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O que é DCP (Digital Cinema Package)?

3 out

DCP (Digital Cinema Package) é o invólucro de arquivo digital que está se tornando o padrão de distribuição e exibição do cinema digital no mundo, tanto nos festivais de cinema quanto nos circuitos comerciais.

Há quem diga que em poucos meses a película será inteiramente substituída na distribuição e exibição de filmes no cinema comercial pelo DCP (Europa e Estados Unidos já tinham, ao final de 2012, a maior parte de seus cinemas com projetores digitais, enquanto o Brasil, à mesma altura, estava com 25% de suas salas nesse formato). Em 2014 a distribuição de filmes em película terá praticamente desaparecido. É provável que a película vá se tornar apenas um requinte de qualidade para as produções que desejarem uma alta qualidade fotográfica na hora de captar imagem. Ainda assim a maioria dos filmes comerciais já está sendo feita em formato digital, e as empresas que produziam os negativos estão em dificuldade, em concordata ou deixando de produzir negativos de filmes. Mesmo filmar em película poderá se tornar demasiadamente oneroso ou impraticável.

O DCP engloba tanto um arquivo de vídeo e audio do filme a ser exibido (além de arquivos de dados) quanto o projetor específico para ler o pacote DCP nas salas de cinema. Os cinemas trocarão (já estão trocando) o seu projetor de película por um projetor de DCP. Parece haver uma disposição da indústria americana para que essa troca se encerre até o final de 2013.

Um filme em DCP pode ter os tamanhos de 2K e 4K. No 2K os tamanhos são de 1998×1080, com aspect ratio de 1.85:1 e de 2048×858, com aspect ratio de 2.39:1, o aspecto anamórfico ou cinemascope do DCP, aquele mais longo. Em 4K pode ser de 3996×2160 (com janela de 1.85) e 4096×1716 (com janela de 2.39). Estes são os novos padrões de tamanho e forma nas salas de cinema.É claro que meu interesse em tudo isso é para o cinema independente, para o cinema dito de arte ou autoral – aquele que não é desde o início um projeto pertencente à empresa produtora com finalidade principalmente comercial.

Para o cinema indie a padronização do DCP como formato de cinema significa que, ao se falar em cinema digital, não se está falando em “cinema digital” em sentido amplo. Ou seja, um filmmaker independente pode ter uma câmera que capte imagem na mesma qualidade digital próxima aos filmes que estão no cinema (comercialmente ou nos festivais), mas, ao mesmo tempo, os filmes que estão lá não foram finalizados propriamente num formato digital “puro”. O DCP é uma espécie de invólucro do arquivos de audio, vídeo e outros dados, e tem uma produção à parte, não fazendo parte da cadeia de finalização de um vídeo em um programa de edição de vídeo. Existem softwares próprios (e caros) para se gerar os DCPs e “laboratórios” (estúdios, em verdade) especializados em testar sua qualidade. Pelo menos por enquanto é assim que a situação está configurada. Entre a ilha de edição e as salas de cinema agora existem os “laboratórios” de DCP, em substituição aos laboratórios de finalização em película.

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Academia Internacional de Cinema (AIC) | 23 Cursos de Cinema com Desconto até 18/12

12 dez
A Academia Internacional de Cinema (AIC) é uma escola de cinema com unidades em São Paulo e Rio de Janeiro. Reconhecida por sua excelência demonstrada em mais de 2300 filmes produzidos pelos alunos em seus mais de dez anos de atividades, possui programas exclusivos e inovadores que combinam teoria sólida com prática intensiva. A AIC ensina aos alunos as habilidades necessárias para que atuem como profissionais criativos nas diversas áreas do cinema.
post_02O corpo docente é composto por professores experientes e cineastas de renome, com muitos trabalhos no mercado nacional e internacional. Com um programa de mais de 30 cursos que abrangem toda a cadeia produtiva do audiovisual – da ideia à distribuição, entre eles: cursos de formação livre, intensivos de férias, oficinas especializadas e o curso de 2 anos de Formação Profissional em Cinema – o Filmworks.
Confira abaixo todos os nossos cursos semestrais e anuais com desconto de dez por cento à vista e parcelamento facilitado até 18/12.

Entrevista Adriano Goldman | Diretor de fotografia [ABC]

12 dez

Com 10 episódios, a primeira temporada de “The Crown” estreou na Netflix no dia 4 de novembro. Escrita por Peter Morgan, roteirista de “A Rainha” (2006), a série é baseada em fatos reais e traz a história da família real do Reino Unido, em especial da Rainha Elizabeth II. O ponto de partida da série é o seu casamento com Philip Mountbatten, em 1947, antes de herdar a coroa, aos 25 anos, devido à morte de seu pai, o rei George 6º.postConsiderada a série mais cara da história, com orçamento estimado em US$ 130 milhões, “The Crown” tem recebido muitos elogios da crítica, tanto por sua história quanto por sua qualidade técnica. O diretor de fotografia Adriano Goldman, ASC, ABC, que assina a fotografia de seis episódios da primeira temporada e está filmando a segunda, conta um pouco sobre o trabalho na série.

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Lançamentos Panasonic | Merlin Mega Store

17 nov

Inovação, tecnologia e um ótimo custo-benefício!
A Merlin Foto e Vídeo em parceria com a Panasonic Brasil, realizou no último dia 09, o coquetel de lançamento das novas câmeras profissionais Panasonic. Assista! 🎥

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Mercado de Trabalho | 📷 VOCÊ ESTÁ PREPARADO?⬇⬇

16 nov

As mudanças no mercado não param, obrigando empresas e profissionais a se adaptarem a um novo cenário para que seja possível continuar competindo.

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O mercado de vídeo digital se tornou um fenômeno mundial, desde produções caseiras até em grandes produções. Com mais de 20 anos de experiência o DRC Treinamentos oferece cursos completos para você sempre ficar atualizado. Assista!

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Passos para se decidir tornar um fotógrafo profissional | Dia Mundial da Fotografia

19 ago

Uma coisa é fato, todos nós temos sonhos e ambições, certo? Mas, a tradicional matemática dos 5 dias não legais contra dois dias legais durante uma semana em seu atual emprego lhe parece ser o suficiente para os seus próximos 40 anos? Se você ama fotografia e almeja se tonar um fotógrafo profissional, mas não possuem coragem para isso, fique tranquilo, pois iremos te ajudar!postTer a ousadia de viver um sonho nos dias de hoje, para muitas pessoas é algo praticamente impossível, mas, se você acredita que um bom profissional é aquele que faz aquilo que gosta, então, saia desse padrão e aprenda a seguir o seu coração, pois a fotografia é isso, além de muita técnica fotográfica, estudo e aprendizado, amar o que se faz é algo essencial!

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Gravando Bandas | Próximas Turmas

17 ago

O treinamento “Gravando Bandas” é um curso oficial que nasceu e se consolidou dentro da Jornada Adobe, série de treinamentos oficiais organizada desde 2003 pela Action Criações, nas áreas de Design e Video Digital. Derick Borba encontrou uma maneira inteligente e dinâmica, onde dentro de um treinamento consegue conciliar teoria e prática.

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Próximas Turmas?

1. SÃO PAULO/SP – 01/09 até 03/09 – BANDA: Zander
2. SÃO PAULO/SP – 15/09 até 17/09 – BANDA: Gloria
3. RIO DE JANEIRO/RJ – 30/09 até 02/10 – BANDA: Seu Cuca

Como fazer sua inscrição?
Site: www.gravandobandas.com.br
Facebook: www.facebook.com/Jornadaadobe

O treinamento tem carga horária de 30 horas (3 dias), extenso conteúdo teórico e altamente prático, o aluno adentra ao mundo de produção de videoclipes, passando por todas as etapas, desde o roteiro até a entrega ao cliente. O aluno aprende na prática técnicas avançadas sobre iluminação, participa de todo processo de gravação e utiliza os melhores equipamentos do mercado.POST_02

“Ensinamos segredos de como trabalhar com baixos orçamentos (low budget), e apresentar um video de impacto com resultado final altamente profissional.” Derick Borba, instrutor do treinamento “Gravando Bandas”.

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Inaugurada em Campinas a primeira Mega Store | Grupo Merlin

16 ago

Um espaço único com os principais lançamentos do mercado, disponíveis para os profissionais acompanharem a evolução tecnológica e principalmente os recursos que cada equipamento oferece. Este é o objetivo da Merlin Mega Store, que foi inaugurada no último dia 09 em Campinas/SP.
Parabéns Edson Marion, Fernando Tass e toda a equipe MerlinVideo Cps, a loja ficou linda!

São 120m² dedicados a exposição dos mais modernos equipamentos de foto e vídeo. A Merlin Mega Store que conta com renomadas marcas comoSony, Canon Brasil, Panasonic Brasil, RØDE Microphones, NewTek Inc – Brasil entre outras.
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A expectativa com o novo espaço é de atrair cada vez mais clientes, oferecendo um atendimento diferenciado com profissionais qualificados e certificados.

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Efeitos Sonoros e Trilhas | Oeditor.com

19 jul

Efeitos sonoros ou efeitos de áudio são sons criados ou editados artificialmente, utilizados para enfatizar obras artísticas como filmes, programas de televisão, animações, jogos de vídeo, músicas, ou outros meios de comunicação. Na indústria de gravação é freqüentemente abreviado como “FX”.
post_01Na produção cinematográfica e televisiva, um efeito sonoro é um som gravado e apresentado para fazer uma determinada narração da história sem o uso do diálogo ou de música. O termo geralmente se refere a um processo aplicado para uma gravação, sem necessariamente referir-se à gravação em si.

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ANYMOTION 2ª Edição | Andre Holzmeister

22 abr

A 2ª Edição do ANYMOTION acontecerá no dia 14 de Maio de 2016 ,das 9h às 18h30, com o grande apoio da Faculdade Impacta (Unidade Barra Funda), que disponibilizou o seu auditório, cuja capacidade é de 120 convidados, e ainda uma outra sala que comporta até 30 pessoas, aonde ocorrerão dois workshops.01É num ambiente intimista e descontraído que acontecerão seis inéditas apresentações, além de dois incríveis workshops ministrados por Andre Holzmeister, Diretor e Generalista3D, e Marcelo Baldin, Produtor e Sound Designer referência no setor.01

Andre Holzmeister
Direção para produção audiovisual

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ANYMOTION 2ª Edição | Marcelo Baldin

15 abr

A 2ª Edição do ANYMOTION acontecerá no dia 14 de Maio de 2016 ,das 9h às 18h30, com o grande apoio da Faculdade Impacta (Unidade Barra Funda), que disponibilizou o seu auditório, cuja capacidade é de 120 convidados, e ainda uma outra sala que comporta até 30 pessoas, aonde ocorrerão dois workshops.01É num ambiente intimista e descontraído que acontecerão seis inéditas apresentações, além de dois incríveis workshops ministrados por Andre Holzmeister, Diretor e Generalista3D, e Marcelo Baldin, Produtor e Sound Designer referência no setor.

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Marcelo Baldin
Sound Design – Trabalhando com Deadlines

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ANYMOTION 2ª Edição | Inscrições abertas

5 abr

É com muito orgulho que o site Oeditor.com será parceiro do ANYMOTION em 2016, um evento totalmente focado em Motion Graphics e Animação.01
Neste ano, a estrutura e o espaço viabilizam 6 incríveis e inéditas apresentações nacionais e internacionais, com projeção de cinema, 2 workshops com instrutores de extrema qualidade e bagagem profissional, no espaço do entretenimento teremos a presença de uma incrível estátua do HULK em escala real, além dos óculos de realidade virtual, sorteios de cursos, softwares e plugins. 

O ANYMOTION é um evento do segmento audiovisual, composto por um circuito de palestras e workshops com foco em Motion Graphics e Animação. Entretanto, a proposta vai muito além, o evento busca motivar, desmistificar e inspirar todos que integram ou pretendem se integrar ao nicho. É uma oportunidade para estas pessoas se unirem sob um ambiente informal e um clima intimista: encontrar amigos, parceiros, ídolos e até mesmo viabilizar a ampliação destes círculos.

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VFX CENTRAL | Oeditor.com

5 abr

Com a dose certa de talento, equipamentos e disposição para aprender novos programas e ferramentas, seu computador pode fazer de você um profissional de primeira.01

Um dos principais requisitos para uma produção de qualidade é utilizar as ferramentas e recursos apropriados. A tecnologia VFC CENTRAL permite que você utilize Lens Flares, Storm Effects, Lighting Effects, Fire Explosions e outros efeitos profissionais de grandes produções com preços bastante competitivos. Mas existem alguns segredos que você precisa aprender antes para sua futura carreira de sucesso decolar.

Confira um pouco do processo criativo do fundador da empresa Aaron Sorensen.

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Blackmagic DaVinci enfrenta o Final Cut e o Premiere | Comparativo

2 mar

A Revista FilmMaker na sua edição nº26, fez um comparativo entre os principais softwares de edição e mostra como o editor de vídeo gratuito da Blackmagic Design ameaça a hegemonia do Final Cut Pro X e do Adobe Premiere.  A matéria foi escrita por Diego Meneghetti, e teve Daniel Lobo como consultor.

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Blackmagic DaVinci enfrenta o Final Cut e o Premiere | Comparativo

O predomínio dos dois softwares de edição não linear (NLE, na sigla em inglês), Final Cut Pro XAdobe Premiere, passou a ser ameaçado quando, em junho de 2015, um dos mais poderosos e respeitados softwares de correção de cor, o DaVinci Resolve, também passou a editar vídeos por meio de uma timeline integrada e repleta de recursos. Por isso, Revista FilmMaker decidiu avaliar as principais diferenças entre os três e mostrar as vantagens e desvantagens de cada um.

A Blackmagic Design, responsável pela novidade, deu um xeque-mate na Apple e na Adobe com um custo-benefício insuperável: o DaVinci Resolve 12 é gratuito e traz ferramentas completas para edição e finalização de vídeos em full HD, seja em Mac ou PC – outra vantagem do programa. Para usuários mais exigentes (geralmente grandes produtoras), a Blackmagic oferece uma versão ainda mais sofisticada, a DaVinci Resolve 12 Studio, que custa US$ 995 e habilita recursos como saída em 4K, suporte para múltiplas placas de vídeo (GPU), ferramentas 3D e redução de ruído avançado – algo dispensável para grande parte dos filmmakers que atuam sozinhos e pequenas e médias produtoras.

davinci - modo de gerenciamento midias

Blackmagic DaVinci Resolve 12

O lançamento do DaVinci Resolve 12 jogou muita lenha na discussão entre qual seria o melhor NLE da atualidade, pois acabou com anos de dominação de Final Cut Pro XAdobe Premiere. O primeiro, que há décadas seguia como líder de mercado, perdeu espaço depois da versão X, que desagradou a muitos profissionais, mesmo que o preço tenha estabilizado em US$ 300. Enquanto isso, a Adobe seguiu aprimorando o Adobe Premiere, que durante muito tempo foi visto como pouco profissional, mas hoje, com a integração na suíte Creative Cloud, oferece ótimas ferramentas integradas, como a parceria com outros softwares da família, como Photoshop, After Effects, Media Encoder e SpeedGrade (para correção de cores). Mas essa opção exige uma assinatura mensal da Creative Cloud, que custa R$ 44/mês para um aplicativo ou R$ 109/mês para a suíte completa.

Para ajudar você a entender melhor os recursos dos três softwares NLE, Revista FilmMaker contou com a consultoria do diretor de fotografia Daniel Lobo. Acompanhe, a seguir, o desempenho do DaVinci Resolve 12 em sete aspectos importantes para a definição de um programa de edição não linear e avalie se o novo software pode resolver (sem trocadilho) a sua necessidade.

REQUISITOS

O DaVinci Resolve tem duas características muito importantes para quem deseja migrar de outro software. Adobe Premiere, como o Premiere CC, roda em PC ou Mac, o que possibilita uma adesão ampla (a versão Studio roda até em Linux). Além disso, como ele é originalmente um software de correção de cor (que por princípio importa timelines de outros programas), é fácil migrar projetos criados em outros aplicativos sem problemas.

Uma das principais vantagens do DaVinci Resolve 12 diante dos concorrentes é, claro, o custo zero. Na versão gratuita, o software da Blackmagic faz praticamente tudo o que o Final Cut Pro X faz por US$300 e o Adobe Premiere por R$ 44/mês. Os preços aumentam ainda mais ao contabilizar os softwares agregados.

Por outro lado, o DaVinci exige um computador bem avançado. A Blackmagic recomenda um computador Quad core com pelo menos 16 GB de memória RAM para usar todos os recursos do software, além de uma placa de vídeo dedicada (GPU) poderosa, com pelo menos 2 GB de memória. Em geral, o Final Cut Pro X e o Adobe Premiere rodam melhor em máquinas menos potentes do que o DaVinci Resolve.

Contudo, é importante lembrar que edição de vídeo é uma atividade que utiliza tudo o que a máquina tiver para oferecer. Uma configuração de hardware mais robusta fará diferença no desempenho. Usar uma GPU do tipo CUDA (Compute Unified Device Architecture) é bem recomendável. O Adobe Premiere e o Final Cut Pro X têm requisitos em hardware parecidos: no Windows, o software da Adobe exige, no mínimo, um computador Core2Duo ou AMD Phenon II com suporte a 64 bits, com 8 GB de RAM. No Mac, roda apenas em máquinas com processador Intel. Já o Final Cut Pro X, exclusivo para Mac, recomenda ter 8 GB de RAM e uma placa de vídeo com suporte a OpenCL.

WORKFLOWdavinci-destaque modos de edicao
Uma das grandes novidades do DaVinci Resolve 12 é o sistema de gerenciamento de mídia, que habilita recursos como copiar, mover, transcodificar, consolidar e excluir todos os ativos do projeto, com a opção de arquivar ou exportar para outro sistema – o que deve agradar aos usuários acostumados com a interface do Final Cut Pro X e mesmo do Avid Media Composer.

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Acima, tela de importação de mídia do DaVinci; na pág. ao lado, a de gerenciamento de mídias (maior) e a de modos de edição (menor)

Além de organizar os arquivos, o software da Blackmagic não restringe o acesso a eles e tudo pode ser feito por meio do próprio aplicativo de maneira bem amigável.

Esse foi um dos pontos cruciais do Final Cut Pro X: os arquivos não ficam mais diretamente acessíveis ao usuário, como era no Final Cut 7 (embora o gerenciamento de mídia nessa versão fosse muito fraco). No Final Cut Pro X, após a importação, o software cria uma cópia da mídia do cartão, com versões de alta qualidade e proxy, de acordo com a necessidade. Todas essas mídias, porém, ficam armazenadas dentro das bibliotecas do Final Cut Pro X – o que geralmente é conhecido como “projeto” nos outros programas e não ficam visíveis ao usuário. Ainda é possível acessá-las, mas a ideia é deixar que o software se ocupe disso.

Final Cut - importaçao de mídia

Acima, a tela de importação de mídia do Apple Final Cut X (com mudanças que geraram críticas dos usuários) e, abaixo, a do Adobe Premiere, que permite acesso direto à mídia

Já o Adobe Premiere segue a filosofia do antigo Final Cut 7 (e do DaVinci Resolve) e possibilita ao filmmaker acesso direto aos arquivos de mídia. Além disso, uma vantagem do Premiere CC é que ele aceita diferentes codecs na- tivamente, sem necessitar da criação de uma versão otimizada.

DESEMPENHO

Isso vale para todos os editores de vídeo: as mídias otimizadas (convertidas para o formato nativo do editor) ocupam mais espaço em disco, mas possibilitam uma visualização sem engasgos. Assim, em vez da velocidade do processador, o gargalo de desempenho fica a cargo do disco de armazenamento – peça que é bem mais acessível que uma GPU.

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Acima, a interface geral de edição do DaVinci Resolve 12, programa de edição que exige um maior poder de processamento e que funciona muito bem com arquivos ProRes

Entre os três softwares, o DaVinci Resolve 12 é o que exige maior poder de processamento para um playback sem problemas. Uma opção para otimizar o desempenho é mudar “Proxy Mode” para “Quarter Resolution” na visualização e trabalhar com mídias otimizadas sempre que possível.

Mesmo assim, o DaVinci Resolve 12, como o Final Cut Pro X, funciona muito bem com arquivos em ProRes. Ambos conseguem lidar com formatos nativos, mas não espere o mesmo desempenho: os tempos de renderização serão intermináveis. Se você sabe que o seu projeto terá muitos efeitos e precisará de render, vale a pena converter as mídias no início.

Adobe Premiere talvez seja a exceção por lidar com os arquivos diretamente no formato nativo, como RED, H.264, MXF, inclusive misturando-os na timeline. Nesse aspecto ele ainda é imbatível, mas é importante usar um codec com a menor compressão possível. Embora exija mais dos discos, isso não gera gargalo no processador, que, em geral, já está sobrecarregado com efeitos e outras funções.

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INTERFACE

A maneira como o usuário interage com o programa é um parâmetro importante para avaliar se a edição será amigável ou se o tempo de aprendizado do software será algo irritante e impeditivo. Nesse aspecto, o DaVinci Resolve 12 tem muito a oferecer, principalmente se comparado ao que os usuários estão acostumados.

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O DaVinci Resolve 12 com o cursor no modo de edição Razor: uso intuitivo, fácil de aprender

Final Cut Pro X trouxe uma nova interface “estranha” para quem editava vídeos na versão 7. A janela de visualização ainda está presente, mas com novos botões, nomes diferentes daqueles que os usuários já conheciam e novas formas de fazer as coisas. O que era “Project” na versão 7, na X é algo incorporado na “Library”. O “Project“ da versão X é a antiga timeline. Ainda surgiu o “Event” como um elemento novo de organização dentro da “Library”.

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Acima, o DaVinci em ação com o cursor no modo de edição Trim, o programa permite a edição de vários clipes sem “engasgos”

Final Cut - modo de ediçao - interface geral

Acima, interface geral de edição do Final Cut Pro X (que lida com arquivos nativos, mas sem agilidade).

Segundo a Apple, essa mudança foi para melhorar a organização dos elementos e seu acesso. A maior alteração, no entanto, foi a própria timeline. O Final Cut Pro X adota a chamada Magnetic Timeline, em que não existem “tracks” e todas as cenas e clipes estão ancoradas na pista central. Algo a se acostumar.

Já o Adobe Premiere pouco mudou nas versões recentes – o que é algo positivo para os usuários fiéis. As novas funcionalidades vão sendo agregadas organicamente ao “Workspace”. Além disso, na suíte CC, outros programas seguem um jeitão semelhante, o que traz agilidade na edição.

Premiere - modo de ediçao - interface geral

Interface do Premiere, o melhor no trabalho com arquivos nativos.

A interface do DaVinci Resolve 12 para edição é algo novo mesmo para os usuários que já conheciam o software – pois, claro, antes nem existia o módulo de edição. O formato e a organização das ferramentas, no entanto, foram pensados para agradar. Tudo é bem intuitivo e, ao contrário do Final Cut Pro X, em que o usuário pode se sentir perdido à primeira vista, no DaVinci Resolve 12 é possível editar sem grandes conhecimentos do software. O estilo adotado com as tradicionais tracks também ajuda o usuário a se familiarizar facilmente.

Esse design aparentemente simples esconde alguns recursos interessantes. Existem apenas três modos de edição: Normal, Trim e Razor. A novidade é que dependendo do modo selecionado e da posição sobre o clipe, a representação do cursor muda e também seu efeito no clipe. O cursor pode adquirir funções de Ripple, Trim, Slide, entre outras. Uma das melhores adições é que torna possível movimentar clipes e não deixar espaços (gaps) entre eles. Embora pareça ter muitos detalhes com os quais lidar, o Trim sensível ao contexto deixa o worflow muito ágil em pouco tempo. É possível até editar múltiplos clipes de uma só vez.

Um destaque da interface do DaVinci Resolve 12 é o modo de correção de cor, que, embora seja semelhante às ferramentas de outros programas, difere do que o filmmaker está acostumado, principalmente pela organização em nodes.

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O modo de Correção de Cor (telas acima e abaixo) é o maior destaque do DaVinci Resolve 12 diante dos concorrentes, pois é a função originária do programa e tem alta eficiência

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Os nodes são uma forma simples e poderosa de criar uma hierarquia de correções, um tipo de tratamento de imagem encadeado. Com isso, é possível afinar qualquer uma das etapas da correção sem afetar as outras. Por exemplo: em um node inicial, a correção pode ser no equilíbrio de branco de um take. Já o node seguinte pode reforçar a cor de algum elemento ou equilibrar a exposição. Se for preciso alterar qualquer um desses elementos, as demais alterações não são perdidas. Em um projeto com muitas sequências diferentes, ainda é possível endereçar nodes de correção para toda a sequên- cia, tornando simples criar e alterar um look daquele trecho do vídeo.

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Acima, modo de Correção de Cor no Final Cut Pro X, que tem efeitos simplificados e rápidos, e, abaixo, o modo de Correção de Cor do Premiere, que distribui recursos em outros softwares.

Premiere - modo de correcao de cor

RECURSOS

Se, por um lado, o Final Cut Pro X pode ser confuso e limitado em projetos mais complexos, para projetos mais simples ele é difícil de ser superado em dois recursos automáticos: as capacidades de igualar cor de diferentes câmeras e de solucionar pequenos problemas de captação. Ele também trabalha bem com chromakey (algo com que a versão 7 sempre teve problemas) e oferece recursos como tarjas e ele- mentos animados e customizáveis.

Ao seguir na direção oposta do Final Cut Pro X, que integra comandos de cor e efeitos simplificados e rápidos, o Adobe Premiere distribui os recursos entre os softwares do pacote Creative Cloud. Por exemplo: para uma cartela elaborada, o Photoshop é perfeito; para uma correção de cor com mais nuances que o corretor interno, é preciso usar o Speedgrade; para dar saída para web e para uma exibição em alta definição, entra em cena o Media Encoder; para recursos de chromakey ou composição, o After Effects é quase imbatível. O importante é que todos esses recursos ficam interligados: ao realizar modificações no vídeo em outros programas, o Adobe Premiere atualiza a timeline com as alterações. O lado ruim é o preço: para ter todas as funções, é necessário pagar pela assinatura de mais de um programa ou pelo pacote completo da CC.

Um dos pontos negativos do DaVinci Resolve 12 é justamente em relação as cartelas, GCs, tarjas e recursos afins. Embora existam algumas opções, elas são muito básicas no DaVinci – que também oferece suporte a efeitos OpenFX, mas não traz nenhum como padrão. Na avaliação dos recursos, o ponto alto do DaVinci Resolve é o modo de correção de cor. Outros desta- ques são a função de chromakey, muito boa, e o tracker (que pode ser usado em janelas de correção, efeitos e até texto), muito mais preciso que o de outros softwares.

O editor da Blackmagic também tem o recurso de Multicam, mas nesse aspecto ainda está atrás do Adobe Premiere e bem longe do Final Cut Pro X, embora cumpra o seu papel. Na versão 12 também foi incluído o easyDCP: o DaVinci Resolve 12 pode gerar um DCP (for mato-padrão para exibição em salas de cinema) diretamente da timeline. Boa parte dos usuários não usará essa função, mas ela pode ser útil, por exemplo, para filmmakers que realizam curtas-metragens e precisam enviar o filme para festivais sem precisar gastar com finalizadoras.

INTEGRAÇÃO

Não é raro que usuários queiram exportar o projeto para ser trabalhado em outro programa. Em um trabalho em equipe, edita-se no Final Cut Pro X e depois envia-se o projeto para outra pessoa realizar as composições no After Effects. Ou edição no Adobe Premiere e depois correção de cor no DaVinci Resolve 12. Este, que sempre foi o workflow de grandes projetos de cinema e publicidade, está chegando às produtoras menores e aos filmmakers freelancers.

Para os usuários de outros produtos da Adobe há um incentivo para ter o Adobe Premiere pela compatibilidade com os outros softwares da empresa. Editar com os softwares da Creative Cloud não é apenas simples, mas também bastante otimizado. O Adobe Premiere ainda consegue exportar facilmente um projeto em XML para ser usado em um software de correção de cor. O Final Cut Pro X também foi pensado para exportar o projeto sem maiores problemas. Nos dois casos sempre haverá limitações em takes com efeitos, remapeamento de tempo e tran- sições mais complexas.

Nesse contexto, o DaVinci Resolve 12 se beneficia por ser, na essência, um software de correção de cor e, portanto, possibilita importar arquivos de diferentes programas de edição com pouquíssimos problemas de compatibilidade. A questão é que a saída do DaVinci tradicionalmente eram as mídias corrigidas, e não os projetos. A Blackmagic tem trabalhado nisso e a versão 12 inclui a exportação de arquivos EDL, XML e no formato do Final Cut Pro X.

SAÍDA

A maioria dos usuários trabalha com elementos e mídias diretamente na timeline e usa o próprio programa de edição para dar a saída final no projeto. Essa é uma maneira de simplificar o processo, principalmente se a montagem e a finalização for feita por uma só pessoa.

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Acima, tela do modo Deliver na renderização e, abaixo, tela do modo Quarter Resolution, do programa Blackmagic DaVinci Resolve 12, que tem a enorme vantagem de ser gratuito.

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Nesse aspecto, o DaVinci Resolve 12 funciona muito bem: o módulo de exportação integrado do software conta com os principais formatos e é altamente configurável. A disputa com Adobe Media Encoder é acirrada, pois a ferramenta da Creative Cloud oferece mais formatos, mas o DaVinci Resolve 12 é consideravelmente mais rápido. Nos dois casos, uma GPU com CUDA me- lhora bastante o desempenho.

Por outro lado, muitos usuários reclamam (com razão) que o modo de saída é um dos grandes problemas do Final Cut Pro X. Mesmo com a ajuda do Compressor (que custa mais US$ 100), a solução da Apple é limitada em formatos e configurações. Nesse caso, é comum que os filmmakers exportem o chamado “Master File” e depois usem outro software para gerar as ver- sões solicitadas pelo cliente.

O DAVINCI RESOLVE?

Infelizmente, ainda não existe um software NLE que atenda a qualquer necessidade de edição. Cada um dos programas tem aspectos positivos e negativos – muitas vezes a escolha recai sobre qual deles realiza melhor o tipo de trabalho necessário. Na versão 12, o DaVinci Resolve 12 avançou muito, mas ainda peca por não oferecer recursos comuns a outros NLEs. Por outro lado, vale lembrar que o software da Blackmagic é um dos mais usados em Hollywood para a correção de cor. E isso você pode ter em casa, de graça (se o computador tiver uma boa placa de vídeo, melhor ainda).

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O site Oeditor.com agradece a Revista FilmMaker que gentilmente disponibilizou todo o conteúdo desta matéria. A Revista FilmMaker é voltada para o público interessado em filmagens com câmeras fotográficas DSLRs e filmadoras digitais modernas, em HD e Full HD. A publicação apresenta novidades do segmento, teste de equipamentos, informações sobre acessórios, dicas sobre técnicas de filmagem, reportagens sobre o trabalho de profissionais de destaque na área e muito mais. Uma publicação feita para profissionais do segmento de filmagens que atuam em cinema, publicidade, institucional, documental, cobertura social e educacional.

As edições avulsas podem ser compradas diretamente pela Windows Store ou pelo site da Editora Europa.

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PROMOÇÃO WORKSHOP GAVETA | Oeditor.com

13 jul

O site Oeditor.com em parceria com o Beved, vai sortear uma inscrição TOTALMENTE GRÁTIS para o Workshop de Edição de Vídeos com Anderson Gaveta (Online).
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O sorteio será realizado dia 20/07/2015 às 12h00.
Leia o regulamento e participe!

Anderson Gaveta é editor do famoso site Jovem Nerd, e produz conteúdo exclusivo para web com milhares de visualizações mensais. formado em Publicidade na ESPM. Trabalhou na Globosat e na Seagulls Fly. Ganhou alguns prêmios internacionais de design como o respeitado FWA, por duas vezes. Participou de grandes projetos, entre eles animações para a operadora americana Sprint para exibição exclusiva na Times Square/NY, campanha para o pacote CS5 da Adobe e por último o vídeo de introdução do jogo Diablo III.

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CONTEÚDO DO WORKSHOP:

  • Introdução: Conversa sobre os conceitos básicos da edição e pós-produção de vídeo.
  • Filmagem: Como fazê-la da melhor forma para o seu editor te amar!
  • Preparação do projeto: Tudo varia de acordo com a sua saída: web, DVD, filme publicitário.
  • Os estágios da edição:
  1. DECUPAGEM: Evitando retrabalho e preparando o terreno.
  2. CORTES: Ritmo, ritmo, ritmo.
  3. PÓS-PRODUÇÃO: Do tratamento de cor até a utilização outros softwares de apoio como Photoshop, After Effects e etc.
  4. SOM: A importância do audio na produção e como otimizá-lo.

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REGULAMENTO
Para participar do sorteio:

  1. Curta a página do Oeditor.com no Facebook: https://www.facebook.com/oeditorsite
  2. Curta e Compartilhe a publicação do Facebook do Oeditor.com.
  3. Marque um amigo nos comentários na publicação do Facebook do Oeditor.com.
  4. Acesse o link: https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/463367 e clique no banner QUERO PARTICIPAR e faça sua inscrição.

Somente participantes que realizarem os 4 itens poderão participar sorteio. O ganhador terá direito a 01 (uma) inscrição para o Workshop de Edição de Videos com Anderson Gaveta (Online) no site Beved.

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CONHEÇA O BEVED
A Aula Online no Beved se destaca didaticamente, pois, além de assistir as aulas quando quiser, o aluno também pode entrar em contato com o professor para tirar dúvidas. Além do acesso às aulas, tem à disposição materiais extras e faz contato com os outros alunos, o que fomenta o network e conquista novos amigos.
Para você comprar o Workshop acesse: www.beved.com.br

I Congresso Nacional de Audiovisual Online | CONAAV

29 jan

Está chegando o maior congresso de audiovisual online do Brasil. O I Conaav – 2015, que contará com vários especialistas renomados e atuantes das mais diversas áreas.

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No mundo tridimensional,  Quem nunca ficou extasiado com as animações da Pixar, Dreamworks, Bluesky dentre outros grandes estúdios. No Congresso você aprenderá todos os passos para criar personagens 3d carismáticos que saltam aos olhos.

Na pós-produção teremos palestras fantásticas, será mostrado o breakdown de filmes publicitários, que alguns de nossos palestrantes participaram na finalização, que certamente você já deve ter visto, como por exemplo vinhetas para o BBB, Globo Esporte, Vivo, Dentre Outros.

No cinema teremos palestras sobre as etapas de produções de vídeos no gênero documentários. Roteiro, luz, enquadramento, captação de áudio, enfim tudo que você precisa saber para criar um filme documental de qualidade.

Na área de VideoMaker, aprenderá como utilizar as câmeras que simplesmente revolucionaram as produções de baixos orçamentos, estamos falando das hdslr, essas belezinhas além de apresentarem valores acessíveis, entregam imagens sem comparação. Você Saber o que é, ISO, obturador, diafragma, não, então não se preocupe iremos te ensinar.

Isso é apenas um pequeno overview do que teremos. No nosso site você poderá conferir mais acerca do Congresso. Então se você é apaixonado por produção e pós produção, não pode perder. Serão 07 dias incríveis. Você se tornará um especialista.

O Congresso acontecerá do dia 16 à 22 de Março, as palestras serão transmitidas Online, ao vivo e de forma gratuita. Porém as vagas são limitadas.

Faça sua inscrição para garantir sua vaga.

Texto: Magno Veloso Ceo I Conaav

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Dicas para turbinar as operações “replace” no Final Cut Pro X

10 jan

Certos recursos do Final Cut Pro 7 ainda não encontram paralelo no Final Cut Pro X. Um deles tem a ver com a operação de edição “Replace”.Final-Cut-X

No FCPX é possível fazer operações desse tipo com a referência do primeiro ou do último frame de um clipe editado no painel Timeline.

No entanto, não há ainda a opção de usar a posição da cabeça leitora da Timeline como referência, tal como fazíamos no FCP7.

Por conta disso, os usuários começam a imaginar soluções que podem quebrar um galho enquanto a Apple não repõe esse recurso.

Quem dá as dicas para isso é Steve Martin, em novo episódio do MacBreak Studio, sempre ao lado de Mark Spencer.

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O caminho passa pelo uso de gap clips, marcadores e a operação de trimming do tipo Slip. A solução pode ser um quebra-galho, mas não deixa de ser engenhosa. Confira você mesmo.


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Texto: João Velho

Fonte:
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Como dar saída de um projeto do Final Cut Pro X em uma imagem de disco de DVD

9 jan

Mesmo em tempos de vídeo de alta-definição, por vezes pode ser bem prático dar saida de projetos do FCPX na forma de um DVD, ainda que sem um disco físico!Final-Cut-X

Com uma imagem de disco de DVD, que usa resolução standard-definition, você passa a ter uma saída bem leve em termos de quantidade de dados, com menu e marcadores de capítulos.

Sem depender da mídia física, dá pra enviar o material para algum cliente ou levar para uma apresentação num pendrive, por exemplo. É bom lembrar, aliás, que as máquinas da Apple estão vindo sem drive de CD/DVD embutidos.

 

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E, a qualquer momento, com um programa como o Toast, você ainda pode carregar a imagem de disco num computador com um drive, e gravar essa imagem numa mídia de DVD.

Essa dica vem do pessoal do MacBreak Studio, apresentado por Steve Martin e Mark Spencer. Acompanhe o tutorial a seguir.

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Texto: João Velho

Fonte:
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Melhores estratégias para arquivar projetos do Final Cut Pro X

8 jan

O trabalho terminou, não existe mais fita. Tudo que há são arquivos digitais. Você precisa fazer o backup dos projetos, incluindo o material original. Qual é a melhor estratégia pra fazer isso quando usamos o FCPX?Final-Cut-X

Primeiramente, você vai precisar fazer o seu projeto passar por uma “dieta”para reduzir o peso dos arquivos de trabalho, não apenas os arquivos de render, mas também arquivos convertidos para formatos mais parrudos como o ProRes 422.

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Depois, você também vai ter que escolher como arquivar todo o material dos projetos e eventos relacionados, tanto no que toca à maneira como o backup é produzido, como no que toca ao formato do arquivamento.

Para cada uma dessas tarefas, no tutorial que se segue, há dicas específicas. Claro, quem as fornece é Steve Martin, acompanhado de seu companheiro Mark Spencer, em um novo episódio do MacBreak Studio.

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Texto: João Velho

Fonte:
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Range Tool e Shape Masks no Final Cut Pro X

7 jan

Tanto a Range Tool como o Shape Masks podem ser consideradas ferramentas super úteis, que todo mundo conhece e sabe para que serve, mas nem sempre sabe como tirar o melhor proveito delas. Nesse caso, nada como um guru especializado no FCPX para mostrar como aproveita-las o máximo, nas mais diversas situações.Final-Cut-X

É o caso dos dois tutoriais da série MacBreak Studio que compartilhamos hoje, como sempre, apresentado pelo inigualável Steve Martin, acompanhado pelo fiel escudeiro Mark Spencer.

O recurso Range Tool é muito importante dentro da lógica de funcionamento do FCPX em torno da Story Line primária. É ele quem define a possibilidade de operar com regiões do tempo na timeline, para as mais diversas finalidades.

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A ferramenta serve, indistintamente para selecionar e remover material, para fazer edições por três pontos, para ajustar níveis de áudio e propriedades variáveis de efeitos, e até alterações de velocidade dos clipes. Saiba como fazer tudo isso, incluindos manhas de atalhos de teclado e as melhores maneiras de se aproveitar dessas possibilidades assistindo o tutorial em video que se segue.


No próximo tutorial em vídeo, Steve mostra como utilizar a ferramenta Shape Masks, que serve de recurso auxiliar ao trabalho de correção de cor. Esse tipo de ferramenta é comum em programas especializados nesse tipo de tarefa, e está presente no FCPX. Apesar de algumas limitações, como a falta de um mecanismo de tracking, para situações mais simples, o Shape Masks quebra um galhão. É o que você vai poder conferir, nas duas situações mais comuns, numa cena sem deslocamento dos sujeitos no quadro, e em outra em que o objeto da máscara se movimenta no quadro.

De quebra você ainda vai poder assistir abaixo um curioso tutorial em que Steve explica como acessar um pequeno aplicativo residente dentro do Final Cut Pro X para, sem precisar abrir o programa de edição, queimar novos DVDs de projetos já compartilhados nessa forma de mídia em um momento anterior.

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Texto: João Velho

Fonte:
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