer isso, sem fazer disso algo estranho. Por outro lado, às vezes é útil permitir que os atores e diretor desfrutem de algum ruído de fundo enquanto trabalham, muito parecido como uma conversa particular em uma festa lotada, pois realmente é uma questão de consciência acima de tudo. Em A CULPA, filmamos principalmente com uma câmera. Obviamente você pode refinar a luz para um único ângulo de forma mais eficaz, mas também acho que existem outros benefícios para o diretor e os atores em trabalhar dessa forma. Há uma intensidade a ser conhecida para aquela cena naquele momento, onde encontramos pessoas que entendem isso. Às vezes, obviamente, você precisa usar várias câmeras para cobrir uma cena mais rápido, ou gerenciar algo complexo ou a interação de uma certa cena e então você faz o uso de várias câmeras, mas não é a minha preferência.

Há flashbacks que têm um look suave. Foram feitos na câmera?
BR: Queríamos que a “história do câncer” inicial de Hazel como uma jovem garota e a montagem final, atingisse uma sensação de flashbacks distintos. Como revisávamos todos os lugares que víamos durante o filme, sentíamos a importância de torná-los como lembranças e não como a reutilização de cenas reais. Nós testamos várias opções, filtros, lentes antigas, etc., mas no final escolhemos o sistema de Lensbaby para criar aquele look, especificamente a Sweet-35 e a Edge-80, montamos no Composer Pro. Cada dia depois da filmagem nós queríamos incluir os flashbacks, fazíamos o “Lensbaby take”. Eu manualmente operava o enquadramento da Lensbaby mudando o foco sobre os atores, criando um look que você vê.

Há uma cena engraçada, mas ainda comovente onde a Hezel elogia o Gus. A atuação dos dois foi capturada de uma forma muito especial. A cena foi paralisada e filmada com o foco de passagem gradual, desde o contexto mais amplo da situação deles e apreciando o humor e irreverência daquele momento. Para a intensidade da conexão de Hazel e Gus, e esperançosamente atraí-lo daquele humor e perspectiva do elogio da Hazel sem fazer muito obvio a metade da cena seguinte, necessariamente, jogamos com extremos close-ups. Notei que a atuação de Shailene na cena, a qual foi a última de um longo dia, foi incrível. Ao final do take dela, todos estávamos simplesmente congelados, você poderia ter ouvido um alfinete cair.
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Transformers: A Era da Extinção | Crítica

17 jul

Michael Bay se diverte mais do que consegue divertir a maioria das pessoas

Quando Transformers: A Era da Extinção (Transformers: Age of Extinction, 2014) estreou, o diretor Michael Bay respondeu àqueles que o odeiam e criticam seus filmes: “Eu não ligo. Deixe-os odiar. Eles vão continuar vendo meu filme. Acho que é bom ter esta tensão. Muito bom! Eu costumava ficar chateado, mas acho que é bom ter este diálogo. Ele me faz pensar e mantém meus pés no chão, então, tudo bem”, disse à MTV. E é difícil pensar que Bay está errado em pensar assim. Ele continua fazendo os filmes que gosta de fazer e as pessoas realmente continuam indo ao cinema para vê-los. Nos seus primeiros 30 dias em cartaz ao redor do mundo, o quarto filme da franquia dos robôs gigantes ultrapassou a marca dos 200 milhões de dólares nas bilheterias dos Estados Unidos e já é o filme mais visto da história da China, onde arrecadou 225 milhões de dólares em apenas 12 dias.

Não é à toa que o cineasta anunciou A Era da Extinção como o primeiro filme de uma nova trilogia. Ele realmente só não volta para mais dois filmes da série se não quiser, pois a Paramount e a Hasbro certamente estão é rindo à toa com o tanto de dinheiro que entra bienalmente em seus cofres. Nesta nova fase, o chorão do Sam Witwicky interpretado por Shia LaBeouf sumiu do mapa. Seu nome sequer é lembrado. O que não é esquecida, porém, é toda a destruição causada na batalha de Chicago do terceiro filme, desculpa ideal para fazer o governo dos Estados Unidos agora caçar os Autobots e destruí-los. Poucos robôs continuam vivos, um deles é o líder Optimus Prime, que estava em uma espécie de coma/curto-circuito e é encontrado disfarçado no interior do Texas por um cientista incompreendido vivido por Mark Walhberg.

Com o governo – e uma nova ordem de robôs alienígenas caçadores de recompensa – na sua cola, só resta a Cade Yeager (Wahlberg), sua filha adolescente (Nicola Peltz) e o namorado dela (Jack Reynor) se juntarem aos Autobots em uma batalha pela sobrevivência que os fará voltar a Chicago e depois partir até a Ásia, onde passam por Pequim e Hong Kong novamente causando muita destruição.

Esta é a linha do enredo e, tirando algumas conspirações que não precisam ser mencionadas aqui, tudo o que você precisa saber sobre a trama. Afinal, é um filme onde a lógica e o realismo passam longe. Para Michael Bay, o que vale é o espetáculo visual. Quanto maiores as explosões e menores os shortinhos das atrizes, melhor. E Bay ainda pesa a mão em outras coisas. Ele, que gosta de ficar pessoalmente pilotando as câmeras, abusa do contra-luz no pôr-do-sol, busca enquadramentos diferentes e filma Mark Wahlberg na “hora mágica”, buscando uma poesia cinematográfica que se perde nos infindáveis 165 minutos de filme.

O grande problema de Michael Bay é que ele se diverte muito e parece não saber a hora de parar. Se o filme tivesse uns 40 minutos a menos as reclamações seriam muito menores. A busca constante por uma batalha maior que a anterior é cansativa demais. Por tudo isso, a única forma de sair do cinema tranquilamente após tanta coisa voando na sua direção é reclinar o banco e tentar não pensar muito. Na verdade, isso deveria ser pré-requisito, afinal, se você sai de casa para ver um filme de robôs gigantes que viram carro (e agora dinossauros também) e que Mark Wahlberg é um cientista de talento ímpar, a última coisa que se deveria cobrar é coerência.
Por: Marcelo Forlani

O filme estreia hoje no Brasil, 17 de julho de 2014.

Assista ao trailer abaixo:

Fonte: omelete.uol.com.br

CINEST | Festival Nacional de Cinema Estudantil

16 jul

O CINEST é um festival de cinema focado em produção de curtas por jovens estudantes do ensino fundamental e médio, e está com as inscrições abertas até o dia 30 de setembro.

O Festival surgiu em 2012 como uma mostra de curtas-metragens produzidos por alunos de escolas públicas e particulares do Rio Grande do Sul. A intenção é, desde o início, incentivar a produção artística audiovisual na escola, criando assim um canal para divulgação dos trabalhos e para troca de experiência entre os envolvidos. Nesta segunda edição, a mostra já possui curtas internacionais e fez contato com países como Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile.

O CINEST foi criado pela PIAZITO ARTE E CULTURA, uma instituição sem fins lucrativos de Santa Maria (RS). A ideia é, por meio da sétima arte, promover um intercâmbio cultural, além de incentivar a criatividade e o interesse pelo âmbito cinematográfico. Dessa forma, é possível descobrir novos talentos e criar uma verdadeira integração entre escola, aluno e família.

Segundo Mariângela Cardoso, produtora executiva do Festival e uma das idealizadoras, ao lado de Rudmar Marques e Daniel Paim, o surgimento do Festival foi muito natural. “Eu participo de um grupo da Piazito que ministra oficinas de audiovisual para alunos em escolas públicas de Santa Maria. A gente vinha dando essas aulas e eu comecei a perceber todo mundo que participava, eu via o potencial dos alunos e dos professores”, lembra. As oficinas também são muito importantes para dar o respaldo necessário aos alunos que querem participar do Festival. Segundo Mariângela, alunos do quinto ao nono ano e do ensino médio recebem essas oficinas. “Eles têm pouquíssima noção de produção audiovisual e são poucas escolas que têm condições de oferecer alguma base nesse sentido”, afirma.

Os equipamentos para as oficinas e para a produção de vídeos para o Festival em geral são de voluntários, também. Neste ano a equipe vai se inscrever em editais públicos para tentar conseguir o equipamento. Porém, uma alternativa para a falta de equipamentos profissionais é a utilização de dispositivos móveis. Com tanta gente usando smartphones, a realização de vídeos se torna mais acessível em lugares com menos condições.

Para Mariângela, a iniciativa é de extrema importância para o desenvolvimento dos alunos. “O cinema é uma das maiores ferramentas dentro de uma sala de aula, tanto sendo produzido em conjunto com os alunos, como também na exibição de filmes em sala de aula”. Segundo ela, além do Festival, ela e outros professores também utilizam curtas e longas em sala de aula, para discutir assuntos atuais.

A programação do Festival é gratuita, aberta ao público nacional e conta com debates, exposições e mostras de cinema. Para aqueles que quiserem conhecer o evento e não puderem estar presentes fisicamente, o site do CINEST vai disponibilizar transmissões da programação, por meio de um canal de Web TV onde serão realizadas transmissões de vídeo e Web Rádio para transmissões de áudio.

O 2º Festival Nacional de Cinema Estudantil e 2ª Mostra Internacional de Cinema Estudantil serão realizados de 8 a 10 de outubro de 2014 e as inscrições são gratuitas.

Podem ser inscritos curtas-metragens de até 20 minutos, realizados por alunos e apenas sob orientação dos professores. Para participar, é preciso enviar a Ficha de Inscrição e a folha de Outras Funções da Equipe, preenchidas, impressas, assinadas e carimbadas para enviar juntamente com o vídeo e com uma foto ou cartaz da Obra. Também é possível se inscrever pela internet, enviando os documentos digitalizados.

Para saber mais detalhes, confira o regulamento no site do Festival.

ARRI|AMIRA aparece em primeiro

15 jul

O diretor de fotografia Johann Perry recentemente trabalhou com a ARRI AMIRA no filme documental sobre o Anokye Stars FC, um vilarejo da equipe de futebol juvenil de Gana que teve a oportunidade de jogar um torneio inglês. O filme de 12 minutos, chamado MY FIRST INTERNATIONAL, foi encomendado pela agência AKQA e produzido por Firecracker Films em Londres. Faz parte da campanha FIRSTS da Vodafone, uma série de curtas documentais que apresenta histórias pessoais únicas de pessoas fazendo algo incrível pela primeira vez.

Durante as filmagens, Perry informou a ARRI: “Tudo está correndo bem em Gana, a câmera está se comportando maravilhosamente bem, mesmo debaixo de uma temperatura de 40°C. O diretor e o produtor executivo estão completamente deslumbrados com as imagens, eles não param de falar a respeito disso. Eles nunca mais querem filmar com qualquer coisa diferente a partir de agora, eu também estou impressionado, filmando vários interiores escuros com janelas quentes e tons de pele escuros, estes 14 stops estão segurando completamente tudo.”

Ele acrescenta, “Tendo que responder rapidamente as mudanças dos eventos em tempo real, não imagino nenhuma outra câmera que eu preferisse em meu ombro. Fiquei muito surpreso como nosso material ficou, ela lhe dá confiança em cada cena que você faz. Eu não poderia estar mais feliz.”

Desde a filmagem, Perry tem pego sua própria AMIRA e comenta, “A maioria dos meus trabalhos de documentário são sobre as emoções humanas naquele momento. Não há refilmagem, não tem segunda chance. Com a ergonomia perfeita, um sensor “matador” e com uma funcionalidade simples, a AMIRA passa uma completa confiança e controle.”

Dia Mundial do Rock

13 jul

Alguns dos grandes momentos do Rock foram revisitados no filme “To My Son”, criado pelo diretor Guilherme Petry.
O vídeo traz referências à Robert Johnson, que teria vendido a alma ao Diabo em uma encruzilhada, Elvis Presley, Beatles, Jim Morrison, entre outras dezenas de ícones do gênero.
A realização é da Guts and Films e a edição é de Alberto Feoli.

Desenvolvido pelo núcleo de criação da Guts and Films
Direção: Guilherme Petry
Criação e roteiro: Guilherme Petry, Pedro Barbosa e Gil Tuchamba
Assistente de direção: Audrey Pereira
Direção de fotografia: Pablo Chasseraux
Direção de arte: Bernardo Zortea
Direção de produção: Roberto Picasso e Beto Picasso
Montagem: Alberto Feoli
Finalização: Patrick Bernardi
Produtora de áudio: Loop Reclame
Produção de elenco: Fabiane Freitas e Mateus Almada
Figurino: As Modistas
Maquiagem: Renata Pureur
Produção de locação: Vera Senott
Produção de set: Daniel Magalhães “Paulista”, Cesar Juliani “Primo”, Anderson Figueiredo “Caco”, Gustavo Silva da Silva, Rafael Tavares e Jamerson Porto
Assistente de câmera: Marcelo Santos, Marcelo Ogliare e Thiago Legrand
Produção de alimentação: Alimentset, Adriana Mercanti, Breenda Graziani e Marisa Silva
Chefe de elétrica: Joacir Fontana “Jô” e Jair Ribeiro “Jajá”
Assistente de elétrica: JR e Rodrigo Espindola
Transporte: Claudio Xarão, Luciano Aguiar Fraga, Antônio Sergio Souza da Silva, Carlos Francisco da Rosa Picasso “Kiko Picasso”, Rogério Espindola, Mauro Flores, Marne Pereira, Rudimar Soares, Mauricio Soares, Cesár Accompora e Clecios
Gerador: Beto Ramos
Geradorista: Alemão Rogério
Equipamento de iluminação: Locall POA
Câmera: Cannon C500, 4k, 4:4:4