Archive | Pós-Produção RSS feed for this section

Mercado de Trabalho | 📷 VOCÊ ESTÁ PREPARADO?⬇⬇

16 nov

As mudanças no mercado não param, obrigando empresas e profissionais a se adaptarem a um novo cenário para que seja possível continuar competindo.

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O mercado de vídeo digital se tornou um fenômeno mundial, desde produções caseiras até em grandes produções. Com mais de 20 anos de experiência o DRC Treinamentos oferece cursos completos para você sempre ficar atualizado. Assista!

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Pós-Produção Emissora de TV | Oeditor.com

18 out

A Pós-Produção é a etapa final e frequentemente a mais demorada de todo o processo audiovisual, incluindo aplicações de efeitos visuais, filtros, recorte de chroma-key e correção de cor. Assista!

Visitamos a Rede Século 21 em Valinhos/SP. A emissora está presente nas 21 principais capitais do Brasil, seu sinal chega para mais de 150 milhões de brasileiros.

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Making Of Comercial de TV | Oeditor.com

17 out

“Da criação à exibição”. No meio desse caminho, a construção da mensagem pelo minucioso mundo da produção audiovisual.
Conheça as técnicas, equipamentos, softwares e tudo que envolve o planejamento e a produção de um comercial de TV. Assista!

Produção
Melina Frazão

Entrevista Sergio Pasqualino Jr. | Colorista fala do seu trabalho na novela Velho Chico

27 set

“Velho Chico” vem recebendo elogios pela sua narrativa e qualidade da imagem exibida. O colorista Sergio Parqualino Jr. falou um pouco sobre o trabalho de correção de cor na novela para o Portal ABC (Associação Brasileira de Cinematografia), com texto e reportagem de Danielle de Noronha.post_01 Com direção artística de Luiz Fernando Carvalho, a novela “Velho Chico” chega a sua reta final. O último capítulo da novela, escrita por por Edmara Barbosa e Bruno Luperi, sob a supervisão de Benedito Ruy Barbosa, será exibido no próximo dia 30 de setembro e seguirá contando com a presença do personagem Santo dos Anjos, vivido pelo ator Domingos Montagner, que morreu afogado no dia 15 de setembro, em Canindé do Sáo Francisco, durante uma folga da gravação. Como uma homenagem ao ator, o personagem estará na novela através do uso da câmera subjetiva.

Quais as principais diferenças do trabalho na correção de cor entre um longa-­metragem e uma novela?

O projeto “Velho Chico” não se encaixa no modelo de novela que estamos acostumados a ver, desde o início foi pensado e tratado como cinema, a luz, os enquadramentos, a câmera, a arte, etc., porém a Globo exige um processo industrial de produção e pós-produção que difere do que o cinema está acostumado. Continue lendo

Rede Século 21 | Oeditor.com

24 ago

Visitamos a Rede Século 21 em Valinhos/SP. A emissora está presente nas 21 principais capitais do Brasil, seu sinal chega para mais de 150 milhões de brasileiros.post_00Assista a matéria!

Conta com aproximadamente 200 retransmissoras e uma nova parceria com Rede de Comunicação Interativa. Gostaria de agradecer a recepção de todos os funcionários, principalmente dos diretores Marcos Bragato, Jose Maria Albiero, Horacio CaballeroEric Ananias Modolo, Diego Soares, Má Âmbar,Cristiano Biazi, André Luciano, Fabiano Fachini e principalmente ao excelente profissional Pedro Roncatto, o dia foi especial!

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Inaugurada em Campinas a primeira Mega Store | Grupo Merlin

16 ago

Um espaço único com os principais lançamentos do mercado, disponíveis para os profissionais acompanharem a evolução tecnológica e principalmente os recursos que cada equipamento oferece. Este é o objetivo da Merlin Mega Store, que foi inaugurada no último dia 09 em Campinas/SP.
Parabéns Edson Marion, Fernando Tass e toda a equipe MerlinVideo Cps, a loja ficou linda!

São 120m² dedicados a exposição dos mais modernos equipamentos de foto e vídeo. A Merlin Mega Store que conta com renomadas marcas comoSony, Canon Brasil, Panasonic Brasil, RØDE Microphones, NewTek Inc – Brasil entre outras.
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A expectativa com o novo espaço é de atrair cada vez mais clientes, oferecendo um atendimento diferenciado com profissionais qualificados e certificados.

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Campinas recebe a primeira Mega Store especializada em foto e vídeo produção do Brasil

15 ago

A Merlin Mega Store inaugurou no último dia 09 de Agosto sua loja dedicada a fotógrafos e videomakers. O espaço conta com a exposição dos mais modernos equipamentos e acessórios para captação, produção e edição de foto e vídeo. Em breve você confere uma super cobertura, com várias entrevistas deste dia especial, aqui no Oeditor.com.

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Edson Marion – Sócio-Diretor da Merlin Foto e Vídeo

O objetivo do espaço que conta com renomadas marcas, como Sony, Canon e Panasonic é de proporcionar ao usuário o contato direto com as últimas novidades em equipamentos de foto e vídeo. Também será promovido encontros de profissionais de vídeo produção, youtubers,  fotógrafos renomados e eventos exclusivos de lançamento de produtos.

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Fernando Tass – Gerente de Marketing e Comunicação da Merlin Foto e Vídeo

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São mais de 500 itens e acessórios disponíveis.

Além dessa área exposição os visitantes podem contar com uma ajuda técnica especializada para montar seu próprio estúdio. Uma oportunidade para aqueles que desejam entrar na área e não dispõem de grandes recursos.post_03Com mais de 30 anos de mercado a Merlin Mega Store é conhecida como referência na comercialização de equipamentos para foto e vídeo produção. Representa oficialmente no Brasil mais 30 marcas e distribui 10 delas. Atende todo o território nacional e é premida internacionalmente por suas operações no Brasil.  Além da área comercial atua com locação de equipamentos, cursos e workshops, desenvolvimento de projetos para TVs e Cinema.

Merlin Mega Store
Rua Maria Amélia de Rezende Martins, 10 – Jd. N. Sra. Auxiliadora – Campinas/SP
(19) 3741-4488

Making Of das Chamadas da Rede Globo para os Jogos Olímpicos Rio 2016

5 ago

A Rede Globo terá a Olimpíada do Rio como uma grande vitrine para os seus negócios. A maior emissora brasileira está apostando alto em novidades tecnológicas para a transmissão dos Jogos em um plano para conquistar cada vez mais anunciantes e espectadores.00Confira os bastidores da produção da chamada oficial do evento, com direção de Alê Braga a emissora utilizou câmeras Blackmagic Design na produção.

Resultado final:

Entre as inovações da Globo, destaca as transmissões — em parceria com a japonesa NHK — em 8K (o máximo de qualidade de imagem) das cerimônias de abertura e encerramento em sessões especiais no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, o uso de realidade aumentada pelos comentaristas de esporte e, principalmente, o oferecimento de imagens em alta definição no seu serviço de streaming na internet, o Globo Play. O canal espera aumentar de 10 milhões para 12 milhões o número de assinantes pagos na internet.

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Rede Globo | Jogos Olímpicos Rio 2016

5 ago

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Além das cerca de 10 horas diárias de conteúdo olímpico no ar, a emissora vai oferecer ainda um segundo canal exclusivo, complementar, na plataforma do Globo Play, disponível também no globoesporte.com. Aberto e gratuito aos usuários em todo o Brasil, o canal será o ‘Play nos Jogos’.

Na Globo, serão 160 horas no ar, mais de 100 horas de transmissões ao vivo entre os dias 3 e 21 de agosto. Um time entrosado com mais de 2 mil profissionais vai acompanhar de perto os 400 atletas da delegação brasileira e os grandes ídolos internacionais para levar o melhor da competição para a casa de cada torcedor: nos programas, transmissões e telejornais, cada detalhe das disputas, as performances dos atletas, a emoção dos pódios. Natação, atletismo, judô, vôlei, ginástica artística, basquete, vôlei de praia, handebol e o futebol estão entre as modalidades que terão maior destaque na tela da Globo.

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Rede Século 21 | Oeditor.com

4 ago

Visitamos a Rede Século 21 em Valinhos/SP, gostaria de agradecer a recepção de todos os funcionários, principalmente dos diretores Marcos Bragato, Jose Maria Albiero, Horacio Caballero. Em breve você confere uma matéria com os bastidores dessa emissora que está entre as maiores do país.
post_00 A Rede Século 21 está presente nas 21 principais capitais, com aproximadamente 200 retransmissoras, seu sinal chega para mais de 150 milhões de brasileiros.post_06Obrigado aos amigos Eric Ananias Modolo, Diego Soares, Má Âmbar,Cristiano Biazi, André Luciano, Fabiano Fachini e principalmente ao excelente profissional Pedro Roncatto, o dia foi especial!post_07

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Rede Record e seu Novo (Velho) Logotipo

29 jul

A mudança do logotipo da Rede Record noticiada pelo portal Uol, levantou uma série de comentários e suposições nas redes sociais. A emissora registrou no órgão de propriedades algumas alterações no logotipo, que irão culminar em um reposicionamento da marca no próximo dia 27 de setembro (notícia não confirmada pela emissora).

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Entrevistamos Michel Frey, designer responsável pelo atual logotipo da emissora, e que foi responsável pelo departamento de Chamadas e Criação Visual até 2011.

Oeditor.com – Michel, a mudança representa muito mais que a retirada das cores do logotipo?
Michel Frey – Em 2007, quando apresentei o primeiro esboço ao Diretor Artístico da emissora, tinha objetivo de modernizar a marca na época e trazer uma informação subliminar de crescimento com a formação de um triângulo apontando para a direita. Junto a esse triângulo, estava associando também a tecla do “play”, hoje muito difundida pela concorrente (Globo Play). Era para termos inovado, mas ficamos para trás. Em 2010, após diversas mudanças no comando da empresa, senti que era a oportunidade de apresentar novamente a marca e a desenvolvi junto à minha equipe e encaminhei para a aprovação e análise do INPI quanto à forma e desenho pois não queria apresentar uma marca que já tivesse um desenho semelhante. Após seis meses, recebi a sinalização do INPI que poderia utilizar o desenho criado, mas o desenho acabou recebendo mudanças que desagradaram. Rotacionaram a marca de forma que o triângulo passou a apontar para baixo, criaram um peso, uma âncora que apontava a emissora para baixo.post_logos 02

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Ficando Cara a Cara com a DIY Vídeos e a Blackmagic

19 jul

A produtora brasileira DIY Vídeos foi inaugurada em 2013 pelas mentes dos produtores e especialistas criativos Daniel Ferro, Gustavo Tolhuizen e Paulo Vitor Cappelli.01A impressionante lista de projetos da equipe inclui vídeos musicais para o famoso músico brasileiro Erasmo Carlos e múltiplas séries de TV e spots em curso com a Globosat. Quando a banda californiana de punk rock Face to Face pediu para a DIY Vídeos ajudar no seu vídeo musical sombrio e circense, “Double Crossed” (“Traído”, em inglês), a DIY aproveitou a chance para mostrar suas habilidades.03 Daniel e Gustavo são fãs do Face to Face há muito tempo, sendo que Daniel até compilou um pequeno vídeo sobre a reunião de 2009 da banda e que virou um hit no YouTube. Ano passado, Daniel filmou um vídeo do show da banda Pennywise para sua turnê com o Face to Face. Quando estava no camarim, ele falou com o líder e vocalista do Face to Face, Trever Keith. Trever perguntou ao Daniel se ele se interessaria em filmar um videoclipe com eles para o novo álbum e o resto é história. Levou apenas duas semanas para o Face to Face e a DIY acertarem os detalhes, escreverem um roteiro e voarem para as filmagens em Los Angeles.

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Gravando Bandas | Produção DVD ao Vivo

4 jul

A banda GARAGE FUZZ, que completa esse ano 25 anos de atividades, foi a banda convidada para participar desse treinamento inédito no Brasil e talvez no mundo. Corre que ainda têm vagas, clique aqui e participe!post_01 Com a crescente demanda do mercado musical por visibilidade, fez-se necessidade obrigatória dos artistas e das bandas, uma apresentação mais real e profissional de suas performances, os argumentos são inúmeros, vão desde o sonho de todo artista que é viver de música, ser contratado para apresentações, conquistar novos mercados, buscar reconhecimento, agradar tanto os fãs antigos como conquistar novos adeptos, etc. Assim sendo, muitos artistas recorrem a gravação de shows ao vivo, registrando de forma mais humana e real o que acontece em cima do palco. Como tudo na vida tem um lado bom e um lado ruim, hoje o maior problema de bandas de pequeno e grande porte são apresentações de um produto final ruim ao mercado, com muitos erros, falhas graves, tanto projetos com grande orçamento, como projetos de baixo orçamento, trabalhos que podem comprometer seriamente de forma negativa o trabalho árduo de uma banda e a imagem de um artista.

De quem é a culpa? Dos profissionais contratados? Dos artistas? Erros de planejamento, erros de iluminação, erros de continuidade, erros de captação de imagem, equipamentos usados de forma errada, erros de passagem de planos (edição/mesa de corte), enfim, erros técnicos que não acabam mais, são inúmeros os problemas que acontecem durante o processo geral, que quando não previstos, corrigidos ou encontrados durante a execução, transparecem no resultado final, os principais erros mais comuns são encontrados em DVD’s de show ao vivo, transmissão ao vivo de eventos, shows e festivais.post_05

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Blackmagic DaVinci enfrenta o Final Cut e o Premiere | Comparativo

2 mar

A Revista FilmMaker na sua edição nº26, fez um comparativo entre os principais softwares de edição e mostra como o editor de vídeo gratuito da Blackmagic Design ameaça a hegemonia do Final Cut Pro X e do Adobe Premiere.  A matéria foi escrita por Diego Meneghetti, e teve Daniel Lobo como consultor.

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Blackmagic DaVinci enfrenta o Final Cut e o Premiere | Comparativo

O predomínio dos dois softwares de edição não linear (NLE, na sigla em inglês), Final Cut Pro XAdobe Premiere, passou a ser ameaçado quando, em junho de 2015, um dos mais poderosos e respeitados softwares de correção de cor, o DaVinci Resolve, também passou a editar vídeos por meio de uma timeline integrada e repleta de recursos. Por isso, Revista FilmMaker decidiu avaliar as principais diferenças entre os três e mostrar as vantagens e desvantagens de cada um.

A Blackmagic Design, responsável pela novidade, deu um xeque-mate na Apple e na Adobe com um custo-benefício insuperável: o DaVinci Resolve 12 é gratuito e traz ferramentas completas para edição e finalização de vídeos em full HD, seja em Mac ou PC – outra vantagem do programa. Para usuários mais exigentes (geralmente grandes produtoras), a Blackmagic oferece uma versão ainda mais sofisticada, a DaVinci Resolve 12 Studio, que custa US$ 995 e habilita recursos como saída em 4K, suporte para múltiplas placas de vídeo (GPU), ferramentas 3D e redução de ruído avançado – algo dispensável para grande parte dos filmmakers que atuam sozinhos e pequenas e médias produtoras.

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Blackmagic DaVinci Resolve 12

O lançamento do DaVinci Resolve 12 jogou muita lenha na discussão entre qual seria o melhor NLE da atualidade, pois acabou com anos de dominação de Final Cut Pro XAdobe Premiere. O primeiro, que há décadas seguia como líder de mercado, perdeu espaço depois da versão X, que desagradou a muitos profissionais, mesmo que o preço tenha estabilizado em US$ 300. Enquanto isso, a Adobe seguiu aprimorando o Adobe Premiere, que durante muito tempo foi visto como pouco profissional, mas hoje, com a integração na suíte Creative Cloud, oferece ótimas ferramentas integradas, como a parceria com outros softwares da família, como Photoshop, After Effects, Media Encoder e SpeedGrade (para correção de cores). Mas essa opção exige uma assinatura mensal da Creative Cloud, que custa R$ 44/mês para um aplicativo ou R$ 109/mês para a suíte completa.

Para ajudar você a entender melhor os recursos dos três softwares NLE, Revista FilmMaker contou com a consultoria do diretor de fotografia Daniel Lobo. Acompanhe, a seguir, o desempenho do DaVinci Resolve 12 em sete aspectos importantes para a definição de um programa de edição não linear e avalie se o novo software pode resolver (sem trocadilho) a sua necessidade.

REQUISITOS

O DaVinci Resolve tem duas características muito importantes para quem deseja migrar de outro software. Adobe Premiere, como o Premiere CC, roda em PC ou Mac, o que possibilita uma adesão ampla (a versão Studio roda até em Linux). Além disso, como ele é originalmente um software de correção de cor (que por princípio importa timelines de outros programas), é fácil migrar projetos criados em outros aplicativos sem problemas.

Uma das principais vantagens do DaVinci Resolve 12 diante dos concorrentes é, claro, o custo zero. Na versão gratuita, o software da Blackmagic faz praticamente tudo o que o Final Cut Pro X faz por US$300 e o Adobe Premiere por R$ 44/mês. Os preços aumentam ainda mais ao contabilizar os softwares agregados.

Por outro lado, o DaVinci exige um computador bem avançado. A Blackmagic recomenda um computador Quad core com pelo menos 16 GB de memória RAM para usar todos os recursos do software, além de uma placa de vídeo dedicada (GPU) poderosa, com pelo menos 2 GB de memória. Em geral, o Final Cut Pro X e o Adobe Premiere rodam melhor em máquinas menos potentes do que o DaVinci Resolve.

Contudo, é importante lembrar que edição de vídeo é uma atividade que utiliza tudo o que a máquina tiver para oferecer. Uma configuração de hardware mais robusta fará diferença no desempenho. Usar uma GPU do tipo CUDA (Compute Unified Device Architecture) é bem recomendável. O Adobe Premiere e o Final Cut Pro X têm requisitos em hardware parecidos: no Windows, o software da Adobe exige, no mínimo, um computador Core2Duo ou AMD Phenon II com suporte a 64 bits, com 8 GB de RAM. No Mac, roda apenas em máquinas com processador Intel. Já o Final Cut Pro X, exclusivo para Mac, recomenda ter 8 GB de RAM e uma placa de vídeo com suporte a OpenCL.

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Uma das grandes novidades do DaVinci Resolve 12 é o sistema de gerenciamento de mídia, que habilita recursos como copiar, mover, transcodificar, consolidar e excluir todos os ativos do projeto, com a opção de arquivar ou exportar para outro sistema – o que deve agradar aos usuários acostumados com a interface do Final Cut Pro X e mesmo do Avid Media Composer.

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Acima, tela de importação de mídia do DaVinci; na pág. ao lado, a de gerenciamento de mídias (maior) e a de modos de edição (menor)

Além de organizar os arquivos, o software da Blackmagic não restringe o acesso a eles e tudo pode ser feito por meio do próprio aplicativo de maneira bem amigável.

Esse foi um dos pontos cruciais do Final Cut Pro X: os arquivos não ficam mais diretamente acessíveis ao usuário, como era no Final Cut 7 (embora o gerenciamento de mídia nessa versão fosse muito fraco). No Final Cut Pro X, após a importação, o software cria uma cópia da mídia do cartão, com versões de alta qualidade e proxy, de acordo com a necessidade. Todas essas mídias, porém, ficam armazenadas dentro das bibliotecas do Final Cut Pro X – o que geralmente é conhecido como “projeto” nos outros programas e não ficam visíveis ao usuário. Ainda é possível acessá-las, mas a ideia é deixar que o software se ocupe disso.

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Acima, a tela de importação de mídia do Apple Final Cut X (com mudanças que geraram críticas dos usuários) e, abaixo, a do Adobe Premiere, que permite acesso direto à mídia

Já o Adobe Premiere segue a filosofia do antigo Final Cut 7 (e do DaVinci Resolve) e possibilita ao filmmaker acesso direto aos arquivos de mídia. Além disso, uma vantagem do Premiere CC é que ele aceita diferentes codecs na- tivamente, sem necessitar da criação de uma versão otimizada.

DESEMPENHO

Isso vale para todos os editores de vídeo: as mídias otimizadas (convertidas para o formato nativo do editor) ocupam mais espaço em disco, mas possibilitam uma visualização sem engasgos. Assim, em vez da velocidade do processador, o gargalo de desempenho fica a cargo do disco de armazenamento – peça que é bem mais acessível que uma GPU.

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Acima, a interface geral de edição do DaVinci Resolve 12, programa de edição que exige um maior poder de processamento e que funciona muito bem com arquivos ProRes

Entre os três softwares, o DaVinci Resolve 12 é o que exige maior poder de processamento para um playback sem problemas. Uma opção para otimizar o desempenho é mudar “Proxy Mode” para “Quarter Resolution” na visualização e trabalhar com mídias otimizadas sempre que possível.

Mesmo assim, o DaVinci Resolve 12, como o Final Cut Pro X, funciona muito bem com arquivos em ProRes. Ambos conseguem lidar com formatos nativos, mas não espere o mesmo desempenho: os tempos de renderização serão intermináveis. Se você sabe que o seu projeto terá muitos efeitos e precisará de render, vale a pena converter as mídias no início.

Adobe Premiere talvez seja a exceção por lidar com os arquivos diretamente no formato nativo, como RED, H.264, MXF, inclusive misturando-os na timeline. Nesse aspecto ele ainda é imbatível, mas é importante usar um codec com a menor compressão possível. Embora exija mais dos discos, isso não gera gargalo no processador, que, em geral, já está sobrecarregado com efeitos e outras funções.

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INTERFACE

A maneira como o usuário interage com o programa é um parâmetro importante para avaliar se a edição será amigável ou se o tempo de aprendizado do software será algo irritante e impeditivo. Nesse aspecto, o DaVinci Resolve 12 tem muito a oferecer, principalmente se comparado ao que os usuários estão acostumados.

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O DaVinci Resolve 12 com o cursor no modo de edição Razor: uso intuitivo, fácil de aprender

Final Cut Pro X trouxe uma nova interface “estranha” para quem editava vídeos na versão 7. A janela de visualização ainda está presente, mas com novos botões, nomes diferentes daqueles que os usuários já conheciam e novas formas de fazer as coisas. O que era “Project” na versão 7, na X é algo incorporado na “Library”. O “Project“ da versão X é a antiga timeline. Ainda surgiu o “Event” como um elemento novo de organização dentro da “Library”.

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Acima, o DaVinci em ação com o cursor no modo de edição Trim, o programa permite a edição de vários clipes sem “engasgos”

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Acima, interface geral de edição do Final Cut Pro X (que lida com arquivos nativos, mas sem agilidade).

Segundo a Apple, essa mudança foi para melhorar a organização dos elementos e seu acesso. A maior alteração, no entanto, foi a própria timeline. O Final Cut Pro X adota a chamada Magnetic Timeline, em que não existem “tracks” e todas as cenas e clipes estão ancoradas na pista central. Algo a se acostumar.

Já o Adobe Premiere pouco mudou nas versões recentes – o que é algo positivo para os usuários fiéis. As novas funcionalidades vão sendo agregadas organicamente ao “Workspace”. Além disso, na suíte CC, outros programas seguem um jeitão semelhante, o que traz agilidade na edição.

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Interface do Premiere, o melhor no trabalho com arquivos nativos.

A interface do DaVinci Resolve 12 para edição é algo novo mesmo para os usuários que já conheciam o software – pois, claro, antes nem existia o módulo de edição. O formato e a organização das ferramentas, no entanto, foram pensados para agradar. Tudo é bem intuitivo e, ao contrário do Final Cut Pro X, em que o usuário pode se sentir perdido à primeira vista, no DaVinci Resolve 12 é possível editar sem grandes conhecimentos do software. O estilo adotado com as tradicionais tracks também ajuda o usuário a se familiarizar facilmente.

Esse design aparentemente simples esconde alguns recursos interessantes. Existem apenas três modos de edição: Normal, Trim e Razor. A novidade é que dependendo do modo selecionado e da posição sobre o clipe, a representação do cursor muda e também seu efeito no clipe. O cursor pode adquirir funções de Ripple, Trim, Slide, entre outras. Uma das melhores adições é que torna possível movimentar clipes e não deixar espaços (gaps) entre eles. Embora pareça ter muitos detalhes com os quais lidar, o Trim sensível ao contexto deixa o worflow muito ágil em pouco tempo. É possível até editar múltiplos clipes de uma só vez.

Um destaque da interface do DaVinci Resolve 12 é o modo de correção de cor, que, embora seja semelhante às ferramentas de outros programas, difere do que o filmmaker está acostumado, principalmente pela organização em nodes.

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O modo de Correção de Cor (telas acima e abaixo) é o maior destaque do DaVinci Resolve 12 diante dos concorrentes, pois é a função originária do programa e tem alta eficiência

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Os nodes são uma forma simples e poderosa de criar uma hierarquia de correções, um tipo de tratamento de imagem encadeado. Com isso, é possível afinar qualquer uma das etapas da correção sem afetar as outras. Por exemplo: em um node inicial, a correção pode ser no equilíbrio de branco de um take. Já o node seguinte pode reforçar a cor de algum elemento ou equilibrar a exposição. Se for preciso alterar qualquer um desses elementos, as demais alterações não são perdidas. Em um projeto com muitas sequências diferentes, ainda é possível endereçar nodes de correção para toda a sequên- cia, tornando simples criar e alterar um look daquele trecho do vídeo.

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Acima, modo de Correção de Cor no Final Cut Pro X, que tem efeitos simplificados e rápidos, e, abaixo, o modo de Correção de Cor do Premiere, que distribui recursos em outros softwares.

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RECURSOS

Se, por um lado, o Final Cut Pro X pode ser confuso e limitado em projetos mais complexos, para projetos mais simples ele é difícil de ser superado em dois recursos automáticos: as capacidades de igualar cor de diferentes câmeras e de solucionar pequenos problemas de captação. Ele também trabalha bem com chromakey (algo com que a versão 7 sempre teve problemas) e oferece recursos como tarjas e ele- mentos animados e customizáveis.

Ao seguir na direção oposta do Final Cut Pro X, que integra comandos de cor e efeitos simplificados e rápidos, o Adobe Premiere distribui os recursos entre os softwares do pacote Creative Cloud. Por exemplo: para uma cartela elaborada, o Photoshop é perfeito; para uma correção de cor com mais nuances que o corretor interno, é preciso usar o Speedgrade; para dar saída para web e para uma exibição em alta definição, entra em cena o Media Encoder; para recursos de chromakey ou composição, o After Effects é quase imbatível. O importante é que todos esses recursos ficam interligados: ao realizar modificações no vídeo em outros programas, o Adobe Premiere atualiza a timeline com as alterações. O lado ruim é o preço: para ter todas as funções, é necessário pagar pela assinatura de mais de um programa ou pelo pacote completo da CC.

Um dos pontos negativos do DaVinci Resolve 12 é justamente em relação as cartelas, GCs, tarjas e recursos afins. Embora existam algumas opções, elas são muito básicas no DaVinci – que também oferece suporte a efeitos OpenFX, mas não traz nenhum como padrão. Na avaliação dos recursos, o ponto alto do DaVinci Resolve é o modo de correção de cor. Outros desta- ques são a função de chromakey, muito boa, e o tracker (que pode ser usado em janelas de correção, efeitos e até texto), muito mais preciso que o de outros softwares.

O editor da Blackmagic também tem o recurso de Multicam, mas nesse aspecto ainda está atrás do Adobe Premiere e bem longe do Final Cut Pro X, embora cumpra o seu papel. Na versão 12 também foi incluído o easyDCP: o DaVinci Resolve 12 pode gerar um DCP (for mato-padrão para exibição em salas de cinema) diretamente da timeline. Boa parte dos usuários não usará essa função, mas ela pode ser útil, por exemplo, para filmmakers que realizam curtas-metragens e precisam enviar o filme para festivais sem precisar gastar com finalizadoras.

INTEGRAÇÃO

Não é raro que usuários queiram exportar o projeto para ser trabalhado em outro programa. Em um trabalho em equipe, edita-se no Final Cut Pro X e depois envia-se o projeto para outra pessoa realizar as composições no After Effects. Ou edição no Adobe Premiere e depois correção de cor no DaVinci Resolve 12. Este, que sempre foi o workflow de grandes projetos de cinema e publicidade, está chegando às produtoras menores e aos filmmakers freelancers.

Para os usuários de outros produtos da Adobe há um incentivo para ter o Adobe Premiere pela compatibilidade com os outros softwares da empresa. Editar com os softwares da Creative Cloud não é apenas simples, mas também bastante otimizado. O Adobe Premiere ainda consegue exportar facilmente um projeto em XML para ser usado em um software de correção de cor. O Final Cut Pro X também foi pensado para exportar o projeto sem maiores problemas. Nos dois casos sempre haverá limitações em takes com efeitos, remapeamento de tempo e tran- sições mais complexas.

Nesse contexto, o DaVinci Resolve 12 se beneficia por ser, na essência, um software de correção de cor e, portanto, possibilita importar arquivos de diferentes programas de edição com pouquíssimos problemas de compatibilidade. A questão é que a saída do DaVinci tradicionalmente eram as mídias corrigidas, e não os projetos. A Blackmagic tem trabalhado nisso e a versão 12 inclui a exportação de arquivos EDL, XML e no formato do Final Cut Pro X.

SAÍDA

A maioria dos usuários trabalha com elementos e mídias diretamente na timeline e usa o próprio programa de edição para dar a saída final no projeto. Essa é uma maneira de simplificar o processo, principalmente se a montagem e a finalização for feita por uma só pessoa.

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Acima, tela do modo Deliver na renderização e, abaixo, tela do modo Quarter Resolution, do programa Blackmagic DaVinci Resolve 12, que tem a enorme vantagem de ser gratuito.

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Nesse aspecto, o DaVinci Resolve 12 funciona muito bem: o módulo de exportação integrado do software conta com os principais formatos e é altamente configurável. A disputa com Adobe Media Encoder é acirrada, pois a ferramenta da Creative Cloud oferece mais formatos, mas o DaVinci Resolve 12 é consideravelmente mais rápido. Nos dois casos, uma GPU com CUDA me- lhora bastante o desempenho.

Por outro lado, muitos usuários reclamam (com razão) que o modo de saída é um dos grandes problemas do Final Cut Pro X. Mesmo com a ajuda do Compressor (que custa mais US$ 100), a solução da Apple é limitada em formatos e configurações. Nesse caso, é comum que os filmmakers exportem o chamado “Master File” e depois usem outro software para gerar as ver- sões solicitadas pelo cliente.

O DAVINCI RESOLVE?

Infelizmente, ainda não existe um software NLE que atenda a qualquer necessidade de edição. Cada um dos programas tem aspectos positivos e negativos – muitas vezes a escolha recai sobre qual deles realiza melhor o tipo de trabalho necessário. Na versão 12, o DaVinci Resolve 12 avançou muito, mas ainda peca por não oferecer recursos comuns a outros NLEs. Por outro lado, vale lembrar que o software da Blackmagic é um dos mais usados em Hollywood para a correção de cor. E isso você pode ter em casa, de graça (se o computador tiver uma boa placa de vídeo, melhor ainda).

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O site Oeditor.com agradece a Revista FilmMaker que gentilmente disponibilizou todo o conteúdo desta matéria. A Revista FilmMaker é voltada para o público interessado em filmagens com câmeras fotográficas DSLRs e filmadoras digitais modernas, em HD e Full HD. A publicação apresenta novidades do segmento, teste de equipamentos, informações sobre acessórios, dicas sobre técnicas de filmagem, reportagens sobre o trabalho de profissionais de destaque na área e muito mais. Uma publicação feita para profissionais do segmento de filmagens que atuam em cinema, publicidade, institucional, documental, cobertura social e educacional.

As edições avulsas podem ser compradas diretamente pela Windows Store ou pelo site da Editora Europa.

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Utilizando a Blackmagic para expandir a Indústria Cinematográfica Brasileira

21 jul

Para um cineasta independente, a filmagem quase sempre vem acompanhada de um custo alto. Principalmente quando se trata de um cineasta Brasileiro, esses custos multiplicam-se em várias vezes. A indústria cinematográfica brasileira ainda está na fase inicial de crescimento, portanto ainda existe uma dificuldade em obter equipamentos profissionais.

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Além do mais, vários equipamentos precisam ser importados do exterior e estão sujeitos a taxas de importação. Não é raro um cineasta brasileiro depender de subsídios governamentais para conseguir os recursos necessários para iniciar um novo projeto, ou até mesmo utilizar o seu próprio dinheiro. Apesar disso, cineastas brasileiros independentes apostam nas novidades tecnológicas para produzir os filmes que movem a indústria.

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Rafael Duarte e Taísa Ennes Marques fazem parte desse movimento. Juntos, eles fundaram uma pequena empresa de produção cinematográfica no sul do Brasil, onde mantém uma produção constante de filmes de curta-metragem – sejam independentes ou financiados pelo governo. Os esforços estão valendo a pena.  Depois de receberem o Prêmio ABC de Melhor Fotografia para Curta-metragem, da respeitadíssima Associação Brasileira de Cinematografia, a empresa está encontrando um nicho de mercado promissor. Segundo Rafael, o lançamento da Blackmagic Cinema Camera alavancou sua trajetória.

“A chegada da Blackmagic Cinema Camera ao Brasil virou nosso mundo de ponta cabeça”, ele disse. “De repente, percebemos que seria possível obter resultados de qualidade cinematográfica mesmo com o orçamento limitado.”

Desde então, a produtora integrou a Blackmagic Design tão profundamente em seu fluxo de trabalho que agora a equipe utiliza várias câmeras, inclusive a Blackmagic 4K Production Camera, como também o DaVinci Resolve para a correção de cor.

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Eles enfrentaram vários obstáculos antes de utilizar Blackmagic. “Taísa e eu nos conhecemos em um período de nossas vidas em que ambos querÍamos fazer filmes, mas não sabíamos por onde começar,” disse Rafael. “O cinema no Brasil, principalmente no sul, é difícil. Não existe uma grande indústria cinematográfica, dependemos muito de subsídios do governo. E quando éramos mais jovens, não sabíamos como lidar com isso. Então, resolvemos unir forças e começamos a fazer filmes com nosso próprio dinheiro.”

A dependência nas câmeras baratas acabou sendo uma experiência frustrante. Independentemente da câmera utilizada, os resultados ficavam aquém de um padrão de qualidade internacional. Modelos mais caros estão fora de cogitação, mas a produtora precisava de uma câmera mais adequada para a visão de Rafael e Taísa. Ao descobrir a Blackmagic, foram inspirados pelo seu potencial cinemático. Juntaram seus recursos para comprar uma Blackmagic Cinema Camera. Ao usá-la pela primeira vez nos cânions do sul do Brasil, foram surpreendidos.

“Apesar de ser uma câmera prática e com preço acessível, a forma como o obturador captura a imagem, a latitude e a quantidade de informação do arquivo DNG realmente valorizam a imagem“, disse Rafael. “O resultado superou nossas expectativas. Mesmo usando apenas a luz do sol e um rebatedor, os resultados ficaram lindos. Nunca me estresso durante as filmagens. Mesmo se estiver com pressa ou com algum problema, basta garantir que a luz esteja no lugar certo e que os claros não estejam estourando, por exemplo, que o resto é possível administrar dentro do Resolve. Sempre fica lindo.”

“Caçando” uma Hiper-realidade e o visual RAW

A Blackmagic Cinema Camera de Rafael e Taísa rapidamente tem se tornado uma peça-chave para seus filmes, programas de televisão, e outros projetos. Esse ano, o projeto-destaque da produtora foi  o filme “Caçador”. Com o orçamento baixíssimo de US$2.000, Caçador dependeu da Blackmagic Cinema Camera para seu visual particular: uma mistura de conto de fadas com Faroeste, inspirado pela figura folclórica do Gaucho. Um pedaço de híper-realidade projetado na tela.

“Nós trabalhamos em locações inóspitas de montanhas e cânions, foi algo mágico,”  disse Rafael. “Geralmente quando se captura algo assim monitorando em uma telinha de LED, parece que você perde um pouco da magia. Mas quando abrimos as imagens no Resolve e começamos a colorização, encontramos várias possibilidades lindas e esotéricas. Foi dificil escolher só uma. O formato RAW DNG da Cinema Camera oferece muita flexibilidade por não ter compressão. Eu sinto como se pudesse fazer qualquer coisa com a imagem.”

A transferência da filmagem para o DaVinci Resolve foi natural, e nele a equipe aperfeiçoou a imagem RAW como se estivessem alterando a própria Mãe Natureza, e não apenas o filme digital. O fluxo de trabalho baseado em nodes (nós) foi mais intuitivo para Rafael que o típico sistema de camadas que a maioria das ferramentas de colorização oferecem; e Rafael pôde transferir a sua visão para a filmagem e trabalhar detalhadamente com a colorização.

Por exemplo, uma das cenas mostra a paisagem de grama sob o pôr do sol. No início, Rafael pensou que ao tentar preservar o céu, poderia perder detalhes da grama nas sombras (o firmware da Cinema Camera não suportava a visualização de histogramas na época). Porém, acabou descobrindo que era só uma questão de ajuste nas curvas de cores.  Sem isso, seria impossível otimizar a exposição da imagem. Outra cena, uma imagem noturna do caçador fumando e bebendo na varanda, era pra ser filmada durante o dia, mas faltou tempo.  Foi possível filmar a cena porque Rafael havia trazido consigo uma lâmpada halógena de 1000 watts, apenas por precaução. No entanto, a lâmpada emitia um tom alaranjado na imagem que jamais seria convincente para cenas noturnas.  Após o upload no Resolve, ele trabalhou com o balanço de brancos do RAW para criar um efeito realístico de luar.

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“Já me perguntaram se eu tive uma equipe grande trabalharam naquela cena, mas a realidade é que foram só cinco pessoas,” ele disse.  “Foi tudo filmado no estilo de cinema guerrilha. Tirando essa cena em particular, a maior parte do meu trabalho como diretor de fotografia do Caçador era conciliar as tomadas com o horário certo do dia para garantir a melhor iluminação natural para cada cena. A regra era que não podíamos filmar entre as 11h e 13h, quando o sol estava a pino.”

Apesar do baixo orçamento, o filme independente foi bem sucedido: receberam um dos prêmios mais respeitados do mundo cinematográfico brasileiro, o Prêmio ABC de Cinematografia de Melhor Direção de Fotografia para Curta-Metragem. A cerimônia foi prestigiada também por outros homenageados, como Lula Carvalho (Tropa de Elite, Robocop, e As Tartarugas Ninja), que ganhou o Prêmio Melhor Direção de Fotografia no evento.abctrophy

“Fomos para a cerimônia sem pensar que podíamos ganhar. Era como se estivéssemos em uma festa com vários famosos,” disse o Rafael. “Ficamos tipo, ‘Poxa, o que estamos fazendo aqui?’ A Blackmagic Cinema Camera foi um salto tecnológico tão grande em relação às cameras que usávamos antigamente que às vezes ate me sinto como se estivesse trapaceando. Como se não fosse eu, mas a camera que fez todo o trabalho duro. Ela é perfeita!”

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Avançando na cena cinematográfica Brasileira com confiança

“A Blackmagic nos dá a confiança que precisamos para competir com produções maiores,  ou quando participamos de festivais de cinema e premiações grandes como a ABC,” diz Rafael. “Às vezes aqui no Brasil ficamos com um pouco de receio e achamos que não temos o orçamento para produzir imagens como em Hollywood, mas isso não é verdade. Se você tiver apenas o sol e uma câmera da Blackmagic, o resultado irá superar suas expectativas.”

PROMOÇÃO WORKSHOP GAVETA | Oeditor.com

13 jul

O site Oeditor.com em parceria com o Beved, vai sortear uma inscrição TOTALMENTE GRÁTIS para o Workshop de Edição de Vídeos com Anderson Gaveta (Online).
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O sorteio será realizado dia 20/07/2015 às 12h00.
Leia o regulamento e participe!

Anderson Gaveta é editor do famoso site Jovem Nerd, e produz conteúdo exclusivo para web com milhares de visualizações mensais. formado em Publicidade na ESPM. Trabalhou na Globosat e na Seagulls Fly. Ganhou alguns prêmios internacionais de design como o respeitado FWA, por duas vezes. Participou de grandes projetos, entre eles animações para a operadora americana Sprint para exibição exclusiva na Times Square/NY, campanha para o pacote CS5 da Adobe e por último o vídeo de introdução do jogo Diablo III.

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CONTEÚDO DO WORKSHOP:

  • Introdução: Conversa sobre os conceitos básicos da edição e pós-produção de vídeo.
  • Filmagem: Como fazê-la da melhor forma para o seu editor te amar!
  • Preparação do projeto: Tudo varia de acordo com a sua saída: web, DVD, filme publicitário.
  • Os estágios da edição:
  1. DECUPAGEM: Evitando retrabalho e preparando o terreno.
  2. CORTES: Ritmo, ritmo, ritmo.
  3. PÓS-PRODUÇÃO: Do tratamento de cor até a utilização outros softwares de apoio como Photoshop, After Effects e etc.
  4. SOM: A importância do audio na produção e como otimizá-lo.

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REGULAMENTO
Para participar do sorteio:

  1. Curta a página do Oeditor.com no Facebook: https://www.facebook.com/oeditorsite
  2. Curta e Compartilhe a publicação do Facebook do Oeditor.com.
  3. Marque um amigo nos comentários na publicação do Facebook do Oeditor.com.
  4. Acesse o link: https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/463367 e clique no banner QUERO PARTICIPAR e faça sua inscrição.

Somente participantes que realizarem os 4 itens poderão participar sorteio. O ganhador terá direito a 01 (uma) inscrição para o Workshop de Edição de Videos com Anderson Gaveta (Online) no site Beved.

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CONHEÇA O BEVED
A Aula Online no Beved se destaca didaticamente, pois, além de assistir as aulas quando quiser, o aluno também pode entrar em contato com o professor para tirar dúvidas. Além do acesso às aulas, tem à disposição materiais extras e faz contato com os outros alunos, o que fomenta o network e conquista novos amigos.
Para você comprar o Workshop acesse: www.beved.com.br

O que é real e o que é “de mentira” no novo “Mad Max”

19 jun

O filme do ano até o momento tem sido vendido como uma produção de truques práticos e coreografias insanas de dublês. Mas a verdade é que “Mad Max: Estrada da Fúria” contou também com um extenso trabalho de efeitos digitais e computação gráfica.

Em esclarecedora entrevista com o supervisor de efeitos visuais Andrew Jackson, o fxguide destrincha diversas cenas e o que foi modificado das filmagens originais. Muitos efeitos são manipulação da coloração, modificações na geografia, aumento da quantidade de figurantes, inserção de explosões e fogo, mas também tem tomadas inteiras feitas em animação, como as gerais da Cidadela e a perseguição na tempestade de areia.

O principal estúdio responsável pelo vfx do filme é o australiano Iloura, que trabalhou durante 30 meses com uma equipe de 60 pessoas nas quase 480 horas de cenas capturadas pelo diretor George Miller.

Confira abaixo os antes-e-depois:

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Veja todas as imagens, clique no link abaixo e leia mais.

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CURSO GRATUITO | Introdução à Produção de Vídeo

13 maio

Curso gratuito no EAD Século 21 para quem quer começar a entender como funciona uma produção de TV e Vídeo.

Aprenda como produzir um vídeo, de maneira simples e exemplificada. A partir de um vídeo já realizado, o orientador mostra a necessidade de cada passo e oferece dicas básicas, mas de altíssima importância. Indicado para iniciantes e amantes da arte televisiva, o curso de Introdução à Produção de Vídeo traz um panorama real e detalhado, capacitando o espectador a entender o processo de construção de um vídeo.

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O curso utiliza padrão de alta qualidade técnica e de conteúdo abordado de forma ampla, dinâmica e eficaz para o aprendizado.

Todo o conteúdo das aulas é disposto em vídeo, garantindo o dinamismo da aula e o total poder de acompanhamento por parte do aluno e, consequentemente, seu maior aproveitamento do conteúdo abordado.

Além disso, os materiais didáticos (compostos de apostilas e materiais de apoio) referentes à aula assistida são disponibilizados ao aluno para download.

A maior aliada em nossos cursos é a internet e a utilização desta ferramenta garante uma grande flexibilidade de tempo, de acordo com as possibilidades do aluno.

Carga Horária
O Curso possui:
– 3 videoaulas;
– Apostila com todo o conteúdo das videoaulas;
– Avaliação.
Carga horária total deste curso: 8h

Pré-produção
– Equipe de Gravação
– Tema e Participantes

 Produção
– Detalhes a providenciar para a gravação
– Equipamentos
– Termo de Autorização de Uso de Imagem e Som

 Gravação
– Tipos de Enquadramentos
– Mídia
– Iluminação
– Áudio
– Checklist de Equipamentos

Pós-produção
– Decupagem
– Edição

Orientador – Má Âmbar

– Atua na área de comunicação, como Fotógrafo, Diretor de TV, Diretor de Fotografia, Designer gráfico e Maquiador;

– Já realizou inúmeros trabalhos em TV, cinema e publicidade, atuando na área desde 1995;

– Trabalha na Rede Século 21;

– Tem um estúdio fotográfico “Fotografia Estúdio e Arte”, onde trabalha com sua esposa.

Acesse: www.eadseculo21.org.br

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“O Homem de Aço” | Sandro Di Segni

18 abr

O Superman é criação com DNA norte-americano, mas a última versão do herói no cinema teve pelo menos alguns genes brasileiros: Sandro Di Segni, que liderou uma equipe de cerca de 60 pessoas na produtora inglesa Double Negative para criar os efeitos visuais das cenas de destruição de “O Homem de Aço”.

O paulista de 36 anos, que sempre gostou de computação e videogames, se apaixonou por efeitos especiais ao assistir no cinema “Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros” (1993). “Não era mais a Cuca, era um dinossauro, eu fiquei imaginando as pessoas dentro daquele parque mesmo”, conta.

Para ingressar na carreira de efeitos especiais, Sandro tentou as faculdades de Ciências da Computação e Publicidade e concluiu que nenhuma delas estava ajudando a alcançar seu objetivo. Então, vendeu tudo para ir estudar computação gráfica no Canadá. O plano deu certo e ele acabou trabalhando nas equipes que fizeram os efeitos de “John Carter- Entre Dois Mundos” (2012), “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), “Aprendiz de Feiticeiro” (2010) e “Príncipe da Persia: As Areias do Tempo” (2010).

Depois de finalizar o trabalho em “O Homem de Aço”, ele trabalhou em “Thor 2 – O Mundo Sombrio”, também nas cenas de destruição. Na sequência, Sandro tem planos de retornar ao Brasil e trazer a experiência que adquiriu nas grandes produções internacionais para o cinema nacional.

“Eu vejo que enquanto o resto do mundo está falando em crise, o Brasil está falando em oportunidade. O Brasil tem leis que estão promovendo um tipo de cinema muito interessante. Eu olho a quantidade de dinheiro que um filme faz, comparando um filme brasileiro com um blockbuster, e percebo que os maiores orçamentos, as maiores bilheterias, são mesmo nos filmes que têm efeitos visuais. Acho que seria muito interessante para o diretor brasileiro ter isso nas suas mãos”, acredita.

“O Homem de Aço”
Com um trabalho que tem como objetivo ser tão realista a ponto do público nem perceber que está lá, Sandro conta como funciona a rotina de quem desenvolve os efeitos especiais de um filme como “O Homem de Aço”.

“Para explodir uma cidade, por exemplo, tenho que decidir tecnicamente como vai ser feita a explosão. Eu ajudo a criar ferramentas para que a explosão seja possível. Como quebrar um pedaço de concreto? Na hora que explode alguma coisa, o concreto tem uma armação por dentro que tem que aparecer, tem uma fumaça que ele vai soltar e tem uma poeira que vai cair. Todos esses elementos têm que ser pensados tecnicamente”, explica.

Em “O Homem de Aço”, a equipe de Sandro se dedicou especialmente nas cenas de destruição de Metropolis, a cidade fictícia onde os personagens transitam, causada por uma espaçonave alienígena que altera o campo gravitacional da Terra.

“Fiz parte do time de destruição de Metropolis. Fiquei responsável por essa sequência em que as coisas são puxadas por essa nave gigante, ficam flutuando e tinham que cair de novo e causar mais destruição. Participei bastante do pós-destruição na cidade também”, conta.

“Foi muito tempo desenvolvendo esse efeito para descobrir como podíamos fazer isso de uma forma convincente. Porque um grande problema é a velocidade desses objetos andando no espaço. Apesar de na tela parecer pouquinho, eles estavam andando quilômetros por vez. Outra coisa foi tentar fazer ao máximo que as coisas reagissem de uma forma natural, apesar de estarmos lidando com um efeito completamente sobrenatural. Numa etapa bem preliminar do projeto, eu percebi que se eu aplicasse gravidade e a resistência do ar –meu trabalho envolve bastante física também– os objetos grandes começavam a se mover de uma forma bem diferente dos pequenos, o que é bom, de uma certa forma, mas que não deixava que eles chegassem onde tinham que estar no fim da tomada. Então, eu percebi que era uma coisa que tinha que ser surreal apesar de parecer normal. Foi muito trabalho de manipulação de partículas”, explica.

Sandro conta que, quando o diretor vai filmar as cenas com os atores em frente a uma tela verde, os efeitos que vão entrar ali já foram planejados e são colocados objetos para o elenco se orientar. “Quando Metropolis é destruída, tem o colapso da nave mãe que começa a puxar tudo para dentro, todos aqueles objetos passando pelo Superman, eu fiz muitas daquelas cenas, daqueles carros passando voando. O diretor fala ‘Olha, vai ter um monte de coisas passando por aqui, olha para lá’, ou até ‘Não olha para lá’, porque para o Superman é uma coisa muito natural. Ele está tentando sair daquela zona, as coisas vão passando, mas ele está lá”.

Algumas das coisas que parecem efeito também podem ser construídas no set, como é o caso de partes de Metropolis destruída em “O Homem de Aço”. “Sempre tem um mix das duas coisas. A parte em que uma menina é puxada dos escombros foi feita no set mesmo. Mas hoje em dia os efeitos têm uma qualidade tão grande que até para gente que é do ramo não dá para saber o que é efeito e o que não é”, afirma Sandro.

Para ele, o maior desafio de trabalhar em uma produção multimilionária como “O Homem de Aço” –que custou cerca de US$ 225 milhões,  é a escala. “A escala é cada vez maior. Eu fui ver ‘Os Vingadores’ antes e achei incrível como eles tinham feito tudo aquilo. E agora fui ver ‘O Homem de Aço’ e achei mais impressionante ainda. Estão cada vez maiores essas produções, esses custos, e a complexidade para fazer isso tudo”, conclui.

Fonte: Uol

O2 Filmes inaugura unidade de pós-produção no Rio de Janeiro

25 mar

No início de 2013, a O2 Filmes colocou a serviço do mercado audiovisual brasileiro sua expertise, equipe e infraestrutura de Pós-produção, antes exclusivos das produções da O2. A O2 Pós rapidamente tornou-se referência no mercado de finalização e pós-produção e hoje possui cerca de 100 profissionais dedicados a realizar serviços completos de pós-produção em filmes, séries e peças publicitárias. Este mesmo serviço agora chega ao Rio de Janeiro, com a O2 Pós Rio, que conta com sala de correção de cor e 10 ilhas de edição. Além destes serviços, a O2 Pós Rio trabalha conjuntamente com a sede paulista através de uma rede de fibra ótica que funciona na mesma velocidade de uma rede local.
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Serviços como conformação de mídias, composição de imagens e computação gráfica (2D e 3D) serão realizados na sede em São Paulo através de link de fibra-ótica, em tempo real.  O processo também funciona de forma inversa, possibilitando a equipe do Rio trabalhar em jobs acontecendo em São Paulo.

A O2 Pós Rio está equipada com:

– Sala de Correção de Cor – Projetor Christie 2K, Player de DCP, Monitor de OLED e preparada para o Cinema Digital.

– Ilha de Edição – 10 ilhas de edição para atender a longa e series produzidos no Rio de Janeiro.

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O2 Pós Rio 
Endereço: Rua Pereira da Silva, 602 – Laranjeiras – Rio de Janeiro
Tel.: (21) 2535-1568 | (21) 2246-0654
Mais informações: www.o2filmes.com.br

 

Texto:
Marcelo Cia 11 3872-0022 ramal 209
marcelo@agencialema.com.br

 

I Congresso Nacional de Audiovisual Online | CONAAV

29 jan

Está chegando o maior congresso de audiovisual online do Brasil. O I Conaav – 2015, que contará com vários especialistas renomados e atuantes das mais diversas áreas.

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No mundo tridimensional,  Quem nunca ficou extasiado com as animações da Pixar, Dreamworks, Bluesky dentre outros grandes estúdios. No Congresso você aprenderá todos os passos para criar personagens 3d carismáticos que saltam aos olhos.

Na pós-produção teremos palestras fantásticas, será mostrado o breakdown de filmes publicitários, que alguns de nossos palestrantes participaram na finalização, que certamente você já deve ter visto, como por exemplo vinhetas para o BBB, Globo Esporte, Vivo, Dentre Outros.

No cinema teremos palestras sobre as etapas de produções de vídeos no gênero documentários. Roteiro, luz, enquadramento, captação de áudio, enfim tudo que você precisa saber para criar um filme documental de qualidade.

Na área de VideoMaker, aprenderá como utilizar as câmeras que simplesmente revolucionaram as produções de baixos orçamentos, estamos falando das hdslr, essas belezinhas além de apresentarem valores acessíveis, entregam imagens sem comparação. Você Saber o que é, ISO, obturador, diafragma, não, então não se preocupe iremos te ensinar.

Isso é apenas um pequeno overview do que teremos. No nosso site você poderá conferir mais acerca do Congresso. Então se você é apaixonado por produção e pós produção, não pode perder. Serão 07 dias incríveis. Você se tornará um especialista.

O Congresso acontecerá do dia 16 à 22 de Março, as palestras serão transmitidas Online, ao vivo e de forma gratuita. Porém as vagas são limitadas.

Faça sua inscrição para garantir sua vaga.

Texto: Magno Veloso Ceo I Conaav

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Descubra como Marcus Tenchella usou DaVinci Resolve para alcançar o sucesso | Blackmagic Design

23 jan

Screen Shot 2015-01-23 at 17.44.35Marcus Tenchella é um jovem colorista com costeletas à moda antiga. Graduado em Comunicação pela universidade brasileira UNESP, foi um projeto para a universidade que cativou um dos mais famosos coloristas do Brasil. Vejo isso desta forma: minha carreira me escolheu, reflete Marcus, hoje um colorista sênior da Casablanca, uma das principais instalações criativas do Brasil. “Um amigo da faculdade me convidou para trabalhar em seu projeto de filme para a escola. Naquela época, ele trabalhava nos Estúdios Mega e sabia muito sobre o processo de cores. Me envolvi profundamente com o projeto desde o início e sabia que essa era a direção que precisava seguir”.

Pouco depois, em 2006, este mesmo amigo atraiu Marcus para o departamento de telecine como assistente de colorista, trabalhando no sistema de cores 2K e Renaissance do DaVinci original. 

A reputação de Marcus como uma estrela em ascensão lhe valeu notoriedade no mercado de pós-produção do Brasil e logo as estrelas da Casablanca o atrairiam para uma das vagas de assistente na equipe de coloristas. Ele comenta, Estava muito focado e determinado, trabalhando, às vezes, 18 horas por dia. Ao final daquele ano, Marcus foi promovido a colorista júnior. 

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A Casablanca presta serviços de produção e pós-produção de filmes, programas de TV e comerciais para emissoras, cineastas e agências nacionais. “Fazemos muito trabalho de produção e pós-produção para grupos como a Fox e a HBO, que preferem trabalhar com produtoras brasileiras, como a Casablanca, para produzir seriados, bem como emissoras gigantescas como a TV Globo, que atualmente conta com a Casablanca para a produção de um de seus novos programas infantis”.

Embora a maior parte do trabalho da Casablanca com cores ser feito em uma de suas três salas de cores totalmente equipadas com Blackmagic DaVinci Resolve, a primeira experiência de Marcus com a versão digital intermediária do Blackmagic DaVinci Resolve foi no set. “Normalmente trabalhamos após um projeto concluir as gravações, no entanto, tivemos um projeto de filme,‘Crô’,onde fizemos sua correção de cores no set. Foi a primeira vez que usei a versão digital do sistema Resolve e, graças a sua abordagem lógica, funcionou muito, muito bem, Marcus foi convencido. 

Além de corrigir o filme no Resolve, Marcus aprendeu como fazer algumas edições rápidas, podendo montar sequências corrigidas e revisá-las com o diretor, melhorando a colaboração entre o diretor de fotografia, a pós-produção e o diretor do filme. “O Resolve foi incrível. Pude facilmente exportar e enviar fotos por e-mail para o diretor de fotografia, para que ele revisasse quando tivesse tempo. Sem a necessidade dele vir até o sistema ou esperar pela minha disponibilidade. O diretor de fotografia podia nos dizer imediatamente o que gostou e o que não. Era rápido e ajudou muito a evoluir o visual do filme”.

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A correção de cor mais apurada no set também ajudou a criar um pacote para patrocinadores, o que ajudaria a vender o filme. No Brasil, você precisa de patrocínio para fazer seu filme. É lei. No caso de‘Crô’,corrigir as cores das filmagens dramaticamente melhorou o seu apelo aos potenciais patrocinadores e ajudou a ser patrocinado muito rapidamente. A facilidade de uso e a velocidade com que pude corrigir o projeto realmente me convenceu sobre o Resolve. Adoro usar este sistema de cores.

Marcus também gosta do contínuo desenvolvimento e evolução do Resolve e sua ampla adoção pela indústria. “Comecei a trabalhar com o Resolve na versão 9, depois atualizei para a 10 e agora estou trabalhando com a versão 11”, comenta Marcus. O bom é que o software evolui continuamente e que todos podem ter o Resolve em seu desktop. Por isso ele incentiva muitas pessoas a usarem o sistema. Às vezes, simplesmente envio o projeto para que outra pessoa possa revincular facilmente os arquivos. Isso facilita muito ao trabalhar remotamente ou colaborar com outra organização, porque o Resolve foi projetado para incentivar as pessoas a trabalharem com um workflow aberto.

Marcus cita os numerosos formatos de arquivo suportados e a interface intuitiva do Resolve, permitindo que os usuários carreguem projetos e interajam com ele facilmente, mesmo sendo iniciante com o aplicativo. “Mesmo que você não domine o programa, pode olhar para a interface e, com o mínimo de conhecimento, estar pronto para trabalhar”.

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Underwater | Making Of

8 nov

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O processo de produção do comercial “Underwater” de Skol ganhou uma web série dividida em cinco (5) episódios. Criado pela F/Nazca Saatchi & Saatchi e lançado em outubro, o filme é uma superprodução com uma festa tão inexplicável quanto a nova Skol Beats Senses.

Na balada azul, DJ, barman e baladeiros aparecem inteiramente submersos. A produção, 100% filmada debaixo d’água, importou de Los Angeles equipamentos especiais para capturar as cenas. Quem vê o resultado final impressiona-se com a leveza dos movimentos e nem imagina que, para cada ator, um mergulhador ficava estrategicamente posicionado provendo oxigênio.

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Ficha Técnica
AGÊNCIA: F/Nazca Saatchi & Saatchi
DIRETOR DE CRIAÇÃO: Theo Rocha
CRIAÇÃO: Theo Rocha | Rodrigo Visconti | Pedro Hefs
PRODUTORA: PBA Cinema/Produtora Associados
DIRETOR FOTOGRAFIA (D.O.P): André Faccioli
DIRETOR DE PRODUÇÃO: Luiz Armesto
EDITOR: Rami D’Aguiar
COORDENADOR PÓS-PRODUÇÃO: Diulle Fonseca
FINALIZADOR: André Baltrusaitis
PÓS-PRODUTORA: Clan VFX
PRODUTORA DE SOM: Tesis

QUE MONSTRO TE MORDEU? | Abertura

29 out

A abertura da série Que Monstro te Mordeu?, que estreará na TV Cultura em 10 de novembro é uma produção da O2 Filmes.

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A direção é de Ricardo Laganaro, com fotografia de Pierre de Kerchove e direção de arte de João Bizzaro.

Na concepção da abertura participaram Laganaro, Cao Hamburger, criador, diretor geral e produtor da série, Philippe Barcinski, supervisor de direção e Teo Poppovic, criador e roteirista. A montagem é de Leopoldo Nakata e a supervisão de 3D de Ricardo Bardal.

Para a abertura, foram filmadas crianças com alguns objetos cenográficos e foi efetuado um trabalho de integração desse material com 3D e composição.

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Que Monstro te Mordeu? é uma realização da TV Cultura e Fiesp-Sesi com produção da Caos Produções e Primo Filmes.

Toda vez que uma criança desenha um monstro, esse desenho ganha vida no monstruoso mundo dos monstros provocando confusão por onde passa. Neste lugar misterioso e encantador, a personagem Lali e seus amigos monstruosos resolvem a confusão e ainda aprendem com a missão.

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Para a série, a Pós produção da O2 fez todos os efeitos. Foram 56 personagens 3D para os 50 episódios de TV e para os 50 da internet, totalizando 6 horas e 18 minutos de composição total.

Assista ao trailer:

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Brasil ganha seu primeiro YouTube Space em São Paulo

29 out

O YouTube Space estabeleceu uma parceria com Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias para trazer um YouTube Space para São Paulo.

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O Instituto Criar é uma organização sem fins lucrativos, fundada há dez anos por Luciano Huck, que forma jovens de baixa renda em profissões técnicas dos bastidores da TV e do cinema. Com esta parceria, todos os alunos da ONG, assim como criadores do YouTube no Brasil, terão acesso gratuito a recursos modernos de equipamento audiovisual, além de treinamentos e cursos.

Esta iniciativa segue os passos dos YouTube Spaces em Los Angeles, Londres, Tóquio e, mais recentemente, Nova Iorque. Desde a inauguração do primeiro YouTube Space em 2012, mais de 30 mil pessoas em todo o mundo já participaram de mais de 450 workshops; mais de 6 mil vídeos foram criados; acumulando mais de 750 milhões de visualizações.

O YouTube Space no Instituto Criar promete ser um lugar onde os criadores podem colaborar, inovar e experimentar na produção de novos conteúdos para audiências em todo o mundo. Também serão oferecidas oportunidades de:

  • Conhecimento: os criadores poderão participar de cursos, treinamentos e aulas com especialistas para obter experiência prática de líderes do setor, além de aprender a usar modernos equipamentos e técnicas de produção e boas práticas do YouTube.
  • Conexão: o espaço promove eventos para que os criadores se conheçam, troquem idéias e compartilhem experiências sobre produção audiovisual e como ter sucesso no YouTube.
  • Criação: este é um espaço para dar voz aos criadores. Eles terão acesso gratuitamente a um estúdio e equipamento audiovisual e de edição para que possam experimentar e criar vídeos que os fãs vão adorar.

Assista o vídeo da estrutura do YouTube Space em Los Angeles: