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Visitamos a O2 Filmes | A maior empresa de Pós-Produção do Brasil

6 nov

Rodeada de talento por todos os lados, a O2 Filmes produz sucessos de bilheteria de cinema, séries de TV e filmes publicitários. A empresa tem como sócios os diretores Fernando Meirelles (diretor de “Cidade de Deus,” “O Jardineiro Fiel,” “Ensaio Sobre a Cegueira,” e “360”) e Paulo Morelli (diretor e produtor de “Cidade dos Homens” e “Entre Nós”), e a produtora executiva Andrea Barata Ribeiro (produtora de “Cidade de Deus,” “Ensaio Sobre a Cegueira,” e “Cidade dos Homens”).

A O2 Filmes iniciou suas atividades como uma produtora de filmes publicitários e logo expandiu seus negócios para produção de conteúdo para cinema e TV além de outras áreas como distribuição de filmes (O2 Play), produção de conteúdo para novas mídias (O2 Outras elas) e serviços de Pós Produção (O2 Pós). Com mais de 100 profissionais na equipe e um enorme espaço criativo de 1.500 metros quadrados localizado dentro dos 8.500 metros quadrados da sede da O2 Filmes em São Paulo, a O2 Pós é considerada hoje a maior empresa de Pós-Produção do Brasil. Criada originalmente para atender a demanda de Pós Produção dos projetos da O2, o núcleo cresceu rapidamente em função dos talentos e tecnologias agregadas, possibilitando à empresa que abrisse suas portas para todo o mercado audiovisual brasileiro, atendendo hoje outras produtoras além da O2 Filmes.

Para dar conta desse rápido crescimento, a O2 rompeu completamente com os sistemas tradicionais e transformou a empresa em uma das maiores instalações de DaVinci Resolve no mundo, iniciando pelo departamento de correção de cor e estendendo aos outros departamentos da Pós, utiliza 80 licenças de DaVinci Resolve distribuídas entre esses departamentos, possibilitando que a correção de cor seja visualizada em qualquer etapa do processo de finalização.

“Está claro para nós que o DaVinci Resolve está caminhando para se tornar uma ferramenta de edição online, o que é muito útil para a O2 Pós. Queremos poder começar e terminar um projeto numa solução única, então esse caminho é bem atraente.” explica Paulo Barcellos Jr, diretor da O2.

Barcellos explicou que as novas funcionalidades do Davinci Resolve 14 facilitarão o processo de conformação e deliveries. “É tudo muito bom e estamos muito animados para saber quais ferramentas mágicas a Blackmagic Design vai desenvolver no futuro.”

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Bastidores do Clipe “Depois das 3” | Banda Mattilha

18 out

Ainda não conhece o projeto www.gravandobandas.com.br – realizado pela Jornada Adobe e idealizado pelo instrutor Derick Borba?

gravando_01 Saiba como foi a gravação do videoclipe “Depois das 3” da Banda Mattilha, realizado entre os dias 23 e 25/06 na cidade de São Paulo/SP com a participação da banda Mattilha. As imagens são produzidas sempre por alunos, onde TODOS colocam a mão na massa e participaram de todo o processo da realização de um videoclipe profissional.

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Making Of Comercial de TV | Oeditor.com

17 out

“Da criação à exibição”. No meio desse caminho, a construção da mensagem pelo minucioso mundo da produção audiovisual.
Conheça as técnicas, equipamentos, softwares e tudo que envolve o planejamento e a produção de um comercial de TV. Assista!

Produção
Melina Frazão

Você sabe como funciona o cenário virtual?

26 ago

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Conheça todos os detalhes com Richieri Pazetti, Gerente de Comunicação Visual da Fundação Cásper Líbero.

Fonte: TV Gazeta

Rede Século 21 | Oeditor.com

24 ago

Visitamos a Rede Século 21 em Valinhos/SP. A emissora está presente nas 21 principais capitais do Brasil, seu sinal chega para mais de 150 milhões de brasileiros.post_00Assista a matéria!

Conta com aproximadamente 200 retransmissoras e uma nova parceria com Rede de Comunicação Interativa. Gostaria de agradecer a recepção de todos os funcionários, principalmente dos diretores Marcos Bragato, Jose Maria Albiero, Horacio CaballeroEric Ananias Modolo, Diego Soares, Má Âmbar,Cristiano Biazi, André Luciano, Fabiano Fachini e principalmente ao excelente profissional Pedro Roncatto, o dia foi especial!

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Gravando Bandas | Próximas Turmas

17 ago

O treinamento “Gravando Bandas” é um curso oficial que nasceu e se consolidou dentro da Jornada Adobe, série de treinamentos oficiais organizada desde 2003 pela Action Criações, nas áreas de Design e Video Digital. Derick Borba encontrou uma maneira inteligente e dinâmica, onde dentro de um treinamento consegue conciliar teoria e prática.

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Próximas Turmas?

1. SÃO PAULO/SP – 01/09 até 03/09 – BANDA: Zander
2. SÃO PAULO/SP – 15/09 até 17/09 – BANDA: Gloria
3. RIO DE JANEIRO/RJ – 30/09 até 02/10 – BANDA: Seu Cuca

Como fazer sua inscrição?
Site: www.gravandobandas.com.br
Facebook: www.facebook.com/Jornadaadobe

O treinamento tem carga horária de 30 horas (3 dias), extenso conteúdo teórico e altamente prático, o aluno adentra ao mundo de produção de videoclipes, passando por todas as etapas, desde o roteiro até a entrega ao cliente. O aluno aprende na prática técnicas avançadas sobre iluminação, participa de todo processo de gravação e utiliza os melhores equipamentos do mercado.POST_02

“Ensinamos segredos de como trabalhar com baixos orçamentos (low budget), e apresentar um video de impacto com resultado final altamente profissional.” Derick Borba, instrutor do treinamento “Gravando Bandas”.

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Campinas recebe a primeira Mega Store especializada em foto e vídeo produção do Brasil

15 ago

A Merlin Mega Store inaugurou no último dia 09 de Agosto sua loja dedicada a fotógrafos e videomakers. O espaço conta com a exposição dos mais modernos equipamentos e acessórios para captação, produção e edição de foto e vídeo. Em breve você confere uma super cobertura, com várias entrevistas deste dia especial, aqui no Oeditor.com.

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Edson Marion – Sócio-Diretor da Merlin Foto e Vídeo

O objetivo do espaço que conta com renomadas marcas, como Sony, Canon e Panasonic é de proporcionar ao usuário o contato direto com as últimas novidades em equipamentos de foto e vídeo. Também será promovido encontros de profissionais de vídeo produção, youtubers,  fotógrafos renomados e eventos exclusivos de lançamento de produtos.

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Fernando Tass – Gerente de Marketing e Comunicação da Merlin Foto e Vídeo

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São mais de 500 itens e acessórios disponíveis.

Além dessa área exposição os visitantes podem contar com uma ajuda técnica especializada para montar seu próprio estúdio. Uma oportunidade para aqueles que desejam entrar na área e não dispõem de grandes recursos.post_03Com mais de 30 anos de mercado a Merlin Mega Store é conhecida como referência na comercialização de equipamentos para foto e vídeo produção. Representa oficialmente no Brasil mais 30 marcas e distribui 10 delas. Atende todo o território nacional e é premida internacionalmente por suas operações no Brasil.  Além da área comercial atua com locação de equipamentos, cursos e workshops, desenvolvimento de projetos para TVs e Cinema.

Merlin Mega Store
Rua Maria Amélia de Rezende Martins, 10 – Jd. N. Sra. Auxiliadora – Campinas/SP
(19) 3741-4488

Vamos fazer comerciais de automóveis em 3D/GC? | The Blackbird

8 ago

The Blackbird® é capaz de transformar o chassi do automóvel para coincidir com o comprimento e largura exata do seu projeto em 3D. Alimentado por um motor elétrico, que pode ser programado para imitar as curvas de aceleração, mudanças de engrenagem e com suspensão ajustável para replicar características de conduções reais.

“Nós podemos dizer que The Blackbird® é a melhor ferramenta para resolver problemas reais para a indústria da publicidade/3d. Esperamos continuar a servir de inspiração para toda a indústria e por sua vez aos nossos clientes que irão criar maneiras de usá-lo de que não temos sequer compreendido ainda. Isso é o que nos motiva! ” Alistair Thompson, Vice-Presidente Mill Team.

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Unimed | Making Of

5 ago

A grande sacada da agência M51 Criatividade Estratégica pra fazer a diferença em mais um filme de Unimed! Um olhar voltado para os que são mais importantes em nossas vidas, nossos pais e filhos!post_02Com direção de fotografia de Bruno Tiezzi, assistente de direção, Danielle de Oliveira, figurinos de Bell Picosque, edição e pós produção de Dinilson Manfrim Bottaro, produção de objetos a cargo de Marina Cipolli e trilha sonora Dimas D’Amico.

Making Of:

Produtora: Studio Eletrônico
Direção: Mario Palermo Filho

Elsys | Making Of

5 ago

Com o posicionamento “Onde você estiver, é perto.”, a Blues Idea desenvolveu um jingle para ser cantado e divulgado por nada menos que Michel Teló, um dos mais carismáticos cantores sertanejos do Brasil, que se mostrou uma personalidade em extrema sintonia com os valores da marca Elsys, como proximidade, simplicidade e comprometimento com seus fãs.

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A campanha conta com ações online, filmes para TV, PDV e muito mais, incluindo um show ao vivo no estande da Elsys em uma feira. Sucesso absoluto entre clientes e fãs.

Making Of:

A Elsys acredita que cada brasileiro merece receber conteúdo de qualidade em sua casa. Que em qualquer lugar deste país é possível crescer fortalecendo relações com seus consumidores e lojistas. Com mais de 20 mil pontos de venda espalhados pelo Brasil, a Elsys considera a proximidade o melhor jeito de atender. Pois, pra gente, onde você estiver, é perto.

Produtora: Paprika Filmes
Direção: Eliel Quaresma de Moura

Resultado Final: vimeo.com/166037114
‪#‎PaprikaFilmes‬ ‪#‎Elsys‬ ‪#‎Bluesidea‬ ‪#‎MichelTelo‬

Making Of das Chamadas da Rede Globo para os Jogos Olímpicos Rio 2016

5 ago

A Rede Globo terá a Olimpíada do Rio como uma grande vitrine para os seus negócios. A maior emissora brasileira está apostando alto em novidades tecnológicas para a transmissão dos Jogos em um plano para conquistar cada vez mais anunciantes e espectadores.00Confira os bastidores da produção da chamada oficial do evento, com direção de Alê Braga a emissora utilizou câmeras Blackmagic Design na produção.

Resultado final:

Entre as inovações da Globo, destaca as transmissões — em parceria com a japonesa NHK — em 8K (o máximo de qualidade de imagem) das cerimônias de abertura e encerramento em sessões especiais no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, o uso de realidade aumentada pelos comentaristas de esporte e, principalmente, o oferecimento de imagens em alta definição no seu serviço de streaming na internet, o Globo Play. O canal espera aumentar de 10 milhões para 12 milhões o número de assinantes pagos na internet.

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Rede Globo | Jogos Olímpicos Rio 2016

5 ago

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Além das cerca de 10 horas diárias de conteúdo olímpico no ar, a emissora vai oferecer ainda um segundo canal exclusivo, complementar, na plataforma do Globo Play, disponível também no globoesporte.com. Aberto e gratuito aos usuários em todo o Brasil, o canal será o ‘Play nos Jogos’.

Na Globo, serão 160 horas no ar, mais de 100 horas de transmissões ao vivo entre os dias 3 e 21 de agosto. Um time entrosado com mais de 2 mil profissionais vai acompanhar de perto os 400 atletas da delegação brasileira e os grandes ídolos internacionais para levar o melhor da competição para a casa de cada torcedor: nos programas, transmissões e telejornais, cada detalhe das disputas, as performances dos atletas, a emoção dos pódios. Natação, atletismo, judô, vôlei, ginástica artística, basquete, vôlei de praia, handebol e o futebol estão entre as modalidades que terão maior destaque na tela da Globo.

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Rede Século 21 | Oeditor.com

4 ago

Visitamos a Rede Século 21 em Valinhos/SP, gostaria de agradecer a recepção de todos os funcionários, principalmente dos diretores Marcos Bragato, Jose Maria Albiero, Horacio Caballero. Em breve você confere uma matéria com os bastidores dessa emissora que está entre as maiores do país.
post_00 A Rede Século 21 está presente nas 21 principais capitais, com aproximadamente 200 retransmissoras, seu sinal chega para mais de 150 milhões de brasileiros.post_06Obrigado aos amigos Eric Ananias Modolo, Diego Soares, Má Âmbar,Cristiano Biazi, André Luciano, Fabiano Fachini e principalmente ao excelente profissional Pedro Roncatto, o dia foi especial!post_07

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Edição Suicida? | Esquadrão Suicida

21 jul

O diretor David Ayer do filme Esquadrão Suicida divulgou algumas fotos dos bastidores do filme. Ayer brincou que o filme se chamaria Arkham Asylum que é a casa de vários membros do Esquadrão Suicida. As filmagens começaram em abril de 2015 em Toronto, Ontario no Canadá.post 0Essa é a timeline do filme que está sendo editado desde fevereiro. Totalmente suicida a tarefa desse editor!post 2O filme está programado para ser lançado em 04 de agosto de 2016 em 2D, 3D e IMAX 3D.

Ficando Cara a Cara com a DIY Vídeos e a Blackmagic

19 jul

A produtora brasileira DIY Vídeos foi inaugurada em 2013 pelas mentes dos produtores e especialistas criativos Daniel Ferro, Gustavo Tolhuizen e Paulo Vitor Cappelli.01A impressionante lista de projetos da equipe inclui vídeos musicais para o famoso músico brasileiro Erasmo Carlos e múltiplas séries de TV e spots em curso com a Globosat. Quando a banda californiana de punk rock Face to Face pediu para a DIY Vídeos ajudar no seu vídeo musical sombrio e circense, “Double Crossed” (“Traído”, em inglês), a DIY aproveitou a chance para mostrar suas habilidades.03 Daniel e Gustavo são fãs do Face to Face há muito tempo, sendo que Daniel até compilou um pequeno vídeo sobre a reunião de 2009 da banda e que virou um hit no YouTube. Ano passado, Daniel filmou um vídeo do show da banda Pennywise para sua turnê com o Face to Face. Quando estava no camarim, ele falou com o líder e vocalista do Face to Face, Trever Keith. Trever perguntou ao Daniel se ele se interessaria em filmar um videoclipe com eles para o novo álbum e o resto é história. Levou apenas duas semanas para o Face to Face e a DIY acertarem os detalhes, escreverem um roteiro e voarem para as filmagens em Los Angeles.

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Equipamentos Blackmagic utilizados em comercial da Peugeot

15 jul

A Blackmagic Design anunciou  que o novo comercial da Peugeot foi filmado utilizando a Blackmagic Micro Cinema Camera e a URSA Mini 4.6K EF. A correção de cores foi realizada com o DaVinci Resolve Studio.post_00 A Assemblage K.K., uma produtora japonesa que presta serviços de produção e pós-produção para anúncios publicitários, filmes, vídeos musicais e corporativos, criou o comercial. Alexandre Bartholo, fundador da Assemblage K.K., envolvido em muitas funções criativas, como produção, direção, filmagem e pós-produção, e foi quem encabeçou a produção do novo spot da Peugeot.

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Gravando Bandas | Produção DVD ao Vivo

4 jul

A banda GARAGE FUZZ, que completa esse ano 25 anos de atividades, foi a banda convidada para participar desse treinamento inédito no Brasil e talvez no mundo. Corre que ainda têm vagas, clique aqui e participe!post_01 Com a crescente demanda do mercado musical por visibilidade, fez-se necessidade obrigatória dos artistas e das bandas, uma apresentação mais real e profissional de suas performances, os argumentos são inúmeros, vão desde o sonho de todo artista que é viver de música, ser contratado para apresentações, conquistar novos mercados, buscar reconhecimento, agradar tanto os fãs antigos como conquistar novos adeptos, etc. Assim sendo, muitos artistas recorrem a gravação de shows ao vivo, registrando de forma mais humana e real o que acontece em cima do palco. Como tudo na vida tem um lado bom e um lado ruim, hoje o maior problema de bandas de pequeno e grande porte são apresentações de um produto final ruim ao mercado, com muitos erros, falhas graves, tanto projetos com grande orçamento, como projetos de baixo orçamento, trabalhos que podem comprometer seriamente de forma negativa o trabalho árduo de uma banda e a imagem de um artista.

De quem é a culpa? Dos profissionais contratados? Dos artistas? Erros de planejamento, erros de iluminação, erros de continuidade, erros de captação de imagem, equipamentos usados de forma errada, erros de passagem de planos (edição/mesa de corte), enfim, erros técnicos que não acabam mais, são inúmeros os problemas que acontecem durante o processo geral, que quando não previstos, corrigidos ou encontrados durante a execução, transparecem no resultado final, os principais erros mais comuns são encontrados em DVD’s de show ao vivo, transmissão ao vivo de eventos, shows e festivais.post_05

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Os efeitos digitais (impressionantes) de “Mogli: O Menino Lobo”

20 maio

Se tínhamos alguma dúvida de que o “Mogli: O Menino Lobo” de Jon Favreau é um filme feito de pixels, com um único elemento humano em cena, o vídeo de bastidores acaba com ela.03 A Disney liberou o curto making of, e mais algumas fotos que só deixam o trabalho tecnológico do filme ainda mais impressionante. Tudo foi feito dentro de estúdio, não há uma única tomada feita em uma selva de verdade, com uma equipe de 800 artistas digitais construindo cada locação do zero.

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Krampus | Making Of

7 abr

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Dirigido por Michael Dougherty, roteirista de filmes como Superman: O Retorno (2006) e X-Men 2 (2003), Krampus está recebendo elogios da crítica por seu gênero “horror/comédia” bem elaborado e resgatando o gênero popular na década de 80.

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Batman vs Superman: A Origem da Justiça | Making Of

29 mar

Confira cenas ineditas dos bastidores da produção que custou US$ 250 milhões aos cofres da Warner Bros. Pictures.
01bvs Zack Snyder afirmou que o longa é visualmente inspirado na história em quadrinhos The Dark Knight Returns por Frank Miller, mas a história é totalmente original e não baseada na HQ. A pré-produção começou no East Los Angeles College, em outubro de 2013, e as filmagens iniciaram em maio 2014 na cidade de Detroit, Michigan, com as filmagens adicionais em Chicago, Illinois, o filme foi editado por David Brenner.

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Ex Machina | Autodesk Maya

29 fev

Ex Machina foi o grande vencedor do Oscar de Melhores Efeitos Visuais, o filme utilizou as ferramentas Autodesk na sua produção.
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Escrito e dirigido pelo autor e roteirista Alex Garland, tendo sido a sua estreia como diretor. O filme foi protagonizado por Domhnall Gleeson, Alicia Vikander e Oscar Isaac.

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As filmagens tiveram início em 15 de julho e fim em setembro de 2013. Foram realizadas na Noruega, entre Valldal e o fiorde Sognefjord e no Pinewood Studios, em Londres. O orçamento total do filme ficou próximo de 15 milhões de dólares.

Os Efeitos Visuais foram amplamente elogiados pela critica mundial, e o Oscar veio coroar o trabalho maravilhoso realizado pela produção do filme, que utilizou Autodesk Maya.

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No Brasil, a empresa que representa a Autodesk é a Exec Technology.

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Entre em contato com a equipe Exec Technology e saiba mais:
Exec Technology, soluções do começo ao fim.
Telefone: (11) 5041-6966
Site: www.exectec.com.br
Facebook: www.facebook.com/ExecTechnology

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Presságios de um Crime | Avid Media Composer

29 fev

Está em cartaz em todo Brasil o filme Presságios de um Crime (Solace), editado com Avid Media Composer pelo amigo Lucas Gonzaga nos Estados Unidos com direção de Afonso Poyart.01 O filme conta a história de John Clancy (Anthony Hopkins), um médico que tem visões do futuro. Numa das visões ele prevê a morte da própria filha, algo que ocorre logo depois. Afastado do convívio social desde então, ele agora é a única chance do FBI para encontrar um serial killer, mas pra isso ele terá que se reencontrar com o seu passado.02

Além de Anthony Hopkins, o elenco conta com Colin Farrell em grande atuação, Jeffrey Dean Morgan, Abbie Cornish, Autumn Dial e Luisa Moraes.

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Confira o Trailer:

O mercado de edição de vídeo profissional está diariamente necessitando de editores que trabalhem em plataformas cada vez mais poderosas. E quando se fala em poder de edição e resultados da mais alta qualidade, estamos falando do editor mais utilizado nas maiores produtoras e emissoras de TV do mundo. Avid Media Composer é o nome do software de edição mais utilizado por editores que atuam no mercado de TV e Cinema a mais de 20 anos.

E você também pode usar este maravilhoso software, participe do sorteio.
Acesse o post:https://www.facebook.com/oeditorsite/photos/a.111779082238042.19690.100867896662494/959575734125035/?type=3&theater e leia o regulamento.

 

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Beeple Zero-Day | Making Of

1 fev

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Mike Winkelmann mais conhecido como Beeple publicou recentemente seu clip musical totalmente feito em3D intitulado Zero-Day. Uma profecia visual de guerras futuras após a descoberta do vírus de computador Stuxnet que os Estados Unidos criou para destruir bases de enriquecimento de urânio Iranianas. Isso fez com que os EUA sofressem mais ataques hackers com intuito destrutivo. Segundo o vídeo, é apenas uma questão de tempo até as potências iniciarem uma nova guerra mundial.

O filme foi dirigido, criado e finalizado por Bepple que utilizou no projeto os programas: Cinema 4D para o 3d, After Effects para pós produção, Vegas Pro para edição, Photoshop para texturas, Illustrator para vetores e Octane para o render 3D. Mas o mais interessante é que ele disponibilizou os projetos para download gratuito sob as leis Creative Commons, logo, você pode baixar todo o projeto e se divertir com ele.

Assista o resultado final:

Texto: Daniel Meurer
Fonte: Tutorama

State Zero – Making Of | Autodesk

22 jan

Num futuro próximo, a capital da Suécia se transformou em um deserto pós-apocalíptico. Quatro soldados foram reunidos para uma missão de rotina em ‘Zona 3’, com a atribuição de investigar uma torre de vigilância de idade que apenas ficou offline.
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O estúdio Black da Suécia é quem assina a produção desse curta pós-apocalíptico. O estúdio foi fundado em junho de 2014 por vários artistas experientes de outras produtoras que se uniram para montar o estúdio que já começa com o pé direito.

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O diretor Andrée Wallin, que também foi concept artist no filme Star Wars, criou um mundo pós-apocalíptico para misturar seus interesses em ficção-científica e vampiros criando esse excelente curta metragem.

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A produtora usou várias ferramentas para a criação do curta, incluindo Autodesk Maya e Autodesk 3ds Max e utilizou Arnold para o render.

Veja o resultado final:

Making Of:

Conheça o Desktop Subscription, acesse o site da Exectec:
Site: www.exectec.com.br
Facebook: www.facebook.com/ExecTechnology

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Desktop Subscription lhe dá acesso às versões e atualizações mais recentes, ao suporte individual na Web, ao suporte prioritário em fóruns, ao licenciamento flexível e muito mais.

Desktop Subscription do 3ds Max

Os benefícios incluem:

  • Custo inicial reduzido
  • Acesso às mais recentes ferramentas
  • Suporte individual na Web
  • Suporte à renderização no A360

ExecTec, soluções do começo ao fim
Telefone: (11) 5041-6966
Site: www.exectec.com.br
Facebook: www.facebook.com/ExecTechnology

Witch Doctor | Making Of

11 dez

No projeto foi utilizado estúdio com Chroma Key e Tracking para capturar a interpretação do vocalista e inseri-lo num ambiente virtual em CG.

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Para a animação dos “Zumbis” foi feita captura de movimento com um traje especial e o software MVN Studio.

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Para o 3D foi utilizado o software Cinema 4D e as texturas foram pintadas no Photoshop.

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Para a finalização eles importaram os modelos 3D para o plugin Element 3D e pós produziram com as ferramentas do After Effects.

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Veja o Making Of:

Fonte: Tutorama
Texto: Sam Varg

Capturando #GIRLSINTECH com a AMIRA | ARRI

16 set

Meninas inspiradoras que abraçam a ciência e a tecnologia, é uma tendência que se reflete na mídia e a diretora Lesley Chilcott teve a sorte de dirigir dois desses projetos recentemente. Ela dirigiu um spot de Cover Girl, “Girls Who Code,” e ela está atualmente em um documentário, #GIRLSINTECH, que acompanha meninas do ensino médio ao redor do mundo na competição anual Technovation Challenge.

Ambos os projetos foram filmados com AMIRA. “É um privilégio filmar em ALEXA um documentário,” diz Chilcott, que observa que a AMIRA tem o mesmo sensor 35mm da ALEXA. “Com a AMIRA, temos tudo que a ALEXA faz, com a vantagem que ela é mais rápida e mais leve.”

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No trabalho de Cover Girl,  a diretora de fotografia Maryse Alberti, filmou as meninas em estúdio e então facilmente mudou para modo documentário, para acompanhá-las dentro das salas de aula. “A AMIRA é útil, porque ela foi a combinação de um trabalho de estúdio e um documentário no estilo cinema vérité,” Chilcott diz. “Ter os filtros ND internos é ótimo quando você está acompanhando pessoas de dentro da locação para fora. Não incomoda e economiza não apenas tempo que você gastaria para trocar os filtros, mas também tempo de pós, pois o fotógrafo pode corrigir coisas enquanto filma.”

O documentário #GIRLSINTECH surgiu há dois anos, quando Chilcott estava fazendo um documentário sobre meninas para o Code.org e soube da Technovation, um grupo que pretende “inspirar e educar meninas e mulheres em como resolver problemas do mundo real através da tecnologia.” Technovation começou como um pequeno programa piloto para ensinar meninas de como criar um aplicativo móvel “startup” que resolve um problema em sua comunidade. Até o momento, Chilcott vem o acompanhando. A Technovation evoluiu para uma competição global.

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Inspirada, Chilcott pediu aos fundadores da Technovation se ela poderia fazer um documentário desta competição. “Eles ficaram emocionados porque viram o filme anterior Code.org e sabiam que tem 20 milhões de visualizações online,” ela diz. “Assim que eu ouvi que haveriam 5.500 meninas, trabalhando em pequenos times, participando, sabia que eu tinha que fazer este ano.”

O vencedor da competição do ano passado, foi um grupo da Moldávia que desenvolveu um aplicativo para relatar e testar água contaminada de poço, um grande problema na sua comunidade. Várias características da AMIRA foram perfeitas durante as filmagens. “Nós estávamos dirigindo de um lugar para o outro e eu avistei algo maravilhoso pela janela”, diz Chilcott. “Eu gosto de filmar em movimento a 40fps e com a AMIRA, meu diretor de fotografia Logan Schneider, pôde mudar imediatamente o frame rate, o que poupa muito tempo e a AMIRA vai até 200fps, o que é muito legal também.”

Em outra cena, uma menina deixa cair um balde em um poço e começou o hastear. “Logan foi capaz de pular em cima do poço, pois a câmera é leve”, diz ela. A AMIRA, acrescenta Schneider, também oferece controles de fácil acesso, incluindo filtros ND internos. Consegui uma cena geral das meninas entrando com o balde no poço, em seguida, corri sobre o poço para ver o balde com água contaminada chegando”, diz ele. “No momento em que o balde surge com água do poço, eu estava no lugar com um ajuste de ND diferente, com a exposição correta e pronto para filmar em menos de 5 segundos.”

Schneider observa outras vantagens do peso mais leve da AMIRA. “Eu posso segurá-la por mais tempo, especialmente ângulos diferentes, e ela me deixa mais a vontade”, diz ele. Ele comenta que filmaram com lentes Prime a maior parte do tempo, porque “tem uma sensação mais cinematográfica.” “Estamos tentando filmar o mais aberto possível, mas isolando as cenas mais artísticas”, diz ele. “Tendo os ajustes nas pontas dos dedos, é uma enorme vantagem em poder continuar filmando sem comprometer o que estou fazendo. Todas estas características na AMIRA, me mantem focado no que estou fazendo, ao invés dos brinquedos.”Captura de Tela 2015-08-13 às 10.44.39

Depois da Moldávia, Chilcott e Schneider estão se preparando para ir à duas cidades nos EUA, além do México ou Marrocos. Ela espera que as filmagens terminem no final de junho e planeja editar durante o verão. O objetivo é finalizá-lo no final do ano, com distribuição para estudantes do ensino médio em toda a América, com um amplo lançamento em digital. Para Chilcott, documentando o processo pelo qual as meninas se transformam de “consumidoras apaixonadas por tecnologia, para apaixonadas produtoras de tecnologia” tem sido divertido e inspirador e ela concorda com a avaliação do Schneider de que o possível foi feito. “A AMIRA é uma câmera impressionante boa”, diz ele.

Cristian Dimitrius e AMIRA na água | ARRI

2 set

Cristian Dimitrius é um vencedor do Prêmio Emmy como diretor de fotografia da vida selvagem, do quais incluem trabalhos para a BBC, National Geographic, Discovery Channel, TV Globo, History Channel e Animal Planet. Os projetos de Dimitrius o levou em locações remotas por toda a parte do mundo para filmar espécies ameaçadas da terra ou da água. Seu objetivo é expor ao público a beleza da natureza e inspirar o respeito e a conservação dos recursos da terra. Recentemente, ele filmou com AMIRA o SIRENS OF THE CRYSTAL RIVER; Dimitrius levou a ARRI AMIRA para debaixo d’água para filmar os peixes-boi selvagens na Flórida. Ele falou conosco sobre como é trabalhar com a câmera projetada para trabalhos ágeis e rápidos.Captura de Tela 2015-08-13 às 11.01.06 Por favor, descreva o filme e o que você pretendia capturar.
Para este trabalho eu precisava imagens do comportamento do peixe-boi nas águas do Crystal River, na Flórida. Anualmente, peixes-boi se agrupam durante o inverno e isso traz grandes oportunidades para fotografar esses animais carismáticos. Minha ideia era capturar o comportamento natural, algumas interações com a mãe e o filhote, o nado, imagens gerais e algumas surpresas, que geralmente acontecem quando fazemos filmagens da vida selvagem.

Como você descreveria o look que você estava buscando?
O mais natural possível, mas muito cinematográfico. Meu objetivo é combinar sempre imagens da vida selvagem e uma imagem cinematográfica, para provocar uma resposta emocional do público. No entanto, profundidade de campo não era a melhor opção para este filme, pois nós precisamos garantir foco em todo o animal, foi um pouco maior do habitual, mas ainda menor para os padrões subaquáticos regulares.Captura de Tela 2015-08-13 às 11.01.11Porque decidiu filmar com a AMIRA?
Nos últimos anos tive a oportunidade de trabalhar em uma grande produção da história natural no Brasil e a câmera principal foi a ARRI ALEXA. Eu me apaixonei por ela e no seu sensor, agora queria expandir a experiência que tive em terra para algumas filmagens subaquáticas, mantendo a mesma qualidade e look. Assim, para isso, não há nada melhor do que a irmãzinha da ALEXA, a AMIRA. Além disso, acredito que AMIRA foi a escolha certa, não apenas pela qualidade, mas pela eletrônica selada que poderiam trazer uma proteção extra contra umidade e eventuais respingos, que são comuns quando você está trabalhando em barcos e para o eficiente sistema de refrigeração, que é sempre muito bem-vindo no interior de uma caixa estanque. Tamanho e peso também foram considerados, então, eu acredito que esta foi a escolha certa.

Que tipo de caixa-estanque você está usando? Lentes? Workflow?
Eu usei a Hydroflex MK5 da ARRI Rental e uma lente Prime 20mm. Debaixo d’água, sempre usamos lentes abertas para minimizar a distância entre o sensor e o objeto. Isto é a perfeita escolha para diferentes tipos de filmagens (aberta, média e fechada), sem qualquer distorção. O workflow não foi fácil, pois tive que analisar as condições e ajustar a câmera antes de submergi-la. Para isso, tive um grande suporte da Debora e do Robert da equipe da ARRI de Fort Lauderdale. Uma vez que a câmera estava pronta, eu filmava até o cartão acabar. Por sorte, encontramos uma grande área onde alguns peixes-boi estavam somente para nós, portanto tive bastante tempo de conseguir as cenas que precisava.

O que você acha do tamanho e ergonomia da AMIRA?
Acredito que o tamanho, ergonomia e peso são ótimos para um único operador ou uma equipe pequena. Na terra, gosto de usar em ângulos baixos, fora do tripé, no ombro, e em um tripé se necessário. Debaixo d’água, dentro de uma caixa-estanque, pude manuseá-la facilmente por mim mesmo e tive a ajuda de outra pessoa apenas para colocá-la na água e trazê-la de volta ao barco. Esta é uma ótima câmera para produções da vida selvagem, pois nestes ambientes, precisamos trabalhar com uma equipe reduzida. A AMIRA se encaixa perfeitamente nesse mundo.Captura de Tela 2015-08-13 às 11.01.19Como as imagens saíram?
As imagens estavam maravilhosas considerando o pouco tempo que eu gastava dentro d’água. Tivemos mãe incrível e sua interação com seu filhote, bocejando, um agradável movimento do nado, cochilos engraçados e muitos peixes ao redor do peixe-boi. A visibilidade não era das melhores, mas conseguimos look natural do rio, que às vezes funciona muito bem em algumas produções. Como esperado, a textura, a cor e os detalhes eram ótimos e respeitadas as normas exigidas para um documentário high-end da vida selvagem. Isso é extremamente importante porque, como eu disse antes, as pessoas reagem a isso, mesmo sem perceber. Um look de vídeo não provoca a mesma ligação emocional à cena como um look cinematográfico. Quando filmamos a vida selvagem, quero que as pessoas assistam, se conectem e começam a se preocupar mais com a natureza, nós definitivamente precisamos desse look que esta câmera pode produzir.

Quais os tipos de produções que seria ideal em filmar com a AMIRA?
Acredito que ela seja uma ótima câmera para qualquer tipo de documentário especialmente quando o fotógrafo faz a fotografia sozinho ou não tem, ou não pode ter, uma equipe grande no set ou em grandes orçamentos. É mais fácil usar um único operador de câmera e combinar com uma excelente qualidade de imagem de uma construção robusta.
No mundo do documentário subaquático, a habilidade de filmar a 200fps pode fazer uma enorme diferença e como eu disse antes, os eletrônicos selados provêm uma proteção extra contra sujeira e umidade que fazem a diferença em ambientes agressivos. Eu me sentiria confortável tendo esta câmera nos Polos, em florestas tropicais, ilhas e até mesmo em caixas-estanques, sabendo que este sistema não me deixaria na mão.

Quais os próximos projetos que você tem?
Este ano, temos
muitas aventuras para filmar para o meu programa de TV, incluindo morcegos, baleias assassinas, crocodilos, macacos, cães da neve e hipopótamos. Além disso, há uma nova  série para a televisão a cabo, mas isto é topsecret (risos), e um grande projeto no Pantanal brasileiro para a TV canadense. Então, será muito tempo no campo! Apesar do trabalho de campo, estou trabalhando também com exposições e projetos educacionais no Brasil e em breve nos EUA, mostrando a natureza em shopping centers, locais públicos e escolas. Minha missão ao longo da vida é inspirar as pessoasa se apaixonarem pelo nosso planeta através de minhas imagens, despertando o desejo do conhecimento e conservaçãodo lugar e tudo o que podemos chamar de lar. Esta missão não termina nunca e ainda há muito o que fazer. A AMIRA é apenas uma grande parceira para me ajudar a conseguir isso.

As ALEXAs resistem a MAD MAX

18 ago

MAD MAX: ESTRADA DA FÚRIA é o quarto episódio deste filme de ficção do diretor George Miller, em um mundo desértico, violento e veículos de ficção. Pela robustez e confiabilidade, o diretor de fotografia John Seale ACS, ASC escolheu as câmeras ARRI ALEXA para a árdua filmagem na Namíbia, locadas da Panavision e as combinando com lentes Primo. A última geração dos modelos ALEXA XT com gravação em ARRIRAW na câmera, não estavam disponíveis no momento da produção, portanto seis ALEXAs Plus e quatro ALEXAs M foram utilizadas com o gravador externo da CODEX CDX 3010. O diretor de fotografia da segunda unidade, David Burr ACS e a coordenadora dos assistentes de câmera Michelle Pizanis fala aqui sobre os desafios que eles enfrentaram e como a frota de 10 ALEXAs lidaram com as condições intensas do deserto.
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Quantas ALEXAs eram utilizadas em um dia típico de filmagem?
Michelle Pizanis –
 Tínhamos uma ALEXA Plus dedicada para cada dois rigs Steadicam, que trabalharam simultaneamente e uma para cada duas câmera-car, os quais ora eram a unidade de câmera principal, ora eram a unidade de ação. As outras duas câmeras Plus, estavam tanto em modo estúdio com lentes zoom na unidade principal ou de ação, como sendo usadas nos veículos de câmera-car. Todas as quatro ALEXAs M estavam na configuração de câmera na mão, três delas dedicadas para a unidade principal e usadas principalmente no War Rig (um enorme caminhão de guerra onde muita das ações se desenrola) com lentes grande-angulares e a outra na unidade de ação. Na maioria dos dias tínhamos entre três a cinco câmeras para cada configuração.

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Quais tipos de diferentes rigs as câmeras foram usadas?
David Burr – 
Tínhamos vários rigs, desde um simples tripé e Steadicam à rigs de todos os tamanhos além de câmeras montadas em Flight Heads nas gruas. Tínhamos dois buggies dedicados, os quais montamos braços suspensos em cabeças Libra. Tínhamos também montado as ALEXAs nos carros de cena e um rig em particular nos permitia deslizar sob o War Rig em um trilho preso no chassis do caminhão, que viajou pelo deserto totalmente operado por controle remoto. Havia um rig chamado The Ledge, usado para filmagens em ângulos do alto e um outro  que envolvia baixar uma grua GF-6 dentro de um buraco cavado no deserto; portanto, poderíamos iniciar a cena bem do alto e num último segundo, a ALEXA na grua, iria para dentro de um buraco abaixo da superfície, enquadrando os veículos pesados que eles dirigiam sobrecarregados, uma cena muito emocionante.

Você pode descrever as condições que você enfrentou no deserto e quais foram as dificuldades que isto apresentou para os kits de câmera?
David Burr –  Filmar no deserto do Namibe foram apresentados alguns desafios, principalmente a respeito do vento e areia, onde tivemos que lidar diariamente. Protegemos nossas câmeras da melhor forma possível, mas, como qualquer um que filma em deserto, estávamos prevenidos, mas a poeira e a areia fina sempre acham o seu caminho por dentro da melhor proteção de equipamento. Admito que tínhamos um excelente técnico em câmeras, Neville Reid, atento para manter nosso equipamento, mas mesmo assim achamos que a exposição constante ao vento e areia causaria problemas, mas não foi o caso. A exceção, por exemplo, foi quando uma de nossas ALEXAs M teve que receber uma nova placa. Nossa frota de 10 ALEXAs foram impecáveis por 5 meses, um grande triunfo do time de projetistas da ARRI.

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Michelle Pizanis – Ao invés de carrinhos de câmeras, cada câmara tinha um carro de apoio 4×4 com um conjunto completo de câmeras, lentes, filtros, acessórios e equipamento de maquinária, portanto, onde quer que íamos, cada equipe tinha tudo que seria necessário, sem ter que roubar de Peter para pagar o Paul. Isso seria considerado um luxo na maioria dos filmes, mas nesse caso, era uma exigência do trabalho, que fosse de forma eficiente e rápido. Às vezes, a fila de veículos de apoio era tão longa quanto a frota de veículos de cena que estávamos filmando, mas isso quis dizer que a equipe da próxima cena sempre estava pronta, mesmo antes do necessário.

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Quais processos foram tomados para manter as câmeras limpas?
David Burr –  Basicamente, com exceção do cuidado da manutenção diária realizada por nossos assistentes de câmera, Neville Reid chegava no set no final da tarde e trabalhava pela noite. Sua tarefa era lidar com problemas específicos descobertos durante o dia, assim como a limpeza geral e manutenção preventiva de todo o equipamento do departamento de câmera. Neville trabalhou em um caminhão bem equipado, dedicado ao seu trabalho, era uma versão portátil da área de limpeza de qualquer locadora.

Michelle Pizanis – A maioria das câmeras estavam protegidas por capas de plástico que foram feitos sob encomenda, antes de sairmos de Sydney, por uma empresa chamada Bigfoot. Elas tinham zippers para acessar as conexões necessárias e foram feitas para se ajustar em cada ALEXA, com inúmeras opções de tamanho de lente. Tínhamos também um tipo de sistema de compressor em cada unidade, era um tanque de nitrogênio, um sistema soprador e um deflector giratório de vidro contra chuva para o Steadicam, protegendo as lentes.
Filmamos principalmente durante a luz do dia e também fizemos o dia virar noite (day for night); enquanto embalávamos o equipamento, indo para casa, a equipe de limpeza chegava e limpava o equipamento e o caminhão, embora cada assistente de câmera era o responsável pelo seu equipamento. Queríamos ter certeza que Neville checava e limpava cada câmera, pois avaliávamos cada dano causado no final do dia. Houve algumas noites, onde pessoas faziam fila do lado de fora do caminhão de Neville, para levar equipamentos com problemas a serem reparados por ele; portanto, ele ficava no set por horas após nós termos guardados os equipamentos, lutando para ter tudo consertado durante a noite.
Quando a tempestade de areia vinha, a maioria da equipe corria para os abrigos, mas a equipe de filmagem a enfrentava, desejando saber o porquê estávamos sendo surrados; mas agora, vendo as cenas no filme, faz tudo valer a pena.

Birdman | ARRI

24 abr

Depois de passar dois anos na meticulosa produção de GRAVIDADE, o diretor de fotografia e ganhador do Oscar, Emmanuel Lubezki ASC, AMC, fez seu primeiro longa-metragem com o diretor Alejandro González Iñárritu. No entanto, o roteiro de BIRDMAN, não era o que um DP ganhador de Oscar gostaria para seu próximo filme.

“Quando li sobre o BIRDMAN, fiquei um pouco em estado de choque, pois tinham todos os elementos de um filme que eu não queria fazer. Era principalmente em estúdio e eu não queria trabalhar em estúdio. Era uma comédia e eu não queria fazer comédia. Era um filme que ele queria fazer várias sequencias longas e provavelmente uma única vez. Depois de GRAVIDADE, eu não queria entrar em nada disso, provavelmente nunca mais! Portanto, por um lado, tinha um filme que eu não queria fazer, e por outro lado, estava trabalhando com Alejandro.Porém, quando ele me falou sobre todas as outras coisas que ele queria retratar, onde não estavam no roteiro, fiquei realmente animado.”

Michael Keaton interpreta Riggan Thomson, um ator conhecido em interpretar o super-herói Birdman. Riggan tenta reacender sua carreira dirigindo e estrelando uma peça baseada em “What We Talk About When We Talk About Love” de Raymond Carver. Para comunicar a urgência da situação de Riggan, os cineastas utilizaram uma série de técnicas para envolver a audiência e trazer para a tela o dinamismo do teatro ao vivo. A ARRI Rental, em New Jersey, forneceu a ALEXA M e a ALEXA XT, além das lentes. A câmera de Lubezki segue os atores no palco e fora dele, mostrando como a produção se desenrola: quebra de relacionamentos, o rastejamento das dúvidas de Thomson e as diferenças de personalidade. O resultado é uma experiência cinematográfica com testemunhos cativantes e a vitalidade do teatro. Nesta entrevista, Lubezki fala da elaboração desta comédia de humor negro.

Esta não é a primeira vez que você trabalhou com Iñárritu, certo?

Trabalhei com ele muitos anos atrás em um de seus primeiros comerciais. Trabalhamos 42 horas sem parar, nem mesmo para um café. Eu percebi que ele era um diretor muito rígido, estava aprendendo, mas ele tinha um enorme apetite de explorar coisas novas. Foi muito emocionante. Ele me chamou novamente para fazer seu curta-metragem, mas eu estava trabalhando nos Estados Unidos. Nossos caminhos se separaram e ele começou a trabalhar com dois amigos meus no México; então, ele conheceu Rodrigo Prieto, provavelmente um dos melhores diretores de fotografia do mundo. Acho que Alejandro fez todos os seus longas com Rodrigo. Quando ele me chamou para fazer o BIRDMAN, a primeira coisa que eu quis saber, se foi uma decisão única, ou se ambos estariam Ok com isso. Uma vez que Rodrigo nos deu sua “benção”,  fui para a pré-produção, mas foi trabalhando com Alejandro que foi a parte mais emocionante.

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O que você achou emocionante?

O filme todo foi pensado antes de ser filmado, a maneira como é filmado. Não é algo que aconteceu posteriormente, foi como Alejandro escreveu o filme. Seus outros filmes são muito legais, às vezes usa várias câmeras, são maravilhosos e lindos, mas ele queria fazer algo diferente com BIRDMAN.

Desde o início, ele queria fazer o filme em um único plano ou em tomadas muito longas, praticamente coisas impossíveis. Alejandro disse, “Bem, você sabe, quando eu acordo de manhã e começo o meu dia, não sinto como um monte de cortes. Sinto como um movimento constante. Eu vou da cama para o banheiro, etc. “Há algo sobre fazer em plano sequência; todas essas longas tomadas estão relacionadas a isso. A vida continua, e talvez não ter cortes iria ajudar a imergir o público nesse tipo de ritmo emocional.

Desde que começaram a escrever o roteiro, ele pensava sobre esse personagem preso nesse ambiente. Eles escreveram isso, para que você possa sentir que estava andando com ele nos corredores. Sua vida começa a implodir neste ambiente e eles estão todos conectados. É um belo exercício de escrita.

Longas tomadas motivaram o movimento de câmera?

Estávamos sempre pensando sobre o que queríamos ver através dos olhos de Riggan e o que queríamos ver mais objetivamente. Tudo começou na escrita do roteiro e no elenco. Tudo estava muito interligado, caso contrário, teria sido impossível.

No filme foi utilizado parte em Steadicam e parte com câmera na mão. A câmera está em constante movimento. Realmente não queria fazer o filme em plano sequência, eu não queria que o filme fosse um triunfo para o diretor de fotografia. Acho que teria sido desonesto ou enigmático e não queria que o filme fosse apenas enigmático. Eu também queria ter certeza de que não estávamos fazendo isso só por fazê-lo, o movimento de câmera era orgânico para a história. Eu odeio a palavra orgânico, mas foi realmente uma parte da história, parte da energia dos personagens. Era importante para mim se sentir bem, porque é algo que você pode ser derrubado muito facilmente quando está fazendo um plano sequencia. Nós acrescentamos dois cortes, mas os movimentos ajudaram a levar o público para o mundo dos personagens, de modo que o filme é sentido como imersivo e imediato.

Em um palco vazio, construímos com pano e tripés uma idéia do que o set seria. Começamos a fazer as matrizes das cenas e os cortes de como seriam. Trabalhamos, provavelmente, por 2 meses com uma câmera na mão e bonecos, apenas para os planos gerais, como a câmera se moveria e de que forma fazer  tudo isso.

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Com quais câmeras você filmou?

Usamos principalmente a ALEXA M para câmera na mão ou quando as cenas eram, muito, muito longas. O mais interessante sobre a câmera, é que ela é muito pequena, podendo ficar entre dois atores que estão próximos um do outro e nos permite entrar em pequenos espaços e situações entre eles; onde, você sente como se estivesse no centro de um furacão ou no centro da ação. A ALEXA XT esteva no Steadicam, onde usei para cenas mais objetivas ou mais angulares. A M estava em todas as cenas onde a câmera tinha que entrar, cenas mais subjetivas, mais próximas dos atores.

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Como operador, este deve ter sido desgastante para você fisicamente.

É cansativo. Muito difícil para o corpo. Para mim, é muito difícil, porque eu não sou um ator e assim me lembrar de todas as dicas, todo o diálogo, quando um ator está chegando na porta… Às vezes eu tinha que fazer anotações perto do meu monitor, dessa forma, com um olho lia as dicas e com o outro verificava o enquadramento.

Não acredito que poderíamos ter feito este filme, um ou dois anos atrás. A câmera ALEXA e a ALEXA M especialmente, me permitiu fazer câmera na mão por muito tempo. O fato de que você pode gravar por vários minutos e também que o sistema de vídeo obtém uma imagem que é tão clara para o diretor… Elas nos permitiram fazer o filme. Caso contrário, eu acho que teria sido provavelmente perto de impossível.

Chris Haarhoff, nosso operador de Steadicam, foi incrível. Eu não sei como ele fez algumas das cenas e na velocidade que estava fazendo, às vezes andando para trás. Michael Keaton gosta de falar e andar muito rápido. Quando estávamos ensaiando o filme, ele disse: “Eu estou preocupado que vocês vão estar andando para trás, pois eu vou muito rápido.” Nós ensaiamos e Chris foi capaz de fazer um trabalho extraordinário. 

Como você e o gaffer Robert Sciretta fizeram a luz?

Eu queria que o filme fosse o mais naturalista possível. Nós não usamos luzes em movimento. Todas as lâmpadas que você vê no set, são as luzes que realmente estão iluminando a cena. Estas câmeras foram capazes de capturar a luz da lâmpada e o rosto do ator sem clipar. Há uma cena que usamos provavelmente um 20KW. Estava do lado de fora da janela para criar a impressão de luz do dia, mas todas as outras luzes eram apenas as lâmpadas normais da cena.

A maior parte do filme acontece dentro do teatro, num bar, ou em poucos lugares ao redor desse teatro da Broadway. Poucas cenas são de exteriores noturno, não queríamos usar grandes luzes de cinema, pois essas câmeras foram capazes de rodar a 1200 ASA e as lentes provavelmente em F2, luz suficiente em Nova York, especialmente na Times Square. De fato, o que você está fazendo é brigar com a cidade para desligar todas as luzes de uma vez, pois está muito brilhante.

Fizemos uma coisa que pode ser assustadora: combinamos várias temperaturas de cor. Por exemplo, quando Michael Keaton está andando nos corredores do teatro, às vezes tínhamos duas fluorescentes luz do dia, então ele pisaria em um ambiente esverdeado e em seguida em um ambiente com tungstênio. Isso ficou mais naturalista e sujo. Você acha que todos esses grandes teatros são todos glamorosos, mas quando você vai nas entranhas de algum desses lugares, eles são rústicos, feios, pequenos, desconfortáveis, fedorentos… Queríamos capturar isso.

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Quais lentes você escolheu?

Nós usamos uma combinação de Leicas e Master Primes. Eu amo a maneira como as Master Primes são, provavelmente uma das melhores lentes existentes. Gosto de como elas são cristalinas. Você pode enquadrar todas as luzes e elas não causam qualquer reflexo ruim ou coisas assim. Elas permitem que você tenha imagens limpas e que eu gosto muito.

Comercial 4G da TIM foi enviado minutos antes para TV | Making Of

24 mar

A TIM apostou grande ao apresentar domingo (22/03/2015) o “primeiro comercial transmitido via 4G”.
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O filme publicitário de um minuto foi veiculado no intervalo do Fantástico (Rede Globo), um dos espaços mais custosos para se anunciar no país, por volta de R$ 760 mil no preço de tabela.

Assista o comercial:

A operadora respondeu em que condições a transmissão foi feita.

Primeiro de tudo, é preciso afastar o mito de que o primeiro comercial 4G foi transmitido ao vivo. Muito pelo contrário: a TIM explicou que o apresentador Luciano Huck e a atriz Daniele Suzuki utilizaram um celular numa espécie de streaming ao vivo (como Hangout do Google) para a central da Globo, minutos antes de ir ao ar, por meio da rede de quarta geração. O material foi gravado e só depois exibido em rede nacional.

Em nenhum momento os participantes do comercial citaram o horário da transmissão, um recurso comum na mídia para comprovar que está ao vivo.

Questionada se a rede da operadora recebeu algum reforço, como possivelmente uma antena extra móvel, para dar conta da responsabilidade de fazer um comercial por 4G, a TIM disse que não foi necessário. A companhia afirma possuir o maior número de antenas de quarta geração na cidade de São Paulo. O comercial foi gravado em um estúdio na Barra Funda, Zona Oeste da capital paulista.

Confira o Making Of da produção da TIM:

Fonte: Tecnoblog