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Lucas Gonzaga | Entrevista

11 mar

O montador Lucas Gonzaga deu uma entrevista para o site da Associação Brasileira de Cinematografia (ABC) para falar de seu trabalho em Presságios de um Crime (Solace, EUA, 2015), filme que marca a estreia internacional do diretor brasileiro Afonso Poyart (2 Coelhos) e que conta com Anthony Hopkins, Colin Farrell, Jeffrey Dean Morgan e Abbie Cornish no elenco.

No filme, um detetive do FBI está à procura de um assassino em série, que faz jogos com suas vítimas. Para isso, ele contará com a ajuda de um médico aposentado especializado nesse tipo de crime.

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Como aconteceu o convite para participar do Presságios de um Crime? Como é a sua parceria com o Afonso Poyart?

Em 2012 fui para o Festival de Sundance com o filme A Busca. Lá eu conheci o agente do Wagner Moura que tem uma história de representar brasileiros que vão trabalhar no cinema americano. Ele me comentou que estava vindo para o Brasil fazer reuniões na semana seguinte e eu o convenci a assistir no cinema o último filme que eu tinha montado e que estava estreando que era o 2 Coelhos, dirigido pelo Afonso Poyart. Achei que o filme tinha uma pegada que interessaria os americanos.

Na semana seguinte ele assistiu ao filme no Brasil e já na saída da sessão quis muito conhecer o Afonso. Poucos meses depois o Afonso já estava nos Estados Unidos negociando para fazer o Presságios de um Crime. Foi tudo muito rápido. Os americanos ficaram fascinados com o 2 Coelhos e com a capacidade do Afonso de fazer um filme de ação, com qualidade e um custo baixo.

Minha relação com o Afonso é muito antiga, fiz o primeiro curta dele e desde então fizemos publicidade, videoclipes e três longas juntos. É um diretor extremamente criativo, que entende de roteiro, de personagens e que tenta colocar sua marca visual nos filmes sem nunca abrir mão de contar uma boa história. Ele e o fotógrafo Carlos Zalasik entregam sempre um material bastante aberto e amplo, que gera muitas possibilidades e uma liberdade absoluta para trabalhar. E ele incentiva os riscos, para que encontremos na forma e no conteúdo elementos que atraiam e agradem o espectador.

É muito próximo do universo ideal para um montador.

Quanto tempo de trabalho? Como foi o cronograma?

O filme teve 30 semanas de montagem.

Começamos durante a filmagem em Atlanta, depois retornamos ao Brasil onde fizemos o primeiro corte. Daqui fomos para Los Angeles e lá tivemos o período mais extenso da montagem onde trabalhamos nos cortes seguintes junto dos produtores. Após as sessões teste, o último mês de ajustes foi feito em Nova Iorque por questões contratuais do filme.

Quais eram as condições de trabalho e principais diferenças com as produções nacionais?

As condições de trabalho eram as melhores possíveis. Tínhamos duas ilhas para o filme em uma Finish House em West Hollywood, uma para mim e outra para o assistente.

Em termos de equipamento hoje praticamente não existem diferenças entre o que usamos aqui e o que usamos nos Estados Unidos. O filme foi editado em Avid Media Composer.

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A maior diferença se dá no prazo. Aqui, em função de orçamento, sempre lidamos com prazos muito curtos e isso representa uma perda de qualidade grande nos filmes.

A ilha de edição é um espaço de experimentação, de busca por nuances, por detalhes, onde podemos arriscar e tentar tirar ao máximo as possibilidades do material. E isso leva tempo. Com prazos apertados muitas vezes é possível apenas cumprir o básico e não acho que deveríamos nos contentar com o básico.

Qual era a atitude dos produtores? Como eles participaram do projeto?

Os produtores realmente participam de maneira muito ativa em todo o processo. Na montagem não foi diferente. Em todos os cortes do filme fazíamos apresentações para eles, debatíamos os avanços, traçávamos novos objetivos e testes que ainda poderiam ser feitos. É um processo difícil pela cobrança permanente por resultados, mas ao mesmo tempo é colaborativo e feito em alto nível.

Quando o produtor se impõe pelo conhecimento de cinema, e não só pelo cargo que ocupa, é muito positivo. É positivo para o filme ter mais pessoas pensando junto e ajudando a encontrar os melhores caminhos.

O que dizer do Anthony Hopkins e elenco do filme?

Anthony Hopkins, além de uma sutileza ímpar para interpretar com pequenos gestos e olhares, tem um carisma impressionante.

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O personagem que ele interpreta é extremamente ácido e irônico. Ficamos muito tempo tentando buscar o equilíbrio do quanto as pessoas se incomodariam com aquela postura tão arrogante. Quando começamos a fazer sessões teste descobrimos que a força do ator com a audiência é tão grande, fruto de décadas fazendo papéis tão marcantes, que mesmo ele sendo grosseiro ou irônico as pessoas sempre gostavam dele. Perceber este tipo de reação nos ajudou a encontrar o ponto de equilíbrio exato pro personagem.

Se Hopkins entrega tanto com tão pouco, Colin Farrell por outro lado é um turbilhão, roubando todas as cenas que aparece com sua energia. Equilibrar estas duas forças foi um grande desafio pro Afonso no set e depois pra gente na montagem. Além deles tínhamos Jeffrey Dean Morgan que é um excelente ator – apesar de ainda não tão conhecido. Os três entregam grandes performances e, quando se tem um elenco neste nível, a conexão da audiência com o filme atinge um outro patamar.

Texto: Danielle de Noronha
Fonte: ABCine

Presságios de um Crime | Avid Media Composer

29 fev

Está em cartaz em todo Brasil o filme Presságios de um Crime (Solace), editado com Avid Media Composer pelo amigo Lucas Gonzaga nos Estados Unidos com direção de Afonso Poyart.01 O filme conta a história de John Clancy (Anthony Hopkins), um médico que tem visões do futuro. Numa das visões ele prevê a morte da própria filha, algo que ocorre logo depois. Afastado do convívio social desde então, ele agora é a única chance do FBI para encontrar um serial killer, mas pra isso ele terá que se reencontrar com o seu passado.02

Além de Anthony Hopkins, o elenco conta com Colin Farrell em grande atuação, Jeffrey Dean Morgan, Abbie Cornish, Autumn Dial e Luisa Moraes.

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Confira o Trailer:

O mercado de edição de vídeo profissional está diariamente necessitando de editores que trabalhem em plataformas cada vez mais poderosas. E quando se fala em poder de edição e resultados da mais alta qualidade, estamos falando do editor mais utilizado nas maiores produtoras e emissoras de TV do mundo. Avid Media Composer é o nome do software de edição mais utilizado por editores que atuam no mercado de TV e Cinema a mais de 20 anos.

E você também pode usar este maravilhoso software, participe do sorteio.
Acesse o post:https://www.facebook.com/oeditorsite/photos/a.111779082238042.19690.100867896662494/959575734125035/?type=3&theater e leia o regulamento.

 

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“O Homem de Aço” | Sandro Di Segni

18 abr

O Superman é criação com DNA norte-americano, mas a última versão do herói no cinema teve pelo menos alguns genes brasileiros: Sandro Di Segni, que liderou uma equipe de cerca de 60 pessoas na produtora inglesa Double Negative para criar os efeitos visuais das cenas de destruição de “O Homem de Aço”.

O paulista de 36 anos, que sempre gostou de computação e videogames, se apaixonou por efeitos especiais ao assistir no cinema “Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros” (1993). “Não era mais a Cuca, era um dinossauro, eu fiquei imaginando as pessoas dentro daquele parque mesmo”, conta.

Para ingressar na carreira de efeitos especiais, Sandro tentou as faculdades de Ciências da Computação e Publicidade e concluiu que nenhuma delas estava ajudando a alcançar seu objetivo. Então, vendeu tudo para ir estudar computação gráfica no Canadá. O plano deu certo e ele acabou trabalhando nas equipes que fizeram os efeitos de “John Carter- Entre Dois Mundos” (2012), “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), “Aprendiz de Feiticeiro” (2010) e “Príncipe da Persia: As Areias do Tempo” (2010).

Depois de finalizar o trabalho em “O Homem de Aço”, ele trabalhou em “Thor 2 – O Mundo Sombrio”, também nas cenas de destruição. Na sequência, Sandro tem planos de retornar ao Brasil e trazer a experiência que adquiriu nas grandes produções internacionais para o cinema nacional.

“Eu vejo que enquanto o resto do mundo está falando em crise, o Brasil está falando em oportunidade. O Brasil tem leis que estão promovendo um tipo de cinema muito interessante. Eu olho a quantidade de dinheiro que um filme faz, comparando um filme brasileiro com um blockbuster, e percebo que os maiores orçamentos, as maiores bilheterias, são mesmo nos filmes que têm efeitos visuais. Acho que seria muito interessante para o diretor brasileiro ter isso nas suas mãos”, acredita.

“O Homem de Aço”
Com um trabalho que tem como objetivo ser tão realista a ponto do público nem perceber que está lá, Sandro conta como funciona a rotina de quem desenvolve os efeitos especiais de um filme como “O Homem de Aço”.

“Para explodir uma cidade, por exemplo, tenho que decidir tecnicamente como vai ser feita a explosão. Eu ajudo a criar ferramentas para que a explosão seja possível. Como quebrar um pedaço de concreto? Na hora que explode alguma coisa, o concreto tem uma armação por dentro que tem que aparecer, tem uma fumaça que ele vai soltar e tem uma poeira que vai cair. Todos esses elementos têm que ser pensados tecnicamente”, explica.

Em “O Homem de Aço”, a equipe de Sandro se dedicou especialmente nas cenas de destruição de Metropolis, a cidade fictícia onde os personagens transitam, causada por uma espaçonave alienígena que altera o campo gravitacional da Terra.

“Fiz parte do time de destruição de Metropolis. Fiquei responsável por essa sequência em que as coisas são puxadas por essa nave gigante, ficam flutuando e tinham que cair de novo e causar mais destruição. Participei bastante do pós-destruição na cidade também”, conta.

“Foi muito tempo desenvolvendo esse efeito para descobrir como podíamos fazer isso de uma forma convincente. Porque um grande problema é a velocidade desses objetos andando no espaço. Apesar de na tela parecer pouquinho, eles estavam andando quilômetros por vez. Outra coisa foi tentar fazer ao máximo que as coisas reagissem de uma forma natural, apesar de estarmos lidando com um efeito completamente sobrenatural. Numa etapa bem preliminar do projeto, eu percebi que se eu aplicasse gravidade e a resistência do ar –meu trabalho envolve bastante física também– os objetos grandes começavam a se mover de uma forma bem diferente dos pequenos, o que é bom, de uma certa forma, mas que não deixava que eles chegassem onde tinham que estar no fim da tomada. Então, eu percebi que era uma coisa que tinha que ser surreal apesar de parecer normal. Foi muito trabalho de manipulação de partículas”, explica.

Sandro conta que, quando o diretor vai filmar as cenas com os atores em frente a uma tela verde, os efeitos que vão entrar ali já foram planejados e são colocados objetos para o elenco se orientar. “Quando Metropolis é destruída, tem o colapso da nave mãe que começa a puxar tudo para dentro, todos aqueles objetos passando pelo Superman, eu fiz muitas daquelas cenas, daqueles carros passando voando. O diretor fala ‘Olha, vai ter um monte de coisas passando por aqui, olha para lá’, ou até ‘Não olha para lá’, porque para o Superman é uma coisa muito natural. Ele está tentando sair daquela zona, as coisas vão passando, mas ele está lá”.

Algumas das coisas que parecem efeito também podem ser construídas no set, como é o caso de partes de Metropolis destruída em “O Homem de Aço”. “Sempre tem um mix das duas coisas. A parte em que uma menina é puxada dos escombros foi feita no set mesmo. Mas hoje em dia os efeitos têm uma qualidade tão grande que até para gente que é do ramo não dá para saber o que é efeito e o que não é”, afirma Sandro.

Para ele, o maior desafio de trabalhar em uma produção multimilionária como “O Homem de Aço” –que custou cerca de US$ 225 milhões,  é a escala. “A escala é cada vez maior. Eu fui ver ‘Os Vingadores’ antes e achei incrível como eles tinham feito tudo aquilo. E agora fui ver ‘O Homem de Aço’ e achei mais impressionante ainda. Estão cada vez maiores essas produções, esses custos, e a complexidade para fazer isso tudo”, conclui.

Fonte: Uol

O2 Filmes | Montadores

30 set

A Produtora O2 Filmes tem um novo sistema de edição centralizado que integra suas 30 ilhas de montagem em um único servidor.
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Para atender a série Felizes para Sempre, quatro ilhas acessam toda o material produzido simultaneamente. Esse processo pode ser expandido para quantas ilhas a mais forem necessárias instantaneamente. O método agiliza o processo de montagem que passa a funcionar como uma linha de produção. Todos os montadores tem acesso a todas as mídias instantaneamente.
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Felizes Para Sempre tem direção geral de Fernando Meirelles e seus dez episódios são dirigidos por Fernando, Paulo Morelli, Luciano Moura e Rodrigo Meirelles.
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As fotos são dos montadores: Deo Teixeira, Fernando Stutz, Gustavo Gianni e Marcelo Junqueira.
Fonte: O2 Filmes

Saiba mais sobre a trajetória de Daniel Rezende

26 set

Um dos maiores nomes do cinema do país, Daniel Rezende é responsável pela edição de grandes filmes nacionais, como Cidade de Deus, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, Tropa de Elite 1 e 2 e As Melhores Coisas do Mundo, e estrangeiros, como Ensaio Sobre a Cegueira e A Árvore da Vida.
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Rezende conta que decidiu fazer cinema no início dos anos 90, época delicada para o cinema no Brasil, destaca que já ganhou muito pouco e afirma que tudo que for possível fazer no início da carreira, é necessário e importante.

Em dezembro de 2010, o montador participou de um bate-papo com os alunos da Oficina Itinerante de Vídeo Tela Brasil de Jaraguá II (São Paulo) e falou sobre a trajetória que o levou à consagração com Cidade de Deus, primeiro longa que editou e o rendeu indicação ao Oscar de melhor edição.

Em 2014, fez sua terceira colaboração com o diretor Jose Padilha, no remake de Robocop, no qual também atuou no roteiro e na filmagem.

Assista abaixo:

Inside The Edit – O que faz um editor?

28 ago

Texto: Agência aB Comunica
Tomamos a liberdade de traduzir esse belo trabalho de motion graphics na forma de infográfico animado, simples e elegante, mas que dá uma sábia e sensível contribuição na busca de respostas para uma questão: o que faz um editor?

O vídeo foi produzido e postado para o site insidetheedit.com, que, na realidade, serve de plataforma para um curso online do editor Paddy Bird, futuro parceiro do site Oeditor.com.

Ficha técnica:
Direção, Design, Animação – Dave Penn
Sound Design – James Locke-Hart
Roteiro – Paddy Bird

Curso de Imersão em Edição para Cinema e TV

25 ago

Pela primeira vez no Brasil, o espanhol Gabriel Corbellá, montador técnico dos filmes de Pedro Almodóvar, realizará sua imersão em edição para cinema e TV.
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O Editor espanhol Gabriel Corbellá, trabalhou nas três últimas produções de Pedro Almodóvar: ‘Abraços Partidos’, ‘A Pele que Habito’ e ‘Os Amantes Passageiros’, como o responsável pela montagem técnica e pelo fluxo de trabalho (Workflow).
Gabriel é instrutor Oficial AVID e, ao longo de duas semanas, irá fornecer as ferramentas profissionais para iniciar um projeto, montar a história e dar saída de maneira prática e profissional. Voltado para editores, produtos, jornalistas e cinegrafistas corporativos e para aqueles que se dirigem a uma carreira de pós-produção. Ao final do curso, os participantes serão credenciados a receber a certificação profissional AVID.

De 22 de setembro a 3 de outubro, inscrições limitadas.

Conteúdo

Este curso é para editores de vídeo que entendem o básico das ferramentas e estão prontos para seguir em frente e aprender os fundamentos da criação de efeitos dentro de Avid Media Composer 6, o aplicativo não-linear de edição de filme/vídeo usado na maioria das produções para cinema e produções televisivas. Este curso fornece uma base sólida em Media Composer e suas ferramentas de efeitos de áudio e vídeo e irá prepará-lo para a certificação da Avid Media Composer 6. Através da interface básica efeitos de construção você vai aprender ajustes de áudio fundamentais e efeitos, de composição de várias camadas de vídeo, seguimento, estabilização, vários métodos de ressincronização e técnicas básicas de gradação de cores. Este curso é um passo crucial para dominar Avid Media Composer, o sistema de edição padrão usado por profissionais das indústrias de cinema e televisão.

Aprenda fazendo com projetos do mundo real. Comece com o básico de edição de três pontos e como construir uma cena, em seguida, passar para refazer uma cena e aparar o diálogo para o máximo impacto emocional. Acrescente a isso as ferramentas e técnicas para misturar música e efeitos sonoros, criar títulos e transições. Você também vai aprender as habilidades críticas necessárias para trabalhar como editor assistente, incluindo como sincronizar imagem e som de diferentes fontes, organizar um projeto, gerenciar mídia e metadados, e muito mais.

Com as orientações passo-a-passo e os exercícios diários, ao longo da imersão, você irá aprender as habilidades necessárias para trabalhar em produções de grande orçamento: gerenciamento de mídia, edição de imagem avançada e edição de som.

Objetivos:
– Iniciando um projeto
– Montar a imagem e o som
– Refinando a edição
– ‘Packaging’ e ‘output’
– Organização do projeto
– Construindo a cena
– Diálogo de corte
– Refazendo a Cena
– Mesclando uma sequencia de áudio
– ‘Output’ e entrega
– Mídia management
– Personalizando Media Composer
– Trabalhando com diversos formatos de fitas de vídeo
– Introdução ao Visual Effects
– Efeitos de coreção
– Imagens de alta resolução (HD)
– Retiming
– Cor: Tratamento e correção
– ‘Nesting Multiple Effects’
– Efeitos multicamada
– Desempenho e Rendering
– ‘Keying’ e ‘Mattes’
– Animação de título em 3D com Marquee
– Usando AVX Third-Party Plug-Ins
– Configurando o ‘Grid’
– Visão geral dos fluxos de trabalho de pós-produção
– Organizar os recursos do projeto
– Gerenciando os arquivos de mídia
– Arquivamento e exclusões
– Editando ‘montagens’
– Recorte de diálogo
– Edição Multicam
– Trabalhando com mídia mista
– Fundamentos da edição de áudio & PT Interop
– AudioSuite e Efeitos RTAS

Pré-requisito
Editores, produtores, editores assistentes, produtores Multimídia, pós-produtores. Profissionais do audiovisual e demais áreas de afinidade. O participante deverá trazer seu computador pessoal para as aulas práticas.
Carga-Horária: 55hs
VAGAS: 15
Data e Horário: 22 de setembro a 3 de outubro de 2014
das 17hs às 22h (sábado das 10h às 14h30)
Local: LUGAR de CINEMA
Rua Calábria, 335 – Bandeirantes
Belo Horizonte/MG
As aulas são acompanhadas de professores assistentes/tradutores.

Este curso de edição dará as ferramentas essenciais que você precisa para iniciar um projeto, montar a história, e dar saída de maneira prática e perfeito para os editores, diretores, produtores, jornalistas e cinegrafistas corporativos. Para aqueles que se dirigiu para uma carreira em pós-produção, a segunda metade do curso baseia-se na formação completa fundamental na arte da edição profissional para notícias e documentários, spots comerciais e filmes de curta e longa metragem.

INSCRIÇÕES LIMITADAS

Sala De Montagem | Editing Room

30 jun

A vida de um montador de filmes.

Directed by Umberto Martins
Editors: Umberto Martins e Thiago Abe
Photography: Rafael Levy
2nd Camera: Thiago Abe
Design:Gabriel Bitar
Assistant: Rui Fontes
Soundtrack: Luz Negra by Fernanda Takai

Editores pelo Mundo [ Stuart Baird ]

20 jun

Stuart Baird (30 de novembro de 1947) é um editor e diretor de cinema inglês.

O primeiro trabalho de Baird na indústria do cinema foi em 1968 como assistente do diretor Lindsay Anderson no filme “if”.

Em seguida, ele trabalhou como assistente de edição no filme The Devils. Dois anos depois ele trabalhou pela primeira vez como editor, no telefilme Dr. Jekyll and Mr. Hyde. Em seguida ele trabalhou mais duas vezes como assistente, em That’ll Be the Day e Mahler.

Em 1975 ele editou Tommy, musical baseado no álbum homônimo da banda The Who. No ano seguinte ele editou o filme The Omen. Em 1978.

Baird editou Superman, recebendo sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Edição.

Nos anos seguintes, ele trabalhou em filmes como Ladyhawke, Lethal Weapon, Gorillas in the Mist: The Story of Dian Fossey, Lethal Weapon 2, Die Hard 2, The Last Boy Scout e Demolition Man.1 Por Gorillas in the Mist, Baird foi indicado a seu segundo Oscar.

Em 1996, Baird dirigiu seu primeiro filme, Executive Decision. Dois anos depois ele digiriu seu segundo longa, U.S. Marshals. Em 2002, Baird dirigiu seu terceiro e último filme, Star Trek Nemesis, o décimo longa da franquia Star Trek.

Em 2005, após um intervalo de três anos, ele voltou a edição com o filme The Legend of Zorro. Nos anos seguintes ele editou filmes como Casino Royale, Salt, Green Lantern e Skyfall.

EFEITOS SONOROS E TRILHAS [ FREE ]

22 abr

Efeitos sonoros ou efeitos de áudio são sons criados ou editados artificialmente, utilizados para enfatizar obras artísticas como filmes, programas de televisão, animações, jogos de vídeo, músicas, ou outros meios de comunicação.

Na indústria de gravação é freqüentemente abreviado como “FX”.

Na produção cinematográfica e televisiva, um efeito sonoro é um som gravado e apresentado para fazer uma determinada narração da história sem o uso do diálogo ou de música. O termo geralmente se refere a um processo aplicado para uma gravação, sem necessariamente referir-se à gravação em si.

Na produção cinematográfica e televisiva profissional, a gravação de diálogo, música e efeitos sonoros são tratados como elementos separados. Diálogo e gravações musicais nunca são referidos como efeitos sonoros, embora os processos aplicados a eles, como a reverberação ou flanging, muitas vezes são chamados de “efeitos sonoros”.

Indico alguns sites de efeitos sonoros e trilhas para download:

http://www.robertetoll.com/
http://www.megatrax.com/
http://www.freesound.org/
http://soundfxnow.com/
http://www.audiomicro.com/

“Criamos e divulgamos conteúdos para entusiastas, estudantes e profissionais do audiovisual”. Gustavo Lopes, Fundador do Oeditor.com

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São matérias, vídeos, novidades sobre equipamentos, making of’s, tutoriais de softwares e demais conteúdos compartilhados por profissionais da área.

Criado em 2009, a comunidade tem como público-alvo profissionais que até então não encontravam em um único site ou blog assuntos direcionados especificamente a eles, além de networking direto entre público e marcas. No decorrer dos anos, a comunidade conquistou um número expressivo de seguidores diante de um público bastante segmentado.

Essa conquista foi possível devido aos profissionais que atuam no site Oeditor.com.

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É uma equipe especializada em várias áreas do audiovisual e comprometida em buscar, diariamente, conteúdos inéditos e de qualidade para todos os leitores.

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Assista: https://www.youtube.com/watch?v=hBY4yNLCQEY

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